Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 38.935 questões

Q1335062 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
O Texto 1, considerando sua temática global, concede grande destaque:
Alternativas
Q1334825 Português
Evitar o emprego de adjetivação excessiva e usar o aposto em lugar da oração apositiva, são procedimentos para:
Alternativas
Q1334796 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Não representam risco para a saúde, na praia:
Alternativas
Q1334795 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Para que se evitem as más conseqüências, é preciso ter:
Alternativas
Q1334794 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

As consequências dos excessos de dezembro representam problemas para a:
Alternativas
Q1334793 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Os compromissos de dezembro só não são:

Alternativas
Q1334792 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

O comportamento do ser humano, entre o final de um ano e o início do outro, geralmente revela uma:
Alternativas
Q1331201 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Confrontando a língua falada e a língua escrita, o autor do Texto 2 admite que:
1) A escrita, em relação à fala, goza de uma estabilidade maior e serve de freio para as mudanças. 2) A língua escrita goza de um prestígio social mais elevado do que a fala. 3) Tanto a gramática quanto o léxico se alteram lentamente; entretanto, o nível dos sons se altera em ritmos mais rápidos. 4) Os falantes não percebem as mudanças operadas na língua falada, pois têm como referência a língua escrita, de maior estabilidade. 5) É a partir da escrita que se desenvolve o padrão de língua que será ensinado nas escolas, descrito nas gramáticas e referido nos dicionários.
Estão corretas:
Alternativas
Q1331200 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Considerando o tema desenvolvido no Texto 2, podemos apontar como ‘afirmação nuclear e, assim, bastante relevante’, aquela que consta na alternativa:
Alternativas
Q1331198 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Analise a formulação do seguinte trecho: “A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram”. Concluindo, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q1331197 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Considerando o contexto global em que o Texto 1 se desenvolve, é coerente o seguinte comentário:
Alternativas
Q1331196 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
O ‘foco’ principal do Texto 1 é:
Alternativas
Q1331195 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Em todo texto, se pode identificar a intenção com que seu autor o produziu. No caso do Texto 1, por exemplo, o propósito comunicativo que esteve em jogo foi:
Alternativas
Q1330092 Português

E a bolsa masculina?


    Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.

    O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!

    A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.

    As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?

    Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.

    Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!

    Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!

    Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.

    A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?  



(Walcyr Carrasco)

De acordo com o contexto em análise:


I. O texto apresenta como discussão central a evolução da moda feminina.

II. A reflexão do autor dirige-se à necessidade de mudança radical no traje masculino.

III. Há um registro de ironia no período “Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó”.

IV. A palavra “mochilinha” é um exemplo de diminutivo pejorativo.


Sobre as proposições acima, podemos afirmar:

Alternativas
Q1330091 Português

E a bolsa masculina?


    Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.

    O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!

    A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.

    As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?

    Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.

    Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!

    Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!

    Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.

    A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?  



(Walcyr Carrasco)

Observe as proposições seguintes:


I. A linguagem do texto divide-se em culta (de acordo com normas gramaticais) e coloquial (conforme o estilo do texto).

II. Quanto à função, predomina a Emotiva (ou Expressiva), pois são enfatizadas as impressões e as emoções de quem escreve, centralizando a linguagem no “eu”.

III. Sobre as figura de linguagem, estão presentes uma Catacrese (“A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião.”) e uma Sinestesia (“Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!”).

IV. De acordo com a Reforma Ortográfica, a palavra “veem” (grifada no texto) obedece às regras gramaticais em vigência.


Pelo proposto acima, temos como CORRETA(S):

Alternativas
Q1329544 Português
Indique a alternativa que apresenta um exemplo de frase nominal:
Alternativas
Q1329538 Português

Imagem associada para resolução da questão

Imagem associada para resolução da questão


Sobre os efeitos de humor da tirinha, pode-se afirmar:

Alternativas
Q1329536 Português
Simone Veil, defensora do aborto e sobrevivente de Auschwitz, morre na França

Feminista foi ministra francesa da saúde e impulsionou a legalização do aborto em 1975. Ela morreu aos 89 anos em Paris.

