Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 35.943 questões

Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-MG
Q1181478 Português
A liberdade ameaçada Costumo dizer que a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade. Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a nossa Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (RDLI). Há três grandes temas em debate: “O direito à informação x privacidade”, “O acesso à informação pública” e “As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes”. Em relação à informação e à privacidade, houve consenso de que se trata de questão complexa e difícil. O direito da sociedade à informação e o direito das pessoas à privacidade são dois princípios constitucionais, fundamentais, mas muitas vezes conflitantes. Quanto ao tema do acesso à informação pública, a principal conclusão é a de que o Brasil precisa avançar muito. Infelizmente, alguns homens públicos ainda tratam a informação pública como se fosse propriedade do Estado, e não da sociedade a que devem servir. O livre acesso à informação pública é uma das principais características das democracias modernas. Finalmente, no que se refere aos interesses e responsabilidades dos jornalistas e das fontes, referendamos a velha máxima: o jornal e os jornalistas nunca deverão ter interesse próprio. Eles trabalham para a sociedade e, por isso, devem sempre preservar sua independência. (Nelson Pacheco Sirotsky. Folha de S. Paulo, 12/06/2005, p. 3)
O sentido da frase a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade está corretamente traduzido nesta outra formulação:
Alternativas
Q42497 Português
Leia o texto seguinte e marque o item correto.

O restante do planeta, sobretudo os europeus, deverá entender que o governo do presidente reeleito dos EUA, George W. Bush, continuará a privilegiar a segurança nacional do país e a utilizar as ferramentas que considera necessárias para garanti-la.
A explicação é de Jonh Hulsman, diretor de pesquisas da Fundação Heritage (situada em Washington), um dos mais influentes centros de pesquisas conservadores dos EUA, e especialistas em relações transatlânticas e em política externa americana.

(Folha de São Paulo, 5/11/2004)
Alternativas
Q29251 Português
Imagem 145.jpg
Analisando a relação entre as informações veiculadas pelo
texto VII e a articulação dos elementos textuais, julgue (C ou E)
os itens a seguir.
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Alternativas
Q29130 Português
Imagem 002.jpg
No discurso de José Saramago, a obra Os Lusíadas e seu autor,
Luís de Camões, são mencionados com admiração e reverência.
Julgue (C ou E) os itens a seguir, com base no texto I.
Imagem 003.jpg
Alternativas
Q24297 Português
Carta aberta à assembléia geral das Nações Unidas*

Os representantes de 55 governos, reunidos na segunda
Assembléia Geral das Nações Unidas, terão sem dúvida
consciência do fato de que, durante os dois últimos anos -
desde a vitória sobre as potências do Eixo - não se fez nenhum
progresso sensível rumo à prevenção da guerra, nem rumo ao
entendimento em campos específicos, como o controle da
energia atômica e a cooperação econômica na reconstrução de
áreas devastadas pela guerra.

A ONU não pode ser responsabilizada por esses
malogros. Nenhuma organização internacional pode ser mais
forte do que os poderes constitucionais que lhe são conferidos,
ou do que os membros que a compõem desejam que seja. Na
verdade, as Nações Unidas são uma instituição extremamente
importante e útil, contanto que os povos e governos do mundo
se dêem conta de que a ONU nada mais é que um sistema de
transição para a meta final, que é o estabelecimento de um
poder supranacional, investido de poderes legislativos e
executivos suficientes para manter a paz. O impasse atual
reside na inexistência de uma autoridade supranacional
suficiente e confiável. Assim, os líderes responsáveis de todos
os governos são obrigados a agir na presunção de uma guerra
eventual. Cada passo motivado por essa presunção contribui
para aumentar o medo e a desconfiança gerais, apressando a
catástrofe final. Por maiores que sejam os armamentos
nacionais, eles não geram a segurança militar para nenhum
país, nem garantem a manutenção da paz.

