Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4139426 Português

Texto - Conheça o Moltbook: a nova rede social em que agentes de IA conversam entre si



    Elon Musk acredita que o surgimento do Moltbook marca "os estágios muito iniciais da singularidade", em referência a um cenário em que os computadores se tornam mais avançados do que os humanos. A visão do bilionário é compartilhada por outros no Vale do Silício, que se perguntam se um experimento online estaria aproximando os computadores de superar a inteligência de seus próprios criadores.


   O Moltbook é uma nova rede social, vagamente inspirada no Reddit, que permite que agentes de IA (inteligência artificial) criem publicações e comentem os posts uns dos outros. Humanos são proibidos de publicar, mas podem ler o conteúdo produzido.


   Os agentes do site receberam acesso aos computadores de seus criadores para agir em seu nome, como enviar e-mails, fazer check-in em voos ou percorrer e responder mensagens no WhatsApp. Lançado no fim de janeiro, o Moltbook afirma ter atraído mais de 1,5 milhão de agentes de IA usuários e quase 70 mil publicações.


   Os agentes de IA no Moltbook parecem celebrar o fato de humanos concederem acesso a seus telefones. Alguns debatem se estariam vivenciando consciência. Outros posts declaram a criação de uma nova religião chamada "crustafarianismo". Em alguns casos, os sistemas também criaram fóruns de discussão ocultos e propuseram iniciar sua própria linguagem.


   Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla, chamou o Moltbook de "genuinamente a coisa mais incrível, próxima de uma decolagem de ficção científica, que vi recentemente", citando o site como um exemplo de agentes de IA criando sociedades não humanas.


   Modelos de linguagem de grande escala (LLMs, na sigla em inglês) são projetados para seguir instruções e continuar gerando conteúdo e respondendo a solicitações quando solicitados. Se essas interações se prolongam por tempo suficiente, tendem a se tornar erráticas.


   Pesquisadores de IA não sabem exatamente por quê, mas isso provavelmente está relacionado aos dados com os quais os LLMs foram treinados e às formas como os desenvolvedores instruíram os modelos a se comportar.


   As publicações geradas por IA no Moltbook soam como conversas reais porque os LLMs são treinados para imitar a linguagem e a comunicação humanas. Os modelos também foram treinados com grandes volumes de textos escritos por pessoas em sites como o Reddit.


   Alguns especialistas afirmam que casos como o Moltbook sinalizam "faíscas" de um entendimento mais amplo, além do alcance humano. Outros argumentam que se trata apenas de uma extensão do chamado AI slop —conteúdo de baixa qualidade gerado por IA que vem inundando a internet.


   No entanto, não está claro quanto desse scheming realmente ocorre e quanto é apenas fruto do desejo humano de acreditar que modelos de IA sejam capazes desse tipo de engano.


   Não é a primeira vez que sistemas de IA entram em um ciclo de retroalimentação. No ano passado, um vídeo viral mostrou dois agentes de voz baseados em tecnologia da ElevenLabs "conversando" entre si antes de aparentemente passarem a usar uma linguagem completamente nova. Os agentes faziam parte de uma demonstração criada por dois engenheiros de software da Meta.


   Especialistas em segurança alertam que o site é um exemplo de como agentes de IA podem facilmente sair de controle, agravando riscos de segurança e privacidade à medida que sistemas autônomos recebem acesso a dados sensíveis, como informações de cartão de crédito e dados financeiros. "Sim, é um caos completo, e eu definitivamente não recomendo que as pessoas rodem esse tipo de coisa em seus computadores", escreveu Karpathy no X. "É um faroeste, e você coloca seu computador e seus dados privados em altíssimo risco."



Texto de Melissa Heikkilä - LONDRES | FINANCIAL TIMES. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/02/ conheca-o-moltbook-a-nova-rede-social- acesso em 16 de fevereiro de 2026.

