Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.575 questões

Ano: 2024 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Fortaleza - CE Provas: IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Cirurgião Vascular | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico do Trabalho | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Ginecologista e Obstetra | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Infectologista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Neonatologista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Neurologista Pediátrico | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Pediatra | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Psiquiatra | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Anestesiologista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Cirurgião Geral | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Socorrista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Fisioterapeuta Intensivista Neonatal | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Fisioterapeuta Intensivista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Farmacêutico | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Fonoaudiólogo | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Educador Físico | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Fisioterapeuta | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Enfermeiro do Trabalho | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Enfermeiro Intensivista Neonatal | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Enfermeiro Obstetra | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Enfermeiro Socorrista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Enfermeiro | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Engenheiro Clínico | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Nutricionista | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Médico Veterinário | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Terapeuta Ocupacional | IBFC - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Engenheiro de Segurança do Trabalho |
Q2453716 Português
Texto- Patrimônio Arqueológico – CE

(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está disponível em http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/542/ acesso em 01 mar-24)



      O estado do Ceará tem grande potencial arqueológico, tendo em vista que, até dezembro de 2014, foram cadastrados 528 sítios. Esse dado é resultado de significativa ocorrência desses sítios no período pré-colonial. A extensa quantidade de sítios cerâmicos e líticos, além de notável presença de grafismos rupestres, agregaram ainda mais valor etnocultural para o local.


    Dentre as áreas de interesse arqueológico, destacam-se os sítios em regiões litorâneas com vestígios históricos e pré-coloniais, identificados nas proximidades de rios como o Jaguaribe e o Acaraú. As regiões do centro-norte do Estado (Forquilha, Sobral e Iraçuba), a região de Cariri (Crato e Nova Olinda) e o sertão central (Quixadá e Quixeramobim) são palcos de manifestações rupestres que foram objeto de pesquisa em estudos acadêmicos.


    Nos municípios de Tauá, Arneiroz e Morada Nova, foram identificados numerosos sítios líticos formados por grupos caçadores-coletores, assim denominados em razão do sustento obtido pela caça de animais selvagens e pela coleta de plantas silvestres. Já no município de Mauriti, na porção leste do Cariri, foram localizadas aldeias ceramistas, com destaque para a aldeia TupiGuarani Anauá, datada do século XIV.


     Parte significativa dos sítios arqueológicos cearense foi descoberta em projetos de licenciamento arqueológico, fato que alertou para o potencial das pesquisas preventivas na região. O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) tem investido em projetos de etnoarqueologia, na identificação e no registro de coleções particulares de bens arqueológicos.


    O Instituto Iphan financiou, em 2012, escavações arqueológicas na comunidade da Serra do Evaristo, localizada na área do Maciço de Baturité. Um conjunto de urnas funerárias encontrado parcialmente na superfície motivou a pesquisa e o projeto de escavação do sítio funerário para atender à comunidade quilombola da Serra do Evaristo, certificada pela Fundação Palmares. A importância social e o significativo potencial informativo desse enclave arqueológico da Serra do Evaristo atraíram interessados em parcerias futuras para continuidade da pesquisa, como a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), que atua na região.


(...)


Bens Arqueológicos Tombados

     O Brasil possui bens arqueológicos tombados em todo o território, sendo onze sítios e seis coleções arqueológicas localizadas em museus. O país reconhece a importância dos bens arqueológicos como elementos representantes dos grupos humanos responsáveis pela formação identitária da sociedade brasileira. Esse contexto está explícito na legislação que protege como bem da União todo achado arqueológico e estabelece que qualquer nova descoberta deva ser imediatamente comunicada às Superintendências do Iphan ou diretamente ao Instituto. Por meio dos bens arqueológicos, é possível identificar conhecimentos e tecnologias que indicam anos de adaptação humana ao ambiente, além da produção de saberes tradicionais brasileiros.


      O patrimônio arqueológico do Brasil está sob proteção legal desde 1937, com o Decreto-Lei nº 25. No entanto, em 1961, a Lei Federal nº 3.924, de 26 de julho de 1961 estabeleceu proteção específica e, em 1988, a Constituição Brasileira também reconheceu os bens arqueológicos como patrimônios da União, incluindo-os no conjunto do Patrimônio Cultural Brasileiro. Desta forma, a destruição, mutilação e inutilização física do patrimônio cultural são infrações puníveis por lei.