Simone Veil, ícone da luta pelos direitos da mulher, morreu aos 89 anos, nesta sexta-feira (30), em sua casa em Paris. A informação foi divulgada pela família.
Quando foi ministra da saúde, na gestão de Valéry Giscard d'Estaing, a feminista impulsionou a legalização do aborto em 1975.
Simone Veil nasceu em 13 de julho de 1927, em Nice (sul da França). Em 1944, aos 16 anos, ela foi deportada junto com a família, para o campo de concentração de Auschwitz. Seu pai, mãe e irmão foram vítimas do Holocausto e ela carregava o número de prisioneira, 78651, tatuado em seu braço.
Após a guerra, estudou direito na tradicional Ciências Po, em Paris. Ao longo de sua carreira política, Simone tornou-se uma defensora da União Europeia. Em 1979, ela foi eleita a primeira presidente do parlamento europeu. Em 2010, ela se tornou a sexta mulher a entrar para a Academia Francesa.
Simone vinha com a saúde fragilizada havia vários anos. Em 2016, foi internada com problemas respiratórios, segundo a France Presse.

Repercussão
O presidente francês, Emmanuel Macron, fez uma homenagem à Simone Veil em sua conta no Twitter. "Que seu exemplo possa inspirar os nosso compatriotas, porque neles estão o que há de melhor da França".

http://g1.globo.com/mundo/noticia/simone-veil-icone-da-luta-pelosdireitos-da-mulher-morre-na-franca.ghtml
Assinale a alternativa que apresenta ideias presentes no texto:
Alternativas
Q1329467 Português
Qualidade de vida: a importância de manter corpo e mente saudáveis

    O termo qualidade de vida continua na ordem do dia e representa um desafio para muitas pessoas. Utilizado para se referir às condições da vida de um indivíduo, engloba a saúde física, mental e espiritual, educação, poder de compra, além de equilíbrio entre o lado pessoal e profissional. Isso pressupõe muitos aspectos, entre os quais adotar hábitos saudáveis, reservar tempo para cultura e lazer, obter satisfação profissional e cultivar relações sociais e familiares positivas e consistentes.
    A alimentação correta, com dieta variada, saudável e balanceada é um dos fatores que têm maior influência na saúde e no bem-estar. Para ser adepto de bons hábitos alimentares, nutricionistas fazem recomendações simples, como ingerir de seis a oito copos de água por dia, mesmo que, habitualmente, esteja acostumado a consumir chás e sucos. O ideal é que seja água ou bebidas não açucaradas, como sucos ou chás. Alimentar-se a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra, frutas e chás; Fazer, por dia, 3 a 5 refeições em horas certas (não comer demasiado, nem alimentos que não são necessários); Não tentar fazer as dietas da moda; Não comer açúcar em excesso, nem abusar do sal e reduzir as gorduras e os alimentos gordos e não abusar de bebidas alcoólicas.
    A prática de atividades físicas, sem exageros e com orientação de um profissional de educação física, traz benefícios para a saúde das pessoas e melhora a qualidade de vida em qualquer idade. No caso dos idosos, é especialmente importante, visto que um estilo de vida sedentário pode fazer com que os mais velhos tenham perdas em quatro áreas importantes para sua saúde e independência: força, equilíbrio, flexibilidade e resistência. Pesquisas mostram que a prática de atividades físicas ajuda a manter ou restaurar parcialmente essas quatro áreas. Além disso, ficar fisicamente ativo pode ajudar a prevenir ou postergar muitas doenças e problemas de saúde. Melhorar a força e resistência torna mais fácil até mesmo a execução de atividades do cotidiano, como subir escadas e carregar objetos. Também ajuda a prevenir quedas e acelera a recuperação de lesões.
    Entre as recomendações para conquistar uma boa qualidade de vida, ter a mente saudável é essencial para o bem-estar e reflete positivamente em diversos outros aspectos do dia a dia e da vida, como família, trabalho e relações sociais. Manter o equilíbrio exige muitas vezes esforço e força de vontade. É preciso, por exemplo, conviver com as diferenças, aceitando-as. Isso é algo que alivia os conflitos principalmente os familiares, fulcro de explosões de irritação e desentendimentos que prejudicam em muito o estado de equilíbrio mental. Outro ponto é saber encarar situações de frustração, tendo em mente que nem sempre poderemos possuir tudo o que desejamos e nem mesmo ser como idealizamos. (texto adaptado)

