Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3950086 Português

Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontouracomo-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “aclamado” no trecho “O aclamado tônicoImagem associada para resolução da questão que continua no mercado” (l. 03), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Considerando sua função sintática, “aclamado” é um adjunto adnominal.
( ) Trata-se de um adjetivo formado por derivação prefixal.
( ) Na situação em que ocorre no texto, poderia ser substituída por “reconhecido” sem causar alteração significativa ao sentido original do trecho.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3949958 Português
Embora muitos animais chorem alto quando filhotes para sinalizar sofrimento, eles não possuem as vias cerebrais necessárias para produzir lágrimas em resposta a emoções complexas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1 gxeo.adaptado.adaptado)

Considerando o emprego das classes de palavras no período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949814 Português
No banco dos réus


Por Cláudia Laitano


Q1_10.png (708×546)


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reuscml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego e o sentido dos diferentes tipos de pronomes, analise as assertivas a seguir:

I. Em “garantia aquela dose extra de fôlego indispensável para enfrentar o dia ___ dia” (l. 04-05), “aquela” é pronome demonstrativo e indica a intensificação de uma ideia.
II. Em “O que está em jogo agora são as estratégias” (l. 19-20), “O” é pronome demonstrativo e equivale a “aquilo”.
III. Em “para gerar engajamento a qualquer custo” (l. 20), “qualquer” é pronome demonstrativo e significa “não importa qual”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3949813 Português
No banco dos réus


Por Cláudia Laitano


Q1_10.png (708×546)


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reuscml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as preposições destacadas em trechos retirados do texto ao significado que apresentam.

Coluna 1
1. Agente.
2. Finalidade.
3. Origem.
4. Limite.

Coluna 2
( ) “as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA”.
( ) “assinaram um acordo para encerrar dezenas de processos judiciais”.
( ) “Até aqui, empresas como Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar”.
( ) “as estratégias usadas por essas plataformas”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3949740 Português
Não é próprio falar sobre os alunos...

Q1-15.png (693×560)

Q1_15_.png (689×317)

Extraído de: http://www.aedmoodle.ufpa.br/pluginfile.php?file=%2F212282%2Fmod_resource%2Fcontent%2F1%2FDesejodeEnsinarBlog.pdf
“Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos” (2º parágrafo).

Assinale a alternativa em que a preposição para possui o mesmo valor semântico da preposição em destaque no exemplo acima dado:
Alternativas
Q3949739 Português
Não é próprio falar sobre os alunos...

Q1-15.png (693×560)

Q1_15_.png (689×317)

Extraído de: http://www.aedmoodle.ufpa.br/pluginfile.php?file=%2F212282%2Fmod_resource%2Fcontent%2F1%2FDesejodeEnsinarBlog.pdf
Assinale a opção em que o verbo encontra-se na forma do modo imperativo. 
Alternativas
Q3949361 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.


Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.


Texto Adaptado


VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. 

No trecho "A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental...", há predicativo referente ao termo "forma". Considerando as regras de concordância nominal, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3949017 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o uso dos verbos nas falas que compõem o texto 02.


I- Todos os verbos usados pertencem à primeira conjugação, pois, no infinitivo, terminam em -ar.
II- Todos os verbos usados são regulares, pois seguem o mesmo paradigma, quando flexionados.
III- Os verbos usados no segundo e terceiro quadro estão flexionados na primeira pessoa do plural.
IV- O verbo usado na fala do quarto quadro se encontra flexionado no tempo presente do indicativo.
V- O verbo usado na fala do quarto quadro se encontra flexionado na terceira pessoa do singular.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3948785 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.


Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.


Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/. Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e a formação do vocábulo "bem-estar" em "Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar", assinale a alternativa que apresenta análise correta acerca do emprego do hífen nesse contexto.
Alternativas
Q3948581 Português
A palavra “mal-humorada”, presente nas falas do texto 02, foi formada pelo processo de 
Alternativas
Q3948417 Português
Sobre os verbos que compõem as falas da tira, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3948232 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
A palavra “autocuidado” foi formada pelo processo de derivação
Alternativas
Q3947880 Português
Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.

