Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3635708 Português
Muitos começos e nenhum fim.

Este livro não tem um final feliz. Porque simplesmente não tem final. Ele reúne dez histórias apenas começadas, que param logo depois do "era uma vez". Daí em diante é o leitor que deve virar escritor e comandar o destino de reis e rainhas, monstros assustadores, sapos que viram príncipes, brinquedos que ganham vida. Um delicioso exercício para as crianças soltarem a imaginação.

CIPIS, Marcelo. Era uma vez um livro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002.

Esse texto é a sinopse de um livro. Com base nessa informação e na leitura da sinopse, marque apenas a opção que contém todos os adjetivos retirados do texto:
Alternativas
Q3635485 Português
Terezinha de Jesus - Cantigas Populares
Terezinha de Jesus
De uma queda, foi ao chão
Acudiram três cavalheiros
Todos os três, chapéu na mão
O primeiro foi seu pai
O segundo, seu irmão
O terceiro foi aquele
Que a Tereza deu a mão
Terezinha levantou-se
Levantou-se lá do chão
E sorrindo disse ao noivo
Eu te dou meu coração
Da laranja, quero um gomo
Do limão, quero um pedaço
Da morena mais bonita
Quero um beijo e um abraço
Disponível em:https://www.letras.mus.br/cantigas-populares/984009/

Os numerais são a classe gramatical usada para indicar quantidades numéricas, ordens numéricas, múltiplos ou frações. Percebe-se que os numerais foram utilizados para criar os sentidos do texto Terezinha de Jesus. Marque a alternativa que é possível o uso dos numerais:
Alternativas
Q3635437 Português

Assinale a alternativa que completa as lacunas corretamente:



I. Honestidade entre os homens é ...................


II. É ......................... a entrada de animais neste recinto.


III. A comida sempre é .....................

Alternativas
Q3630997 Português

O intérprete deve adotar uma conduta __________ de se vestir, __________, mantendo a dignidade da profissão e não chamando atenção indevida sobre si mesmo durante o exercício __________.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q3629254 Português

A duração do tempo



Por Adriana Antunes



(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova). 


Qual das palavras abaixo é um advérbio de lugar? 
Alternativas
Q3628962 Português
Leia o texto a seguir:

Cigarro aumenta o risco para 56 doenças, mostra estudo da Lancet

Análise de meio milhão de pessoas mostrou que fumar eleva em até 216% a probabilidade de desenvolver um câncer de laringe

Um novo e amplo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e da Universidade Peking e da Academia Chinesa de Ciências Médicas, ambos na China, avaliou os impactos a longo prazo do hábito de fumar. Publicado na revista científica The Lancet Public Health, o trabalho é considerado um dos maiores já feitos sobre o tema.
“Este estudo forneceu a primeira avaliação abrangente dos efeitos do tabagismo na saúde a longo prazo em uma ampla gama de doenças em homens e mulheres adultos na China. No geral, fumar sempre e regularmente foi significativamente associado a riscos mais altos de 22 causas de morte e 56 doenças individuais em todos os principais sistemas de órgãos, bem como mais episódios e durações mais longas de hospitalização, do que nunca fumar regularmente”, escreveram os pesquisadores.
Para isso, eles utilizaram informações de 512 mil adultos, recrutados entre 2004 e 2008, de diferentes regiões da China, disponíveis no banco de dados de saúde Kadoorie. Os participantes foram acompanhados durante um período de 11 anos, em que 48,8 mil deles morreram e 1,14 milhão de diagnósticos para doenças foram realizados.
Em seguida, os pesquisadores ajustaram os resultados para identificar quais óbitos e problemas de saúde foram ligados ao cigarro, dentro de um universo de 85 causas de morte e 480 doenças. Eles identificaram que o tabagismo foi diretamente associado a um maior risco para 56 diagnósticos e 22 causas de óbito.
O risco variou entre apenas 6%, no caso da diabetes, para até 216%, em relação ao câncer de laringe. Homens, no geral, tiveram maior probabilidade de desenvolver todas as doenças quando comparado as mulheres. Em ambos os sexos, algumas das doenças que tiveram o risco mais elevado pelo cigarro, de quase o dobro ou mais, foram: câncer de laringe; pneumotórax; tumores benignos de glândulas salivares; aneurisma e dissecção de aorta; câncer de pulmão; bronquite crônica; carcinoma in situ do ouvido médio e do aparelho respiratório; embolia e trombose arterial; enfisema; doença hepática alcoólica; câncer de bexiga.
Já entre as causas de morte, foram principalmente: câncer de pulmão; enfisema; parada cardíaca; câncer de bexiga; bronquite crônica; infarto.
Outro achado significativo do estudo foi que metade dos homens chineses que começaram a fumar antes dos 18 anos, e adotaram o habito de forma frequente durante a vida, morreram devido ao cigarro.
Porém, o trabalho mostrou ainda um lado positivo. Entre as pessoas que decidiram parar de fumar completamente, após dez anos do último cigarro, os riscos para desenvolvimento de doenças eram praticamente os mesmos daqueles que nunca desenvolveram o hábito do tabagismo.
“Os resultados são um lembrete das graves consequências do tabagismo e dos benefícios de parar antes que qualquer doença grave se desenvolva’, afirma Ka Hung Chan, pesquisador da Universidade de Oxford e principal autor do artigo, em comunicado.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/12/cigarro-aumenta-o-risco-para-56-doencas-mostra-estudo-da-lancet.ghtml. Acesso em 04/12
Em “Outro achado significativo do estudo foi que metade dos homens chineses que começaram a fumar antes dos 18 anos, e adotaram o hábito de forma frequente durante a vida, morreram devido ao cigarro” (7° parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente: 
Alternativas
Q3628961 Português
Leia o texto a seguir:

Cigarro aumenta o risco para 56 doenças, mostra estudo da Lancet

Análise de meio milhão de pessoas mostrou que fumar eleva em até 216% a probabilidade de desenvolver um câncer de laringe

Um novo e amplo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e da Universidade Peking e da Academia Chinesa de Ciências Médicas, ambos na China, avaliou os impactos a longo prazo do hábito de fumar. Publicado na revista científica The Lancet Public Health, o trabalho é considerado um dos maiores já feitos sobre o tema.
“Este estudo forneceu a primeira avaliação abrangente dos efeitos do tabagismo na saúde a longo prazo em uma ampla gama de doenças em homens e mulheres adultos na China. No geral, fumar sempre e regularmente foi significativamente associado a riscos mais altos de 22 causas de morte e 56 doenças individuais em todos os principais sistemas de órgãos, bem como mais episódios e durações mais longas de hospitalização, do que nunca fumar regularmente”, escreveram os pesquisadores.
Para isso, eles utilizaram informações de 512 mil adultos, recrutados entre 2004 e 2008, de diferentes regiões da China, disponíveis no banco de dados de saúde Kadoorie. Os participantes foram acompanhados durante um período de 11 anos, em que 48,8 mil deles morreram e 1,14 milhão de diagnósticos para doenças foram realizados.
Em seguida, os pesquisadores ajustaram os resultados para identificar quais óbitos e problemas de saúde foram ligados ao cigarro, dentro de um universo de 85 causas de morte e 480 doenças. Eles identificaram que o tabagismo foi diretamente associado a um maior risco para 56 diagnósticos e 22 causas de óbito.
O risco variou entre apenas 6%, no caso da diabetes, para até 216%, em relação ao câncer de laringe. Homens, no geral, tiveram maior probabilidade de desenvolver todas as doenças quando comparado as mulheres. Em ambos os sexos, algumas das doenças que tiveram o risco mais elevado pelo cigarro, de quase o dobro ou mais, foram: câncer de laringe; pneumotórax; tumores benignos de glândulas salivares; aneurisma e dissecção de aorta; câncer de pulmão; bronquite crônica; carcinoma in situ do ouvido médio e do aparelho respiratório; embolia e trombose arterial; enfisema; doença hepática alcoólica; câncer de bexiga.
Já entre as causas de morte, foram principalmente: câncer de pulmão; enfisema; parada cardíaca; câncer de bexiga; bronquite crônica; infarto.
Outro achado significativo do estudo foi que metade dos homens chineses que começaram a fumar antes dos 18 anos, e adotaram o habito de forma frequente durante a vida, morreram devido ao cigarro.
Porém, o trabalho mostrou ainda um lado positivo. Entre as pessoas que decidiram parar de fumar completamente, após dez anos do último cigarro, os riscos para desenvolvimento de doenças eram praticamente os mesmos daqueles que nunca desenvolveram o hábito do tabagismo.
“Os resultados são um lembrete das graves consequências do tabagismo e dos benefícios de parar antes que qualquer doença grave se desenvolva’, afirma Ka Hung Chan, pesquisador da Universidade de Oxford e principal autor do artigo, em comunicado.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/12/cigarro-aumenta-o-risco-para-56-doencas-mostra-estudo-da-lancet.ghtml. Acesso em 04/12
Em “Já entre as causas de morte, foram principalmente: câncer de pulmão, enfisema; parada cardíaca; câncer de bexiga; bronquite crônica; infarto” (6° parágrafo), o elemento mórfico destacado pode ser classificado como: 
Alternativas
Q3628926 Português

Feita a leitura da matéria que se apresenta na sequência, responda à questão.


Meus pais não enxergam


Um dos maiores desafios para os pais é conhecer e compreender a forma como seus filhos atingem e gerem o conhecimento. Hoje, no centro desse desafio estão as mídias sociais. No século 20 parece que foi já em outra vida, os instrumentos de comunicação eram lineares e de fácil compreensão, mas hoje tudo é diferente. Antes uma coisa era sempre consequência de outra; e essa coisa estava quase sempre perto e era conhecida por todos. Não havia surpresa nas novidades.


Antigamente, os filhos aprendiam dos pais porque tinham menor acesso à informação. Hoje não é assim. Os filhos, porque são mais jovens, menos ocupados e mais digitais, têm acesso a mais e melhor informação que seus progenitores. O desafio dos mais velhos é hoje muito maior. Se antes o problema era saber que informação se devia proibir, agora é preciso saber que mundo devemos conhecer. E neste jogo os guris levam grande vantagem. As redes sociais são o território onde esta batalha se trava. Porque são mais imediatas, rápidas e expõem os nossos filhos a um mundo que nos é desconhecido; mas também porque, paradoxalmente, são o local onde nos encontramos com eles na internet. Por exemplo, o Google é muito mais perigoso do que o Facebook, mas os adultos se preocupam menos com o F azul que com o G multicolor. Talvez porque as hipóteses de encontrar um filho ou uma filha num motor de busca sejam quase nulas, mas nas redes sociais já não é tanto assim.


Quem tem filhos adolescentes se preocupa. Nos perguntamos se eles conseguem ter uma vida normal passando tanto tempo ligados remotamente aos amigos. Mas será que são eles que estão viciados na rede, ou seremos nós mais viciados do que eles? Os mais novos sabem exatamente para que serve cada uma das redes sociais, como se mantêm vivas, e qual a recompensa que existe em cada uma. ACarol quando tinha 14 anos, sabia que o que mantém vivo o Snapchat é a regularidade com que contacta cada pessoa – é a rede da Amizade. Sabe que no Instagram o objetivo são os gostos em cada fotografia – é a rede da Vaidade. Já o Twitter é tudo diferente, ele serve para encontrar coisas interessantes – é a rede da Informação. Os adolescentes estão a abandonar o Facebook. Se transferiram para o Snapchat e para o Instagram, deixando a meta rede de Zuckerberg para a mais tradicional forma de comunicação: as mensagens de texto.


Como educadores, um dos nossos maiores receios é que nossos filhos possam estar a falar com alguém que seja uma ameaça para eles. Mas isso rapidamente vai perdendo sentido. Eles sabem mais sobre o assunto do que nós, e o funcionamento das redes sociais — onde eles verdadeiramente vivem — são elas próprias a segurança necessária.