Fonte: http://www.Revista_Imagem_Real/noticias/dezembro/qualidade-de-vida-a-importancia-de-manter-corpo-e-mente-saudaveis/acesso em 05/08/2017
O texto aponta recomendações para se conquistar qualidade de vida, porém uma delas NÃO está explícita no texto:
Alternativas
Q1329466 Português
Qualidade de vida: a importância de manter corpo e mente saudáveis

    O termo qualidade de vida continua na ordem do dia e representa um desafio para muitas pessoas. Utilizado para se referir às condições da vida de um indivíduo, engloba a saúde física, mental e espiritual, educação, poder de compra, além de equilíbrio entre o lado pessoal e profissional. Isso pressupõe muitos aspectos, entre os quais adotar hábitos saudáveis, reservar tempo para cultura e lazer, obter satisfação profissional e cultivar relações sociais e familiares positivas e consistentes.
    A alimentação correta, com dieta variada, saudável e balanceada é um dos fatores que têm maior influência na saúde e no bem-estar. Para ser adepto de bons hábitos alimentares, nutricionistas fazem recomendações simples, como ingerir de seis a oito copos de água por dia, mesmo que, habitualmente, esteja acostumado a consumir chás e sucos. O ideal é que seja água ou bebidas não açucaradas, como sucos ou chás. Alimentar-se a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra, frutas e chás; Fazer, por dia, 3 a 5 refeições em horas certas (não comer demasiado, nem alimentos que não são necessários); Não tentar fazer as dietas da moda; Não comer açúcar em excesso, nem abusar do sal e reduzir as gorduras e os alimentos gordos e não abusar de bebidas alcoólicas.
    A prática de atividades físicas, sem exageros e com orientação de um profissional de educação física, traz benefícios para a saúde das pessoas e melhora a qualidade de vida em qualquer idade. No caso dos idosos, é especialmente importante, visto que um estilo de vida sedentário pode fazer com que os mais velhos tenham perdas em quatro áreas importantes para sua saúde e independência: força, equilíbrio, flexibilidade e resistência. Pesquisas mostram que a prática de atividades físicas ajuda a manter ou restaurar parcialmente essas quatro áreas. Além disso, ficar fisicamente ativo pode ajudar a prevenir ou postergar muitas doenças e problemas de saúde. Melhorar a força e resistência torna mais fácil até mesmo a execução de atividades do cotidiano, como subir escadas e carregar objetos. Também ajuda a prevenir quedas e acelera a recuperação de lesões.
    Entre as recomendações para conquistar uma boa qualidade de vida, ter a mente saudável é essencial para o bem-estar e reflete positivamente em diversos outros aspectos do dia a dia e da vida, como família, trabalho e relações sociais. Manter o equilíbrio exige muitas vezes esforço e força de vontade. É preciso, por exemplo, conviver com as diferenças, aceitando-as. Isso é algo que alivia os conflitos principalmente os familiares, fulcro de explosões de irritação e desentendimentos que prejudicam em muito o estado de equilíbrio mental. Outro ponto é saber encarar situações de frustração, tendo em mente que nem sempre poderemos possuir tudo o que desejamos e nem mesmo ser como idealizamos. (texto adaptado)

Fonte: http://www.Revista_Imagem_Real/noticias/dezembro/qualidade-de-vida-a-importancia-de-manter-corpo-e-mente-saudaveis/acesso em 05/08/2017
De acordo com o texto, utiliza-se a expressão ou termo ‘qualidade de vida’ para:
Alternativas
Respostas
29721: C
29722: B
29723: A
29724: C
29725: B
29726: A
29727: D
29728: A
29729: C
29730: A
29731: B
29732: C
29733: D
29734: D
29735: A
29736: A
29737: B
29738: B
29739: D
29740: B