Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Os substantivos destacados na frase acima estão flexionados, respectivamente em:
I. Ele é digno de participar conosco.
II. Estamos negligentes de fazer o socorro assim.
III. Olhos ansiosos de novas cenas.
Qual alternativa está correta:
https://exercicios.mundoeducacao.uol.com.br/exercicios
-gramatica/exercicios-sobre-adjetivos.htm
No primeiro quadrinho, aparecem as palavras esbelto, bonito e espirituoso , qual das alternativas relata a classe gramatical e suas classificações quanto ao gênero e número?
Ana das Carrancas: artista que transformou a tradição em arte completaria 100 anos em 2023
A artesã pernambucana ficou conhecida por suas obras em barro inspiradas em carrancas de madeira que via nas embarcações
Rodolfo Rodrigo
Brasil de Fato | Recife (PE)
15 de Março de 2023
No dia 18 de fevereiro, a artesã pernambucana Ana Leopoldina dos Santos, também conhecida como Ana das Carrancas, completaria 100 anos de idade se estivesse viva. Ela ficou conhecida por suas esculturas em barro inspiradas nas carrancas de madeira que via nas embarcações e sua história de superação marcou a arte do Nordeste até hoje.
Ana das Carrancas era uma mulher negra e sertaneja que enfrentou muitas dificuldades até encontrar na arte uma forma de sustentar sua família por meio das esculturas de carrancas feitas no barro. À medida que seu trabalho evoluiu, as figuras ganharam uma definição cada vez mais característica, chamando a atenção sobretudo pelos olhos vazados em homenagem a seu marido, Zé Vicente, que era uma pessoa com deficiência visual e ajudava na preparação do barro.
Hoje, as responsáveis por manter o legado de Ana das Carrancas são suas filhas, Maria da Cruz e Ângela, que mantêm, juntas, o Centro de Arte Ana das Carrancas, em Petrolina. Maria, filha de Ana das Carrancas, revelou que a habilidade da mãe em moldar o barro foi transmitida de geração em geração em sua família.
“Ana das Carrancas aprendeu a moldar o barro com a mãe dela. É um trabalho hereditário. A mãe dela era descendente de índios e o pai de afrodescendentes e através dessa família ela conseguiu construir no barro uma arte singular aqui na região que deu origem às carrancas de barro”, disse.
Ao longo dos anos, o nome de Ana das Carrancas abriu novos caminhos e lhe trouxe muitas conquistas. Décadas depois do início do seu trabalho, ela foi homenageada com o título de cidadã de Petrolina, reconhecida como patrimônio vivo de Pernambuco, em 2006, e convidada a Brasília para receber a comenda de Ordem ao Mérito Cultural, ao lado de um grande elenco de artistas de diversas linguagens.
A Arte de moldar o barro e criar peças únicas é uma tradição que Ana também passou para suas filhas. "Através do amor que ela tinha na arte, ela repassa pras filhas esse conhecimento e até então a gente dá continuidade ao trabalho produzindo peças rústicas e diversificadas no barro", afirmou Maria.
Ana das Carrancas faleceu em 2008, após enfrentar consecutivos problemas de saúde, deixando saudades. Sua obra permanece como um legado valioso para a cultura popular e para o artesanato pernambucano e brasileiro que permanece influenciando nas produções em barro.
“A maior influência foi de eu ter aprendido a arte através do amor e da boa vontade dela, e o que ficou de influência foi a gente dar continuidade até hoje. Para mim, eu só deixo de ter essa vontade de construir, fabricar e ser artesã quando eu for para o andar de cima”, concluiu Maria.
Disponível em: Ana das Carrancas: artista que transformou a
tradição em | Cultura (brasildefato.com.br) –
Acesso em: 05/11/2023
Sobre o termo destacado em “nas carrancas de madeira que via nas embarcações”, assinale a alternativa que aponta corretamente o seu processo de formação de palavras.
