Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q963384 Português

A respeito da leitura da tirinha, analise as afirmativas a seguir: 

I. A palavra nuvem está sendo empregada em sentido conotativo.

II. O pressuposto para o entendimento da tirinha é o conhecimento de que o Grilo Falante é personagem da história de Pinóquio.

III. A inferência comparativa entre as duas nuvens se comprova pela imagem e pelo texto do segundo quadrinho.


Assinale 

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Q963377 Português
Apenas centenas de anos depois, durante a dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.), o confucionismo, um sistema ético de comportamento e governo, tornou-se o norte que definiria a cultura chinesa nos dois milênios seguintes. O confucionismo não é uma religião como tal. Ainda que Confúcio não negasse a existência de um mundo espiritual, ele afirmou que era mais importante se concentrar neste mundo enquanto se estava nele. (linhas 10 a 13)  
O último período do trecho acima, em relação ao período imediatamente anterior, o 
Alternativas
Q963376 Português

A respeito das ideias do texto, analise as afirmativas a seguir:

I. O confucionismo, em sua forma original, perdurou até o século XIX, quando se mesclou ao budismo, ao taoísmo e ao marxismo.

II. A noção de identidade chinesa se modificou no século XX, em função do impacto do nacionalismo e do comunismo. Entretanto, há uma retomada dos princípios de Confúcio no século XXI.

III. Segundo Confúcio, estado moral e posição social não se interdependiam, diferentemente da obrigatoriedade de cooperação mútua entre governantes e governados.

Assinale

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Q963171 Português
No que tange à substituição de palavras ou de trechos do texto, assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho “Ele então providenciou a escavação do grande buraco” (linhas 4 e 5).
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Q963170 Português
Com relação à ideia principal do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q963166 Português
Da leitura do texto, infere-se que
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Q962355 Português

      Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande


      Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.

      O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.

      A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.

      Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.

      Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.

      É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.

      Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.

      Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.

      Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.

Por Beatriz Gimenez Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/

Quando diz “não me julgue, eu sei que você faz o mesmo”, a autora se dirige diretamente a seus leitores. Infere-se, pela leitura do parágrafo em que o trecho se encontra, que ela os questiona sobre:
Alternativas
Q962354 Português

      Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande


      Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.

      O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.

      A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.

      Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.

      Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.

      É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.

      Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.

      Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.

      Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.

Por Beatriz Gimenez Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/

Em relação à vida na cidade grande, a autora se mostra:
Alternativas
Q962200 Português

                   Marketing Multinível muda vidas e movimenta a economia


      Desde que iniciei minha jornada de negócios no setor de Marketing Multinível venho reafirmando minha paixão pelo sistema de vendas diretas. Esse é um setor que tem transformado milhares de vidas nos últimos anos, fazendo com que muitas pessoas consigam vencer os problemas financeiros, além de contribuir para que a economia do País seja impulsionada.

      Dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) mostram que o setor gera para o Brasil R$ 415 mil em impostos arrecadados para cada R$ 1 milhão investidos. Esse valor é maior que o gerado pela indústria e a agropecuária, por exemplo.

Em 2017, o setor de vendas diretas foi responsável pela comercialização de 1,9 milhões de itens (produtos e serviços) no Brasil, o que gerou um volume de negócios que ultrapassa os R$ 45 bilhões. São mais de 4,1 milhões de pessoas trabalhando como consultores diretos das empresas.

      O número deve crescer ainda mais nos próximos anos, uma vez que se trata de uma área que dá oportunidade de desenvolvimento pessoal aos mais variados perfis de pessoas, tanto para aqueles que estão começando, como para quem já tem experiência profissional. Sempre defendi a ideia que o Marketing Multinível é uma atividade inclusiva, que permite que pessoas com baixo poder aquisitivo, jovens ou idosos, com ou sem escolaridade, sejam empreendedores e tenham as suas vidas transformadas. Essa transformação não é apenas do ponto de vista financeiro, mas esse modelo de negócio contribui para a qualificação de seus membros, uma vez que as empresas líderes têm um foco muito grande no treinamento e capacitação de seus consultores.

