Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service
26/04/2010
A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda.
Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service
26/04/2010
A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda.
Exemplo : o sistema de informação. Neste SN [Sintagma Nominal], o centro do sintagma é sistema. Entretanto, a palavra informação tem tanta importância quanto o próprio centro do sintagma.
Também serviria de exemplo o seguinte sintagma nominal:
Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service
26/04/2010
A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda.
A repetição de terminações iguais nas palavras é denominada eco e deve ser evitada, pois é considerada vício de linguagem. Assinale a opção em que se pode constatar a presença de eco.
Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service
26/04/2010
A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda.
Sony encerrará produção de disquetes IDG News Service
26/04/2010
A companhia deixará de fabricar discos flexíveis a partir de março de 2011, devido à queda na demanda.
A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.
Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)
Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html
As inversões de redação sugeridas a seguir não alteram a estrutura das orações, exceto em:
A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.
Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)
Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html
É possível deduzir que a coesão sequencial entre o 1º e o 2º parágrafo é feita por meio de:
A ideia de que a beleza não é apenas aparência ilusória, mas deve servir aos bons propósitos, já era defendida pelo filósofo Platão, na Grécia antiga. Na Idade Média, artistas e eruditos também estavam convencidos de que o que era verdadeiro não poderia ser feio. Na língua portuguesa a proximidade (e a confusão) entre atributos como beleza, correção e bondade já se tornou corriqueira – afinal, quem nunca ouviu um adulto dizer a uma criança algo do tipo: “Que menino bonito, fez tudo certinho!”? Entre cientistas são comuns os relatos de que a “elegância” de uma teoria lhes fornece um primeiro indício sobre sua correção. Certa vez, o matemático alemão Hermann Weyl (1885-1955) chegou a ponto de sustentar uma hipótese refutada sobre a gravidade apenas porque sua fórmula lhe parecia muito bela. A intuição de Weyl provou-se correta – e seu conceito matemático fundamental teve seu valor reconhecido mais tarde por estudiosos da eletrodinâmica quântica.
Naturalmente, mesmo a mais elegante teoria pode se revelar falsa. A associação entre “belo” e “correto”, portanto, não pode ser tomada como óbvia. (...)
Fragmento de artigo da revista Mente & Cérebro, edição 207 - Abril 2010, intitulada “Simples + belo = correto. Será?”. Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/simples___belo_correto__sera_.html
Pela análise desse texto pode-se afirmar, exceto:

Pode-se afirmar acerca dos textos D e E, exceto:
Texto C

Ipod é exemplo de uma série de substantivos que passaram a enriquecer o léxico português, mantendo a mesma grafia de seu idioma de origem. Há que se ressaltar que a formação da palavra iPod é explicada como um acrônimo, resultante das iniciais de portable on demand, somadas ao “i" que caracteriza os produtos da Apple (iTones, iPhone etc). É palavra empregada no cotidiano brasileiro que segue o mesmo processo de formação:

(Figura disponível em: http://www.designontherocks.com.br/wp-
content/uploads/2009/11/father.jpg)
Assinale a alternativa incorreta.
Texto B
Folha online
24/03/2010 - 22h11
"Jogue Fora 50 Coisas" ensina a melhorar senso de organização
da Livraria da Folha Divulgação
Organize seu cotidiano. Não deixe sua vida ser sugada pelo caos. Isso atrapalha sua eficiência. Não ganhe fama de bagunceiro nem de quem vive perdendo as coisas. Como alguém vai confiar no seu trabalho se você é incapaz de manter as gavetas arrumadas? Não tenha apego à tralha. Saiba separar o que é útil do que ocupa espaço desnecessariamente.
No livro "Jogue Fora 50 Coisas", martela-se uma ideia: o lixo material e o lixo mental não são tão inofensivos quanto parecem. A autora Gail Blanke usa técnicas de motivação para colocar a vida do leitor em ordem.
Ela sustenta que o acúmulo de coisas desnecessárias atrapalha nossas vidas e propõe o exercício de jogar fora 50 delas em duas semanas. Esses são o número e o tempo necessário para adquirir novos hábitos e recuperar o senso de organização.

