Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q4416940 Português
No dia 11 de setembro de 2001, a longa guerra da Jihad contra o McMundo culminou num ataque aterrorizantemente inédito e absolutamente assustador ao templo da livre empresa na cidade de Nova York e à catedral do poder militar americano em Washington. Ao derrubar as torres gêmeas do World Trade Center e destruir uma ala do Pentágono com diabólicas bombas humanas, os guerreiros jihadianos inverteram a dinâmica da luta entre Jihad e McMundo, escrevendo uma nova página numa história ainda em andamento. Até então, o avanço aparentemente inelutável da história em direção a uma pós-modernidade complacente parecia estar favorecendo o triunfo final do McMundo – uma vitória histórica das instituições do livre mercado e do materialismo tão diligentemente comercializado e tão ambiciosamente secularista do McMundo. Hoje, o resultado do confronto entre o futuro e a reação radical que lhe é oposta já não parece tão certo. No momento em que o mundo entra numa nova etapa de guerra subterrânea contra um inimigo invisível, o choque entre Jihad e McMundo volta a ter uma contundente relevância se quisermos entender por que a resposta moderna ao terror não pode ser exclusivamente militar ou tática, devendo contemplar um compromisso com a democracia e a justiça, ainda quando estas se apresentarem numa relação de tensão com o compromisso de expansionismo cultural e mercados globais. Se quisermos que tenha êxito, a guerra contra o terrorismo terá também de ser uma guerra pela justiça, e não apenas no sentido conferido à expressão pelo presidente George W. Bush em seu discurso no Congresso. (BARBER, Benjamin in Jihad x McMundo. São Paulo: Record, 2003, p. 11).
Assinale a alternativa em que o substantivo ligado ao verbo está empregado de forma INCORRETA:
Alternativas
Q4416939 Português
No dia 11 de setembro de 2001, a longa guerra da Jihad contra o McMundo culminou num ataque aterrorizantemente inédito e absolutamente assustador ao templo da livre empresa na cidade de Nova York e à catedral do poder militar americano em Washington. Ao derrubar as torres gêmeas do World Trade Center e destruir uma ala do Pentágono com diabólicas bombas humanas, os guerreiros jihadianos inverteram a dinâmica da luta entre Jihad e McMundo, escrevendo uma nova página numa história ainda em andamento. Até então, o avanço aparentemente inelutável da história em direção a uma pós-modernidade complacente parecia estar favorecendo o triunfo final do McMundo – uma vitória histórica das instituições do livre mercado e do materialismo tão diligentemente comercializado e tão ambiciosamente secularista do McMundo. Hoje, o resultado do confronto entre o futuro e a reação radical que lhe é oposta já não parece tão certo. No momento em que o mundo entra numa nova etapa de guerra subterrânea contra um inimigo invisível, o choque entre Jihad e McMundo volta a ter uma contundente relevância se quisermos entender por que a resposta moderna ao terror não pode ser exclusivamente militar ou tática, devendo contemplar um compromisso com a democracia e a justiça, ainda quando estas se apresentarem numa relação de tensão com o compromisso de expansionismo cultural e mercados globais. Se quisermos que tenha êxito, a guerra contra o terrorismo terá também de ser uma guerra pela justiça, e não apenas no sentido conferido à expressão pelo presidente George W. Bush em seu discurso no Congresso. (BARBER, Benjamin in Jihad x McMundo. São Paulo: Record, 2003, p. 11).
Na expressão “tão diligentemente comercializado” (linha 18), a expressão “diligentemente” pode ser classificada como:
Alternativas
Q4416938 Português
No dia 11 de setembro de 2001, a longa guerra da Jihad contra o McMundo culminou num ataque aterrorizantemente inédito e absolutamente assustador ao templo da livre empresa na cidade de Nova York e à catedral do poder militar americano em Washington. Ao derrubar as torres gêmeas do World Trade Center e destruir uma ala do Pentágono com diabólicas bombas humanas, os guerreiros jihadianos inverteram a dinâmica da luta entre Jihad e McMundo, escrevendo uma nova página numa história ainda em andamento. Até então, o avanço aparentemente inelutável da história em direção a uma pós-modernidade complacente parecia estar favorecendo o triunfo final do McMundo – uma vitória histórica das instituições do livre mercado e do materialismo tão diligentemente comercializado e tão ambiciosamente secularista do McMundo. Hoje, o resultado do confronto entre o futuro e a reação radical que lhe é oposta já não parece tão certo. No momento em que o mundo entra numa nova etapa de guerra subterrânea contra um inimigo invisível, o choque entre Jihad e McMundo volta a ter uma contundente relevância se quisermos entender por que a resposta moderna ao terror não pode ser exclusivamente militar ou tática, devendo contemplar um compromisso com a democracia e a justiça, ainda quando estas se apresentarem numa relação de tensão com o compromisso de expansionismo cultural e mercados globais. Se quisermos que tenha êxito, a guerra contra o terrorismo terá também de ser uma guerra pela justiça, e não apenas no sentido conferido à expressão pelo presidente George W. Bush em seu discurso no Congresso. (BARBER, Benjamin in Jihad x McMundo. São Paulo: Record, 2003, p. 11).
No trecho “Hoje, o resultado do confronto entre o futuro e a reação radical que lhe é oposta...” (linha 21), a expressão “entre” pode ser definida como: 
Alternativas
Q4416935 Português
No dia 11 de setembro de 2001, a longa guerra da Jihad contra o McMundo culminou num ataque aterrorizantemente inédito e absolutamente assustador ao templo da livre empresa na cidade de Nova York e à catedral do poder militar americano em Washington. Ao derrubar as torres gêmeas do World Trade Center e destruir uma ala do Pentágono com diabólicas bombas humanas, os guerreiros jihadianos inverteram a dinâmica da luta entre Jihad e McMundo, escrevendo uma nova página numa história ainda em andamento. Até então, o avanço aparentemente inelutável da história em direção a uma pós-modernidade complacente parecia estar favorecendo o triunfo final do McMundo – uma vitória histórica das instituições do livre mercado e do materialismo tão diligentemente comercializado e tão ambiciosamente secularista do McMundo. Hoje, o resultado do confronto entre o futuro e a reação radical que lhe é oposta já não parece tão certo. No momento em que o mundo entra numa nova etapa de guerra subterrânea contra um inimigo invisível, o choque entre Jihad e McMundo volta a ter uma contundente relevância se quisermos entender por que a resposta moderna ao terror não pode ser exclusivamente militar ou tática, devendo contemplar um compromisso com a democracia e a justiça, ainda quando estas se apresentarem numa relação de tensão com o compromisso de expansionismo cultural e mercados globais. Se quisermos que tenha êxito, a guerra contra o terrorismo terá também de ser uma guerra pela justiça, e não apenas no sentido conferido à expressão pelo presidente George W. Bush em seu discurso no Congresso. (BARBER, Benjamin in Jihad x McMundo. São Paulo: Record, 2003, p. 11).
A expressão “inelutável”, utilizada no texto (linha 13) é sinônimo de: 
Alternativas
Q4416663 Português
Assinale a alternativa em que o sufixo NÃO indica noção coletiva do substantivo.
Alternativas
Q4406664 Português
As palavras “nódulo”, “prancheta”, “lobaz” e “casebre” estão, respectivamente, nos graus:
Alternativas
Q4406660 Português
Analise o texto a seguir e, em seguida, responda à questão:

Q1_10.png (382×352)


O nome “Moisés” pode ser definido como um substantivo:
Alternativas
Q4406636 Português

Leia o texto.


É pelas palavras que conhecemos as pessoas.


Certa vez um homem invejoso encontrou um homem de quem sentiu inveja; então começou a insultá-lo. O bom homem apenas ouviu calado. Isso cansou o invejoso que se retirou e foi embora.


— Senhor, porque não revidastes as agressões verbais que aquele homem te fez?


— Cada um só pode dar ao outro o que possui no coração. Eu não posso pagar com uma coisa que não possuo dentro de mim; mas ao ficar calado eu não aceitei o seu presente, então ele o levou consigo.


Reconhece-se a árvore pelos frutos. O homem, bom ou mau, só consegue dar verdadeiramente aquilo de que seu coração está abastecido.


Paulo Fernandesky

(disponível em: http://www.paralerepensar.com.br)

Assinale a alternativa que apresenta um substantivo coletivo.
Alternativas
Q4406635 Português

3-4.jpg (296×312)


http://hqsediversidades.blogspot.com.br/p/ tirinhas-da-turma-da-monica.html

Assinale a alternativa correta sobre a frase do primeiro quadrinho.
Alternativas
Q4406404 Português

A raposa


Existiu um Lenhador que acordava às 6h da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.


Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.


Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.


Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.


Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.


Quando ela sentisse fome comeria a criança.


O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem.


A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:


— “Lenhador abra os olhos!  

A Raposa vai comer seu filho."


— “Quando sentir fome, comerá seu filho!“


Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários – ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada … O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa…


Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta …


O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.


Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar…, mas principalmente nunca tome decisões precipitadas…


Autor desconhecido. Acesso em http://www.paralerepensar.com.br

Veja a tirinha.


5.jpg (297×305)


Assinale a alternativa verdadeira.

Alternativas
Q4406403 Português

A raposa


Existiu um Lenhador que acordava às 6h da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.


Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.


Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.


Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.


Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.


Quando ela sentisse fome comeria a criança.


O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem.


A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:


— “Lenhador abra os olhos!  

A Raposa vai comer seu filho."


— “Quando sentir fome, comerá seu filho!“


Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários – ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada … O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa…


Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta …


O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.


Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar…, mas principalmente nunca tome decisões precipitadas…


Autor desconhecido. Acesso em http://www.paralerepensar.com.br

Assinale a alternativa em que o substantivo foi corretamente colocado no plural. 
Alternativas
Q4406402 Português

A raposa


Existiu um Lenhador que acordava às 6h da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.


Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.


Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.


Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.


Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.


Quando ela sentisse fome comeria a criança.


O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem.


A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:


— “Lenhador abra os olhos!  

A Raposa vai comer seu filho."


— “Quando sentir fome, comerá seu filho!“


Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários – ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada … O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa…


Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta …


O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.


Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar…, mas principalmente nunca tome decisões precipitadas…


Autor desconhecido. Acesso em http://www.paralerepensar.com.br

Assinale a alternativa que contém somente palavras femininas.
Alternativas
Q4404485 Português

Atenção! O texto servirá de subsídio para a questão



Minhas maturidade



Circunspecção, siso, prudência.


Mario Prata



    É o que o homem pensa durante anos, enquanto envelhece. Já está perto dos 50 e a pergunta ainda martela. Um dia ele vai amadurecer.


    Quando um homem descobre que não é necessário escovar os dentes com tanta rapidez, tenha certeza, ele virou um homem maduro. Só sendo mesmo muito imaturo para escovar os dentes com tanta pressa.


    E o amarrar do sapato pode ser mais tranquilo, arrumando-se uma posição menos incômoda, acertando as pontas.


    Não sente culpa de nada. Mas, se sente, sofre como nunca. Mas já é capaz de assistir à sessão da tarde sem a culpa a lhe desviar a atenção.


    É um homem mais bonito, não resta a menor dúvida.


    Homem maduro não bebe, vai à praia.


    Não malha: a malhação denota toda a imaturidade de quem a faz. Curtir o corpo é ligeiramente imaturo.


    ( ...)


    A maturidade faz com que ele não possa mais fazer algumas coisas. Se pega pensando: sou um homem maduro. Um homem maduro não pode fazer isso.


    O homem maduro começa, pouco a pouco, a se irritar com as pessoas imaturas.


    Depois de um tempo, percebe que está começando é a sentir inveja dos imaturos. 


    Será que os imaturos são mais felizes?, pensa, enquanto começa a escovar os dentes depressa, mais depressa, mais depressa ainda.


    O homem maduro é de uma imaturidade a toda prova.


    Meu Deus, o que será de nós, os maduros?



O texto acima foi extraído do livro "Minhas tudo", Editora Objetiva Ltda - Rio de Janeiro, 2001, pág. 99. Fonte: http://www.releituras.com/marioprata_menu.asp.

Observe a sentença a seguir e a função morfológica (classe de palavras) das palavras em destaque:



“É um homem mais bonito, não resta a menor dúvida.”



É correto afirmar que as palavras em destaque, são respectivamente: 

Alternativas
Q4397888 Português
É do gênero masculino e não feminino: 
Alternativas
Q4393966 Português
É do gênero masculino e não feminino: 
Alternativas
Q4393880 Português
Não é exemplo de concordância nominal: 
Alternativas
Q4393878 Português
É formado por um só radical:
Alternativas
Q4393876 Português
É do gênero masculino e não feminino: 
Alternativas
Q4385707 Português
Assinale a alternativa que corresponde o antonímia de inteiro.
Alternativas
Respostas
19401: B
19402: A
19403: C
19404: C
19405: C
19406: E
19407: B
19408: A
19409: C
19410: C
19411: A
19412: E
19413: B
19414: C
19415: A
19416: A
19417: C
19418: B
19419: A
19420: B