Ana das Carrancas: artista que transformou a tradição em arte completaria 100 anos em 2023
A artesã pernambucana ficou conhecida por suas obras em barro inspiradas em carrancas de madeira que via nas embarcações
Rodolfo Rodrigo
Brasil de Fato | Recife (PE)
15 de Março de 2023
No dia 18 de fevereiro, a artesã pernambucana Ana Leopoldina dos Santos, também conhecida como Ana das Carrancas, completaria 100 anos de idade se estivesse viva. Ela ficou conhecida por suas esculturas em barro inspiradas nas carrancas de madeira que via nas embarcações e sua história de superação marcou a arte do Nordeste até hoje.
Ana das Carrancas era uma mulher negra e sertaneja que enfrentou muitas dificuldades até encontrar na arte uma forma de sustentar sua família por meio das esculturas de carrancas feitas no barro. À medida que seu trabalho evoluiu, as figuras ganharam uma definição cada vez mais característica, chamando a atenção sobretudo pelos olhos vazados em homenagem a seu marido, Zé Vicente, que era uma pessoa com deficiência visual e ajudava na preparação do barro.
Hoje, as responsáveis por manter o legado de Ana das Carrancas são suas filhas, Maria da Cruz e Ângela, que mantêm, juntas, o Centro de Arte Ana das Carrancas, em Petrolina. Maria, filha de Ana das Carrancas, revelou que a habilidade da mãe em moldar o barro foi transmitida de geração em geração em sua família.
“Ana das Carrancas aprendeu a moldar o barro com a mãe dela. É um trabalho hereditário. A mãe dela era descendente de índios e o pai de afrodescendentes e através dessa família ela conseguiu construir no barro uma arte singular aqui na região que deu origem às carrancas de barro”, disse.
Ao longo dos anos, o nome de Ana das Carrancas abriu novos caminhos e lhe trouxe muitas conquistas. Décadas depois do início do seu trabalho, ela foi homenageada com o título de cidadã de Petrolina, reconhecida como patrimônio vivo de Pernambuco, em 2006, e convidada a Brasília para receber a comenda de Ordem ao Mérito Cultural, ao lado de um grande elenco de artistas de diversas linguagens.
A Arte de moldar o barro e criar peças únicas é uma tradição que Ana também passou para suas filhas. "Através do amor que ela tinha na arte, ela repassa pras filhas esse conhecimento e até então a gente dá continuidade ao trabalho produzindo peças rústicas e diversificadas no barro", afirmou Maria.
Ana das Carrancas faleceu em 2008, após enfrentar consecutivos problemas de saúde, deixando saudades. Sua obra permanece como um legado valioso para a cultura popular e para o artesanato pernambucano e brasileiro que permanece influenciando nas produções em barro.
“A maior influência foi de eu ter aprendido a arte através do amor e da boa vontade dela, e o que ficou de influência foi a gente dar continuidade até hoje. Para mim, eu só deixo de ter essa vontade de construir, fabricar e ser artesã quando eu for para o andar de cima”, concluiu Maria.
Disponível em: Ana das Carrancas: artista que transformou a
tradição em | Cultura (brasildefato.com.br) –
Acesso em: 05/11/2023
Das palavras retiradas do texto, assinale a única alternativa em que, mesmo fora de um contexto, as palavras não podem pertencer a mais de uma classe gramatical.
Ana das Carrancas: artista que transformou a tradição em arte completaria 100 anos em 2023
A artesã pernambucana ficou conhecida por suas obras em barro inspiradas em carrancas de madeira que via nas embarcações
Rodolfo Rodrigo
Brasil de Fato | Recife (PE)
15 de Março de 2023
No dia 18 de fevereiro, a artesã pernambucana Ana Leopoldina dos Santos, também conhecida como Ana das Carrancas, completaria 100 anos de idade se estivesse viva. Ela ficou conhecida por suas esculturas em barro inspiradas nas carrancas de madeira que via nas embarcações e sua história de superação marcou a arte do Nordeste até hoje.
Ana das Carrancas era uma mulher negra e sertaneja que enfrentou muitas dificuldades até encontrar na arte uma forma de sustentar sua família por meio das esculturas de carrancas feitas no barro. À medida que seu trabalho evoluiu, as figuras ganharam uma definição cada vez mais característica, chamando a atenção sobretudo pelos olhos vazados em homenagem a seu marido, Zé Vicente, que era uma pessoa com deficiência visual e ajudava na preparação do barro.