Texto Adaptado



VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. 
No trecho "A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental...", há predicativo referente ao termo "forma". Considerando as regras de concordância nominal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3947781 Português
Como é chamada a pessoa que nasce em Cordilheira Alta?
Alternativas
Q3947775 Português
Dicas para aproveitar a praia sem colocar em risco a saúde


Por Maria Claudia Amoroso

Q1_10.png (701×377)


(Disponível em: www.terra.com.br/vida-e-estilo/verao/7-dicas-para-aproveitar-a-praia-sem-colocar-a-saudeem-risco.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No trecho “O calor favorece contaminações” (l. 10-11), a palavra “calor” é classificada gramaticalmente como:
Alternativas
Q3947466 Português

O que mais importa



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2026/01/o-quemais-importa-cmkvh43f4033b013g5ly98wv7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à fonologia e à formação de palavras, analise as assertivas abaixo:

I. Em “desnecessárias”, há um prefixo de negação.
II. A palavra “bicicleta” tem número equivalente de letras e fonemas.
III. O vocábulo “ressignificadas” é formado por derivação parassintética.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3947464 Português

O que mais importa



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2026/01/o-quemais-importa-cmkvh43f4033b013g5ly98wv7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classe gramatical das palavras sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto:

“Importa a coisa que nos faz voltar para nós mesmos, um gesto pequeno, a paz de ter para onde voltar, chegar no portão de casa, receber sorrisos das pessoas queridas e das desconhecidas”. 
Alternativas
Q3946956 Português

Leia o texto abaixo, para responder à questão


TEXTO I


Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância


Impulsionados por políticas de inovação e pela cultura de alto desempenho escolar, eles ganham espaço na China


        Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China. Bichos de pelúcia que “falam”, pingentes que dão voz a personagens e robôs de mesa que jogam xadrez com crianças fazem parte de um catálogo em expansão acelerada. A engrenagem que puxa a onda combina três forças conhecidas do país: o investimento público em inovação (ainda que na marra, com a mão pesada do Estado), uma cultura que trata a educação como escada social desde cedo e o avanço dos modelos locais de linguagem ancorados em algoritmos. O resultado: “companheiros digitais” que prometem ensinar, conversar e até reconhecer emoções — uma evolução evidente em relação Rosie, a funcionária doméstica dos à Jetsons dos anos 1960 e 1970, que supunha um amanhã que agora chegou. A promessa empolga famílias e empresas, mas acende, com igual intensidade, o alerta de educadores.


        Startups exibem números vistosos; segundo projeções do setor, o mercado pode ultrapassar o equivalente a cerca de 75 bilhões de reais até 2030. A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram produto. Um dos campeões de venda é o BubblePal, um pequeno pingente que transforma qualquer pelúcia em interlocutor falante, com 39 vozes diferentes que dão “vida” a personagens da Disney e até heróis chineses. [...]


        No marketing, os autômatos são apresentados como “ferramentas educativas”. Na sala de aula e no quintal, porém, a conta é mais complexa. “Habilidades como empatia, resolução de conflitos e generosidade só podem ser aprendidas na arena complexa das interações humanas”, afirma Daniela Pannuti, diretora da divisão primária da Avenues São Paulo, escola internacional que também mantém um campus em Nova York. A ressalva toca o coração da infância: brincar é processo, não produto. [...] Quando a criança passa a “brincar” com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 


        Do lado de lá do balcão, o fenômeno ilumina uma política industrial cujo adversário, não há dúvida, são os Estados Unidos. O país opera há anos com metas explícitas de liderança tecnológica e digitalização. Brinquedos “inteligentes”, nesse contexto, deixam de ser apenas entretenimento para virar extensão de uma estratégia. “A China entende que a IA é uma ciência e que faz parte do progresso de uma nação. Por isso, esses brinquedos inteligentes são vistos como uma vantagem competitiva no campo da educação”, observa Thomas Law, presidente do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina). A leitura ajuda a explicar por que a adoção é tão veloz: se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. O gesto é cultural, mas também pragmático: a família compra o que acredita encurtar o caminho para o desempenho acadêmico.


        Nada disso, no entanto, significa que as máquinas devam ser mantidas do lado de fora da escola ou dos hospitais, onde também atuam, cuidando de idosos. Elas são fundamentais. A tecnologia viabiliza criações que não nasceriam sem câmera, microfone e software. [...] No fim, a questão não é preparar meninos e meninas para o brinquedo de IA de hoje e, sim, para um mundo com IA no futuro; aquele em que a curiosidade, a colaboração, a empatia e o pensamento crítico, as únicas tecnologias realmente exclusivas da espécie humana, conversem com peças de metal e silício. Não abandonemos ao léu os simpáticos robozinhos. 


Fonte: MORAES, Ligia. Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância. Veja, 25 out. 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/robos-no-parquinho-brinquedos-inteligentes-levantam-duvidas-sobre-efeitos-na-infancia/. Acesso em: 10 fev. 2026.


A noção de negação é inerente à preposição SEM; mas, de acordo com o contexto, podem ser incorporados novos sentidos. Indique o sentido expresso pelo adjunto introduzido por esse item no período abaixo.