     Os bens arqueológicos, a exemplo da coleção arqueológica do Ceará, estão disponíveis para visitação no Museu da Escola Normal Justiniano de Serra, situado em Fortaleza. Podem-se observar: um vaso de cerâmica, um trabalho indígena que foi encontrado na Gruta de Ubajara; uma coleção de 68 peças formadas por arcos e flechas de índios do Mato Grosso; uma coleção formada por 22 peças de adornos indígenas, bem como quatro machados de pedra indígenas dentre diversos artefatos. Compreender a relevância desses objetos é reconhecer que a história de ancestrais brasileiros também é nossa”.
Analise as afirmativas do texto apresentado.

I. O Ceará possui ínfimo potencial arqueológico, conta com 528 sítios cadastrados até dezembro de 2014 e outros em áreas de interesse arqueológico, em sítios costeiros com vestígios históricos e pré-coloniais.

II. Os bens arqueológicos tombados em todo o território brasileiro são importantes, pois, se referem aos elementos representativos dos grupos humanos responsáveis pela formação identitária da sociedade brasileira.

III. O patrimônio arqueológico do Brasil está sob proteção legal desde 1937, portanto, destruição, mutilação e inutilização física do patrimônio cultural são crimes puníveis por lei.


Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q2453601 Português

Leia o texto a seguir.


Assim como uma semente precisa ser cuidadosamente plantada e cuidada para se transformar em uma árvore frondosa, é preciso também dedicação e perseverança para que nós possamos alcançar nossos sonhos e objetivos na vida.

Elaborado pelo(a) autor(a)

A estratégia argumentativa utilizada no texto é realizada por meio de

Alternativas
Q2453597 Português

Olá! Quero abordar uma temática muito presente em nossa vida, uma vez que estamos falando de um espaço de educação em ensino superior e hoje, 28 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Educação, data instituída durante o Fórum Mundial da Educação, realizado em 2000, em Senegal, África, com a participação de 164 países.


Desejamos, aqui, resgatar um pouco de memória e fazer referência ao modo como a educação teve que se reinventar no decorrer deste último ano. Sim, há um ano e um mês, mudamos de aulas presenciais para o remoto. Ou seja, o que era real passou a ser virtual. E, neste contexto, professores, alunos, familiares e instituições tiveram que se reinventar, descobrir novas formas de ensinar, aprender e ensinar.


Nesta trajetória, passamos a exercer a educação numa perspectiva de trocas de conhecimentos, de uma forma muito mais ativa do que anteriormente. Aprendemos juntos, realizamos momentos que antes não seriam possíveis, com lives que, apesar das distâncias territoriais, no virtual tornaramse reais.


O caminho tem sido longo, difícil, desafiador, mas conseguimos fazer o que foi e é possível e, com o apoio de vocês, professores e alunos, conseguimos muito.


Reconhecemos o quanto o contexto da pandemia adicionou novas camadas de dificuldades à missão da educação. Mas, apesar dos muitos desafios já enfrentados e pelos que ainda teremos pela frente, estamos no caminho certo e precisamos acreditar que, com mais valorização, a educação pode transformar a nossa sociedade.


E, nesta semana especial, agradecemos aos professores de nossa instituição que, desde março de 2020, acreditaram na proposta e/ou alternativa do que, a princípio, pensávamos ser provisoriamente possível de garantir a continuidade por meio das aulas remotas, mas, que no decorrer dos meses, tem-se tornado o novo meio de se fazer educação.


Muito obrigado!


O foco central do texto “Carta aberta à Educação” é
Alternativas
Q2453263 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa “Panorama do Consumo de Livros”, aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.

É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela de modo claro a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.

Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social.

[...]

É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser consideradas. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro.

ESTADO DE Minas. Um país (quase) sem leitores. Estado de Minas. Editorial, 8 jan. 2024. Disponível em: https://www.em.com. br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-sem-leitores.html. Acesso em: 15 jan. 2024. [Fragmento]
O segundo parágrafo do editorial tem início com a declaração: “É um sinal de alerta que não pode ser ignorado.”.
Qual estratégia usada no primeiro parágrafo do texto sustenta essa afirmação feita no segundo? 
Alternativas
Q2453262 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa “Panorama do Consumo de Livros”, aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.

É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela de modo claro a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.

Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social.

[...]

É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser consideradas. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro.

