Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 27.740 questões
I. O verbo “brilhava” está conjugado em modo/tempo típico de gêneros narrativos.
II. Os verbos “esfolara”, “cobrira”, “era”, “dissera”, “respondera” e “resolvera” indicam uma ação no passado ocorrida antes de outra ação também no passado.
III. O verbo “esfolara” pode ser substituído sem qualquer prejuízo gramatical pela locução verbal “havia esfolado”.
IV. Verbos no pretérito mais-que-perfeito são amplamente utilizados na linguagem coloquial de gêneros orais.
Estão CORRETOS:
“A democracia e a educação são irmãs gêmeas. Ambas fazem parte do mesmo processo civilizatório desde a Grécia antiga.” http://portal.mec.gov.br
A palavra “democracia” é formada pelos radicais –demo e –cracia e significa governo do povo. Está incorreta a correspondência apresentada em:
A palavra “Inequívoco”, empregada no texto, é um exemplo em que figura o prefixo in- que indica “Negação”. Esse assunto é tratado na seguinte parte da gramática:
"Guardei no fundo da mala
Um raminho de alecrim."
Todas as afirmativas estão corretas, com exceção de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As receitas
Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.
Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.
Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.
E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, tém que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe..." E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.
As gerações mais velhas ensinam as mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o né na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar.
Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramatica. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.
O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta apertar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.
A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor — etimologicamente, no coração -, a espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Mem: um saber que o passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas.
Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas, metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem — fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que Barthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. -
(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Ltda, 1994.)
Como os cânions são formados?
Os cânions são extensos vales escavados entre paredões, pela ação da água no decorrer de milhões de anos. O desgaste do solo e das rochas realizado por estes agentes é chamado de erosão. Os cânions são esculpidos em regiões onde a força dos rios consegue vencer camadas mais duras e resistentes das rochas. Com a ação da água dos rios, as rochas são desfeitas e levadas pela correnteza, produzindo esses vales.
Além das águas, a formação dos cânions pode surgir de um processo que ocorre no interior da Terra. O movimento da crosta terrestre pode comprimir e elevar o relevo. Com a inclinação no terreno, a velocidade das águas é maior, e os vales que se formam são cada vez mais profundos.
O cânion mais famoso do mundo é o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, nos Estados Unidos. Ele tem 29 quilômetros de largura e 446 quilômetros de extensão. Alguns penhascos do Grand Canyon atingem 1600 metros de profundidade. A paisagem foi esculpida pelas águas do Rio Colorado, além da chuva e vento.
(Fonte: Abril — adaptado.)
Leia as frases a seguir:
⋅ Luís caminha todas as manhãs no parque.
⋅ Os alunos estudam para a prova.
As formas verbais sublinhadas indicam tempo:
Como os cânions são formados?
Os cânions são extensos vales escavados entre paredões, pela ação da água no decorrer de milhões de anos. O desgaste do solo e das rochas realizado por estes agentes é chamado de erosão. Os cânions são esculpidos em regiões onde a força dos rios consegue vencer camadas mais duras e resistentes das rochas. Com a ação da água dos rios, as rochas são desfeitas e levadas pela correnteza, produzindo esses vales.
Além das águas, a formação dos cânions pode surgir de um processo que ocorre no interior da Terra. O movimento da crosta terrestre pode comprimir e elevar o relevo. Com a inclinação no terreno, a velocidade das águas é maior, e os vales que se formam são cada vez mais profundos.
O cânion mais famoso do mundo é o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, nos Estados Unidos. Ele tem 29 quilômetros de largura e 446 quilômetros de extensão. Alguns penhascos do Grand Canyon atingem 1600 metros de profundidade. A paisagem foi esculpida pelas águas do Rio Colorado, além da chuva e vento.
(Fonte: Abril — adaptado.)
Como os cânions são formados?
