Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q235318 Português
O livro de onde foi retirada a explicação da expressão “a toque de caixa" contém inúmeras outras explicações do mesmo tipo e se intitula “o pulo do gato". O título dado ao livro se justifica porque essa expressão:
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Q235317 Português
“Uma passarela de pedestres que para no ar”; na composição vocabular desse segmento ocorre uma demonstração de:
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Q235316 Português
“No trecho da BR-101 do Rio ao Espírito Santo, há obras paradas e uma passarela de pedestres que para no ar"; esse segmento final do texto funciona como:
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Q235314 Português
“As principais obras deveriam ocorrer nos três primeiros anos da cobrança de pedágios (2007-2009) – que estão sendo reajustados sem atraso"; deduz-se desse segmento do texto que:
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Q235313 Português
“Enquanto isso, os acidentes triplicaram: nos sete trechos privatizados, subiram de 9.961 em 2008 para 28.947 em 2009, um crescimento de 190%”. Para que esse argumento seja considerado de forma justa, é necessário saber-se também:
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Q235312 Português
O texto funciona principalmente como:
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Q235304 Português

TEXTO 1


“O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas
em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014.

Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram,

no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa

nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção

de Mano Menezes...”
(O Globo, 16-09-2011)

O texto acima engloba um conjunto de críticas; todas elas, porém, partem de um ponto, que é o da
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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235251 Português
Sobre os gestos, como o de pedir silêncio com um dedo à frente da boca, ou os citados no texto de Luís da Câmara Cascudo, podemos dizerque:
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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235245 Português
Sobre a linguagem do samba do Arnesto, pode-se dizer que

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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235241 Português
Ainda que adaptado, o texto acima, um famoso relato de viagens do século XVI,mostra uma característica sintática que o torna bastante distinto da estruturação moderna:

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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235238 Português
Na frase “Se o povo nas ruas derrubou a ditadura, derrubará também a inflação” (Franco Montoro, 1986), a correlação expressa pelos verbos indica:
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Q212158 Português
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As Máscaras do Poder

Para Noam Chomsky, intelectuais subservientes controlam
a vida intelectual da sociedade.

O Globo: Qual é o papel dos intelectuais hoje?

Noam Chomsky: Posso responder de uma forma
descritiva, “como é”, ou de uma forma normativa,
“como deveria ser”. No segundo caso, a resposta é
óbvia. Intelectuais deveriam ser pessoas que refetem
criticamente sobre a sociedade, buscam a verdade
e ajudam os outros a compreendê-la. Uma resposta
descritiva é mais complicada. Em nossas sociedades
hierarquicamente estratifcadas, existem pessoas que,
na prática, se transformam em gerentes da cultura. Elas
dominam instituições poderosas, como universidades
e jornais, controlando a vida intelectual da sociedade.
Seu papel real é prestar serviços ao poder e, a partir daí,
ganhar respeitabilidade e o direito de estabelecer e impor
verdades e valores. Se você tem uma visão diferente, é
excluído. Há basicamente dois tipos de intelectual: os
que se submetem ao poder e se benefciam disso e os
dissidentes, que são marginalizados. É uma generalização
que está bem próxima da verdade.

Analise a proposição que se segue e os itens que a complementam:

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I. “Discutir ortografa é enveredar por um espaço de controvérsias, pois implica enfocar um objeto marcado por preconceitos”.

II. “A ortografa é uma invenção relativamente recente. No caso da língua portuguesa, foi só neste século que se fxaram normas ortográfcas no Brasil e em Portugal”.

III. “A forma correta das palavras é sempre uma convenção, algo que se defne socialmente”.

IV. “Dada a sua natureza de convenção social, o conhecimento ortográfco é algo que a criança não pode descobrir sozinha, sem ajuda”.

A partir das análises, pode-se concluir que:
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Q212151 Português
Leia, atentamente, o texto a seguir, para realizar as
questões de número 26 a 30:


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Observe os verbetes:

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Releia o trecho do último parágrafo:

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Compare o fragmento acima com os itens a seguir, retirados do contexto de Soares (2003):

I. Letramento não é alfabetização, não é processo de treino, para que se estabeleçam as relações entre fonemas e grafemas.

II. Ser alfabetizado já não basta. É preciso mais: incorporar a prática da leitura e da escrita; adquirir competência para usara leitura e escrita.

III. As ações de alfabetizar e letrar são distintas, mas inseparáveis, pois alfabetiza-se letrando.

Para indicar o nível de desenvolvimento de um país, segundo os
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Q210996 Português
Considere as afirmativas que seguem.

I. Vossa Excelência é uma forma de tratamento que exige a concordância em segunda pessoa do plural e só pode ser usada para altas autoridades.