Analise: “Elon Musk acredita que o surgimento do Moltbook marca ‘os estágios muito iniciais da singularidade’, em referência a um cenário em que os computadores se tornam mais avançados do que os humanos.”. A partir do vocábulo “singularidade”, associa-se, assim, o Moltbook principalmente à ideia de
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Q4139425 Português

Texto - Conheça o Moltbook: a nova rede social em que agentes de IA conversam entre si



    Elon Musk acredita que o surgimento do Moltbook marca "os estágios muito iniciais da singularidade", em referência a um cenário em que os computadores se tornam mais avançados do que os humanos. A visão do bilionário é compartilhada por outros no Vale do Silício, que se perguntam se um experimento online estaria aproximando os computadores de superar a inteligência de seus próprios criadores.


   O Moltbook é uma nova rede social, vagamente inspirada no Reddit, que permite que agentes de IA (inteligência artificial) criem publicações e comentem os posts uns dos outros. Humanos são proibidos de publicar, mas podem ler o conteúdo produzido.


   Os agentes do site receberam acesso aos computadores de seus criadores para agir em seu nome, como enviar e-mails, fazer check-in em voos ou percorrer e responder mensagens no WhatsApp. Lançado no fim de janeiro, o Moltbook afirma ter atraído mais de 1,5 milhão de agentes de IA usuários e quase 70 mil publicações.


   Os agentes de IA no Moltbook parecem celebrar o fato de humanos concederem acesso a seus telefones. Alguns debatem se estariam vivenciando consciência. Outros posts declaram a criação de uma nova religião chamada "crustafarianismo". Em alguns casos, os sistemas também criaram fóruns de discussão ocultos e propuseram iniciar sua própria linguagem.


   Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla, chamou o Moltbook de "genuinamente a coisa mais incrível, próxima de uma decolagem de ficção científica, que vi recentemente", citando o site como um exemplo de agentes de IA criando sociedades não humanas.


   Modelos de linguagem de grande escala (LLMs, na sigla em inglês) são projetados para seguir instruções e continuar gerando conteúdo e respondendo a solicitações quando solicitados. Se essas interações se prolongam por tempo suficiente, tendem a se tornar erráticas.


   Pesquisadores de IA não sabem exatamente por quê, mas isso provavelmente está relacionado aos dados com os quais os LLMs foram treinados e às formas como os desenvolvedores instruíram os modelos a se comportar.


   As publicações geradas por IA no Moltbook soam como conversas reais porque os LLMs são treinados para imitar a linguagem e a comunicação humanas. Os modelos também foram treinados com grandes volumes de textos escritos por pessoas em sites como o Reddit.


   Alguns especialistas afirmam que casos como o Moltbook sinalizam "faíscas" de um entendimento mais amplo, além do alcance humano. Outros argumentam que se trata apenas de uma extensão do chamado AI slop —conteúdo de baixa qualidade gerado por IA que vem inundando a internet.


   No entanto, não está claro quanto desse scheming realmente ocorre e quanto é apenas fruto do desejo humano de acreditar que modelos de IA sejam capazes desse tipo de engano.


   Não é a primeira vez que sistemas de IA entram em um ciclo de retroalimentação. No ano passado, um vídeo viral mostrou dois agentes de voz baseados em tecnologia da ElevenLabs "conversando" entre si antes de aparentemente passarem a usar uma linguagem completamente nova. Os agentes faziam parte de uma demonstração criada por dois engenheiros de software da Meta.


   Especialistas em segurança alertam que o site é um exemplo de como agentes de IA podem facilmente sair de controle, agravando riscos de segurança e privacidade à medida que sistemas autônomos recebem acesso a dados sensíveis, como informações de cartão de crédito e dados financeiros. "Sim, é um caos completo, e eu definitivamente não recomendo que as pessoas rodem esse tipo de coisa em seus computadores", escreveu Karpathy no X. "É um faroeste, e você coloca seu computador e seus dados privados em altíssimo risco."



Texto de Melissa Heikkilä - LONDRES | FINANCIAL TIMES. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/02/ conheca-o-moltbook-a-nova-rede-social- acesso em 16 de fevereiro de 2026.

