Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Assinale a alternativa cuja locução destacada pode ser substituída por um adjetivo correspondente (entre parênteses) sem alterar o sentido do texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Palavras e Ideias
01---------Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston,
02---e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu ____ um teste de vocabulário
03---100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais
04---tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de
05---direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
06---------Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário;
07---outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.
08---------Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo ____ palavras suficientes e adequadas
09---___ expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições
10---de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja
11---insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.
12---------Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o
13---revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que
14---“amanhã tenho uma aula ____ 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio
15---dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e
16---inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento
17---mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender
18---e até mesmo de sentir.
19---------Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto
20---mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso
21---e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas
22---rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos,
23---dos infantes e dos irracionais.
(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)
Na linha 08, a conjunção ‘Mas’ pode ser substituída pelas seguintes conjunções, sem mudança no sentido da oração:
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A TRISTEZA PERMITIDA
Se eu disser pra você que acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora, e o céu convidava para a farra de viver. Mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que normalmente faço, sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair para compras e reuniões — se eu disser que foi assim, o que você me diz”? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem para sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer para eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro da nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. Depressão é coisa muito mais séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários Ou com si mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente — as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga
nestas noites quentes de verão
e não importa que mil raios partam
qualquer sentido vago de razão
eu ando tão down...”
Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar o seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinicius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor — até que venha a próxima, normais que somos.
Martha Medeiros
Em "...e me recomenda um ANTIDEPRESSIVO...", a palavra em destaque foi formada pelo mesmo processo que:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: baichar.
II. Na frase “jamais descansarei” ocorre substantivo.
III. Recebe acento o vocábulo seguinte: figurádo.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A grafia do adjetivo seguinte está correta: excandalozo.
II. É assegurado à criança o direito de ser respeitada por seus educadores na escola.
III. A grafia do adjetivo seguinte está correta: enpremdedor.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O adjetivo destacado em letras maiúsculas na frase seguinte é composto: Vendemos uma camisa AMARELO-CANÁRIO.
II. Ao definir o trabalho com orientação sexual como uma de suas competências, a escola estará incluindo-o no seu projeto educativo.
III. As palavras seguintes foram grafadas corretamente: subscrever; misógino; subordinado.
Marque a alternativa CORRETA:
Todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Em relação à estrutura das palavras, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) As palavras mar, sol e ar não podem dividir-se em formas menores significativas porque só apresentam um elemento mórfico: o radical.
(---) As desinências nominais marcam as flexões de número, pessoa, tempo e modo.
(---) Tema é o radical acrescido da vogal temática.
Analisar os itens abaixo:
I - Uma das características do signo linguístico é a sua arbitrariedade.
II - Uma língua não é um sistema.
III - O significante possui natureza auditiva.
Estão CORRETOS:
Sobre linguagem, língua e fala, analisar os itens abaixo:
I - A linguagem é heterogênea.
II - A língua é exterior ao indivíduo, que, por si só, não pode nem criá-la nem modificá-la.
III - A fala é um ato individual de vontade.
Estão CORRETOS:
Ceará é líder no país em exportação de água de coco Os produtos pertencentes à classificação de água de coco são os principais nas relações comerciais do Ceará com o mundo. (Por G1 CE 12/06/2018 07h59)
O Ceará em 2018, assim como em 2017, segue como terceiro maior exportador de bebidas do Brasil - atrás apenas de São Paulo e do Paraná. As vendas externas cearenses do setor de janeiro a abril, porém, foram no sentido contrário à tendência nacional de crescimento, registrando uma discreta retração de 5,0% em relação ao ano de 2017, alcançando no acumulado do ano o montante de US$ 23,2 milhões.
Já nas importações, o estado exibiu uma queda de 36,7% em relação ao ano anterior, bem acima da média nacional que foi de 1,5%. Os dados são do estudo Ceará de maio, produzidos pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações obtidas de janeiro a abril de 2018.