II. Na máxima – A imprensa peca mais pela omissão do que pela intromissão. – há presença de linguagem conotativa.

III. Parecer é a análise de um caso que faz parte de um processo para o qual aponta uma solução favorável ou contrária, mediante dispositivos legais e informações. Essa é uma definição correta de parecer.

IV. O súdito perguntou: Por que choras, meu rei? / O súdito perguntara ao rei por que ele chorava. Temos no exemplo a transformação de discurso direto em discurso indireto.

Quais afirmativas são corretas?
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Q210987 Português
Pela leitura do texto, pode-se afirmar que a intenção do autor foi a de:
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Q210248 Português
Na triangulação econômica entre ingleses, chineses e hindus, caracterizada no texto, fica claro que

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Q210247 Português
A hipocrisia dos impérios, tal como caracterizada no texto, está no fato de que

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Q209327 Português
Os anônimos

   
 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses) 
O autor do texto considera que, em muitas histórias, certos personagens anônimos
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Q209220 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.


                                        A dor como destino

              Outro dia, folheando desavisadamente um livro de Schopenhauer (há autores que jamais devemos frequentar desavisadamente...), deparei-me com este trecho: 

             Trabalho, aflição, esforço e necessidade constituem durante toda vida a sorte da maioria das pessoas. De fato: se todos os desejos, apenas originados, já estivessem resolvidos, o que preencheria então a vida humana? Que se transfira o homem a um país utópico, em que tudo cresça sem ser plantado, em que as aves revoem já assadas, e cada um encontre logo sua bem-amada. Ali os homens morrerão de tédio ou se enforcarão; promoverão guerras, massacres e assassinatos para se proporcionarem mais sofrimento do que o posto pela natureza.
           Será mesmo que sofremos porque precisamos? É da nossa natureza ocupar-nos com nossos desejos insatisfeitos, sem os quais vivemos infelizes pela falta de uma causa para viver? Nosso grande poeta Drummond, um schopenhaueriano empedernido, chegou a escrever: “Estamos para doer, estamos doendo". E outro Andrade, o Mário, garantiu-nos: “A própria dor é uma felicidade". 
           De minha parte modestíssima, ouso dizer: se um dia me sentir absolutamente feliz, tentarei não me matar. Talvez também não conte para ninguém, para que não me matem. De inveja. 


                                                                                                                   (Bráulio Ventura, inédito






Atente para estas afirmações:

I. No trecho citado de Schopenhauer, a correlação estabelecida entre país utópico e tédio é muito reveladora de um espírito pessimista.

II. Ao se valer da expressão de minha parte modestíssima, o autor acentua o fato de que sua aprovação da tese de Schopenhauer em nada a fortalece.

III. No último parágrafo, há uma clara corroboração da crença de que os homens dependem do sofrimento para dar sentido às suas vidas.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em
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Q209219 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.


                                        A dor como destino

              Outro dia, folheando desavisadamente um livro de Schopenhauer (há autores que jamais devemos frequentar desavisadamente...), deparei-me com este trecho: 

             Trabalho, aflição, esforço e necessidade constituem durante toda vida a sorte da maioria das pessoas. De fato: se todos os desejos, apenas originados, já estivessem resolvidos, o que preencheria então a vida humana? Que se transfira o homem a um país utópico, em que tudo cresça sem ser plantado, em que as aves revoem já assadas, e cada um encontre logo sua bem-amada. Ali os homens morrerão de tédio ou se enforcarão; promoverão guerras, massacres e assassinatos para se proporcionarem mais sofrimento do que o posto pela natureza.
           Será mesmo que sofremos porque precisamos? É da nossa natureza ocupar-nos com nossos desejos insatisfeitos, sem os quais vivemos infelizes pela falta de uma causa para viver? Nosso grande poeta Drummond, um schopenhaueriano empedernido, chegou a escrever: “Estamos para doer, estamos doendo". E outro Andrade, o Mário, garantiu-nos: “A própria dor é uma felicidade". 
           De minha parte modestíssima, ouso dizer: se um dia me sentir absolutamente feliz, tentarei não me matar. Talvez também não conte para ninguém, para que não me matem. De inveja. 


                                                                                                                   (Bráulio Ventura, inédito






O autor do texto se vale de citações de Carlos Drummond de Andrade e Mário de Andrade para
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Respostas
34281: D
34282: E
34283: C
34284: C
34285: E
34286: B
34287: A
34288: E
34289: E
34290: E
34291: C
34292: B
34293: B
34294: B
34295: C
34296: D
34297: B
34298: D
34299: A
34300: E