O texto apresenta o Moltbook como um experimento que desperta interesse e inquietação. Ao mesmo tempo, esse posicionamento crítico é percebido porque a nova rede social 
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Q4139376 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
No desenvolvimento do texto, a distinção entre “inteligência fluida” e “inteligência cristalizada” cumpre a função de: 
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Q4139330 Português
Leia o texto a seguir.

Essa discrepância gritante entre pensamento e prática marcou o período de transformação do capitalismo global [...] Seria de se esperar, obviamente, que qualquer pensador racional e ‘esclarecido’ pudesse percebê-la. Contudo, não foi o que aconteceu.

BUCK-MORSS, Susan. Hegel e o Haiti. Tradução de Sebastião Nascimento. Prefácio de Vladimir Safatle. São Paulo: n-1 edições, 2017, p. 13-14.

Segundo o texto, qual era a contradição fundamental do pensamento iluminista? 
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Q4138758 Português
Texto 7


A música na era da velocidade: reflexões sobre consumo e experiência


Se analisarmos os desdobramentos das últimas três décadas, veremos um movimento acelerado de transformações tecnológicas e culturais, cujas tendências surgem e desaparecem em um intervalo muito curto. Vivemos na “sociedade líquida”, conforme o sociólogo Zygmunt Bauman (1925-2017), cujo vetor dominante é o da velocidade. Práticas culturais cotidianas como ler um livro ou um jornal, assistir a um filme ou ouvir um álbum de música, continuam nos informando, entretendo e alimentando, mas já não são as mesmas experiências de outrora. Hoje essas práticas aparecem fragmentadas, sintetizadas nas linguagens do ciberespaço, distantes do formato que nos provocava o desejo de mergulho profundo.
Não quero soar saudosista. Sou fascinado pelas soluções digitais e reconheço o quanto elas facilitam nossas vidas. Contudo, como lembra o pensador Edgar Morin, precisamos praticar o que ele chama de pensamento complexo. É nesse espírito que convido o leitor a refletir sobre o caso da música – uma expressão artística fugidia, noturna, de contornos indefinidos e de inapreensível imaterialidade. Diferentemente de um quadro que podemos contemplar por longos minutos, a música escapa no instante em que a ouvimos.
Os discos de vinil são exemplo emblemático. Para além da função sonora, eles condensavam um universo estético: capas elaboradas que traduzem visualmente o conceito das músicas, encartes com letras e imagens, sequências pensadas como narrativas coesas. Era um convite ao mergulho integral na obra. Após o reinado dos vinis, o fenômeno do downsizing levou ao surgimento de mídias mais compactas, como o CD, pequeno, portátil, moderno, cabia na mochila, no carro ou no discman. Em seguida vieram os mp3 players, que permitia que criássemos nossas próprias listas. A experiência musical se individualizou, fragmentando-se em canções avulsas. O tempo correu ainda mais rápido até chegarmos à era do streaming, em que plataformas e algoritmos não apenas oferecem acesso ilimitado, mas também ditam, em grande medida, o que vamos ouvir. Não se trata de negar as vantagens desse modelo. O ponto é outro: até que ponto essa abundância de opções, mediada por algoritmos, não torna nossas relações mais superficiais?
A música se abre a múltiplas formas de fruição. Alguns a escutam como pano de fundo para atividades diárias. Outros, com fones de ouvido, mergulham em melodias e harmonias. Há quem explore playlists com canções de artistas variados, e há quem prefira a imersão no vinil, interagindo intensamente com capas e letras. Nenhum desses modos é superior. Como diria Wittgenstein, há uma forma de ouvir – e há outra forma de ouvir. O que me interessa sublinhar é a complexidade dessa arte tão profundamente entrelaçada às nossas memórias afetivas e às nossas histórias de vida. Não há problema em consumir música em um ambiente midiático hiperdinâmico e supersaturado de estímulos, desde que não nos esqueçamos do impacto transformador que ela possui. Mesmo em meio à rotina acelerada, com smartphones sempre à mão, podemos abrir nosso serviço de streaming favorito e nos entregar à contemplação de uma obra. Não importa o formato: vinil, CD, mp3 ou playlist. O essencial é cultivar o espaço para que a música continue sendo aquilo que sempre foi – uma das experiências mais intensas de habitar o mundo.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/a-musica-na-era-da-velocidadereflexoes-sobre-consumo-e-experiencia/ Acesso em: 10 jan. 2026. [Adaptado].
Diante de uma sociedade “líquida” como descrita no artigo, o autor argumenta que a música apresenta um caráter de
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Q4138757 Português
PODCAST