Os produtos pertencentes à classificação de água de coco são os principais nas relações comerciais do Ceará com o mundo. Foram os mais exportados, com um valor de US$ 13,8 milhões em 2018, colocando o Ceará na liderança entre os estados brasileiros exportadores de água de coco.
Destaca-se, todavia, a queda significante nas exportações de “sucos (sumo) de outras frutas, não fermentado, sem adição de açúcar”, que reduziram suas vendas em 80,4% do último ano para o atual. O suco de acerola ganha o destaque pela performance positiva no mesmo período, saindo de US$ 1,3 milhão em 2017, para US$ 3,3 milhões em 2018.
Do lado das importações, lidera também a água de coco, contabilizando US$ 2,9 milhões. Principal destino das exportações cearenses, os EUA reduziram as compras de bebidas do Estado em 17%, mas ainda são responsáveis por 60% do total exportado. A Holanda assumiu a segunda colocação nessa lista exibindo crescimento de 202,3%, saindo de US$ 944,7 mil para US$ 2,9 milhões entre 2017 e 2018.
Leia a frase a seguir e marque a opção em que o plural se dá seguindo o padrão do termo em destaque. Do lado das importações, lidera também a água de coco.
UM PADRÃO IDEAL DA LÍNGUA
(1º§) Existem, na língua, padrões reais e padrões ideais de linguagem.
(2º§) Padrão ideal é o que se espera que o falante diga numa situação de formalidade.
(3º§) Padrão real é o que o falante diz em situações informais ou em situações em que o falante recusa ou ignora a formalidade. O que se ensina na escola, nas aulas de português, são padrões ideais [...].
(4º§) Quando alguém, com exagero, afirma que determinado orador “assassina” o português, o que ele está dizendo é que esse orador não aprendeu ou não respeita os padrões ideais de um registro adequado à situação de formalidade em que o discurso se realiza.
(5º§) Embora uma pessoa entre na escola respirando, ouvindo ou enxergando, não é exagero dizer que ela ainda não sabe respirar, ouvir ou enxergar adequadamente em certas situações. O mesmo ocorre com a língua.
(6º§) Entra-se na escola falando-se o português. Mas é aprendendo a falar a própria língua que um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala.
(7º§) A língua não tem apenas uma função social. [...]
(Por: Dr. José Augusto Carvalho. Doutor em Letras. Língua Portuguesa, ano 8, dez. 2012.)
Sobre o trecho: “Mas é aprendendo a1 falar a2 própria língua que3 um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala”. - Marque a alternativa com afirmação incorreta.
Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09.
Uma história literária do fanatismo
___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso.
___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
A passagem do texto em que o(s) termo(s) destacado(s) imprime(m) ao contexto ideia de comparação é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Todo mundo tem pelo menos um esqueleto escondido no armário
- Quando o suposto “defeito” fica na parte de fora da gente, aprendemos a disfarçá-lo;
- com cortes de cabelo, maquiagem, roupas que nos favoreçam, filtros fotográficos e o que mais
- estiver ao nosso alcance para que possamos exibir ao mundo uma imagem mais aceita e
- “curtível”. Já quando a incongruência vem de dentro, do nosso caráter ou do nosso DNA
- afetivo, aí a coisa fica um pouquinho mais complicada. Para nossas distorções internas não ___
- filtro, roupa de grife ou tratamento estético que dê jeito. O mais estranho é que, talvez, seja
- exatamente essa maior dificuldade encontrada o que nos torna tão especialistas em camuflar
- nossas partes internas mais densas, pesadas, estranhas e rejeitadas. Por exemplo, já reparou
- como todo mundo se sente vítima da inveja, mas ninguém assume ser invejoso? Essa conta
- simplesmente não fecha; sobra “x”, sobra incógnitas, sobra dividendos e zeros depois da
- vírgula. E a explicação para essa transgressão matemática é muito simples: a nossa
- configuração interna não é exata, não flutua segundo a orientação dos maravilhosos (e
- assustadores) algoritmos, não há fórmula racional possível para equalizar nossas demandas
- emocionais, nossas batalhas diárias contra nosso mais terrível inimigo: a falta de
- autoconhecimento.
