Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4228773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
De acordo com o texto "HEPATITE B", qual percentual de cobertura da vacinação contra hepatite B nas primeiras horas de vida foi alcançado em 2025? 
Alternativas
Q4228771 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Qual órgão foi mencionado como responsável pelo anúncio da conquista brasileira no combate à hepatite B?
Alternativas
Q4228769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Segundo o texto "HEPATITE B", o fortalecimento da atenção primária contribuiu para: 
Alternativas
Q4228593 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", a identificação das alterações no gene EGFR possibilita:
Alternativas
Q4228592 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual empresa é mencionada no texto "ANVISA" como responsável pelo medicamento Datroway? 
Alternativas
Q4228591 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
De acordo com o texto "ANVISA", para quais pacientes o Datroway é indicado?
Alternativas
Q4228590 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", qual percentual aproximado dos casos de câncer de pulmão corresponde ao câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)? 
Alternativas
Q4228589 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual é o objetivo do texto "ANVISA" ao apresentar informações sobre o Datroway? 
Alternativas
Q4228479 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais


      Foi em um dia bastante comum que um jovem estava conversando com seus amigos, já era noite e então um deles se levanta e pede ajuda para encontrar alguém legal no Tinder. Um dos amigos se oferece para ajudar e os dois começam a busca.

     Foram vários minutos de alguns cliques, arrastavam o dedo e decidiam se davam match ou não. Durante a escolha surgiam risadas, críticas e sugestões para decidir se tal pessoa era legal e se valia a pena conhecer.

   Depois de algum tempo eles pararam, e um deles, que estava apenas observando, perguntou o que tem de tão divertido em procurar pessoas por atacado. O outro riu e disse que achava normal, e que nem sempre as pessoas que procurava no Tinder eram pra ter um encontro; algumas vezes era apenas para sair e, quem sabe, iniciar uma amizade. Foi então que esse amigo, mesmo achando estranho, tentou entender como as pessoas estão cada vez mais adeptas às tecnologias e aproveitando a facilidade de aproximação para então desenvolver novos laços, mesmo que correndo riscos.

     No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada. Por meio das telas brilhantes dos dispositivos eletrônicos, uma nova forma de conexão humana foi estabelecida, transcendendo fronteiras geográficas e culturais. No entanto, junto com essa nova era de interação digital, surgem desafios e riscos que devem ser enfrentados e compreendidos. (...)

     As redes sociais oferecem diversas formas de conhecer pessoas, como grupos temáticos, comunidades online, aplicativos de namoro e até mesmo interações casuais em comentários ou mensagens diretas. Essa variedade permite que as pessoas encontrem individuos —com interesses e valores semelhantes. Neste sentido, é um potencial mecanismo —“de pertencimento social e ampliação das redes afetivas. Conclui-se que conhecer pessoas no mundo virtual e estabelecer relacionamentos a partir deste contexto não se caracteriza como uma forma melhor ou pior, segura ou perigosa; é, simplesmente, mais uma forma de se conectar com outras pessoas.


AQUINO, Matheus. Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais. (En)cena. Disponível em .
O autor do texto “Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais” defende a ideia geral de que esse tipo de relacionamento:  
Alternativas
Q4228277 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

No quinto parágrafo do texto CG1A1, o vocábulo “provimento” veicula o mesmo sentido de
Alternativas
Q4228267 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

No que se refere à coesão e à progressão textual no texto CG1A1, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4228265 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

A partir das ideias veiculadas no texto CG1A1, é correto inferir que
Alternativas
Q4228264 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

Entende-se da leitura do texto CG1A1 que, no Brasil, 
Alternativas
Q4228053 Português

Texto CG1A1-I

 A inteligência artificial (IA) na educação é, sem dúvida, um dos campos emergentes mais promissores na tecnologia educacional. Essa tecnologia possibilita que máquinas simulem habilidades humanas, como aprendizagem e resolução de problemas. Apesar de a IA estar há mais de 30 anos em desenvolvimento, o debate sobre sua aplicação pedagógica em larga escala e seu impacto no ensino superior permanece em aberto.

Até recentemente, suas principais aplicações concentravam-se em serviços de apoio acadêmico e administrativo, como análise de perfis, previsões, avaliação de desempenho, monitoramento de metas, personalização e tutoria inteligente. Contudo, a partir de 2020, modelos de linguagem generativa, como o ChatGPT, começaram a ser amplamente utilizados, marcando um avanço significativo no ensino e na aprendizagem.