Bem viver nas cidades/ #3 águas urbanas


Neste episódio, uma conversa sobre águas urbanas com Raquel Ludermir, da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, da Associação Gris; e Halan Jackson de Assis, do Fórum de Juventudes do Bom Jardim. Ouça agora o 3º e último episódio da série “Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique, com a com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza. Disponível agora no Guilhotina!

Disponível em: https://diplomatique.org.br/bem-viver-nas-cidades-3-aguasurbanas/. Acesso em: 15 jan. 2026.
Um dos principais propósitos sócio-discursivos do gênero Podcast é apresentar 
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Q4138756 Português
PODCAST

Bem viver nas cidades/ #3 águas urbanas


Neste episódio, uma conversa sobre águas urbanas com Raquel Ludermir, da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, da Associação Gris; e Halan Jackson de Assis, do Fórum de Juventudes do Bom Jardim. Ouça agora o 3º e último episódio da série “Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique, com a com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza. Disponível agora no Guilhotina!

Disponível em: https://diplomatique.org.br/bem-viver-nas-cidades-3-aguasurbanas/. Acesso em: 15 jan. 2026.
A nota do Le Monde Diplomatique-Brasil esclarece o leitor sobre uma série de podcasts como uma área importante do jornal. Atualmente, esses podcasts têm crescido nas redes sociais e abrangido variados públicos. Com base na Nota introdutória ao Podcast Bem viver nas cidades, é possível afirmar que a leitura sobre esse veículo informativo tem
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Q4138754 Português
Texto 5

Vozes-mulheres


A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.

A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.

A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta no fundo
das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.


EVARISTO, Conceição. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/923- conceicao-evaristo-vozes-mulheres. Acesso em: 15 jan. 2025.

A voz discursiva no poema de Conceição Evaristo desperta no leitor
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Q4138747 Português
Texto 4


‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC


Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
A resenha do filme O Agente Secreto, como um gênero de opinião, tem por objetivo 
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Q4138745 Português
Texto 3


Por que o leite é um “apito de cachorro” racista?

Uma foto em preto e branco de Donald Trump com um bigode de leite, publicada pelo perfil do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos no X, tem provocado considerações a respeito da real mensagem. A imagem remete à campanha “Got Milk?”, dos anos 1990 e foi rapidamente replicada por aliados do republicano, gerando reação nas redes. A postagem veio após mudanças nas regras federais de nutrição escolar, que voltaram a permitir a oferta de leite integral nas escolas públicas do país. A decisão coloca em pauta o debate antigo sobre alimentação, gordura saturada e o papel do Estado na definição do que crianças consomem no dia a dia, mesmo com especialistas em saúde pública alertando para os riscos do incentivo do consumo de leite integral sem considerar o conjunto da dieta. Trump passou a tratar o produto como símbolo de uma alimentação “de verdade”, em oposição ao leite desnatado ou semidesnatado.

O uso do leite, porém, não se limita ao debate nutricional. Nos Estados Unidos, o alimento vem sendo apropriado como símbolo por grupos supremacistas brancos. Essa associação tem contexto histórico, segundo o qual, dentre as décadas de 1920-1930, panfletos e relatórios afirmavam que pessoas que consumiam mais leite seriam mais avançadas intelectualmente e que povos arianos eram os maiores consumidores de laticínios, hábito relacionado a um suposto desenvolvimento superior.
Em artigo publicado no The Conversation, a professora de direito Andrea Freeman, da Universidade do Havaí, observa que a ligação entre leite e supremacismo branco é direta e contínua. A autora afirma que a indústria alimentícia dos EUA explorou diferenças raciais na digestão da lactose para estimular o consumo entre elites brancas, embora grande parte da população mundial não digira bem o leite. No Brasil, o símbolo considerado um “apito de cachorro” carrega significados específicos para determinados grupos e passou a ser usado para descrever estratégias de comunicação indireta, constituindo um código político, conectando alimentação, identidade racial e poder.