"Jogue Fora 50 Coisas"
Autora: Gail Blanke
Editora: Ediouro
Páginas: 284
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
(Disponível em:http://tools.folha.com.br/print?
site=emcimadahora&url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2F
folha%2Flivrariadafolha%2Fult10082u710567.shtml)
I. O primeiro parágrafo do texto usa como estratégia o apelo ao interlocutor, incitando-o a mudar seu comportamento, suas atitudes.
II. O verbo “martelar", no segundo parágrafo, é empregado em sentido figurado.
III. O uso do pronome “nossas", no último parágrafo, instaura a ideia de coletividade e de inclusão.
Texto A
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 O Concurso Público será regido por este Edital e executado pela COPS/UNIFEI.
1.2 O concurso destina-se a selecionar candidatos para provimento, no quadro de pessoal da UNIFEI, nos Campi de Itajubá (MG) e Itabira (MG), das vagas autorizadas pelas Portarias MP 124/2010, MEC 324/2010, 343/2010 e 468/2010, acrescidas daquelas que vierem a ser autorizadas pelos citados órgãos durante sua validade, inclusive sua prorrogação.
Fragmento do Edital nº 007/2010 da Universidade Federal de Itajubá Disponível em: http://www.unifei.edu.br/files/arquivos/COPS/concurso/sta2010/EDITAL%20_No_007_2010_STAEs.pdf
Texto A
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 O Concurso Público será regido por este Edital e executado pela COPS/UNIFEI.
1.2 O concurso destina-se a selecionar candidatos para provimento, no quadro de pessoal da UNIFEI, nos Campi de Itajubá (MG) e Itabira (MG), das vagas autorizadas pelas Portarias MP 124/2010, MEC 324/2010, 343/2010 e 468/2010, acrescidas daquelas que vierem a ser autorizadas pelos citados órgãos durante sua validade, inclusive sua prorrogação.
Fragmento do Edital nº 007/2010 da Universidade Federal de Itajubá Disponível em: http://www.unifei.edu.br/files/arquivos/COPS/concurso/sta2010/EDITAL%20_No_007_2010_STAEs.pdf
O homem e a cobra
Certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra entanguida de frio.
– Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre congelada.
Tomou-a nas mãos, conchegou-a ao peito e trouxe-a para casa. Lá a pôs perto do fogão.
– Fica-te por aqui em paz até que eu volte do serviço à noite. Dar-te-ei então um ratinho para a ceia.
E saiu.
De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando as festas que lhe faria a cobra.
– Coitadinha! Vai agradecer-me tanto...
Agradecer, nada! A cobra, já desentorpecida, recebeu-o de linguinha de fora e bote armado, em atitude tão ameaçadora que o homem enfurecido exclamou:
– Ah, é assim? É assim que pagas o benefício que te fiz? Pois espera, minha ingrata, que já te curo...
E deu cabo dela com uma paulada.
(Monteiro Lobato, Fábulas, Brasiliense)
Assinale abaixo, como a cobra recebeu o homem:
O homem e a cobra
Certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra entanguida de frio.
– Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre congelada.
Tomou-a nas mãos, conchegou-a ao peito e trouxe-a para casa. Lá a pôs perto do fogão.
– Fica-te por aqui em paz até que eu volte do serviço à noite. Dar-te-ei então um ratinho para a ceia.
E saiu.
De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando as festas que lhe faria a cobra.
– Coitadinha! Vai agradecer-me tanto...
Agradecer, nada! A cobra, já desentorpecida, recebeu-o de linguinha de fora e bote armado, em atitude tão ameaçadora que o homem enfurecido exclamou:
– Ah, é assim? É assim que pagas o benefício que te fiz? Pois espera, minha ingrata, que já te curo...
E deu cabo dela com uma paulada.
(Monteiro Lobato, Fábulas, Brasiliense)
De acordo com o texto “O homem e a cobra", marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) O homem encontrou uma cobra congelada de frio. ( ) O homem tinha bom coração, e levou a cobra para casa. ( ) A cobra teve atitude ameaçadora, deixando o homem enfurecido. A sequência está correta em:
I. Declaram-se quais seriam as expectativas em relação à COP15 e o que realmente foi alcançado. II. É feito um apelo diante de uma perspectiva nada positiva. III. Através de uma justificativa é estabelecida a coerência da ideia expressa no desenvolvimento do parágrafo com a sua introdução. IV. O parágrafo é introduzido através de um elemento de coesão que retoma o que foi dito anteriormente.
( ) 1º parágrafo. ( ) 2º parágrafo. ( ) 3º parágrafo. ( ) 4º parágrafo.
A sequência está correta em:
Testamos 24 cervejas do tipo pilsen, sendo 14 em latinhas de 350 ml, para descobrir se há grandes diferenças entre as marcas ou entre as embalagens em que são vendidas.
As cervejas em latinha foram ligeiramente mais bem recebidas pelos degustadores. Mas não se iluda com a sensação de segurança e higiene que os lacres de alumínio tentam passar para as latinhas que os trazem.
Ela é falsa. Nosso teste laboratorial constatou contaminação na latinhas com ou sem lacre. Por isso, nada de beber cerveja diretamente na lata, sem lavá-la antes.
Adap. de O lacre não protege as latinhas. PRO TESTE, revista de uma ONG em defesa do consumidor, dez. 2009, p. 9.
Assinale a alternativa errada, em relação a “para descobrir se há grandes diferenças entre as marcas ou entre as embalagens em que são vendidas"