* Trecho de carta escrita em 1947

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
Ao negritar em sua carta a expressão contanto que, no contexto do segundo parágrafo, o autor deseja evidenciar que está
Alternativas
Q24296 Português
Carta aberta à assembléia geral das Nações Unidas*

Os representantes de 55 governos, reunidos na segunda
Assembléia Geral das Nações Unidas, terão sem dúvida
consciência do fato de que, durante os dois últimos anos -
desde a vitória sobre as potências do Eixo - não se fez nenhum
progresso sensível rumo à prevenção da guerra, nem rumo ao
entendimento em campos específicos, como o controle da
energia atômica e a cooperação econômica na reconstrução de
áreas devastadas pela guerra.

A ONU não pode ser responsabilizada por esses
malogros. Nenhuma organização internacional pode ser mais
forte do que os poderes constitucionais que lhe são conferidos,
ou do que os membros que a compõem desejam que seja. Na
verdade, as Nações Unidas são uma instituição extremamente
importante e útil, contanto que os povos e governos do mundo
se dêem conta de que a ONU nada mais é que um sistema de
transição para a meta final, que é o estabelecimento de um
poder supranacional, investido de poderes legislativos e
executivos suficientes para manter a paz. O impasse atual
reside na inexistência de uma autoridade supranacional
suficiente e confiável. Assim, os líderes responsáveis de todos
os governos são obrigados a agir na presunção de uma guerra
eventual. Cada passo motivado por essa presunção contribui
para aumentar o medo e a desconfiança gerais, apressando a
catástrofe final. Por maiores que sejam os armamentos
nacionais, eles não geram a segurança militar para nenhum
país, nem garantem a manutenção da paz.

* Trecho de carta escrita em 1947

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Einstein lembra aos representantes de governos que, finda a 2º Guerra já há dois anos, ainda não se verificou avanço significativo seja na prevenção de novos conflitos, seja em importantes iniciativas específicas.

II. A constituição jurídica da ONU, para Einstein, deve ser um objetivo final, a ser alcançado a longo prazo, uma vez superados os entraves burocráticos que impedem o bom funcionamento daquela Organização.

III. Einstein não crê que uma autoridade supranacional possa se impor, pois não vê como as nações abdicariam dos poderes constitucionais que lhes são próprios.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em.
Alternativas
Q24295 Português
Carta aberta à assembléia geral das Nações Unidas*

Os representantes de 55 governos, reunidos na segunda
Assembléia Geral das Nações Unidas, terão sem dúvida
consciência do fato de que, durante os dois últimos anos -
desde a vitória sobre as potências do Eixo - não se fez nenhum
progresso sensível rumo à prevenção da guerra, nem rumo ao
entendimento em campos específicos, como o controle da
energia atômica e a cooperação econômica na reconstrução de
áreas devastadas pela guerra.

A ONU não pode ser responsabilizada por esses
malogros. Nenhuma organização internacional pode ser mais
forte do que os poderes constitucionais que lhe são conferidos,
ou do que os membros que a compõem desejam que seja. Na
verdade, as Nações Unidas são uma instituição extremamente
importante e útil, contanto que os povos e governos do mundo
se dêem conta de que a ONU nada mais é que um sistema de
transição para a meta final, que é o estabelecimento de um
poder supranacional, investido de poderes legislativos e
executivos suficientes para manter a paz. O impasse atual
reside na inexistência de uma autoridade supranacional
suficiente e confiável. Assim, os líderes responsáveis de todos
os governos são obrigados a agir na presunção de uma guerra
eventual. Cada passo motivado por essa presunção contribui
para aumentar o medo e a desconfiança gerais, apressando a
catástrofe final. Por maiores que sejam os armamentos
nacionais, eles não geram a segurança militar para nenhum
país, nem garantem a manutenção da paz.