Os cânions são extensos vales escavados entre paredões, pela ação da água no decorrer de milhões de anos. O desgaste do solo e das rochas realizado por estes agentes é chamado de erosão. Os cânions são esculpidos em regiões onde a força dos rios consegue vencer camadas mais duras e resistentes das rochas. Com a ação da água dos rios, as rochas são desfeitas e levadas pela correnteza, produzindo esses vales.
Além das águas, a formação dos cânions pode surgir de um processo que ocorre no interior da Terra. O movimento da crosta terrestre pode comprimir e elevar o relevo. Com a inclinação no terreno, a velocidade das águas é maior, e os vales que se formam são cada vez mais profundos.
O cânion mais famoso do mundo é o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, nos Estados Unidos. Ele tem 29 quilômetros de largura e 446 quilômetros de extensão. Alguns penhascos do Grand Canyon atingem 1600 metros de profundidade. A paisagem foi esculpida pelas águas do Rio Colorado, além da chuva e vento.
(Fonte: Abril — adaptado.)
Como os cânions são formados?
Os cânions são extensos vales escavados entre paredões, pela ação da água no decorrer de milhões de anos. O desgaste do solo e das rochas realizado por estes agentes é chamado de erosão. Os cânions são esculpidos em regiões onde a força dos rios consegue vencer camadas mais duras e resistentes das rochas. Com a ação da água dos rios, as rochas são desfeitas e levadas pela correnteza, produzindo esses vales.
Além das águas, a formação dos cânions pode surgir de um processo que ocorre no interior da Terra. O movimento da crosta terrestre pode comprimir e elevar o relevo. Com a inclinação no terreno, a velocidade das águas é maior, e os vales que se formam são cada vez mais profundos.
O cânion mais famoso do mundo é o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, nos Estados Unidos. Ele tem 29 quilômetros de largura e 446 quilômetros de extensão. Alguns penhascos do Grand Canyon atingem 1600 metros de profundidade. A paisagem foi esculpida pelas águas do Rio Colorado, além da chuva e vento.
(Fonte: Abril — adaptado.)
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu
desafiam o Princípio Cosmológico devido aos
seus tamanhos. Este princípio assume que o
universo que podemos enxergar é uma ‘amostra
justa’ do que esperamos que o restante dos
cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu
desafiam o Princípio Cosmológico devido aos
seus tamanhos. Este princípio assume que o
universo que podemos enxergar é uma ‘amostra
justa’ do que esperamos que o restante dos
cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.
TEXTO I
Pais e filhos: tão perto, tão longe
A sociedade contemporânea se assenta, segundo vários pensadores das ciências humanas, por uma polaridade: de um lado o excesso, de outro a falta. No entanto, há muitos anos a psicanálise nos ensina: todo excesso esconde uma falta.
Vivemos um momento sócio-histórico de excessos de trabalho, compromissos, desejos, expectativas e estímulos que atingem indistintamente crianças, adolescentes e adultos. Vivemos ocupados, com agendas cheias de cursos, reuniões, compromissos e atividades extracurriculares. Não há tempo a perder e nunca antes tivemos tanto a sensação de estarmos correndo em busca do tempo perdido. A excelência de desempenho acompanha a todos na escola, no trabalho, nos demais ambientes em que estamos inseridos. Estamos conectados permanentemente e devemos estar disponíveis todo o tempo.
Esse ambiente de estimulação e exigências constantes, no qual às vezes damos conta das demandas que nos são impostas por nós mesmos ou pelo outro, e outras vezes não, tem uma única consequência a todos: a exaustão.
Exaustos, ao chegarmos a casa, só queremos ficar mergulhados no nosso mundo, para de certa forma termos (ainda que na nossa fantasia) uma compensação pelas frustrações enfrentadas ao longo do dia. E é nesse ponto que começamos a nos distanciar do nosso parceiro e dos nossos filhos, porque passamos a nos tornar indisponíveis ao outro.