- Somos completos estranhos para nós mesmos. Essa personagem que acorda conosco
- dentro de nós apenas imagina quem seja essa outra personagem que a gente vê no espelho, e
- vice-versa. Somos pelo menos dois tentando fazer dar certo um casamento indissolúvel. O fato
- é que passamos a vida julgando os outros, querendo os outros, desejando os outros, rejeitando
- os outros, perseguindo os outros e descartando os outros, para tentar escapar do nosso
- intransferível destino: somos completamente incapazes de sentir por nós mesmos todas essas
- complexas paixões de aproximação e desapego. Então, para não termos de encarar de frente
- esse desafio enorme que é desencavarmos esse fóssil humano de nós mesmos, soterrado sob
- inúmeras camadas de poeira, pedra e lágrimas, seguimos fingindo que está tudo bem.
- Arranjamos jeitos de doer menos, nos cercamos de crenças – religiosas ou não – para nos
- acalmar a angústia diante da nossa indisfarçável imperfeição. Seguimos recitando pequenas
- ladainhas, invocando algum deus ou sábio, a fim de explicar ou abençoar nossas pretensões à
- uma suposta santidade ou – ainda mais ambiciosos – a fim de alcançar uma coisa chamada
- “paz interior”.
- É, companheiro, só a gente mesmo para entender o quão complexo, custoso e
- desafiador é carregar-nos todo santo dia para cima e para baixo. E haja academia, terapia,
- creme hidratante, plástica capilar, fruta orgânica e receitas sem carboidrato para caber em tão
- descabida expectativa. Quem sabe não esteja na hora de visitarmos aquele porão esquecido,
- frio e escurinho. Abrir aquele armário secreto, trancado a sete chaves e dar uma boa olhada
- naquele esqueletinho que padece ali, abandonado e sem afeto. Imagine cada um de nós
- andando por aí com seu podre revelado… Talvez, de início se instalasse o caos. Sim, _______
- desacostumamos demais da verdade. Porque, no começo, insistiríamos em afirmar que o
- esqueleto do outro é muito mais temível do que o nosso. Entretanto, passado um tempo…
- acabaríamos compreendendo que não há uma variedade assim tão grande de defeitos. Nossos
- horrores internos são, na verdade, muito mais parecidos do que a nossa vitrine inventada e
- mantida com tanto custo. Reveladas nossas entranhas esquisitas, acabaríamos tirando um peso
- enorme do peito e das costas e descobriríamos que nossas faltas, assim como nossos excessos,
- são apenas casquinhas de feridas que ainda não aprendemos a curar.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/todo-mundo-tem-pelo-menos-um-esqueleto-escondido-no-armario/. Acesso em 9 set. 2018.
Quanto à sua classificação, o termo “já” (l. 08) é considerado um advérbio de:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Gênero significa bem mais do que sexo. Trata-se de uma noção gramatical que se atribui a todos os substantivos, que são ou masculinos ou femininos, independentemente de se referirem a seres sexuados ou não.
II. Em relação à noção gramatical de gênero, é correto afirmar que ser masculino ou feminino é, para a maioria dos nomes, uma imposição gramatical que não interfere no significado.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O número é uma noção gramatical que distingue um elemento (singular) e mais de um elemento (plural).
II. Os morfemas são os elementos mínimos das emissões linguísticas que contêm um significado individual.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O conceito de composição remete ao processo de formação de palavras pela separação de dois ou mais radicais.
II. Nos pronomes, há três categorias inexistentes nos nomes: gênero ativo, passivo e reflexivo.
Marque a alternativa CORRETA: