Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q1890666 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. O número é uma categoria gramatical inerente primariamente ao substantivo, que se refere aos objetos substantivos, considerando-os na sua unidade da classe a que pertencem (é o número singular) ou no seu conjunto de dois ou mais objetos da mesma classe (é o número plural).
II. Os numerais são classificados em cardinais, ordinais, multiplicativos ou fracionários. Do ponto de vista semântico, o numeral indica quantidade exata, ordem numérica, múltiplo ou fração de pessoas ou coisas.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1890084 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Na derivação parassintética, ocorre a adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta necessariamente em uma forma existente na língua portuguesa.
II. São exemplos de adjetivos as seguintes palavras: bovino, carreata, insegurança, reagir e correição.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1890083 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Um exemplo de que o numeral ordinal nunca se flexiona em relação ao substantivo pode ser visto na frase: “O erro está no capítulo segundo”.
II. A composição por aglutinação está presente nos seguintes exemplos: “pernilongo”, “planalto”, “boquiaberta”, “embora”, “fidalgo”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1887257 Português

Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.



A preposição “em” (linha 18) foi empregada em razão da regência do verbo “descubra” (linha 17).

Alternativas
Q1887248 Português

Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.



Na linha 2, a substituição do artigo “A” por Na, assim como da forma verbal “tem” por há suprimiria a coloquialidade, além de manter a correção, o sentido original e as relações sintáticas entre os termos do trecho.

Alternativas
Q1886655 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



      Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. A vida já é um caos, e por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia a dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos, e de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.

      Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente é ele, pobre dele! Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e ponto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselhos para tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

      Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor ideia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm porque se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não. Tudo o que é mais difícil é mais gostoso, mas ... a realidade já é dura, piora se for densa. Dura, densa e bem ruim.

      Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir ... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração! Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios, por isso, cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche.



(JABOR, Arnaldo. A idiotice é vital para a felicidade. Adaptado). 

“... alguém que tem conselho para tudo, soluções sensatas, ‘mas’ não consegue rir quando tropeça?”

O termo destacado desempenha a função de conjunção
Alternativas
Q1886439 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao plural dos substantivos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1883977 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20575/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 35, a expressão “desde que” indica a ideia de ___________ e poderia ser substituída por __________, desde que ___________ realizadas alterações no período.

Assinale a alternativa que preenche, correta respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q1883189 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Segundo Cegalla, conjunção é uma palavra invariável que liga orações ou palavras da mesma oração. Considerando a definição, observe a ocorrência da locução conjuntiva ‘uma vez que’ (linha 01) e indique a alternativa que apresenta corretamente a ideia expressa pela locução, bem como a correta possibilidade de substituição sem provocar alteração ao sentido do período em que se insere.

Alternativas
Q1883187 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.



Relativamente à palavra ‘atingindo’ (l. 08), avalie as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Trata-se de uma forma verbal no gerúndio, o qual, conforme preconiza Cegalla, enuncia simplesmente um fato, de maneira vaga, imprecisa, impessoal.

( ) Possui em sua estrutura dois dígrafos vocálicos, os quais garantem que o vocábulo tem mais letras que fonemas.

( ) Em sua formação, evidencia-se a ocorrência de prefixo, sufixo e desinências verbais.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1883182 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.




De acordo com Ingedore Kock, “o conceito de coesão textual diz respeito a todos os processos de sequencialização que asseguram (ou tornam recuperável) uma ligação linguística significativa entre os elementos que ocorrem na superfície textual”. Avalie, portanto, as afirmações que seguem, relativamente aos elementos coesivos presentes no fragmento de texto acima: orações. Trata-se de um conector que estabelece relação de adição.


I. Na linha 01, o elemento ‘e’ é uma conjunção que permite estabelecer relação significativa entre orações. Trata-se de um conector que estabelece relação de adição.

II. Na linha 03, a expressão ‘esses indivíduos’ é um exemplo de coesão referencial situacional exófora.

III. A relação de referência (ou remissão) não se estabelece apenas entre a forma remissiva e o elemento de referência, mas também entre os contextos que envolvem ambos. A remissão pode se constituir em uma catáfora ou em uma anáfora. Na linha 09 do trecho, o pronome pessoal ‘ela’ retoma a expressão ‘vida’ na mesma linha.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1882222 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



As lições das árvores que perdem as folhas no outono





(Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/lira-neto/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 


Assinale a alternativa que indica o número correto de artigos presente no trecho a seguir: “Mas já é possível sentir a mutação térmica, bem como testemunhar a tonalidade alaranjada dos primeiros raios de luz a inundar o horizonte, rompendo o nevoeiro da manhã.” 
Alternativas
Q1880703 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://frotas.unidas.com.br/blog/entenda-os-grandes-riscos-de-usar-o-celular-no-transito/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
A palavra “Porém” (linha 18), considerando o contexto, deve ser classificada como:
Alternativas
Q1880699 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://frotas.unidas.com.br/blog/entenda-os-grandes-riscos-de-usar-o-celular-no-transito/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta um adjetivo, um substantivo e um artigo, nessa ordem. 
Alternativas
Q1880119 Português

FUGA


De repente você resolve: fugir.

