Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 29.178 questões

Q4102786 Português
A questão deve ser respondidas com base no texto 2.


Texto 2


1 Um ciclone extratropical que se formou sobre o oceano nesta quarta-feira (26) provoca pancadas de chuva em todo o

2 RS. A precipitação pode ser acompanhada por rajadas de vento de até 60 km/h. Os efeitos, porém, são menos intensos

3 do que em fenômenos do mesmo tipo registrados em junho e no início de julho no estado.

4 A precipitação mais volumosa é prevista para a manhã, com tendência de diminuição no decorrer da tarde.

5 As temperaturas seguem mais altas pela influência do vento quente que vem do norte do Brasil; porém, a tendência 6 é que, após a passagem do ciclone, volte a esfriar — já na noite de quarta-feira.


ZH Digital. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2023/07/video-confira-a-movimentacao-dociclone-que-atua-na-costa-do-rs-clkjqhdzf002f01546eeu0yab.html. Acesso em: 26 jul. 2023. 
O uso do numeral em “quarta-feira (26)” produz efeito argumentativo de:
Alternativas
Q4102783 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1 

Q1_7.png (696×232)
No que se refere às classes de palavras, “conceito”, em “Novo conceito de loja”, é um:
Alternativas
Q4102780 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1 

Q1_7.png (696×232)
A palavra “novo”, em “Novo conceito de loja”, assume sentido de:
Alternativas
Q4102529 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
O determinante usado em “tinta fresca” encontra sua referência na informação de ordem:
Alternativas
Q4102526 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
A palavra “banquinho” é formada pelo processo de:
Alternativas
Q4102518 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


OBESIDADE INFANTIL DISPARA NA GERAÇÃO TIKTOK


Taxa de crianças obesas ou acima do peso cresce 70% no Brasil e convive com a fome persistente entre a população mais vulnerável do país, revela levantamento inédito.


Na porta de um pequeno mercado localizado entre dois terrenos baldios, em uma rua poeirenta do interior do Maranhão, pacotes de salgadinho brilham sob o implacável sol das 10 horas da manhã. A temperatura passa dos 30°C em Trizidela do Vale, região central do estado, quando um menino de 11 anos, descalço e vestindo apenas uma bermuda azul, entra na loja para comprar um adoçante a pedido da mãe. Antes de pagar, agarra um dos pacotes brilhantes: um salgadinho de milho sabor calabresa acebolada – que de calabresa só tem o aroma artificial –, vendido a 50 centavos. Uma banana custa 75 centavos, mas o garoto nem chega perto das frutas guardadas no refrigerador no corredor mais distante da porta. As prateleiras de destaque destinam-se aos salgadinhos de pacote. “É para chamar as crianças”, explica o atendente. O salgadinho de pacote é ingrediente central do cardápio de má nutrição das crianças brasileiras. Mas não é o único vilão. A fome persistente convive com a crescente epidemia de obesidade, e os dois fenômenos atingem a população mais vulnerável. Dados compilados pela Piauí e pela agência de dados públicos Fiquem Sabendo, com base no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde, mostram que a proporção de crianças de 5 a 10 anos acima do peso explodiu nos últimos treze anos. A taxa de crianças com obesidade subiu 70% de 2008 a 2021. Praticamente uma em cada cinco crianças atendidas pelo sistema público de saúde está obesa. [...].

Em metade dos domicílios pesquisados pelo Unicef, as crianças com menos de 6 anos consomem salgadinho de pacote, macarrão instantâneo e refrigerante de uma a três vezes por semana. O estudo concluiu que a vulnerabilidade socioeconômica das famílias é um fator que influencia no consumo de ultraprocessados, e a maior dificuldade para melhorar os hábitos alimentares foi o alto custo dos alimentos saudáveis. “O preço de uma salsicha pouco aumentou, enquanto o da cenoura disparou. As pessoas mais pobres estão comendo comida de baixa qualidade porque é mais barato”, diz o economista Arnoldo de Campos, ex-secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Um levantamento feito por ele mostra que, das 20 maiores altas de preços acumuladas este ano até o mês de abril, 19 foram de alimentos in natura.


Fonte: adaptado de LICHOTTI, Camille; VALENTE, Rubens. Obesidade infantil dispara na geração TikTok. Revista Piauí, 07 jul. 2022. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/fome-na-geracao-tiktok/. Acesso em: 10 ago. 2023.
Sobre as classes gramaticais das palavras do segmento: “Na porta de um pequeno mercado localizado entre dois terrenos baldios, em uma rua poeirenta do interior do Maranhão, pacotes de salgadinho brilham sob o implacável sol das 10 horas da manhã”, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4080482 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um adjetivo.
Alternativas
Q4080481 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
[...] que aparecem representados em 'baixos-relevos' de monumentos egípcios.

O termo destacado é:
Alternativas
Q4080480 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Assinale a opção cujos vocábulos pertençam à mesma classe gramatical:
Alternativas
Q4079759 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um adjetivo.
Alternativas
Q4079757 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Assinale a opção cujos vocábulos pertençam à mesma classe gramatical:
Alternativas
Q4079754 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la

A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
[...] que aparecem representados em 'baixos-relevos' de monumentos egípcios.

O termo destacado é:
Alternativas
Q4077902 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la


A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.

[...] que aparecem representados em 'baixos-relevos' de monumentos egípcios.



O termo destacado é:  

Alternativas
Q4077900 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la


A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Assinale a opção cujos vocábulos pertençam à mesma classe gramatical:
Alternativas
Q4077899 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la


A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um adjetivo.
Alternativas
Q4077457 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar



Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.
Assinale a opção que contenha mais de um adjetivo.
Alternativas
Q4077181 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.
Assinale a opção que contenha mais de um adjetivo. 
Alternativas
Q4077104 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

Assinale a opção que contenha mais de um adjetivo.
Alternativas
Q4076912 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.
Assinale a opção que contenha mais de um adjetivo.
Alternativas
Q4076777 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos." 

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

Assinale a opção que contenha mais de um adjetivo.
Alternativas
Respostas
10481: A
10482: E
10483: A
10484: D
10485: B
10486: D
10487: A
10488: A
10489: E
10490: C
10491: A
10492: C
10493: C
10494: C
10495: E
10496: C
10497: C
10498: B
10499: B
10500: C