Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3980228 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Trecho de Navio Negreiro - Castro Alves

-


Era um sonho dantesco... o tombadilho

Que das luzernas avermelha o brilho.

Em sangue a se banhar.

Tinir de ferros... estalar de açoite...

Legiões de homens negros como a noite,

Horrendos a dançar...

-

Negras mulheres, suspendendo às tetas

Magras crianças, cujas bocas pretas

Rega o sangue das mães:

Outras moças, mas nuas e espantadas,

No turbilhão de espectros arrastadas,

Em ânsia e mágoa vãs!

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais ...

Se o velho arqueja, se no chão resvala,

Ouvem-se gritos... o chicote estala.

E voam mais e mais...

-

Presa nos elos de uma só cadeia,

A multidão faminta cambaleia,

E chora e dança ali!

Um de raiva delira, outro enlouquece,

Outro, que martírios embrutece,

Cantando, geme e ri!

-

No entanto o capitão manda a manobra,

E após fitando o céu que se desdobra,

Tão puro sobre o mar,

Diz do fumo entre os densos nevoeiros:

"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!

Fazei-os mais dançar!..."

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Qual um sonho dantesco as sombras voam!...

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E ri-se Satanás!...

No poema Navio Negreiro, Castro Alves denuncia a escravidão por meio de imagens impactantes e uma linguagem emocionalmente carregada. Sobre o contexto e a crítica presentes no poema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3971760 Português
Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa


A partir da interpretação do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas que seguem:


I. Através de uma linguagem poética e simbólica, o autor explora temas como a efemeridade da existência, a solidão do indivíduo e a incerteza do ser.


II. A indagação sobre o que é a vida é central para a temática existencial do poema.


III. O poema sugere uma visão de que a felicidade pode ser alcançada com facilidade.




Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3968747 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
Sobre a frota de veículos automotores no Rio Grande do Sul, analise as assertivas abaixo:

I. O aumento da frota de veículos no Rio Grande do Sul está diretamente relacionado à predominância do transporte rodoviário sobre outros meios de transporte.
II. A maior parte da frota de veículos automotores do Rio Grande do Sul é composta por caminhões destinados ao transporte de cargas pesadas.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3968745 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
Sobre a malha rodoviária estadual no Rio Grande do Sul, analise as assertivas a seguir:

I. A rede estadual de rodovias do Rio Grande do Sul é composta exclusivamente por rodovias duplicadas.
II. As rodovias estaduais têm uma extensão maior do que as rodovias federais no estado.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3968742 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
Sobre as rodovias federais no Rio Grande do Sul, analise as assertivas que seguem:

I. As rodovias federais têm um papel secundário no escoamento da produção agricola, sendo as rodovias estaduais as mais utilizadas para esse fim.
II. As rodovias federais são de responsabilidade do DNIT ou de empresas concessionárias.
III. A BR-116, a BR-101, a BR-386 e a BR-290 são as rodovias federais com os maiores fluxos de tráfego no Rio Grande do Sul.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3967582 Português

Onde foi parar o tempo?








Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).

Ao longo do texto, o autor explora a percepção subjetiva da passagem do tempo, contrastando diferentes fases da vida. Considerando os argumentos apresentados e a linguagem empregada, infere-se que o autor:
Alternativas
Q3967516 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

De que forma a inteligência artificial contribui paru a área da segurança pública, segundo o texto?
Alternativas
Q3929516 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.



O emprego da primeira pessoa em “Sinto o vento vargeiro” e “Quero mais que 80%” evidencia o caráter de objetividade no tratamento do tema.  

Alternativas
Q3929513 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item. 



A voz que se expressa no texto dirige-se diretamente à Amazônia.

Alternativas
Q3929512 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item. 



A forma como a última estrofe é expressa pode ser interpretada como um recurso literário de referência à ancestralidade da autora.  

Alternativas
Q3929510 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir.  

A expressão “O grupo” (início do terceiro parágrafo) refere-se a “Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina” (primeiro parágrafo).  
Alternativas
Q3929507 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

Das relações de sentido estabelecidas no quinto parágrafo conclui-se que a forma pronominal “la”, em “apoiá-la”, refere-se a “floresta amazônica”.  
Alternativas
Q3929505 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando as informações veiculadas no texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

É correto concluir da leitura do texto que, segundo a liderança do povo maya k’iche, a alternativa à destruição climática passa pelo atendimento das demandas defendidas pelos povos indígenas.  
Alternativas
Q3929503 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando as informações veiculadas no texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

Infere-se do texto que os participantes da jornada opõem-se à realização da COP 30. 
Alternativas
Q3929502 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando as informações veiculadas no texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

De acordo com as informações do texto, o grupo que realizou a travessia parou em cada comunidade indígena dos locais por onde passou, a fim de trocar experiências e debater a natureza global do impacto ambiental.  
Alternativas
Q3929496 Português
    Pessoas do tempo, querendo exagerar a riqueza, dizem que o dinheiro brotava do chão, mas não é verdade. Quando muito, caía do céu. Cândido e Cacambo... Ai, pobre Cacambo nosso! Sabes que é o nome daquele índio que Basílio da Gama cantou no Uraguai. Voltaire pegou dele para o meter no seu livro, e a ironia do filósofo venceu a doçura do poeta. Pobre José Basílio! tinhas contra ti o assunto estreito e a língua escusa. O grande homem não te arrebatou Lindoia, felizmente, mas Cacambo é dele, mais dele que teu, patrício da minha alma.


Machado de Assis. Esaú e Jacó. In: Machado de Assis: obra completa em quatro volumes. Volume 1. São Paulo: Editora Nova Aguilar, 2015, p.1.142.


Na obra Cândido ou o otimismo (1759), do escritor francês Voltaire (1694-1778), Cacambo é o indígena que guia o protagonista Cândido pelo Eldorado (um lugar lendário e utópico no Novo Mundo). Dez anos depois (1769), Cacambo reaparece no poema épico O Uraguai, do poeta árcade brasileiro Basílio da Gama. Em 1904, o narrador do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, no trecho transcrito, faz referência a esses dois personagens e a seus autores. 

Considerando essas informações, julgue o item a seguir, referente ao texto de Machado de Assis.  

De acordo com o narrador do texto, seria um exagero cômico e uma mentira afirmar “que o dinheiro brotava do chão”; no entanto, o próprio narrador apresenta como real e verdadeiramente sério o fato de que o dinheiro “caía do céu”. 
Alternativas
Q3929495 Português
    Pessoas do tempo, querendo exagerar a riqueza, dizem que o dinheiro brotava do chão, mas não é verdade. Quando muito, caía do céu. Cândido e Cacambo... Ai, pobre Cacambo nosso! Sabes que é o nome daquele índio que Basílio da Gama cantou no Uraguai. Voltaire pegou dele para o meter no seu livro, e a ironia do filósofo venceu a doçura do poeta. Pobre José Basílio! tinhas contra ti o assunto estreito e a língua escusa. O grande homem não te arrebatou Lindoia, felizmente, mas Cacambo é dele, mais dele que teu, patrício da minha alma.


Machado de Assis. Esaú e Jacó. In: Machado de Assis: obra completa em quatro volumes. Volume 1. São Paulo: Editora Nova Aguilar, 2015, p.1.142.


Na obra Cândido ou o otimismo (1759), do escritor francês Voltaire (1694-1778), Cacambo é o indígena que guia o protagonista Cândido pelo Eldorado (um lugar lendário e utópico no Novo Mundo). Dez anos depois (1769), Cacambo reaparece no poema épico O Uraguai, do poeta árcade brasileiro Basílio da Gama. Em 1904, o narrador do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, no trecho transcrito, faz referência a esses dois personagens e a seus autores. 

Considerando essas informações, julgue o item a seguir, referente ao texto de Machado de Assis.  

Ao afirmar que o autor de O Uraguai tinha contra si “o assunto estreito e a língua escusa”, o narrador aponta com clareza os defeitos do texto poético de Basílio da Gama: tema irrelevante e linguagem imperfeita. 
Alternativas
Q3929494 Português
    Pessoas do tempo, querendo exagerar a riqueza, dizem que o dinheiro brotava do chão, mas não é verdade. Quando muito, caía do céu. Cândido e Cacambo... Ai, pobre Cacambo nosso! Sabes que é o nome daquele índio que Basílio da Gama cantou no Uraguai. Voltaire pegou dele para o meter no seu livro, e a ironia do filósofo venceu a doçura do poeta. Pobre José Basílio! tinhas contra ti o assunto estreito e a língua escusa. O grande homem não te arrebatou Lindoia, felizmente, mas Cacambo é dele, mais dele que teu, patrício da minha alma.