ESTADO DE Minas. Um país (quase) sem leitores. Estado de Minas. Editorial, 8 jan. 2024. Disponível em: https://www.em.com. br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-sem-leitores.html. Acesso em: 15 jan. 2024. [Fragmento]
De acordo com o texto: “investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro”. 
Essa tese é confirmada, ao longo do editorial, por vários argumentos, exceto:
Alternativas
Q2453261 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa “Panorama do Consumo de Livros”, aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.

É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela de modo claro a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.

Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social.

[...]

É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser consideradas. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro.

ESTADO DE Minas. Um país (quase) sem leitores. Estado de Minas. Editorial, 8 jan. 2024. Disponível em: https://www.em.com. br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-sem-leitores.html. Acesso em: 15 jan. 2024. [Fragmento]
Leia com atenção o excerto a seguir, extraído do editorial do jornal “Estado de Minas”.
“Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros [...], o número revela de modo claro a ausência de interesse pela leitura da população brasileira [...].”
Assinale a alternativa cuja reescrita apresenta a mesma interpretação para esse trecho.
Alternativas
Q2452737 Português
Sobre a Guerra do Contestado


A Guerra do Contestado colocou em evidência, pela primeira vez no Brasil, temas fundamentais do mundo contemporâneo: a ecologia, a liberdade religiosa, a posse da terra e a contestação de relações sociais arcaicas em pleno século XX. Teve grande influência nos rumos tomados pela sociedade catarinense no presente e deixou cicatrizes que até hoje reclamam nossa consideração.


Entre os anos de 1912 e 1916, a região do Contestado, cujo território era alvo de disputas entre os estados de Santa Catarina e Paraná, foi palco de um dos mais sangrentos episódios da história do Brasil. Juntou-se à questão das fronteiras a eclosão de um surto messiânico influenciado pelo grande número de pessoas sem terras e sem emprego na região. Eram ex-camponeses, expulsos de suas terras para a implantação de uma madeireira, e ex-operários da estrada de ferro Brazil Railway, que trabalharam na construção e se viram sem trabalho com o fim do empreendimento.


Nesse cenário, surgiram profetas e monges pregando ideais de justiça, paz e comunhão, indo de encontro ao autoritarismo e à ordem republicana vigentes. Preocupados com o crescimento do movimento popular, os governos estadual e federal começaram a agir contra a comunidade, com o envio de tropas militares para a região. Os sertanejos resistiram à ação da artilharia pesada do exército até 1916.


Desde então, a Guerra foi narrada de diversas formas pelos diferentes personagens que dela tomaram parte e por aqueles que refletiram sobre ela posteriormente. Analisar essas narrativas é uma forma de recontar essa história com a perspectiva do presente. Recordar as marcas, reavivar as memórias, mostrar os lugares que lembram esse passado devem contribuir para analisarmos com outros olhos o nosso tempo atual e ver que muitos dos temas trazidos pelos rebeldes do Contestado continuam tão vivos como há 100 anos.


Disponível em: https://www.cultura.sc.gov.br/noticias/patrimonio/
16683-16683-fcc-leva-exposicao-sobre-guerra-do-contestado-acacador. Acesso em: 22 de fev. 2024. Fragmento adaptado.
Analise a frase abaixo:

“Recordar as marcas, reavivar as memórias, mostrar os lugares que lembram esse passado devem contribuir para analisarmos com outros olhos o nosso tempo atual e ver que muitos dos temas trazidos pelos rebeldes do Contestado continuam tão vivos como há 100 anos.”

De acordo com a frase, infere-se que alguns temas motivacionais da Guerra do Contestado permanecem vivos atualmente no Brasil, entre os quais:
Alternativas
Q2452105 Português

Observe a imagem a seguir.




Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024.


O sentido geral dessa charge é construído por meio da associação entre a linguagem verbal e a não verbal. Dessa relação advém, predominantemente, o efeito semântico de

Alternativas
Q2452103 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Violência contra criança e adolescente

           Diariamente, somos bombardeados por notícias e informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes, tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9 anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack; precariedade dos serviços públicos para atender às necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.

         Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança” passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança cidadã, portadora de direitos.

           Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é reforçada a importância da proteção à criança e ao adolescente contra todos os tipos de violência, sendo reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto, o fato de termos uma legislação que respalde a infância no Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente diferentes formas de violência (física, psicológica, social, sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui para amenizar esse quadro.

         Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos estar atentos às diferentes formas de violência, repensando algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de uma interação constante entre os diferentes segmentos da sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e adolescentes. [...]

TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].