 (José Manuel Diogo - ISTO É, 25/11/2022)

Indique a alternativa em que consta um fragmento textual no qual a forma gramatical sinalizada corresponde a um advérbio de modo com função de pronome relativo:
Alternativas
Q3628920 Português

Após a leitura da matéria jornalística exposta na sequência, responda à questão.


O REVERSO DA FORTUNA


Depois de anos de crescimento exponencial, as poderosas empresas de tecnologia viram a maré mudar com a queda no valor de suas ações e foram obrigadas a demitir milhares de funcionários


Habituados a índices de crescimento exponenciais e valorização correspondente de suas ações, os gigantes do Vale do Silício tiveram poucos motivos para comemorar em 2022. Até meados do ano anterior, os colossos da tecnologia haviam navegado com desenvoltura pela pandemia de Covid-19, quando o isolamento social em escala planetária multiplicou a demanda por seus serviços. Estrelas no mercado de capitais, aumentaram suas estruturas corporativas e a contratação de funcionários. Os ventos que impulsionavam a boa fase, entretanto, mudaram rapidamente.


AMeta, que reúne Facebook, Instagram e WhatsApp, iniciou o ano na berlinda, acusada de estimular fake News e discursos de ódio em suas plataformas, e se tornou o melhor exemplo das agruras vividas pelo mundo tech. No terceiro trimestre, o lucro da empresa caiu 52% em relação ao mesmo período do ano passado e houve uma perda acumulada de 9,44 bilhões de dólares no Reality Labs, com a aposta do fundador Mark Zuckerberg na área de pesquisas de realidade virtual. E as perdas não param por aí: no acumulado do ano, o preço das ações caiu 63,8%, saindo do patamar dos 330 dólares no fim de 2021 para 120 dólares na primeira quinzena de dezembro deste ano. Já o valor de mercado, que chegou ao pico de 1,07 trilhão de dólares em agosto de 2021, despencou até bater em 302,5 bilhões de dólares no início de dezembro.


Apesar de questões pontuais que atingem a empresa, como estagnação no número de usuários e perda de receita com publicidade, que podem até ser atribuídas ao fim da pandemia, a maré de pessimismo tem causas mais profundas e afeta o setor como um todo. Amais relevante advém, principalmente, da alta de juros nos Estados Unidos. Enquanto o ano de 2022 se iniciou com os juros da principal economia do mundo em zero por cento, o Federal Reserve decidiu por sucessivos aumentos e indicia 2023 a 4,25%. Com isso, [...]. Com juros mais altos, investidores tendem a abandonar aplicações de risco, como as das empresas de tecnologia, e buscar opções mais estáveis que passam a remunerar melhor os recursos investidos. 


[...] O mesmo cenário pessimista tomou o Twitter, que foi recentemente comprado por Elon Musk, cuja chegada à direção da companhia causou uma fuga de anunciantes e levou a demissões, em uma companhia que perde 4 milhões de dólares por dia. Um baque e tanto em um setor onde o dinheiro fluía com prodigalidade.


 (Fragmento de reportagem – PorLuisa Purchio,Veja, 28/12/22)

Em apenas um dos fragmentos textuais abaixo listados, o sentido depreendido da articulação entre as informações por meio da partícula em destaque é de INCLUSÃO. Indique a alternativa que atende a essa exigência: 
Alternativas
Q3628917 Português

Após a leitura da crônica abaixo exposta, de Rubem Braga, responda à questão.


A Palavra


Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.


Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.


Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.


Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.


Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?


Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.


 BRAGA, Rubem. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo, 2013.

Observe o emprego da palavra VELHO, no fragmento abaixo transcrito e, em seguida, levando em consideração o contexto de ocorrência do vocábulo, indique a alternativa que traz a CORRETAclassificação mórfica e semântica.


“Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?”