Machado de Assis. Esaú e Jacó. In: Machado de Assis: obra completa em quatro volumes. Volume 1. São Paulo: Editora Nova Aguilar, 2015, p.1.142.


Na obra Cândido ou o otimismo (1759), do escritor francês Voltaire (1694-1778), Cacambo é o indígena que guia o protagonista Cândido pelo Eldorado (um lugar lendário e utópico no Novo Mundo). Dez anos depois (1769), Cacambo reaparece no poema épico O Uraguai, do poeta árcade brasileiro Basílio da Gama. Em 1904, o narrador do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, no trecho transcrito, faz referência a esses dois personagens e a seus autores. 

Considerando essas informações, julgue o item a seguir, referente ao texto de Machado de Assis.  

Há no texto uma atmosfera de oralidade, que pode ser observada pelo direcionamento amistoso do discurso do narrador, nos dois últimos períodos, ao autor Basílio da Gama.  
Alternativas
Q3929492 Português
    Pessoas do tempo, querendo exagerar a riqueza, dizem que o dinheiro brotava do chão, mas não é verdade. Quando muito, caía do céu. Cândido e Cacambo... Ai, pobre Cacambo nosso! Sabes que é o nome daquele índio que Basílio da Gama cantou no Uraguai. Voltaire pegou dele para o meter no seu livro, e a ironia do filósofo venceu a doçura do poeta. Pobre José Basílio! tinhas contra ti o assunto estreito e a língua escusa. O grande homem não te arrebatou Lindoia, felizmente, mas Cacambo é dele, mais dele que teu, patrício da minha alma.


Machado de Assis. Esaú e Jacó. In: Machado de Assis: obra completa em quatro volumes. Volume 1. São Paulo: Editora Nova Aguilar, 2015, p.1.142.


Na obra Cândido ou o otimismo (1759), do escritor francês Voltaire (1694-1778), Cacambo é o indígena que guia o protagonista Cândido pelo Eldorado (um lugar lendário e utópico no Novo Mundo). Dez anos depois (1769), Cacambo reaparece no poema épico O Uraguai, do poeta árcade brasileiro Basílio da Gama. Em 1904, o narrador do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, no trecho transcrito, faz referência a esses dois personagens e a seus autores. 

Considerando essas informações, julgue o item a seguir, referente ao texto de Machado de Assis.  

Quando o narrador afirma que “Cacambo é dele, mais dele que teu”, pode-se inferir que o personagem Cacambo, criação de Voltaire anterior à de Basílio da Gama, reflete ironicamente a condição periférica do Brasil Colônia em relação à literatura das potências europeias no século XVIII.  
Alternativas
Q3929491 Português
O Uraguai

Basílio da Gama 




 
O fragmento apresentado pertence ao poema épico O Uraguai (1769), do poeta Basílio da Gama, que narra artisticamente um fato histórico — a resistência indígena na disputa entre jesuítas, portugueses e espanhóis na região de Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul. No trecho selecionado, é narrada a morte de Lindoia, indígena Guarani, amada de Cacambo. Após o assassinato de Cacambo, para não ser obrigada a casar-se com Baldeta, filho do padre jesuíta Balda, Lindoia decide morrer e se deixa ser picada por uma serpente venenosa antes que seu irmão Caitutu possa evitar a tragédia. 

A partir dessas informações, julgue o item seguinte, relacionado ao fragmento apresentado de O Uraguai

Os versos “Os olhos, em que Amor reinava, um dia, / Cheios de morte; e muda aquela língua / Que ao surdo vento e aos ecos tantas vezes / Contou a larga história de seus males” evidenciam o contraste entre vida e morte identificado no poema.  
Alternativas
Respostas
2761: C
2762: B
2763: A
2764: B
2765: B
2766: B
2767: A
2768: E
2769: C
2770: C
2771: C
2772: C
2773: C
2774: E
2775: E
2776: E
2777: E
2778: C
2779: C
2780: C