      Os dados da ABEVD corroboram com essa ideia e revelam que, das pessoas que trabalhavam com vendas diretas em 2017, 56% eram mulheres, 44% homens; 62% casados. Além disso, 48% das pessoas têm idade entre 18 e 29 anos e 46% entre 30 e 55 anos; 53% possuem o ensino médio, enquanto 31% finalizaram o ensino superior. Diante desse aumento no número de pessoas envolvidas com o setor, o Brasil está entre os países que mais realizam vendas diretas em todo o mundo, ocupando a 6ª posição global e a 2ª nas Américas (Norte, Sul e Central), com 5% de participação nas vendas diretas de todo o mundo.

      Na convenção nacional Aloha realizada recentemente, afirmei que esse modelo de negócio está constantemente em busca de pessoas sem limite de idade, e sem experiência prévia no setor. O importante é que sejam pessoas determinadas, de boa vontade, e acima de tudo disciplinadas, com o objetivo de trabalhar firme para acabar com o sofrimento da alma do indivíduo causada pela ignorância e pobreza. Pois acredito firmemente, que esse modelo de negócio é a melhor forma de gerar e distribuir riquezas para todas as pessoas que o realizam de forma profissional.

      Dessa forma acredito que o sistema de Marketing Multinível cumpre, verdadeiramente, um papel social e é um caminho alternativo para quem quer empreender, e dispõe de poucos recursos para iniciar o próprio negócio, permitindo que milhares de pessoas conquistem a liberdade financeira.

Por Carlos Wizard Martins Disponível em: https://www.istoedinheiro.com.br/marketing-multinivel-muda-vidas-e-movimenta-a-economia/

O texto permite inferir que:
Alternativas
Q4385701 Português
Leia o texto e respondas a questão.

Adeus Para o Avião

Todo dia quando passava um avião sobre a casa do Manoel ele dizia:
- Tchau Araújo, adeus.
A Maria intrigada perguntou:
- Manoel, como sabes que é o Araújo que está lá?
- Ora Maria, quem viaja pelo mar não é marujo? Então, quem viaja pelo céu é Araújo.

(AUTOR DESCONHECIDO)
Assinale a alternativa CORRETA sobre o sinônimo e antônimo da palavra em destaque da frase retirada do texto “A Maria intrigada perguntou:”
Alternativas
Q4385700 Português
Leia o texto e respondas a questão.

Adeus Para o Avião

Todo dia quando passava um avião sobre a casa do Manoel ele dizia:
- Tchau Araújo, adeus.
A Maria intrigada perguntou:
- Manoel, como sabes que é o Araújo que está lá?
- Ora Maria, quem viaja pelo mar não é marujo? Então, quem viaja pelo céu é Araújo.

(AUTOR DESCONHECIDO)
Assinale a alternativa CORRETA sobre o texto acima:
Alternativas
Q4376864 Português
Leia o texto para responder a questão.


Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
Na defesa de sua tese, o autor faz uso de:
Alternativas
Q4376789 Português
Leia o texto para responder a questão.


Toda água poluída está contaminada?


Não. A água poluída é aquela que possui alterações físicas e químicas, causadas pelo lixo, por exemplo. Uma água com coloração, sabor e odor diferentes está poluída – mas essas características nem sempre são causadas por substâncias que provocam doenças no ser humano. Já a água contaminada contém bactérias, protozoários ou vírus, que podem levar a infecções e doenças, como cólera e esquistossomose. A água contaminada também pode conter substâncias químicas que fazem mal à saúde, como o chumbo. Ou seja, toda água contaminada está poluída, mas nem toda água poluída está contaminada. 
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta de acordo com o texto. 
Alternativas
Q4375242 Português
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)