Alternativas
Q3628500 Português
TEXTO: NÃO É PRÓPRIO FALAR SOBRE OS ALUNOS


Gosto de ouvir conversas. Mania de psicanalista. É que nas conversas moram mundos diferentes do meu. Thomas Mann, no seu livro "José do Egito", conta um diálogo entre José e o mercador que o comprara para vendê-lo como escravo, no Egito: "Estamos a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual o centro és tu, e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu". Fascinam-me esses universos que me tangenciam e que, no entanto, estão distantes de mim. Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos. Por vários anos eu viajei diariamente de trem, de Campinas para Rio Claro, no Estado de São Paulo, onde eu era professor na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão viajavam também muitos professores a caminho das escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e falantes... Por anos escutei o que falavam. Falavam sempre sobre as escolas. Era ao redor delas que giravam os seus universos. Falavam sobre diretores, colegas, salários, reuniões, relatórios, férias, programas, provas. Mas nunca, nunca mesmo, eu os ouvi falar sobre os seus alunos. Parece que nos universos em que viviam não havia alunos, embora houvesse escolas. Se não falavam sobre alunos é porque os alunos não tinham importância.

Participei da banca que examinou uma tese de doutoramento cujo tema eram os livros em que, nas escolas, são registradas as reuniões de diretores e professores. A candidata se dera ao trabalho de examinar tais reuniões para saber sobre o que falavam diretores e professores. As coisas registradas eram as coisas importantes que mereciam ser guardadas para a posteridade. Nos livros estavam registradas discussões sobre leis, portarias, relatórios, assuntos administrativos e burocráticos, eventos, festas. Mas não havia registros de coisas relativas aos alunos. Os alunos, aqueles para os quais as escolas foram criadas, para os quais diretores e professoras existem: ausentes. Não, não era bem assim: os alunos estavam presentes quando se constituíam em perturbações da ordem administrativa. Os alunos, meninos e meninas, alegres, brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos como companheiros dessa brincadeira que se chama ensinar e aprender —sobre tais alunos o silêncio era total.

Essa ausência do aluno —não do aluno a quem o discurso administrativo das escolas se refere como o "o perfil dos nossos alunos", nem esse nem aquele, todos, aluno abstrato— não esse, mas aquele aluno de rosto inconfundível e nome único, esse aluno de carne e osso que é a razão de ser das escolas. Ah!, é importante nunca se esquecer disso: alunos não são unidades biopsicológicas móveis sobre os quais se devem gravar os mesmos saberes, não importando que sejam meninos nas praias do Nordeste, nas montanhas de Minas, às margens do Amazonas, ou nas favelas do Rio. Os alunos são crianças de carne e osso que sofrem, riem, gostam de brincar, têm o direito de ter alegrias no presente e não vão à escola para serem transformados em unidades produtivas no futuro. E é essa ausência do aluno de carne e osso que está progressivamente marcando os universos que giram em torno da escola. Os professores não falam sobre os alunos. Na verdade, não é próprio que os professores falem com entusiasmo e alegria sobre os alunos. Os alunos não são tema de suas conversas. Acontece nas escolas primárias (ainda escrevo do jeito antigo porque não acredito que a mudança de nomes mude a realidade...). Mas não só nelas. Lembro-me de uma brincadeira séria que corria entre os professores de uma de nossas universidades mais respeitadas. Diziam os professores que, para que a dita universidade fosse perfeita, só faltava uma coisa: acabar com os alunos... Brincadeira? Psicanalista não acredita na inocência das brincadeiras. Com isso concordam os critérios de avaliação dos docentes, impostos pelos órgãos governamentais: o que se computa, para fins de avaliação de um docente, não são as suas atividades docentes, a relação com os alunos, mas a publicação de artigos em revistas indexadas internacionais. O que esses critérios estão dizendo aos professores é o seguinte: "Vocês valem os artigos que publicam: publish or perish"! Num universo assim definido pelo discurso dos burocratas, o aluno, esse em particular, cujo pensamento é obrigação do professor provocar e educar, esse aluno se constitui num empecilho à atividade que realmente importa. Os raros professores que têm prazer e se dedicam aos seus alunos estão perdendo o tempo precioso que poderiam dedicar aos seus artigos.

"Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes —inclusive a si mesmo", afirmou Nietzsche. Eu sonho com o dia em que os professores, em suas conversas, falarão menos sobre os programas e as pesquisas e terão mais prazer em falar sobre os seus alunos.
Considere as afirmações abaixo:

I. Acentua-se a primeira vogal tônica dos hiatos ee e oo.
II. Na oração “Os brasileiros criaram quase 4 mil abaixos-assinados on-line no 1º semestre, com mais de 6 milhões de assinaturas” o plural dos substantivos composto, em destaque, está correto, pois ambos vão para o plural se a relação entre eles é coordenativa.
III. O numeral 300º admite duas grafias e são elas: trecentésimo e/ou tricentésimo.
IV. O vocábulo “contraindicação” não admite o emprego do hífen pela mesma razão do vocábulo “semiaberto”.


Analise e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3628364 Português

Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:


Texto IV:


Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro

Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.

Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023


Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.


Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.


O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]


A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]


Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023.

Do ponto de vista da classificação gramatical, a sequência que apresenta a classificação CORRETA das palavras destacadas na construção linguística “[...] se proteger contra ameaças que dependem deles” é: 
Alternativas
Q3628363 Português

Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:


Texto IV:


Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro

Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.

Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023


Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.


Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.


O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]


A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]


Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023.

No texto IV, as palavras “criptomoeda” e “contratempo” são formadas, respectivamente, pelos seguintes processos: 
Alternativas
Q3628361 Português

Leia os Textos II e III para responder à questão:


Texto II:


MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju


    O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.


    Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.


    A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.


    Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.


    A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.

Disponível em: . Acesso: 20/01/2023.


Texto III:

Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023. 



No que se refere ao emprego do elemento “aqui”, presente no terceiro quadrinho do Texto III, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3628140 Português
Considere as seguintes orações:

I. Não há como imputar a culpa exclusiva de outrem, a fim de ________ a responsabilidade das rés quanto aos danos.
II. Os inimigos que querem criar _________ entre as etnias e os diferentes grupos religiosos
III. O desejo de ________ é forte, pois as pesquisas demonstram que as pessoas gostariam de deixar de maneira definitiva o país de origem, caso pudessem.
IV. Concedo, pois, a medida liminar para __________ determinar a supressão do tema que se refere à revogação dos artigos.
V. A justiça irá ___________ sobre o pagamento dos precatórios aos professores da rede pública de educação.


Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas:
Alternativas
Q3627352 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Por que dormimos?


Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!


Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]


E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.


Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]


Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]


 Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência

Hoje das Crianças, ed. 157.

Assinale a alternativa que contém afirmação CORRETA sobre a formação do plural dos substantivos em destaque no texto - Por que dormimos?
Alternativas
Q3626935 Português

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


Qual a classificação morfossintática da palavra "falsos" na frase "Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial"?
Alternativas
Q3626929 Português

Leia o Texto 2 e responda à questão:


TEXTO 2:

            Q_2 S G.png (628×192)

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Pondere as alternativas abaixo:



I -  A forma verbal "consultar": indica uma ação recomendada ao leitor do texto.


II -O advérbio "distantes": indica a localidade dos lugares onde ocorrem as aventuras.


III- O substantivo "aventuras": indica o tema central do texto.


IV- O adjetivo "diferentes": indica a característica das culturas a serem descobertas. V- O pronome "nós": pode indicar a inclusão do autor e do leitor no discurso.



Estão CORRETOS apenas os itens:

Alternativas
Q3626921 Português

Leia o Texto 1 e responda à questão.


TEXTO 1:


q_1 S G.png (438×416)


Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

A partir da função da palavra “normal” indicada na frase dita pela personagem no texto, indique a qual classe de palavras este vocábulo pertence.
Alternativas
Q3626920 Português

Leia o Texto 1 e responda à questão.


TEXTO 1:


q_1 S G.png (438×416)


Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Na frase "Como são os cabelos normais?", qual é a função da palavra "normal"?
Alternativas
Respostas
10481: D
10482: D
10483: A
10484: A
10485: D
10486: D
10487: B
10488: E
10489: D
10490: A
10491: E
10492: D
10493: A
10494: B
10495: E
10496: B
10497: D
10498: A
10499: B
10500: A