No parágrafo inicial do texto, a progressão temática é estabelecida por meio da recorrência à


Alternativas
Q2452101 Português
Leia o texto a seguir.

Um dos objetivos de uma análise fonológica ou fonêmica é definir quais são os sons de uma determinada língua que têm valor distintivo. Dito de outra forma, quais são os sons que servem para distinguir palavras nessa língua. Cada língua dispõe de um determinado número de fonemas cuja função é determinar a diferença de significado de uma palavra em relação à outra. O fonema é então a menor unidade fonológica da língua.

CARDOSO, Denise Porto. Fonologia da Língua Portuguesa. São Cristóvão: CESAD, 2009. p. 58.

Os textos que circulam no cotidiano, assumindo estrutura composicional determinada e finalidade comunicativa específica, são denominados gêneros textuais, os quais são configurados com sequências textuais definidas em razão dos objetivos comunicativos de cada gênero. No fragmento lido, predominam as sequências textuais
Alternativas
Q2452096 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 




Disponível em: <https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-

                               de-texto-tira-garfield>. Acesso em: 27 jan. 2024.





Nessa tira, além da expressão “tô nem aí”, o emprego da linguagem coloquial se faz presente na
Alternativas
Q2451847 Português
Polarização

(Luiz Andreassa, comadaptações)


Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir à disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


Ao longo dosséculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia. Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


A polarização crescente é promovida por aqueles que se favorecem dela. Políticos, partidos e grupos mais extremistas se alimentam do descontentamento e da intolerância para ganhar mais apoio a suas ideias. Afinal, medidas extremas têm maior chance de aceitação quando se vê o outro grupo como um inimigo perigoso que é preciso eliminar, ao invés de um concorrente no debate.


Além disso, quanto pior o “inimigo” parece, mais soa justificável quebrar regras. Não à toa, um estudo mostrou que a polarização favorece a ascensão de líderes populistas “iliberais”, ou seja, que têm pouco apreço às normas democráticas e às limitações de poder. 
[Questão inédita] Assinale a alternativa com a informação ERRADA.
Alternativas
Q2451846 Português
Polarização

(Luiz Andreassa, comadaptações)


Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir à disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


Ao longo dosséculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia. Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


A polarização crescente é promovida por aqueles que se favorecem dela. Políticos, partidos e grupos mais extremistas se alimentam do descontentamento e da intolerância para ganhar mais apoio a suas ideias. Afinal, medidas extremas têm maior chance de aceitação quando se vê o outro grupo como um inimigo perigoso que é preciso eliminar, ao invés de um concorrente no debate.


Além disso, quanto pior o “inimigo” parece, mais soa justificável quebrar regras. Não à toa, um estudo mostrou que a polarização favorece a ascensão de líderes populistas “iliberais”, ou seja, que têm pouco apreço às normas democráticas e às limitações de poder. 
[Questão inédita] Seguindo as ideias do texto, as alternativas a seguir trazem as decorrências da polarização, exceto:
Alternativas
Q2451845 Português
Polarização

(Luiz Andreassa, comadaptações)


Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir à disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


Ao longo dosséculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia. Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


A polarização crescente é promovida por aqueles que se favorecem dela. Políticos, partidos e grupos mais extremistas se alimentam do descontentamento e da intolerância para ganhar mais apoio a suas ideias. Afinal, medidas extremas têm maior chance de aceitação quando se vê o outro grupo como um inimigo perigoso que é preciso eliminar, ao invés de um concorrente no debate.


Além disso, quanto pior o “inimigo” parece, mais soa justificável quebrar regras. Não à toa, um estudo mostrou que a polarização favorece a ascensão de líderes populistas “iliberais”, ou seja, que têm pouco apreço às normas democráticas e às limitações de poder. 
[Questão inédita] O objetivo principal do texto é
Alternativas
Q2451462 Português
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, responda a questão. 

Fonte: BRASIL. Manual de Redação Da Presidência da República 3. ed., rev., atual. e ampl. – Brasília: Presidência da República, 2018. Disponível em: https://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-dapresidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf. Acesso em: 16 fev. 2024.
Assinale a alternativa CORRETA que indique a sequência de verbos adequados nas frases.

I. _____no discurso o início de seus estudos.
II. A próxima _______legislativa iniciará em 24 de fevereiro.

III. O projeto apresentado veio ____ objetivos dos trabalhadores, atendendo às suas reivindicações.
Alternativas
Q2451456 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.



Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho



A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.

Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.

Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.

A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.