* Trecho de carta escrita em 1947

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
Nessa carta aberta, Einstein demonstra acreditar que a ONU
Alternativas
Q24285 Português
A tribo que mais cresce entre nós

A nova tribo dos micreiros* cresceu tanto que talvez já não
seja apenas mais uma tribo, mas uma nação, embora a
linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu
objeto de culto sejam quase de uma seita. São adoradores que
têm com o computador uma relação semelhante à do homem
primitivo com o totem e o fogo. Passam horas sentados, com o
olhar fixo num espaço luminoso de algumas polegadas,
trocando não só o dia pela noite, como o mundo pela realidade
virtual.

Sua linguagem lembra a dos funkeiros** em quantidade de
importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica,
talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem
não souber o que é BBS, modem, interface, configuração,
acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e,
outros, recriações semânticas de velhos significados, como
janela, sistema, ícone, maximizar.
No começo da informatização das redações de jornal,
houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter
disse pela primeira vez: "Eu abortei!". Ela acabava de rejeitar
não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa
essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta-se tão impune e
freqüentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim "formatação". Foi-se o tempo
em que "fazer um programa" era uma aventura amorosa. O
"vírus" que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma
intromissão indevida no "sistema", outra palavra cujo sentido
atual nada tem a ver com os significados anteriores. A geração
de 68 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda
hora.

Alguns velhos homens de letras olham com preconceito
essa tribo, como se ela fosse composta apenas de jovens, e
ainda por cima iletrados. É um engano, porque há entre os
micreiros respeitáveis senhoras e brilhantes intelectuais. Falar
mal do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar
máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio
para ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver
o entusiasmo das adesões.

(Zuenir Ventura, Crônicas de um fim de século)

* micreiros = usuários de microcomputador.
** funkeiros = criadores ou entusiastas da música funk.
A analogia estabelecida pelo autor entre a importância do computador e a da primeira Revolução Industrial deriva do fato de que, em ambos os casos,
Alternativas
Q24284 Português
A tribo que mais cresce entre nós

A nova tribo dos micreiros* cresceu tanto que talvez já não
seja apenas mais uma tribo, mas uma nação, embora a
linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu
objeto de culto sejam quase de uma seita. São adoradores que
têm com o computador uma relação semelhante à do homem
primitivo com o totem e o fogo. Passam horas sentados, com o
olhar fixo num espaço luminoso de algumas polegadas,
trocando não só o dia pela noite, como o mundo pela realidade
virtual.

Sua linguagem lembra a dos funkeiros** em quantidade de
importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica,
talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem
não souber o que é BBS, modem, interface, configuração,
acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e,
outros, recriações semânticas de velhos significados, como
janela, sistema, ícone, maximizar.
No começo da informatização das redações de jornal,
houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter
disse pela primeira vez: "Eu abortei!". Ela acabava de rejeitar
não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa
essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta-se tão impune e
freqüentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim "formatação". Foi-se o tempo
em que "fazer um programa" era uma aventura amorosa. O
"vírus" que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma
intromissão indevida no "sistema", outra palavra cujo sentido
atual nada tem a ver com os significados anteriores. A geração
de 68 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda
hora.

Alguns velhos homens de letras olham com preconceito
essa tribo, como se ela fosse composta apenas de jovens, e
ainda por cima iletrados. É um engano, porque há entre os
micreiros respeitáveis senhoras e brilhantes intelectuais. Falar
mal do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar
máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio
para ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver
o entusiasmo das adesões.

(Zuenir Ventura, Crônicas de um fim de século)

* micreiros = usuários de microcomputador.
** funkeiros = criadores ou entusiastas da música funk.
Atente para as seguintes afirmações:

I. O vocabulário dos micreiros é formado, basica- mente, por dois tipos de processos.

II. Alguns termos da linguagem utilizada pela informá- tica podem provocar ambigüidade.

III. Palavras como formatação, vírus e sistema são apresentadas como exemplos de estrangeirismos da informática.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q24283 Português
A tribo que mais cresce entre nós

A nova tribo dos micreiros* cresceu tanto que talvez já não
seja apenas mais uma tribo, mas uma nação, embora a
linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu
objeto de culto sejam quase de uma seita. São adoradores que
têm com o computador uma relação semelhante à do homem
primitivo com o totem e o fogo. Passam horas sentados, com o
olhar fixo num espaço luminoso de algumas polegadas,
trocando não só o dia pela noite, como o mundo pela realidade
virtual.