Esses modelos podem transformar buscas na Internet em relatórios abrangentes que simulam textos humanos. Entretanto, compreender seu funcionamento é essencial, pois seu uso levanta debates sobre ética, plágio e outras questões. Apesar do impacto ainda imprevisível, a IA tem o potencial de transformar a educação nos próximos anos, apoiando alunos, professores e administradores em todas as etapas do ensino. 

Para isso, é fundamental compreender o valor e as limitações da IA. As instituições não podem deixar esse processo ao acaso: é indispensável uma abordagem sistemática que garanta formação adequada e uma estrutura clara, com o envolvimento de todas as partes interessadas, para que as decisões sobre o uso da IA sejam bem entendidas e amplamente aceitas por toda a comunidade acadêmica.

Como em qualquer tecnologia significativa, as decisões devem ser tomadas no nível certo e pelas pessoas adequadas. Cabe à gestão superior e ao corpo docente decidir como a IA será utilizada. Ignorar essa inovação e esperar que desapareça não é uma opção, pois ela continuará a evoluir e a se fortalecer. Instituições que não adotam essas inovações formarão profissionais despreparados para as demandas de um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico.

Assinale a opção correta a respeito das ideias veiculadas no texto CG1A1-I.
Alternativas
Q4228002 Português
quanto tempo falta pra gente se ver hoje

quanto tempo falta pra gente se ver logo

quanto tempo falta pra gente se ver todo dia

quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre

quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não

quanto tempo falta pra gente se ver às vezes

quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos

quanto tempo falta pra gente não querer se ver

quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais

quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu

quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer

quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu”


(BEBER, Bruna. Romance em doze linhas. In: BEBER, Bruna. Rua da padaria. Rio de Janeiro: Record, 2013.) 
O assunto principal do poema é: 
Alternativas
Q4228000 Português
quanto tempo falta pra gente se ver hoje

quanto tempo falta pra gente se ver logo

quanto tempo falta pra gente se ver todo dia

quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre

quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não

quanto tempo falta pra gente se ver às vezes

quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos

quanto tempo falta pra gente não querer se ver

quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais

quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu

quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer

quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu”


(BEBER, Bruna. Romance em doze linhas. In: BEBER, Bruna. Rua da padaria. Rio de Janeiro: Record, 2013.) 
A progressão das ideias no poema conduz o leitor da expecta tiva do encontro para:
Alternativas
Q4227995 Português

TEXTO 1


Para que as cidades sejam mantidas em perfeito funcionamento, seus governantes têm que organizar formas para que isso aconteça. 


Todas as pessoas que trabalham devem pagar impostos, pois esta é uma das formas do governo arrecadar dinheiro, verbas para conservar as cidades e manter os serviços públicos.


Chamamos de serviços públicos todos os trabalhos executados por pessoas contratadas do governo. Essas pessoas recebem o nome de funcionários públicos, que devem ser contratados através de concursos, provas que selecionam os melhores profissionais.


Os funcionários públicos podem ser municipais (das Cidades), es taduais (dos Estados) ou federais (do País). ESCOLA KIDS. Serviços públicos. Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/geogra fia/servicos-publicos.htm. Acesso em: 6 jul. 2026. 

No trecho "...para conservar as cidades...", o antônimo da palavra conservar é: 
Alternativas
Q4227972 Português

Tecnologia e Informação na Sociedade Atual


    O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.


    Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.


    Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.


    Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.


A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

Segundo o texto, o uso excessivo das tecnologias digitais pode: 
Alternativas
Q4227971 Português

Tecnologia e Informação na Sociedade Atual


    O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.


    Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.


    Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.


    Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.


A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

No trecho “Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação...”, a expressão destacada estabelece ideia de:
Alternativas
Q4227970 Português

Tecnologia e Informação na Sociedade Atual


    O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.


    Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.


    Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.


    Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.


A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

 O texto afirma que um dos problemas relacionados ao excesso de informações na internet é: 
Alternativas
Respostas
561: E
562: A
563: D
564: E
565: A
566: A
567: D
568: C
569: A
570: B
571: D
572: C
573: E
574: A
575: C
576: C
577: D
578: B
579: B
580: C