    As recentes revelações das restrições impostas, há mais de meio século, à imigração de negros, judeus e asiáticos durante os governos de Dutra e Vargas chocaram os brasileiros amantes da democracia. Foram atos injustos, cometidos contra estes segmentos do povo brasileiro que tanto contribuíram para o engrandecimento de nossa nação.
    Já no Brasil atual, a imigração de estrangeiros parece liberalizada e imune às manchas do passado, enquanto que no continente europeu marcha-se a passos largos na direção de conflitos raciais onde a marca principal é o ódio dos radicais de direita aos imigrantes.     
    Na Europa, a história se repete com o mesmo enredo centenário: imigrantes são bem-vindos para reforçar a mão-de-obra local em momentos de reconstrução nacional ou de forte expansão econômica; após anos de dedicação e engajamento & vida local, começam a ser alvo da violência e da segregação. (O Globo, 13/7/01)  
Ao escrever que os atos injustos foram cometidos “contra esses segmentos do povo brasileiro...”, o autor do texto mostra que: 
Alternativas
Q4375241 Português
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)

    As recentes revelações das restrições impostas, há mais de meio século, à imigração de negros, judeus e asiáticos durante os governos de Dutra e Vargas chocaram os brasileiros amantes da democracia. Foram atos injustos, cometidos contra estes segmentos do povo brasileiro que tanto contribuíram para o engrandecimento de nossa nação.
    Já no Brasil atual, a imigração de estrangeiros parece liberalizada e imune às manchas do passado, enquanto que no continente europeu marcha-se a passos largos na direção de conflitos raciais onde a marca principal é o ódio dos radicais de direita aos imigrantes.     
    Na Europa, a história se repete com o mesmo enredo centenário: imigrantes são bem-vindos para reforçar a mão-de-obra local em momentos de reconstrução nacional ou de forte expansão econômica; após anos de dedicação e engajamento & vida local, começam a ser alvo da violência e da segregação. (O Globo, 13/7/01)  
Ao classificar os atos restritivos à imigração de injustos, o autor do texto mostra: 
Alternativas
Q4375240 Português
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)

    As recentes revelações das restrições impostas, há mais de meio século, à imigração de negros, judeus e asiáticos durante os governos de Dutra e Vargas chocaram os brasileiros amantes da democracia. Foram atos injustos, cometidos contra estes segmentos do povo brasileiro que tanto contribuíram para o engrandecimento de nossa nação.
    Já no Brasil atual, a imigração de estrangeiros parece liberalizada e imune às manchas do passado, enquanto que no continente europeu marcha-se a passos largos na direção de conflitos raciais onde a marca principal é o ódio dos radicais de direita aos imigrantes.     
    Na Europa, a história se repete com o mesmo enredo centenário: imigrantes são bem-vindos para reforçar a mão-de-obra local em momentos de reconstrução nacional ou de forte expansão econômica; após anos de dedicação e engajamento & vida local, começam a ser alvo da violência e da segregação. (O Globo, 13/7/01)  
Em relação ao primeiro período do texto, o segundo: 
Alternativas
Q4375239 Português
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)

    As recentes revelações das restrições impostas, há mais de meio século, à imigração de negros, judeus e asiáticos durante os governos de Dutra e Vargas chocaram os brasileiros amantes da democracia. Foram atos injustos, cometidos contra estes segmentos do povo brasileiro que tanto contribuíram para o engrandecimento de nossa nação.
    Já no Brasil atual, a imigração de estrangeiros parece liberalizada e imune às manchas do passado, enquanto que no continente europeu marcha-se a passos largos na direção de conflitos raciais onde a marca principal é o ódio dos radicais de direita aos imigrantes.     
    Na Europa, a história se repete com o mesmo enredo centenário: imigrantes são bem-vindos para reforçar a mão-de-obra local em momentos de reconstrução nacional ou de forte expansão econômica; após anos de dedicação e engajamento & vida local, começam a ser alvo da violência e da segregação. (O Globo, 13/7/01)  
Se as restrições de imigração eram impostas a negros, judeus e asiáticos, podemos dizer que havia, nesse momento, uma discriminação de origem: 
Alternativas
Q4375238 Português
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)