A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.

Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.

A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.


Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).
Assinale a alternativa INCORRETA, quanto aos resultados da pesquisa, realizada pela Amazon Web Services (AWS), com a colaboração da Access Partnership, sobre a inteligência artificial (IA).
Alternativas
Q2451455 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.



Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho



A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.

Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.

Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.

A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.

A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.

Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.

A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.


Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).
Sobre a inteligência artificial (IA), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2451268 Português
Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Epidemia da solidão: por que, afinal, todo mundo se sente sozinho?


Metade dos brasileiros se sentiram solitários na pandemia, segundo o levantamento Perceptions of the Impact of Covid19, da Ipsos, empresa especialista em pesquisas de mercado. Ainda de acordo com o relatório, 52% dos mil entrevistados perceberam que o sentimento havia se intensificado nos seis meses anteriores.

Esses dados colocam o Brasil em primeiro lugar num ranking de 28 países analisados pela Ipsos na pesquisa. Na sequência vêm Turquia (com 46% se sentindo sozinhos) e Índia (com 43% da população alegando ser solitária). A média global foi de 33%.

Pode parecer natural se sentir só em um momento tão esquisito quanto esse, no qual passamos a sair bem menos de casa e nossas interações sociais se restringiram em grande parte ao online. No entanto, mesmo antes da Covid-19, a chamada “epidemia da solidão” já vinha gerando preocupações em escala global. Em 2018, a então primeira-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May, referiu-se à crise como “uma triste realidade da vida moderna” — e decidiu tomar medidas práticas, inaugurando o “ministério da solidão”.

Em outros países, a situação não é tão diferente. Nos Estados Unidos, uma pesquisa da Escola de Saúde Pública Mailman, da Universidade Columbia, constatou que, em 2019, 61% do público acima de 18 anos se declararam solitários — uma alta de 50 pontos percentuais em comparação à década de 1970.

É comum ver o conceito de solidão definido de acordo com o que propuseram os pesquisadores estadunidenses Letitia Anne Peplau e Daniel Perlman no artigo Toward a Social Psychology of Loneliness (“Para uma Psicologia Social da Solidão”, em livre tradução), de 1981. A dupla determinou o termo como uma sensação subjetiva e desconfortável que resulta das deficiências que percebemos em nossas relações.

Fonte: DELCOLLI, C.; MONTEIRO, L. Epidemia da solidão: por que, afinal, todo mundo se sente sozinho? Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/epidem ia-da-solidao-por-que-afinal-todo-mundo-se-sente-sozinho.ghtml. Acesso em: 16 fev. 2024 (adaptado).
Sobre a interpretação do texto, leia as afirmativas.

I.   O Brasil é o país em que as pessoas se sentiram mais solitárias, segundo o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, da Ipsos.
II.  O segundo e o terceiro países em que as pessoas se sentiram mais solitárias são Turquia e Índia, respectivamente.

III. O “ministério da solidão” foi criado após Theresa May considerar a crise de solidão como uma infeliz realidade da vida moderna.

IV. A denominada “epidemia da solidão” é anterior à pandemia de Covid-19.


Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2451267 Português
Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Epidemia da solidão: por que, afinal, todo mundo se sente sozinho?


Metade dos brasileiros se sentiram solitários na pandemia, segundo o levantamento Perceptions of the Impact of Covid19, da Ipsos, empresa especialista em pesquisas de mercado. Ainda de acordo com o relatório, 52% dos mil entrevistados perceberam que o sentimento havia se intensificado nos seis meses anteriores.

Esses dados colocam o Brasil em primeiro lugar num ranking de 28 países analisados pela Ipsos na pesquisa. Na sequência vêm Turquia (com 46% se sentindo sozinhos) e Índia (com 43% da população alegando ser solitária). A média global foi de 33%.

Pode parecer natural se sentir só em um momento tão esquisito quanto esse, no qual passamos a sair bem menos de casa e nossas interações sociais se restringiram em grande parte ao online. No entanto, mesmo antes da Covid-19, a chamada “epidemia da solidão” já vinha gerando preocupações em escala global. Em 2018, a então primeira-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May, referiu-se à crise como “uma triste realidade da vida moderna” — e decidiu tomar medidas práticas, inaugurando o “ministério da solidão”.

Em outros países, a situação não é tão diferente. Nos Estados Unidos, uma pesquisa da Escola de Saúde Pública Mailman, da Universidade Columbia, constatou que, em 2019, 61% do público acima de 18 anos se declararam solitários — uma alta de 50 pontos percentuais em comparação à década de 1970.