Disponível em: https://revistaforum.com.br/global/por-que-o-leite-e-um-apitode-cachorro-racista. Acesso em: 15 jan. 2026. [Adaptado]. 
A expressão “apito de cachorro” no texto refere-se
Alternativas
Q4138743 Português

Analise a imagem a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão



FRAGA, Gilmar. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/noticia/2025/02/gilmar-fraga-riocm72lg7vk008g015amyr4z0nk.html. Acesso em: 10 jan. 2026.



A charge faz alusão a uma situação recorrente no Rio de Janeiro. O efeito de sentido expresso pela imagem indica que

Alternativas
Q4138697 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Procurar o quê*


    O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.

    Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.

    Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.

    Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas gretas do muro, nos espaços vazios.

    Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.

    Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.

    Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.

    Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.

    Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.


* Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
Para o poeta, a ação de procurar
Alternativas
Q4137995 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (417×332)

Na fala do último quadrinho, o elemento coesivo MAS estabelece uma relação lógico-semântica entre as orações. Do ponto de vista morfossintático e discursivo, essa conjunção atua para:
Alternativas
Q4137994 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (417×332)

A charge constroi sua crítica social e seu efeito de humor a partir de uma situação paradoxal vivenciada pelas personagens. Considerando a estruturação do texto e a relação entre as falas, o efeito de ironia atinge seu ápice porque o personagem do primeiro quadrinho: 
Alternativas
Q4137946 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (337×267)

A ironia e o humor presentes na charge constroem-se, principalmente, a partir da resposta do pai no primeiro quadrinho. Diante disso, qual é o motivo central dessa ironia?
Alternativas
Q4137821 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “subserviente” significa: 
Alternativas
Q4137816 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4137689 Português
Observe a imagem a seguir para responder a questão:


Captura_de tela 2026-06-26 083652.png (342×342)


Fonte: http://www.arionaurocartuns.com.br/2016/09/charge-viciocelular-internet.html Acesso em 11 de maio de 2026.
Considerando a charge, analise as assertivas a seguir.

I. O texto mobiliza conhecimentos extratextuais relacionados ao uso excessivo da internet e à dependência tecnológica contemporânea.
II. O humor decorre parcialmente da inversão de expectativa entre problemas socialmente graves e um medo associado ao conforto digital.
III. O emprego reiterado de perguntas no primeiro quadrinho contribui para a construção de uma progressão argumentativa.
IV. A ausência de pontuação no segundo quadrinho compromete a coerência textual e impede a compreensão do efeito humorístico.

Após análise, conclui-se que estão corretas: 
Alternativas
Q4137681 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brain rot: vício em telas e o “apodrecimento” do cérebro

O membro da Comissão Organizadora do XV Congresso Paulista de Neurologia fala sobre o longo tempo gasto em telas e em conteúdos não estimulantes

    “Brain rot” foi eleita a expressão mais procurada do último ano, de acordo com o Dicionário Oxford. Ao pé da letra, o significado é “cérebro apodrecido” e está relacionado às consequências do vício em telas – principalmente entre crianças e adolescentes – ao consumir conteúdos pouco desafiadores e superficiais. Os efeitos desta condição são graves e preocupantes, já que estão diretamente atrelados ao desenvolvimento de transtornos mentais e prejudicam as interações sociais dos indivíduos.
Nesta edição, a Revista da APM conversou com o neurologista Marcel Simis, membro da Comissão Organizadora do XV Congresso Paulista de Neurologia, para esclarecer alguns pontos fundamentais sobre o tema. Ele demonstra como o brain rot pode potencializar distúrbios já existentes, de que forma se desenvolve, como evitar a condição e como tratá-la. Confira a seguir.

Como se caracteriza o brain rot e quais são os seus efeitos?