    As recentes revelações das restrições impostas, há mais de meio século, à imigração de negros, judeus e asiáticos durante os governos de Dutra e Vargas chocaram os brasileiros amantes da democracia. Foram atos injustos, cometidos contra estes segmentos do povo brasileiro que tanto contribuíram para o engrandecimento de nossa nação.
    Já no Brasil atual, a imigração de estrangeiros parece liberalizada e imune às manchas do passado, enquanto que no continente europeu marcha-se a passos largos na direção de conflitos raciais onde a marca principal é o ódio dos radicais de direita aos imigrantes.     
    Na Europa, a história se repete com o mesmo enredo centenário: imigrantes são bem-vindos para reforçar a mão-de-obra local em momentos de reconstrução nacional ou de forte expansão econômica; após anos de dedicação e engajamento & vida local, começam a ser alvo da violência e da segregação. (O Globo, 13/7/01)  
A seleção vocabular do primeiro período do texto permite dizer que: 
Alternativas
Q4334646 Português

A Cruz da Estrada



 Castro Alves


Caminheiro que passas pela estrada,

Seguindo pelo rumo do sertão,

Quando vires a cruz abandonada,

Deixa-a em paz dormir na solidão. 



Que vale o ramo do alecrim cheiroso

Que lhe atiras nos braços ao passar?

Vais espantar o bando buliçoso

Das borboletas, que lá vão pousar. 


É de um escravo humilde sepultura,

Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.

Deixa-o dormir no leito de verdura,

Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs. 


Não precisa de ti. O gaturamo

Geme, por ele, à tarde, no sertão.

E a juriti, do taquaral no ramo,

Povoa, soluçando, a solidão. 


Dentre os braços da cruz, a parasita,

Num abraço de flores se prendeu.

Chora orvalhos a grama, que palpita;

Lhe acende o vaga-lume o facho seu. 


Quando, à noite, o silêncio habita as matas,

A sepultura fala a sós com Deus.

Prende-se a voz na boca das cascatas,

E as asas de ouro aos astros lá nos céus.


Caminheiro! do escravo desgraçado

o sono agora mesmo começou!

Não lhe toques no leito de noivado,

Há pouco a liberdade o despousou. 


ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:

Tecnoprint, 1985. 




O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir: 

Sobre o poema:


1. Segundo o eu lírico a morte representa para o escravo a possibilidade de libertação. 


2. O eu lírico repreende o caminheiro por acreditar que o gesto de piedade não fará mais diferença para o escravo.


3. Ao morrer o escravo é recebido por Deus e pela natureza.


4. A “voz” lamentosa do eu lírico reforça o quão ditosa foi a vida do escravo. 

Alternativas
Q4334645 Português

A Cruz da Estrada



 Castro Alves


Caminheiro que passas pela estrada,

Seguindo pelo rumo do sertão,

Quando vires a cruz abandonada,

Deixa-a em paz dormir na solidão. 



Que vale o ramo do alecrim cheiroso

Que lhe atiras nos braços ao passar?

Vais espantar o bando buliçoso

Das borboletas, que lá vão pousar. 


É de um escravo humilde sepultura,

Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.

Deixa-o dormir no leito de verdura,

Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs. 


Não precisa de ti. O gaturamo

Geme, por ele, à tarde, no sertão.

E a juriti, do taquaral no ramo,

Povoa, soluçando, a solidão. 


Dentre os braços da cruz, a parasita,

Num abraço de flores se prendeu.

Chora orvalhos a grama, que palpita;

Lhe acende o vaga-lume o facho seu. 


Quando, à noite, o silêncio habita as matas,

A sepultura fala a sós com Deus.

Prende-se a voz na boca das cascatas,

E as asas de ouro aos astros lá nos céus.


Caminheiro! do escravo desgraçado

o sono agora mesmo começou!

Não lhe toques no leito de noivado,

Há pouco a liberdade o despousou. 


ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:

Tecnoprint, 1985. 




O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir: 

O poeta: 
Alternativas
Respostas
26601: C
26602: B
26603: C
26604: A
26605: D
26606: B
26607: D
26608: B
26609: C
26610: A
26611: C
26612: A
26613: C
26614: C
26615: B
26616: C
26617: A
26618: C
26619: A
26620: B