A tecnologia viabiliza criações que não nasceriam sem câmera, microfone e software.
Alternativas
Q3946954 Português

Leia o texto abaixo, para responder à questão


TEXTO I


Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância


Impulsionados por políticas de inovação e pela cultura de alto desempenho escolar, eles ganham espaço na China


        Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China. Bichos de pelúcia que “falam”, pingentes que dão voz a personagens e robôs de mesa que jogam xadrez com crianças fazem parte de um catálogo em expansão acelerada. A engrenagem que puxa a onda combina três forças conhecidas do país: o investimento público em inovação (ainda que na marra, com a mão pesada do Estado), uma cultura que trata a educação como escada social desde cedo e o avanço dos modelos locais de linguagem ancorados em algoritmos. O resultado: “companheiros digitais” que prometem ensinar, conversar e até reconhecer emoções — uma evolução evidente em relação Rosie, a funcionária doméstica dos à Jetsons dos anos 1960 e 1970, que supunha um amanhã que agora chegou. A promessa empolga famílias e empresas, mas acende, com igual intensidade, o alerta de educadores.


        Startups exibem números vistosos; segundo projeções do setor, o mercado pode ultrapassar o equivalente a cerca de 75 bilhões de reais até 2030. A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram produto. Um dos campeões de venda é o BubblePal, um pequeno pingente que transforma qualquer pelúcia em interlocutor falante, com 39 vozes diferentes que dão “vida” a personagens da Disney e até heróis chineses. [...]


        No marketing, os autômatos são apresentados como “ferramentas educativas”. Na sala de aula e no quintal, porém, a conta é mais complexa. “Habilidades como empatia, resolução de conflitos e generosidade só podem ser aprendidas na arena complexa das interações humanas”, afirma Daniela Pannuti, diretora da divisão primária da Avenues São Paulo, escola internacional que também mantém um campus em Nova York. A ressalva toca o coração da infância: brincar é processo, não produto. [...] Quando a criança passa a “brincar” com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 


        Do lado de lá do balcão, o fenômeno ilumina uma política industrial cujo adversário, não há dúvida, são os Estados Unidos. O país opera há anos com metas explícitas de liderança tecnológica e digitalização. Brinquedos “inteligentes”, nesse contexto, deixam de ser apenas entretenimento para virar extensão de uma estratégia. “A China entende que a IA é uma ciência e que faz parte do progresso de uma nação. Por isso, esses brinquedos inteligentes são vistos como uma vantagem competitiva no campo da educação”, observa Thomas Law, presidente do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina). A leitura ajuda a explicar por que a adoção é tão veloz: se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. O gesto é cultural, mas também pragmático: a família compra o que acredita encurtar o caminho para o desempenho acadêmico.


        Nada disso, no entanto, significa que as máquinas devam ser mantidas do lado de fora da escola ou dos hospitais, onde também atuam, cuidando de idosos. Elas são fundamentais. A tecnologia viabiliza criações que não nasceriam sem câmera, microfone e software. [...] No fim, a questão não é preparar meninos e meninas para o brinquedo de IA de hoje e, sim, para um mundo com IA no futuro; aquele em que a curiosidade, a colaboração, a empatia e o pensamento crítico, as únicas tecnologias realmente exclusivas da espécie humana, conversem com peças de metal e silício. Não abandonemos ao léu os simpáticos robozinhos. 


Fonte: MORAES, Ligia. Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância. Veja, 25 out. 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/robos-no-parquinho-brinquedos-inteligentes-levantam-duvidas-sobre-efeitos-na-infancia/. Acesso em: 10 fev. 2026.


Observe o emprego das formas verbais em destaque nos fragmentos textuais abaixo elencados e, em seguida, analise as proposições.

“Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China.

[...] A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram deixaram de ser produto.

[...] Quando a criança passa a “brincar” curiosidade de com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 

-[...] Se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. 



Considerando os contextos de uso das formas verbais nos fragmentos citados, deduz-se que: 

I - As perífrases DEIXARAM DE SER e PASSA A BRINCAR pressupõem respectivamente – “os brinquedos eram curiosidade de feira tecnológica” e “a criança não brincava e agora vai brincar com um outro previsível”.

II - O verbo VIRAR de valor equivalente a TORNAR-SE ilustra o uso de forma verbal simples como geradora de pressuposição – a mudança de percepção sobre o que representa o aprendizado e o afeto.

III - As formas auxiliares PASSAR e PROMETER constitutivos das locuções “passar a brincar” e “promete treinar” classificam-se como modais e expressam os mesmos valores semânticos.

IV - O verbo auxiliar ACABAR na locução “acaba entrando” classifica-se como aspectual e expressa noção de término recente de uma ação.


É CORRETA a explicação proposta apenas nos itens:
Alternativas
Q3946900 Português

O processo de formação da palavra “infinitas”, retirada do texto, se dá por:

 

Alternativas
Respostas
1321: B
1322: D
1323: C
1324: E
1325: C
1326: E
1327: C
1328: E
1329: E
1330: D
1331: D
1332: B
1333: A
1334: B
1335: D
1336: C
1337: D
1338: E
1339: E
1340: D