Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 54.615 questões

Q3150188 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem eram os gladiadores da Roma Antiga? 



O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade.


Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial).


É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas.


E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/11/quem-foramos-gladiadores-na-roma-antiga

Quais eram as origens mais comuns dos gladiadores na sociedade romana?
Alternativas
Q3149970 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quem eram os gladiadores da Roma Antiga?

O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade.

Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial).

É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas.

E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/11/quem-foramos-gladiadores-na-roma-antiga
O que originou o termo "gladiador" na sociedade romana?
Alternativas
Q3149848 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP

Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso.

"Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz.

A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul.

Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão."

A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos.

"Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona.

"Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/professor-descobre-sem-quere r-nova-espécie-de-anêmona/
Qual é o alerta levantado por Stampar em relação à descoberta da nova espécie?
Alternativas
Q3149847 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP

Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso.

"Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz.

A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul.

Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão."

A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos.

"Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona.

"Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/professor-descobre-sem-quere r-nova-espécie-de-anêmona/
O que surpreendeu Stampar e sua equipe sobre a descoberta mencionada no texto?
Alternativas
Q3149636 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem eram os gladiadores da Roma Antiga?



O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade.


Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). 


É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas.


E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/11/quem-foramos-gladiadores-na-roma-antiga

Qual era a realidade da vida dos gladiadores na Roma antiga, segundo o texto?
Alternativas
Q3149634 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem eram os gladiadores da Roma Antiga?



O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade.


Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). 


É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas.


E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/11/quem-foramos-gladiadores-na-roma-antiga

Quando as mulheres deixaram de participar como gladiadoras na sociedade romana?
Alternativas
Q3149518 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP

Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso.

"Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz.

A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul.

Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão."

A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos.

"Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona.

"Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/professor-descobre-sem-quere r-nova-espécie-de-anêmona/
O que foi essencial para confirmar que se tratava de uma nova espécie de anêmona?
Alternativas
Q3149181 Português
Em relação à interpretação de textos em Língua Portuguesa, qual das opções a seguir representa a estratégia mais eficaz para identificar a ideia central de um texto argumentativo?
Alternativas
Q3149137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o texto indica sobre a relação entre os gladiadores e o público romano?
Alternativas
Q3149136 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o cabo de faca descoberto na Muralha de Adriano revela sobre a cultura romana?
Alternativas
Q3149135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o texto informa sobre o uso da mão esquerda por gladiadores romanos?
Alternativas
Q3149134 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
 O que torna a descoberta do cabo de faca mencionada no texto especialmente significativa? 
Alternativas
Q3149133 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
De acordo com o texto, qual característica do gladiador secutor retratado no cabo da faca é considerada incomum no contexto romano?
Alternativas
Q3149007 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Quais tipos de sementes estão armazenadas no Banco Mundial de Sementes, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q3149006 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Por que o banco de sementes de Svalbard é considerado mais seguro que outros bancos de sementes ao redor do mundo?
Alternativas
Q3149003 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Qual é o principal objetivo do Svalbard Global Seed Vault, segundo o texto?
Alternativas
Q3148424 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



As citações a outros autores no texto demonstram que sua autora tem conhecimento de reflexões já feitas sobre o assunto tratado.

Alternativas
Q3148421 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



No quarto período do primeiro parágrafo, a autora julga “infecunda” e “anticomunitária” a identidade cujas características são contrapostas à dita “identidade do duplo”. 

