Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Analise a frase abaixo.
“... falou em duas dificuldades em que “ninguém” havia pensado”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes gramaticais, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical da palavra “ninguém” na frase.
Animais têm sotaque?
Sim. Os biólogos chamam essas diferenças de dialetos. Essa é uma descoberta antiga: 2 mil anos atrás, Plínio, o naturalista romano, já havia observado que exemplares da mesma espécie de pássaro provenientes de lugares diferentes não soam iguais. Isso é possível porque as vocalizações de um sabiá ou bem-te-vi não vêm prontas no DNA: precisam ser aprendidas pelos bebês, exatamente como as linguagens humanas. E quando há aprendizado, a variação se torna inevitável. É importante diferenciar dialetos de variações genéticas. Galinhas brasileiras e chinesas provavelmente não pertencem à mesma linhagem. E pequenas variações anatômicas significam que elas vão cacarejar diferente. Mas essa é, por assim dizer, a “voz” dessas aves – não o sotaque. Outra possibilidade é que vocalizações diferentes evoluam por seleção natural conforme as necessidades de cada população. Essas são adaptações genéticas, e não variações culturais.
Fonte: VAIANO, Bruno. Oráculo. Revista Super Interessante, n. 424, p. 59, fev/2021.
O cadeado
Por: Ana Cristina Vieira de Souza (Cris da Rocha)
Adaptado de: https://psicologiaacessivel.net/2018/04/03/ocadeado/. Acesso em 23 abr. 2021.
Analisando o período acima e indique a alternativa CORRETA:
Como as aves migratórias conseguem se guiar pelo campo magnético?
Todos os anos, milhares de passarinhos fogem do inverno escandinavo e buscam refúgio ______ margens do Mediterrâneo, no sul da Europa. Eles sabem que rumo seguir ___________ a seleção natural os equipou com bússolas nos olhos.
O truque começa com proteínas localizadas nos olhos, conhecidas pelo código Cry4, que se quebram em duas moléculas menores quando são expostas ______ luz de comprimentos próximos da cor azul. Na época de migrar, a produção de Cry4 aumenta nos piscos.
Moléculas comuns têm elétrons que andam em pares, e os membros desses pares são opostos no que diz respeito a uma propriedade chamada spin, que tem a ver com magnetismo. O resultado desse cancelamento mútuo é que a maioria das moléculas não é influenciável por campos magnéticos.
Acontece que as moléculas geradas pela quebra da Cry4 são de um tipo especial: chamam-se “radicais” e têm elétrons solteiros – que, sem um spin oposto para cancelar o seu, agem como ímãs.
Após a quebra, os dois radicais podem tanto voltar a se unir na forma de Cry4 como gerar um novo produto, diferente do original. Como os radicais possuem elétrons não pareados, a porcentagem de pares de radicais que terá cada um desses destinos possíveis muda conforme a orientação do pássaro em relação ao campo magnético.
É assim que o pássaro sabe em que direção está indo. Outra questão é entender de que maneira o animal visualiza isso. Como é a sensação subjetiva de ter uma bússola instalada em nossos olhos?
É provável que os produtos da quebra da Cry4 afetem os demais receptores de luz nos olhos do pássaro, gerando regiões mais escuras ou claras em seu campo de visão. Ou seja: as aves migratórias saberiam para onde ir conforme uma espécie de filtro aplicado sobre a iluminação ambiente (mais ou menos como pilotos de caça veem informações projetadas na frente do capacete em um tipo de visor translúcido chamado HUD).
(Site: Abril - adaptado.)
I. A gramática atual considera que a raiz, o radical e o tema são elementos mórficos básicos e significativos.
II. Os afixos (prefixos e sufixos), a desinência e a vogal temática são elementos modificadores da significação da raiz, do radical e do tema.
III. A vogal de ligação é um elemento mórfico presente em construções da Língua Portuguesa, no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As palavras “aurífero” e “carbonífero” possuem o radical latino “-fero”, cujo sentido é de “que contém ou produz”.
II. O sentido do radical latino “-fugo” é de algo “que foge ou faz fugir”, como se pode observar nas palavras “centrífugo” e “febrífugo”.
III. Dentre os radicais latinos, a forma “Equi” tem o sentido de “maior”, como se pode perceber nos exemplos “equilátero” e “equidistante”.
Marque a alternativa CORRETA:
• Fique confortável, mas sem trabalhar na cama ou de pijama;
• Vale usar aplicativos que bloqueiam redes sociais por um período;
• Vale colocar uma garrafa de água ao lado do computador.
No contexto em que estão empregadas, as preposições destacadas formam, correta e respectivamente, expressões em que os sentidos são de:
Os adjetivos uniformes são os que apresentam uma só forma para acompanhar substantivos masculinos e femininos (1ª parte). Quanto aos biformes, os adjetivos seguem de perto as mesmas regras apontadas para os substantivos (2ª parte).
A sentença está:
A era do petróleo e algumas de suas histórias


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao/aspectos-historicoeconomicos – texto adaptado especialmente para esta prova).
A era do petróleo e algumas de suas histórias


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao/aspectos-historicoeconomicos – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. “Importantíssima” (l. 07) é o seu superlativo absoluto sintético.
II. “Muito importante” é o seu superlativo absoluto analítico.
III. “Ultraimportante” constitui uma das formas de superlativar a ideia contida nesse adjetivo.
Quais estão corretas?
Texto para o item.

Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.
Internet:<techoje.com.br>
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A conjunção “pois” (linha 23) é empregada no período
com sentido conclusivo.
Texto para o item.

Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.
Internet:<techoje.com.br>
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A conjunção “e” (linha 14, primeira ocorrência) liga, por
adição, duas orações subordinadas adjetivas de sentido
restritivo.
“Como estou só: Afago casas tortas, Falo com o mar na rua suja... Nu e liberto levo o vento No ombro de losangos amarelos.” (Manoel de Barros, em “Meu quintal é maior do que o mundo”, 2015)