Sua linguagem lembra a dos funkeiros** em quantidade de
importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica,
talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem
não souber o que é BBS, modem, interface, configuração,
acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e,
outros, recriações semânticas de velhos significados, como
janela, sistema, ícone, maximizar.
No começo da informatização das redações de jornal,
houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter
disse pela primeira vez: "Eu abortei!". Ela acabava de rejeitar
não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa
essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta-se tão impune e
freqüentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim "formatação". Foi-se o tempo
em que "fazer um programa" era uma aventura amorosa. O
"vírus" que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma
intromissão indevida no "sistema", outra palavra cujo sentido
atual nada tem a ver com os significados anteriores. A geração
de 68 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda
hora.

Alguns velhos homens de letras olham com preconceito
essa tribo, como se ela fosse composta apenas de jovens, e
ainda por cima iletrados. É um engano, porque há entre os
micreiros respeitáveis senhoras e brilhantes intelectuais. Falar
mal do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar
máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio
para ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver
o entusiasmo das adesões.

(Zuenir Ventura, Crônicas de um fim de século)

* micreiros = usuários de microcomputador.
** funkeiros = criadores ou entusiastas da música funk.
No primeiro parágrafo, as palavras tribo, nação e seita ocorrem ao autor para identificar os micreiros, respec- tivamente, como
Alternativas
Q4278 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
A expressão "sonho nobre" (R.10) revela a importância de se desenvolverem pesquisas sobre o coração.
Alternativas
Q4273 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
Nas linhas 1 e 2, o termo "várias" atribui uma qualidade à expressão nominal "partes do mundo".
Alternativas
Q4272 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
No encontro de cardiologistas mencionados no texto, um dos temas enfatizados foi o limite de colesterol ruim permitido para o ser humano de um modo geral.
Alternativas
Q4270 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
Desenvolver estudos objetivando fortalecer o funcionamento do coração tem sido um interesse de vários pesquisadores no mundo.
Alternativas
Q4269 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
O título "Em novo compasso" diz respeito a um fortalecimento do ritmo dos batimentos cardíacos.
Alternativas
Q2860 Português
Leia o texto a seguir para responder às questões 12 e
13.

Enquanto o patrimônio tradicional continua sendo
responsabilidade dos Estados, a promoção da
cultura moderna é cada vez mais tarefa de empresas
e órgãos privados. Dessa diferença derivam dois
estilos de ação cultural. Enquanto os governos
pensam sua política em termos de proteção e
preservação do patrimônio histórico, as iniciativas
inovadoras fi cam nas mãos da sociedade civil,
especialmente daqueles que dispõem de poder
econômico para fi nanciar arriscando. Uns e outros
buscam na arte dois tipos de ganho simbólico: os
Estados, legitimidade e consenso ao aparecer como
representantes da história nacional; as empresas,
obter lucro e construir através da cultura de ponta,
renovadora, uma imagem "não interessada" de sua
expansão econômica.

(Nestor Garcia Canclini, Culturas Híbridas, p. 33, com
adaptações)

Assinale como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes inferências a respeito do texto.

( ) O Estado e a sociedade civil são co-responsáveis por ações culturais, cada um no seu âmbito. ( ) Não existe preservação do patrimônio histórico sem produção de cultura de ponta.

( ) Ambos os estilos de ação cultural identifi cados no texto produzem ganhos simbólicos.

( ) Financiar iniciativas culturais inovadoras implica incorrer em riscos econômico-fi nanceiros.

( ) A arte pode servir para camufl ar interesses econômicos expansionistas.

( ) Só pela atuação cultural, os Estados podem tornar-se representantes da história nacional.