Hoje, as responsáveis por manter o legado de Ana das Carrancas são suas filhas, Maria da Cruz e Ângela, que mantêm, juntas, o Centro de Arte Ana das Carrancas, em Petrolina. Maria, filha de Ana das Carrancas, revelou que a habilidade da mãe em moldar o barro foi transmitida de geração em geração em sua família.
“Ana das Carrancas aprendeu a moldar o barro com a mãe dela. É um trabalho hereditário. A mãe dela era descendente de índios e o pai de afrodescendentes e através dessa família ela conseguiu construir no barro uma arte singular aqui na região que deu origem às carrancas de barro”, disse.
Ao longo dos anos, o nome de Ana das Carrancas abriu novos caminhos e lhe trouxe muitas conquistas. Décadas depois do início do seu trabalho, ela foi homenageada com o título de cidadã de Petrolina, reconhecida como patrimônio vivo de Pernambuco, em 2006, e convidada a Brasília para receber a comenda de Ordem ao Mérito Cultural, ao lado de um grande elenco de artistas de diversas linguagens.
A Arte de moldar o barro e criar peças únicas é uma tradição que Ana também passou para suas filhas. "Através do amor que ela tinha na arte, ela repassa pras filhas esse conhecimento e até então a gente dá continuidade ao trabalho produzindo peças rústicas e diversificadas no barro", afirmou Maria.
Ana das Carrancas faleceu em 2008, após enfrentar consecutivos problemas de saúde, deixando saudades. Sua obra permanece como um legado valioso para a cultura popular e para o artesanato pernambucano e brasileiro que permanece influenciando nas produções em barro.
“A maior influência foi de eu ter aprendido a arte através do amor e da boa vontade dela, e o que ficou de influência foi a gente dar continuidade até hoje. Para mim, eu só deixo de ter essa vontade de construir, fabricar e ser artesã quando eu for para o andar de cima”, concluiu Maria.
Disponível em: Ana das Carrancas: artista que transformou a
tradição em | Cultura (brasildefato.com.br) –
Acesso em: 05/11/2023
Sobre a expressão destacada em “ela repassa pras filhas esse conhecimento”, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Penas preservadas em âmbar revelam segredos de aves pré-históricas.
Pássaros modernos e seus parentes pré-históricos têm algo em comum: a importância da troca de penas em seu ciclo de vida. As penas são estruturas complexas que não podem ser reparadas, então, para mantê-las em boa forma, os pássaros passam por uma troca. Os filhotes perdem suas penas e as trocam por versões de adultos; já os mais velhos renovam sua cobertura corporal uma vez ao ano.
Assinale a opção CORRETA quanto à classificação dos substantivos.
I- Aceitar – pôr – estudar – Particípio regular
II- Suspender - suspendido - suspenso – Particípio abundante
III- Comer - dividir - viver – Particípio regular
IV - Dizer – pagar - vir - Particípio irregular
O fazendeiro compartilha sua rotina e os cuidados com os animais nas redes sociais desde 2019, mas foram as publicações com a pequena Filó que ganharam os corações dos internautas.
Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um adjetivo.
Ansiedade nos dias de hoje
Até 31% da população sentirá um transtorno de ansiedade em algum momento das suas vidas, variando desde o transtorno de ansiedade generalizada até o transtorno do pânico e o transtorno de ansiedade social, que é um dos mais comuns.
Essa palavra saiu dos diagnósticos médicos e se infiltrou no nosso vocabulário comum. Ela substituiu o estresse como sinônimo de sensação desconfortável - ficamos ansiosos com uma apresentação, um encontro às escuras, o início de um novo trabalho.
A palavra "ansiedade", agora, é onipresente e absorve significados, englobando tudo, desde o pavor até uma antecipação agradável. Muitas vezes, seu simples uso coloca essas experiências em um foco negativo, transformando-as em ameaças com um toque de inquietação.
E existem os transtornos de ansiedade. Eles são os diagnósticos mais comuns de saúde mental - mais que a depressão e a dependência. Centenas de milhões de pessoas em todo o mundo serão diagnosticadas com algum transtorno de ansiedade.