Não sabe para onde nem como

nem por quê (no fundo você sabe

a razão de fugir; nasce com a gente).

É preciso FUGIR.

Sem dinheiro sem roupa sem destino.

Esta noite mesmo. Quando os outros

estiverem dormindo.

Ir a pé, de pés nus.

Calçar botina era acordar os gritos

que dormem na textura do soalho.


Levar pão e rosca; para o dia.

Comida sobra em árvores

infinitas, do outro lado do projeto:

um verdor eterno,

frutescente (deve ser).

Tem à beira da estrada, numa venda.

O dono viu passar muitos meninos

que tinham necessidade de fugir

e compreende.

Toda estrada, uma venda

para a fuga.


Fugir rumo da fuga

que não se sabe onde acaba

mas começa em você, ponta dos dedos.

Cabe pouco em duas algibeiras

e você não tem mais do que duas.

Canivete, lenço, figurinhas

de que não vai se separar

(custou tanto a juntar).

As mãos devem ser livres

para pessoas, trabalhos, onças

que virão.


Fugir agora ou nunca. Vão chorar,

vão esquecer você? ou vão lembrar-se?

(lembrar é que é preciso,

compensa toda fuga.)

Ou vão amaldiçoá-lo, pais da Bíblia?

Você não vai saber. Você não volta nunca.

(Essa palavra nunca, deliciosa.)

Se irão sofrer, tanto melhor.

Você não volta nunca nunca nunca.

E será esta noite, meia-noite

Em ponto.


Você dormindo à meia-noite.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Fuga. In: Menino antigo.

Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. 155-156.

Assinale a alternativa em que a segunda oração NÃO veicula ideia de causa em relação ao fato expresso na primeira oração.
Alternativas
Q1880111 Português

FUGA

        Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

        — Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.

       Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

        — Pois então para de empurrar a cadeira.

        — Eu vou embora — foi a resposta.

        Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

        A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

       — Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

       — Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.

      Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa prevenido — uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

         — Meu filho, cuidado!

      O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

          — Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito comovido.

         — Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

         Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

          — Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

        — Me larga. Eu quero ir embora. Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

          — Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

          — Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

           E o barulho recomeçou.

Fonte: SABINO, Fernando. Fuga. In: Os melhores contos. Rio de Janeiro: Record, 1986. p.122-123. 

Em “Saiu agora mesmo com uma trouxinha (...)”, a palavra destacada apresenta valor adverbial, o que NÃO ocorre em:
Alternativas
Q1879943 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://exame.com/blog/sofia-esteves/volta-pandemia-comunicacao-nao-verbal/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra ou expressão de mesmo valor semântico ao da locução conjuntiva “à medida que” (l. 29).
Alternativas
Q1879939 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://exame.com/blog/sofia-esteves/volta-pandemia-comunicacao-nao-verbal/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra “abundância” (l. 25), analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso.

( ) Um sinônimo possível da palavra destacada seria “profusão”.
( ) Trata-se de um substantivo que pode ser classificado como polissílabo.
( ) A palavra possui o mesmo número de letras e fonemas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1878184 Português

TEXTO 10

TRECHO DA LETRA DO BAIÃO PARAÍBA (LANÇADO EM 1950)


Imagem associada para resolução da questão


HUMBERTO TEIXEIRA | nasceu em Iguatu, Ceará, em 5 de janeiro de 1915, e morreu no Rio de Janeiro, em 3 de outubro de 1979. Advogado, deputado federal, autor e compositor. É nacionalmente conhecido como parceiro de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Um grande sucesso da dupla é a composição Asa Branca, lançada em 1947.



Quando a lama virou pedra e mandacaru secou

Quando o ribaçã, de sede, bateu asa e voou

Foi aí que eu vim-me embora carregando a minha dor

Hoje eu mando um abraço pra ti, pequenina



Paraíba masculina, muié macho, sim sinhô

Paraíba masculina, muié macho, sim sinhô



(...)



TEXTO 11

TRECHO DA LETRA DE TERRA (LANÇADA EM 1993)



CAETANO VELOSO | Caetano Emanuel Vianna Teles Veloso nasceu em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, no dia 07 de agosto de 1942

Ninguém supõe a morena Dentro da estrela azulada Na vertigem do cinema Mando um abraço pra ti Pequenina como se eu fosse O saudoso poeta E fosses a Paraíba... 

Terra! Terra! Por mais distante O errante navegante Quem jamais te esqueceria?... (...)

Do cotejamento dos textos 10 e 11 pode-se inferir que: 

Alternativas
Respostas
15601: A
15602: D
15603: C
15604: E
15605: E
15606: D
15607: C
15608: E
15609: C
15610: B
15611: D
15612: B
15613: D
15614: C
15615: E
15616: A
15617: C
15618: C
15619: B
15620: A