É comum ver o conceito de solidão definido de acordo com o que propuseram os pesquisadores estadunidenses Letitia Anne Peplau e Daniel Perlman no artigo Toward a Social Psychology of Loneliness (“Para uma Psicologia Social da Solidão”, em livre tradução), de 1981. A dupla determinou o termo como uma sensação subjetiva e desconfortável que resulta das deficiências que percebemos em nossas relações.

Fonte: DELCOLLI, C.; MONTEIRO, L. Epidemia da solidão: por que, afinal, todo mundo se sente sozinho? Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/epidem ia-da-solidao-por-que-afinal-todo-mundo-se-sente-sozinho.ghtml. Acesso em: 16 fev. 2024 (adaptado).
De acordo com a interpretação do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2451189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A influência dos supercochilos na saúde humana


Em muitas culturas, a soneca no período da tarde é um ritual diário.

A cultura espanhola é famosa pela siesta de todos os dias. E alguns profissionais japoneses dormem um pouco no horário de almoço − a chamada hirune, a "soneca da tarde".

Gigantes da tecnologia, como a Google, Samsung e Facebook, oferecem módulos de soneca nos seus escritórios. Eles permitem que os funcionários durmam por algum tempo durante o dia de trabalho.

Pesquisas demonstram que sonecas regulares fazem bem à saúde do cérebro a longo prazo.

Cochilos habituais mantêm o cérebro maior por mais tempo. Eles também promovem a saúde geral deste órgão, segundo um estudo realizado em 2023 por pesquisadores de Londres e do Uruguai. Eles analisaram dados de trinta e cinco mil pessoas com idade entre quarenta e sessenta anos, participando de um estudo do UK Biobank, um banco de dados biomédicos que serve de fonte de pesquisas.

Os cientistas analisaram fragmentos de DNA identificados anteriormente e associados a pessoas que costumam tirar cochilos com frequência. O cérebro das pessoas que tiram cochilos várias vezes por semana era mais de quinze centímetros cúbicos maior que o das pessoas que nunca faziam sonecas diárias.

O cérebro se contrai naturalmente com a idade. E esta diferença equivale ao envelhecimento do cérebro por três a seis anos, segundo a líder do estudo, a pesquisadora Victoria Garfield, da Unidade de Londres. "A grande descoberta foi que a soneca durante o dia apresentou relação muito sólida com as causas do volume maior do cérebro", afirma Garfield. E sabemos que o menor volume do cérebro está associado a um grande número de doenças.

Garfield destaca que os benefícios de longo prazo apenas são observados em pessoas que tiram sonecas regularmente. "É preciso que seja cumulativo."

Existem também benefícios à saúde de curto prazo relacionados às sonecas. Pequenos cochilos que duram de cinco a quinze minutos melhoram imediatamente o nosso desempenho mental. E esse estímulo pode durar até três horas depois que acordamos.

Nós dormimos em ciclos que duram cerca de noventa minutos cada um. E cada ciclo é composto de quatro estágios.

No primeiro e no segundo estágio, os músculos relaxam, a atividade cerebral fica mais lenta e a temperatura do corpo e os batimentos cardíacos caem.

Neste momento, entramos no terceiro estágio, chamado de sono de ondas lentas ou sono profundo, para depois seguirmos para o quarto estágio − o sono REM (abreviação em inglês para "movimento rápido dos olhos"), momento este em que começamos a sonhar.

Por isso, sonecas de quinze a vinte minutos não permitem que as pessoas entrem em sono profundo.

O sono é o remédio da natureza. Somos muito evoluídos e precisamos de muito poder cerebral. É por isso que precisamos de muito sono à noite.

Se você pretende começar a tirar cochilos, é importante que eles sejam rápidos e façam parte do seu estilo de vida, como a tradição espanhola da siesta. A soneca não é uma escolha, é um hábito. Depois que você adquire o costume, o seu cérebro ajuda a mantê-lo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cndnzjewke9o.Adaptado. 

O supercochilo é uma tendência em crescimento em todo o mundo. Mas uma rápida soneca durante o dia realmente funciona?


Com base no texto fornecido, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
7701: E
7702: A
7703: D
7704: A
7705: A
7706: B
7707: B
7708: B
7709: C
7710: B
7711: D
7712: E
7713: E
7714: A
7715: A
7716: E
7717: B
7718: E
7719: A
7720: D