A seqüência de respostas corretas é

Alternativas
Q2856 Português

Os problemas políticos contemporâneos são extremamente inquietantes e complexos e exigem intensos esforços para sua compreensão. Parece-me que pode haver um caminho promissor na perspectiva que busca problematizar não os valores da modernidade mas a lógica das fundações através da qual esses valores foram apresentados com o caráter de verdade que legitimou projetos de dominação em seu interior. Ao invés de rejeitar a modernidade, esse pensamento crítico investe em seu caráter refl exivo, visando ampliar os ideais libertários e emancipatórios do projeto iluminista.

(Sylvia G. Garcia, Antropologia, modernidade, identidade. In: Tempo Social, vol. 5, no. 1 - 2, com adaptações)

De acordo com o desenvolvimento das idéias do texto, a autora sugere que

Alternativas
Q2056 Português
Texto II

O caminho de volta


"Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro
no corpo!", ralhava minha mãe. Nunca consegui
saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.
Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior
nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido
da frase, dá para entender que é alguma aflição que
nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,
não creio que seja defeito para um repórter. Pelo
menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde
partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,
onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com
velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem
lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso
garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer
esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista
francês, nos ensina que "feliz é quem, como Ulisses,
fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,
a viver o resto de seus dias entre os seus parentes".

ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.
"É muito bom ter para onde voltar, posso garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer esse retorno." (l. 13-15) No trecho acima, o autor fala de(a):
Alternativas
Q2055 Português
Texto II

O caminho de volta


"Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro
no corpo!", ralhava minha mãe. Nunca consegui
saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.
Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior
nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido
da frase, dá para entender que é alguma aflição que
nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,
não creio que seja defeito para um repórter. Pelo
menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde
partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,
onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com
velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem
lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso
garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer
esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista
francês, nos ensina que "feliz é quem, como Ulisses,
fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,
a viver o resto de seus dias entre os seus parentes".

ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.
Na opinião do jornalista, bicho-carpinteiro significa:
Alternativas
Q2051 Português
Texto I

Conta-se que, certa vez, ligaram para Brasília
uns cientistas americanos intrigados com o que viram
em algumas fotos de satélite. Eles queriam saber o
que havia na região ao norte do Distrito Federal, porque
as imagens mostravam um brilho intenso naquelas
coordenadas, algo muito incomum. Bem, esse
telefonema pode nem ter ocorrido, mas o certo é que a
Chapada dos Veadeiros, a 230 quilômetros de Brasília,
está sobre uma das mais generosas jazidas de cristal
de que se tem notícia.
Os tais cientistas americanos, caso tenham
ligado mesmo, não estavam descobrindo nenhuma
América, pois durante longo tempo a garimpagem do
cristal movimentou a Chapada e seus arredores. Esse
minério translúcido servia como matéria-prima para
fabricação de componentes eletrônicos e de
computador, em vista de sua altíssima condutividade.
Com o tempo, os pesquisadores desenvolveram outros
materiais em laboratório e o cava-cava acabou.
Os místicos falam que há uma gigantesca placa
de cristal sob toda a região. E sobre ela, como você
pode imaginar, uma gigantesca massa de místicos.
Atraídos pela inegável atmosfera divinal da Chapada,
que é um manancial de água e luz (a solar, ok?) e com
visuais que chamam à contemplação, milhares de
terapeutas, psicólogos, massagistas e líderes
espirituais se mudaram para lá, o que faz de Alto
Paraíso e da vizinha vila de São Jorge um "território
alto-astral" de fama internacional.

RODRIGUES, Otávio. Viagem, Edição Especial (Ecoturismo)
Ed. Abril - Edição 108-A.
O trecho "visuais que chamam à contemplação," (l. 25) significa que na região:
Alternativas
Respostas
35741: C
35742: A
35743: E
35744: C
35745: D
35746: A
35747: B
35748: D
35749: E
35750: A
35751: C
35752: E
35753: E
35754: C
35755: C
35756: B
35757: E
35758: A
35759: E
35760: A