Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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A chamada SecondSky, tecnologia que reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz, foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).
Após alguns países adotarem a tecnologia, agricultores de regiões dos Estados Unidos, América Latina, México, Europa, África do Sul e Marrocos começaram a instalar as coberturas SecondSky. Esses são países que historicamente se beneficiaram de condições ambientais favoráveis, mas que agora estão mudando rapidamente: “Não se trata apenas de se preparar para o futuro, mas de se proteger no presente – é como assinar uma apólice de seguro”, afirmou.
Após o verão mais quente já registrado globalmente, este ano tem tudo para ser o mais quente da história, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa. Eventos extremos de calor foram sentidos em várias partes do mundo, tornando-se cada vez mais prováveis devido às mudanças climáticas causadas pelo ser humano.
Essas condições exercem uma enorme pressão sobre a agricultura. Ondas de calor podem secar as plantações, matando-as rapidamente se nenhuma medida for tomada, ou enfraquecê-las, tornando-as mais vulneráveis a pragas e doenças. Evitar a redução da produção agrícola geralmente exige um aumento no consumo de recursos – mais água, mais resfriamento, mais fertilizantes – que podem estar escassos ou simplesmente indisponíveis.
“A missão desta empresa é viabilizar uma agricultura sustentável, e estamos avançando significativamente contra um desafio muito difícil”, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris. “Quanto mais rápido conseguirmos fornecer soluções de fácil implementação para a agricultura convencional, melhor estaremos.”
A Iyris integrou a tecnologia SecondSky em um polifilme flexível, que pode ser usado em túneis agrícolas, coberturas plásticas para estufas rígidas e redes de sombreamento.
Segundo dispõe Keppler, os polifilmes normalmente são substituídos de três a cinco anos e podem ser trocados com facilidade. A empresa afirma que, ao contrário de algumas soluções tradicionais para bloquear o calor, como a aplicação de giz branco em filmes plásticos, seu aditivo não compromete a durabilidade do material.
A Iyris fez parcerias com fabricantes de plástico como SABIC (Arábia Saudita), Hyma Plastic (Egito) e Armando Álvarez (Espanha) para produzir e distribuir coberturas contendo seu aditivo bloqueador de calor. Até o momento, já foram vendidos 4,5 milhões de metros quadrados desses materiais.
Fonte: CNN. Adaptado.
O ano mais quente da história... até agora
Por Chloé Pinheiro

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O ano mais quente da história... até agora
Por Chloé Pinheiro

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O ano mais quente da história... até agora
Por Chloé Pinheiro

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O ano mais quente da história... até agora
Por Chloé Pinheiro

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O ano mais quente da história... até agora
Por Chloé Pinheiro

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Nesse panorama, analise as afirmativas a seguir:
I. A BNCC adota uma concepção de ensino da Língua Portuguesa centrada na gramática normativa, priorizando o estudo da norma-padrão em detrimento da diversidade linguística.
II. As práticas de linguagem contemporânea envolvem novos gêneros e textos cada vez mais multissemióticos e multimidiáticos, exigindo que a escola amplie suas abordagens metodológicas.
III. A BNCC enfatiza a necessidade de mobilizar conhecimentos sobre gêneros discursivos e diferentes linguagens para desenvolver as capacidades de leitura e produção textual.
IV. A internet e as redes sociais, por serem espaços livres de circulação de informação, não são contempladas como objetos de estudo no ensino de Língua Portuguesa, uma vez que não possuem relevância educacional.
Está(ão) CORRETO(S):
Assinale a opção que apresenta a frase em que não ocorre qualquer destaque.
Os eleitores votaram pela manhã, para poderem curtir a praia mais tarde, e as autoridades da área prometem aos votantes os resultados para hoje à noite.
Assinale a opção que apresenta o único elemento semântico que está indicado erradamente.
Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros
Por Revista Pesquisa Fapesp

(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros
Por Revista Pesquisa Fapesp

(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros
Por Revista Pesquisa Fapesp

(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros
Por Revista Pesquisa Fapesp