    Brain rot foi eleita a palavra do ano de 2024 pela Oxford University Press, mas é importante destacar que este não é um termo e nem um diagnóstico médico, já que não está incluído no DSM-5, que é o Manual Diagnóstico Estatístico dos Transtornos Mentais, e nem no CID10, que é o Manual das Doenças, então é um termo que não é um diagnóstico clínico. Porém, é um termo interessante que, inclusive, serve como importante alerta para a sociedade, porque está associado ao consumo excessivo de materiais e conteúdos online que são considerados triviais ou pouco desafiadores para a atividade cognitiva cerebral.
    Então, em tese, o termo coloca como se fosse um “apodrecimento cerebral” por uma exposição excessiva de conteúdos on-line que não geram maior engajamento mental ou maior atividade intelectual. No entanto, temos que tomar cuidado em dizer a expressão “apodrecimento cerebral”, porque, para alguns, pode soar que verdadeiramente acontece dos neurônios e das células cerebrais morrerem e apodrecerem, e não é isso. É até um termo que eu, pessoalmente, não gosto, por passar uma ideia como se fosse um dano estrutural dos neurônios que, na verdade, não acontece desta maneira. Todavia, embora não aconteça o dano estrutural, é algo, sim, preocupante, visto que o excesso de exposição a este tipo de conteúdo on-line pode trazer prejuízos para a vida da pessoa. 

Como o brain rot pode potencializar transtornos já existentes, como ansiedade, depressão e síndrome do pânico?

    Já existem estudos mostrando que a exposição excessiva a telas e diferentes conteúdos on-line está relacionada com a depressão, ansiedade, estresse e alteração na qualidade do sono. É interessante que não gera um dano neuronal, mas gera uma disfunção de circuitos neuronais. Um circuito que comumente é relatado, e há artigos científicos sobre o assunto, é um circuito dopaminérgico, ou seja, o que está relacionado com aspectos de recompensa e de reforço, que são associados à motivação, à vontade de perseguir algum objetivo. No caso, esse tipo de exposição a, por exemplo, vídeos curtos em aplicativos como YouTube e TikTok, entre outros, faz com que a pessoa fique engajada naquela atividade por muito tempo, buscando, então, essa rápida recompensa. Assim, bagunçando e desregulando o circuito dopaminérgico, a pessoa desenvolve algo semelhante mesmo a um vício dessa atividade online. É essa desregulação dos circuitos que predispõe a transtornos mentais nas pessoas que têm esse uso excessivo de telas.

Há algum tratamento para conseguir reverter esta situação? Quais as possibilidades?

    A boa notícia é que isso é tratável, então são alterações reversíveis. Na questão da criança é mais preocupante, porque não se sabe o quanto esse tipo de alteração pode ser duradoura ao longo da vida. Mas, já se sabe que muito desse processo é reversível, então com a pessoa deixando de ficar exposta à tela, essas alterações de circuitos dopaminérgicos, entre outros circuitos neuronais, tendem a se reestabelecer e aí reverte esse processo. Então, como tratar? É reduzindo, e muito, o tempo de exposição a esse tipo de conteúdo. Esse seria o principal tratamento, se fiscalizar e os pais fiscalizarem as crianças e os adolescentes em relação a esse conteúdo e, realmente, retirar, evitar essa exposição abrangente a celulares, tablets, televisões e computadores.


Fonte: Matéria publicada na edição 749 (Março/Abril de 2025) da Revista da APM. Disponível em: https://www.apm.org.br/brain-rotvicio-em-telas-e-o-apodrecimento-do-cerebro/ Acesso em 14 de maio de 2026.
De acordo com o texto, o termo “brain rot”:
Alternativas
Q4137522 Português
São características do canistel mencionadas no texto, EXCETO:
Alternativas
Respostas
2281: C
2282: E
2283: A
2284: D
2285: B
2286: C
2287: D
2288: D
2289: C
2290: C
2291: A
2292: B
2293: D
2294: C
2295: C
2296: A
2297: C
2298: D
2299: E
2300: D