Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 51.553 questões
A expressão grifada acima refere-se, no contexto, à
Segundo o Dicionário Houaiss, dilema é um raciocínio que parte de premissas contraditórias e mutuamente excludentes, mas que paradoxalmente terminam por fundamentar uma mesma conclusão.
A afirmação de que administrar o uso da água é um grande dilema moderno significa, portanto,

A respeito da organização das estruturas linguísticas do texto
acima e da redação de correspondências oficiais, julgue os itens
subsequentes.
A legalidade funda-se em um forte conceito ético, que é a legitimidade. O poder que impõe a legalidade deve ser um poder legítimo. Modernamente, não se aceita mais a legalidade como conceito meramente formal. Para que a limitação à esfera individual seja válida, deve ser o poder que a impõe legítimo.
Os estados de regimes políticos autoritários possuem uma esfera de poder hipertrofiada em relação ao direito. Com isso, a legitimidade do poder torna-se questionável. As limitações impostas à liberdade, por conseguinte, não seriam éticas, legítimas, e, portanto, o direito fundamental estaria sendo desrespeitado. O legalismo cego e formal pode tornar-se arma para referendar abuso de poder e restrição ilegítima às liberdades individuais. Percebe-se, então, que, a despeito de ser atualmente o direito fundamental de liberdade assegurado em documentos legais ao redor do mundo, existe uma conotação ética que lhe serve de razão última e principal.
A restrição à liberdade pela legalidade deve ser formalmente e materialmente válida: formalmente, quanto às regras preestabelecidas de formação, limites e conteúdo da lei; materialmente, quanto à legitimidade tanto das regras preestabelecidas quanto do poder que impõe as leis e que se encarrega de garantir seu cumprimento.
O conteúdo das leis é também fonte de considerações éticas. Pode uma lei ser formalmente válida e emanada de poder legítimo, e mesmo assim ser moralmente considerada inválida, enquanto limitadora do conteúdo das liberdades. Daí concluir-se que a legitimidade do poder não é suficiente para que a legalidade seja legítima; é necessário também que o conteúdo das leis seja expressão da soberania popular.
I. O autor considera que os momentos de dúvida e de hesitação que marcam o homem contemporâneo devem-se à falta de consciência histórica.
II. Os processos da História, diferentemente dos que ocorrem com a ciência, não dão saltos caprichosos, pois há encadeamento em sua progressão.
III. A importância que tem a memória pessoal para cada indivíduo é análoga à que tem a História para a compreensão da caminhada humana.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma SOMENTE em
I. Marcas de identidade coletiva são explicadas por atos heróicos, muitas vezes violentos, que superexcitam a vontade e a emoção de um indivíduo ao ver nessa situação simbólica a oportunidade de liberar seus instintos.
II. Mais do que sobre a ação guiada pelo raciocínio, o comportamento da multidão apóia-se na credulidade sem reflexão e na suscetibilidade à sugestão manipuladora de palavras, ou imagens, que induzem a fenômenos de imitação.
III. Comportamentos em assembleias de diversos tipos ou de manifestações de rua constituem exemplos de comportamentos coletivos nos quais se criam condições para que a autonomia da vontade individual venha a submergir diante da vontade de um líder sugestionador.
(Renato Janine, em: http://www.renatojanine.pro.br/Livros/asociedade.html)
A compreensão correta da oposição apresentada no texto acima cria correlação com o par opositivo:
(Jorge Antunes, "O financiamento das universidades e a tramóia dos privatistas". Correio Braziliense, 16/3/2009, p. 13, adaptado)
Sobre a proposta de financiar as universidades por meio da Lei de Incentivos Fiscais, depreende-se do texto acima que
(Ronaldo Costa Couto, "De 1964 ao Governo Sarney". Em: Oliveira Bastos (org.). Sarney: o outro lado da História. Rio: Nova Fronteira, 2001, p.111, adaptado)