(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O trecho acima estabelece em relação ao parágrafo anterior uma relação de:
Leia o texto a seguir.
Fragmento a unidade e falo do mapa de Goiás, fazendo a chamada das localidades principais. não as de maior número de habitantes e produção, mas as que trazem no nome a poesia do sertão.
Chamo os municípios, os distritos e os povoados (os arraiais, os patrimônios, as bibocas do mato) e lhes corto de improviso alguma força e referência para que tenham peso próprio na pronúncia e na lenda.
Tento perdoar aos políticos o mau gosto dos sufixos com que familiarmente formam topônimos ridículos, em -ânia, em -ândia e em -alópolis, apesar do evocatório que envolve os nomes de Goiânia, Hidrolândia e Pirenópolis.
É bom ouvir no termo o prefixo da pedra-lascada acendendo no silêncio a pederneira das palavras: Itaberaí, Itacajá, Itaguaru, Itarumã, Itá, Itaguatins, Itumbiara, Itapirapuã. E também Itapaci, Itapuranga, Itauçu, Itaúna, Itapiratins, Itaguari e Itaguaçu.
TELES, G. M. Localidade. In: TELES, G. M. Hora aberta. 4ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2003, p. 370. [Adaptado].
Utilizando os nomes das cidades goianas, de que forma o poema valoriza a identidade regional?
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Eu não queria estar na pele dos narradores de futebol. A vida lhes ficou difícil. Além da dificuldade de identificar os jogadores pelo número na camisa (que passou de 1 a 11 para de 1 a 99), posição em campo (todos hoje jogam em todas) e estilo de cabelo (abundam os cabelos descorados), há os nomes. Temse a impressão de que, nos anos 2000, os pais brasileiros elegeram certos nomes com os quais registrar seus filhos e correram em massa para os cartórios. É só consultar o atual plantel profissional dos principais times, divulgado por eles. Tome Mateus (ou Matteus, Matheus, Matteo ou Mateuzinho). Botafogo, Corinthians, Fluminense, Vasco, Palmeiras, Santos e São Paulo, todos têm um. O Flamengo e o Cruzeiro têm dois. Ou, então, Lucas (ou Luccas ou Lucca). Atlético Mineiro, Flamengo, Grêmio, Santos e São Paulo têm o seu. O Cruzeiro e o Internacional, dois, e o Fluminense, pode crer, cinco. Cinco Lucas! E Wallace? Há pelo menos um no Cruzeiro, Flamengo, Fluminense e Vasco. E o que dizer de Alan (ou Allan)? Botafogo, Corinthians, Flamengo e Internacional têm um e o Atlético Mineiro, dois — todos eles Álans, não mais Alãs.
Disponível em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/03/bola-com-kaue-ou-sera-kaua.shtml>.Acesso em: 6 mar. 2025.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Eu não queria estar na pele dos narradores de futebol. A vida lhes ficou difícil. Além da dificuldade de identificar os jogadores pelo número na camisa (que passou de 1 a 11 para de 1 a 99), posição em campo (todos hoje jogam em todas) e estilo de cabelo (abundam os cabelos descorados), há os nomes. Temse a impressão de que, nos anos 2000, os pais brasileiros elegeram certos nomes com os quais registrar seus filhos e correram em massa para os cartórios. É só consultar o atual plantel profissional dos principais times, divulgado por eles. Tome Mateus (ou Matteus, Matheus, Matteo ou Mateuzinho). Botafogo, Corinthians, Fluminense, Vasco, Palmeiras, Santos e São Paulo, todos têm um. O Flamengo e o Cruzeiro têm dois. Ou, então, Lucas (ou Luccas ou Lucca). Atlético Mineiro, Flamengo, Grêmio, Santos e São Paulo têm o seu. O Cruzeiro e o Internacional, dois, e o Fluminense, pode crer, cinco. Cinco Lucas! E Wallace? Há pelo menos um no Cruzeiro, Flamengo, Fluminense e Vasco. E o que dizer de Alan (ou Allan)? Botafogo, Corinthians, Flamengo e Internacional têm um e o Atlético Mineiro, dois — todos eles Álans, não mais Alãs.
Disponível em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/03/bola-com-kaue-ou-sera-kaua.shtml>.Acesso em: 6 mar. 2025.
Leia o texto a seguir.
“Muitos influenciadores acham os briefings burocráticos, engessados e os prazos curtos, o que dificulta a entrega do conteúdo conforme a estratégia da marca. Mas o que muitos não percebem é que as campanhas publicitárias têm uma estratégia por trás, que envolve não só o influenciador, mas uma série de outros fatores, como cronogramas, equipe de social media e preocupações com estoque e distribuição de produtos. Quando o influenciador não cumpre o prazo ou o briefing, isso pode gerar grandes problemas para a marca”, pontua a jornalista.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2025/01/24/planilha-polemica-com-avaliacoes-sobre-influenciadores-repercute-na-web-e-especialista-chama-a-atencao-desrespeito-aos-contratos-de-sigilo.ghtml>.Acesso em: 24 jan. 2024.
O uso da palavra “briefing” no contexto digital expressa
Leia o texto a seguir.

Disponível em:https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/conexao-brasilia/se-voce-acha-aecio-x-dilma-barra-pesada-nao-viu-esse-debate/amp/>.Acesso em: 01 fev. 2025.
Associada a imagem ao texto, o modo como os candidatos à presidência é representado ilustra o debate eleitoral como
Leia o texto a seguir.
Toda vez que visito meu pai, é a mesma coisa: fico no meio da revolta dele contra o uso de “a gente”. Ele fica indignado porque os jornalistas da Globonews usam “a gente”, “a gente”, “a gente”, diz que “é um desserviço à educação”, um “empobrecimento da língua”, e fica preocupado com o futuro e o que vai ser do mundo, só por causa desse “a gente”. Aí, depois de todo o textão, de repente ele solta: “A gente precisa pensar no almoço”.
Disponível em:https://www.roseta.org.br/2018/05/16/nem-sempre-as-pessoas-falam-aquilo-que-dizem-que-falam/>Acesso em: 12 jan. 2025.
O texto acima descreve um caso de julgamento de formas linguísticas de acordo com a avaliação social que lhes é conferida. A negação pelo uso da expressão “a gente” no texto está associada