Alternativas
Q3148420 Português
    O híbrido tem por finalidade nomear algo ou alguém cuja formação é múltipla, derivada de fontes heterogêneas. Tal termo passa a ser empregado nos estudos da cultura a partir dos deslocamentos e das migrações acentuadas do século XX. Na literatura, com mais propriedade nos estudos pós-coloniais, é abordado por Homi Bhabha, que, por sua vez, o trouxe da concepção de Bakhtin de “hibridismo linguístico”. O híbrido constitui a identidade do duplo, dinâmica, flexível, plurivocal e multimodal em contraposição à concepção hierárquica da identidade pura, única, autêntica, univocal, monolítica e uniforme que, além de infecunda, é anticomunitária. Como termo amplamente usado por vários críticos e estudiosos, gera polêmica e controvérsias, atingindo patamares de significação positiva ou negativa de acordo com a nuança que lhe seja empregada. Stelamaris Coser afirma que, ao se reverter “o movimento do centro para a periferia que caracterizou a era colonial e fez das colônias ‘o local dos sincretismos e hibridismos’, os grandes ‘centros globais’ são agora internacionalizados e hibridizados neste novo momento histórico pós-(neo)colonial”.

    Nesse caso, não se trata de enaltecer ideologicamente os encontros culturais, tampouco de anular os conflitos e choques que resultam das diferenças, mas, acima de tudo, de perceber o hibridismo que forma a realidade interamericana e a força criativa que dele resulta. Ainda segundo Coser, “uma inevitável transformação cultural é resultante da entrada, circulação e crescente poder dessa multiplicidade de vozes, visões e estilos que renovam e modificam a face da nação”. Igualmente, para Stuart Hall, a ocorrência do hibridismo (cultural, linguístico e literário) permite que o “novo” entre no mundo inscrito pelas forças hegemônicas e as modifique, passando a ser uma condição necessária à modernidade das comunidades construídas entre os impasses de perdas e ganhos sócio-históricos.


Leoné Astride Barzotto. Deslocamento e memória em “La mano em la tierra”, de Josefina Plá. In: Elena Palmero González e Stelamaris Coser (orgs.). Entre traços e rasuras: intervenções da memória na escrita das Américas. Rio de Janeiro: 7Letras; FAPERJ, 2013, p. 52 (com adaptações). 

Em relação às ideias e propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item seguinte.  



No texto, que se classifica, quanto ao gênero, como acadêmico, a autora defende o estilo híbrido por ser ele capaz de gerar encontros entre culturas, não havendo que se falar em pontos negativos trazidos por esses contatos.

Alternativas
Q3148417 Português
    A principal pesquisa internacional sobre educação, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que, no período de 2012 a 2022, houve um aumento acentuado no nível de ansiedade em relação à matemática entre os alunos da grande maioria dos 81 países avaliados, especialmente no Brasil.

     Na média dos países da OCDE e parceiros, 65% dos estudantes têm ansiedade em relação às suas notas em matemática e cerca de 40% dos estudantes se sentem nervosos, tensos ou desamparados ao resolverem problemas matemáticos. No Brasil, esses índices são ainda mais altos: 79,5% e 62,3%, respectivamente. 

    Na maioria dos países houve um aumento nesses índices de ansiedade em relação à matemática em comparação com 2012. Coreia do Sul, Singapura e Tailândia foram os únicos países onde os índices de ansiedade caíram entre 2012 e 2022.

     Segundo a OCDE, esses resultados são preocupantes. “Isso pode impactar não apenas desempenho, mas sua prontidão para o aprendizado ao longo da vida”, diz o relatório.

     A cada edição, o PISA escolhe um tema para fazer um aprofundamento — em 2022, o estudo se dedicou a entender como os alunos lidam com estratégias de aprendizado e quais suas posturas em relação à vida.


Letícia Mori. A epidemia de ansiedade com matemática no Brasil e no mundo revelada por estudo da OCDE. Internet: (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.



No Brasil, o número de estudantes ansiosos com relação à matemática é 79,5% maior que a média dos países da OCDE e parceiros, segundo as informações do texto.

Alternativas
Respostas
5221: B
5222: A
5223: C
5224: D
5225: A
5226: D
5227: D
5228: C
5229: C
5230: C
5231: C
5232: A
5233: C
5234: A
5235: D
5236: D
5237: C
5238: C
5239: E
5240: E