As taxas de incidência desses transtornos, especialmente entre os jovens, continuam a aumentar há, pelo menos, duas décadas. Existem, ainda, dezenas de terapias validadas, trinta medicações diferentes de combate à ansiedade, centenas de excelentes livros de autoajuda e milhares de estudos científicos rigorosos.
É claro que essas soluções ajudarão as pessoas, mas, claramente, elas não conseguirão reduzir a escala do problema.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63815685. Adaptado.
As taxas de incidência desses transtornos, especialmente entre os jovens, continuam a aumentar há, pelo menos, duas décadas.
Assinale a opção que contenha dois substantivos.
Amizade entre fazendeiro e capivara conquista as redes sociais
Com mais de cento e setenta mil seguidores no Instagram e quase um milhão em sua conta no TikTok, Agenor e Filó fazem um imenso sucesso e conseguem milhões de visualizações a cada vídeo postado.
Tudo começou quando Agenor, que adora todos os tipos de animais, recebeu de um primo a filhote de capivara, de apenas cinco meses, que havia sido resgatada.
O fazendeiro compartilha sua rotina e os cuidados com os animais nas redes sociais desde 2019, mas foram as publicações com a pequena Filó que ganharam os corações dos internautas.
As capivaras são conhecidas por serem extremamente amigáveis, não só com outros bichos, mas com humanos também.
Em suas postagens, Agenor reforça a necessidade da preservação do meio ambiente e sua importância para os animais: "Os animais são seres incríveis que podem despertar amor em qualquer pessoa, acredito que é dever e obrigação das pessoas cuidar deles. A natureza é tão perfeita."
Amizade entre fazendeiro e capivara conquista as redes sociais (msn.com). Adaptado.
A natureza é tão perfeita.
Assinale a opção CORRETA quanto às classes de palavras
Existe quantidade segura de consumo de álcool?
Diferentemente do Canadá, o Brasil não tem um consenso determinado por uma entidade médica nacional, mas segue a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde), que também afirma não existir um padrão de consumo de álcool que seja absolutamente seguro.
Atualmente, não existem definições oficiais para dose padrão e consumo moderado no Brasil.
O CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool) considera que uma dose padrão corresponde a 14g de etanol puro no contexto brasileiro. Isso corresponde a 350 ml de cerveja (5% de álcool), 150ml de vinho (12% de álcool) ou 45ml de destilado (como vodca, cachaça e tequila, com aproximadamente 40% de álcool).
Já a OMS define como dose padrão 10g de etanol puro, e recomenda que homens e mulheres não excedam duas doses por dia e que se abstenham de beber pelo menos dois dias por semana.
Pela diretriz canadense, a quantidade de uma dose para mulher e duas doses para homem como limite também é considerada uma quantidade baixa, mas por semana, e não por dia, como indica a OMS.
"Esta diretriz sobre o álcool é uma recomendação dura e forte - e é claro que não sou contra, são considerações feitas com base em estudos médicos. Mas deve-se também considerar o ponto de vista sociocultural - dependendo do país, é algo muito fácil de ser quebrado. Se um casal divide uma garrafa de vinho em um jantar comemorativo, já está fora do limite", avalia Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do CISA.
"Esse consumo moderado, no entanto, leva em conta o organismo de uma pessoa completamente saudável - sem qualquer doença crônica, como diabetes e hipertensão, que atingem cerca de 9% e 26% dos brasileiros, respectivamente, ou mesmo indivíduos que têm histórico familiar de alcoolismo", aponta Álvaro Pulchinelli, toxicologista do Fleury Medicina e Saúde.
De acordo com o presidente do CISA, o mesmo vale para quem tem doenças psiquiátricas.
"Pacientes com doenças como depressão, ansiedade, esquizofrenia, não deveriam consumir álcool. E, se eventualmente, em uma celebração, a pessoa beber uma taça, isso significa que vai afetar o quadro psiquiátrico base? Não necessariamente. Mas o uso regular da bebida é totalmente contraindicado", afirma Guerra.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzekg26ddo. Adaptado.
E, se 'eventualmente', em uma celebração, a pessoa beber uma taça...
O vocábulo em destaque é um advérbio de: