Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Analise as assertivas seguintes:
I.Em: "esses dourados anos me ensinaram a amar melhor" − temos exemplo de concordância nominal e verbal.
II.A contração prepositiva usada em: "E sobretudo força — que vem do aprendizado" é imposta pela regência verbal.
III.As duas ocorrências da preposição essencial em: "regaço de amante e colo de amiga" são impostas pela regência nominal.
IV.Em: "Correntes ocultas não levam destroços" − temos, respectivamente: um substantivo como núcleo do sujeito simples; um substantivo com função sintática de objeto direto.
Marque a alternativa com a série correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CANÇÃO NA PLENITUDE
(1º§) Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida se machucou, há muito.
(2º§) Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins. (Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
(3º§) O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos.
(4º§) A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, busca te agradar quando antigamente quereria apenas ser amada.
(5º§) Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora: esses dourados anos me ensinaram a amar melhor, com mais paciência e não menos ardor, a entender-te se precisas, a aguardar-te quando vais, a dar-te regaço de amante e colo de amiga, e sobretudo força — que vem do aprendizado.
(6º§) Isso posso te dar: um mar antigo e confiável cujas marés — mesmo se fogem — retornam, cujas correntes ocultas não levam destroços, mas o sonho interminável das sereias.
(Lya Luft é escritora e poetisa.) − (jornaldepoesia.jor.br/lyaluft.html) − (Acesso 03.10.2023) − (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:
I.Em: "esses dourados anos me ensinaram a amar melhor" − temos exemplo de concordância nominal e verbal.
II.A contração prepositiva usada em: "E sobretudo força — que vem do aprendizado" é imposta pela regência verbal.
III.As duas ocorrências da preposição essencial em: "regaço de amante e colo de amiga" são impostas pela regência nominal.
IV.Em: "Correntes ocultas não levam destroços" − temos, respectivamente: um substantivo como núcleo do sujeito simples; um substantivo com função sintática de objeto direto.
Marque a alternativa com a série correta.
Leia com atenção o período a seguir:
Estavam dois jogadores a brigar, um a golpear e o outro com a camisa rasgada.
O termo a está empregado, sucessivamente, como:
Analise as assertivas seguintes:
I.Em: "esses dourados anos me ensinaram a amar melhor" − temos exemplo de concordância nominal e verbal.
II.A contração prepositiva usada em: "E sobretudo força — que vem do aprendizado" é imposta pela regência verbal.
III.As duas ocorrências da preposição essencial em: "regaço de amante e colo de amiga" são impostas pela regência nominal.
IV.Em: "Correntes ocultas não levam destroços" − temos, respectivamente: um substantivo como núcleo do sujeito simples; um substantivo com função sintática de objeto direto.
Marque a alternativa com a série correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CANÇÃO NA PLENITUDE
(1º§) Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida se machucou, há muito.
(2º§) Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins. (Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
(3º§) O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos.
(4º§) A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, busca te agradar quando antigamente quereria apenas ser amada.
(5º§) Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora: esses dourados anos me ensinaram a amar melhor, com mais paciência e não menos ardor, a entender-te se precisas, a aguardar-te quando vais, a dar-te regaço de amante e colo de amiga, e sobretudo força — que vem do aprendizado.
(6º§) Isso posso te dar: um mar antigo e confiável cujas marés — mesmo se fogem — retornam, cujas correntes ocultas não levam destroços, mas o sonho interminável das sereias.
(Lya Luft é escritora e poetisa.) − (jornaldepoesia.jor.br/lyaluft.html) − (Acesso 03.10.2023) − (Adaptado)
Leia o texto a seguir.

Campanha Adoção 2022 CNJ. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/campanha-adotareamor-no-twitter/ Acesso em: 26 fev. 2023.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestas páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia – fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.
Disponível em:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
GIANNINI, Alessandro. Disponível em:
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase nominal que dá título ao texto, escrita a seguir:
“Dicionários e a riqueza do léxico”
Assinale a opção em que essa modificação foi feita de forma adequada.
CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Editora: Lexikon; 7ª edição; p. 199.
Essa definição da classe dos artigos se fundamenta nos seguintes critérios:
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Ela vai contra essa obsessão histérica pelo consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está se tornando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro O que é meu é seu, que está se tornando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015