Educar filhos, formá-los, é tarefa para a vida inteira e exige disposição, tempo, vitalidade e dedicação, e o fato é que, embora na teoria estejamos todos comprometidos com isso, na prática nem sempre estamos dispostos. Terceirizamos essas tarefas para professores, psicólogos, avós e babás. E, quando não temos essas pessoas à disposição, silenciamos as crianças dando-lhes a possibilidade de passar horas diante de alguma telinha: se antes era a televisão, hoje vemos crianças em idades cada vez mais precoces com um Ipad na mão. Não queremos ser perturbados no nosso mundo, no nosso silêncio e, sem percebermos, vamos criando abismos nas nossas relações.
(Valdeli Vieira Pais e filhos: tão perto, tão longe (adaptado) REVISTA E: https://www.sescsp.org.br/online/artigo/13291_PAISEFILHOS.)
TEXTO I
Pais e filhos: tão perto, tão longe
A sociedade contemporânea se assenta, segundo vários pensadores das ciências humanas, por uma polaridade: de um lado o excesso, de outro a falta. No entanto, há muitos anos a psicanálise nos ensina: todo excesso esconde uma falta.
Vivemos um momento sócio-histórico de excessos de trabalho, compromissos, desejos, expectativas e estímulos que atingem indistintamente crianças, adolescentes e adultos. Vivemos ocupados, com agendas cheias de cursos, reuniões, compromissos e atividades extracurriculares. Não há tempo a perder e nunca antes tivemos tanto a sensação de estarmos correndo em busca do tempo perdido. A excelência de desempenho acompanha a todos na escola, no trabalho, nos demais ambientes em que estamos inseridos. Estamos conectados permanentemente e devemos estar disponíveis todo o tempo.
Esse ambiente de estimulação e exigências constantes, no qual às vezes damos conta das demandas que nos são impostas por nós mesmos ou pelo outro, e outras vezes não, tem uma única consequência a todos: a exaustão.
Exaustos, ao chegarmos a casa, só queremos ficar mergulhados no nosso mundo, para de certa forma termos (ainda que na nossa fantasia) uma compensação pelas frustrações enfrentadas ao longo do dia. E é nesse ponto que começamos a nos distanciar do nosso parceiro e dos nossos filhos, porque passamos a nos tornar indisponíveis ao outro.
Educar filhos, formá-los, é tarefa para a vida inteira e exige disposição, tempo, vitalidade e dedicação, e o fato é que, embora na teoria estejamos todos comprometidos com isso, na prática nem sempre estamos dispostos. Terceirizamos essas tarefas para professores, psicólogos, avós e babás. E, quando não temos essas pessoas à disposição, silenciamos as crianças dando-lhes a possibilidade de passar horas diante de alguma telinha: se antes era a televisão, hoje vemos crianças em idades cada vez mais precoces com um Ipad na mão. Não queremos ser perturbados no nosso mundo, no nosso silêncio e, sem percebermos, vamos criando abismos nas nossas relações.
(Valdeli Vieira Pais e filhos: tão perto, tão longe (adaptado) REVISTA E: https://www.sescsp.org.br/online/artigo/13291_PAISEFILHOS.)
Momentos fora de série
Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível — e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea.
A trama nos guia através da vida de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio - e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.
Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados — uma refrescante surpresa.
Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes, mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante. Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão. É um lembrete para os adolescentes que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também. Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.
Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.
O longa-metragem nos convida a relembrar nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro - muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde para vivenciarmos momentos fora de série.
Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)
Considere o excerto a seguir para responder à questão.
Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.
(Fonte: https://revistaplaneta.com.br/criancas-com-caes-se-movimentam-mais-mostra-estudo/)
Qual das palavras destacadas no trecho acima é um adjetivo pátrio?
(Fonte: CALVINO, Ítalo. O castelo dos destinos cruzados. São Paulo: Companhia das Letras, 1991)
Qual é a forma masculina plural correspondente ao substantivo grifado no trecho acima?
“Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.
Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo [...] da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.
A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população. Segundo o levantamento da UFMG, não consumir feijão está associado a uma chance 10% maior de desenvolver excesso de peso e 20% maior de obesidade, em relação à parcela da população que consome o produto com alguma frequência. [...]”
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c90935j2k8go)
Em qual dos parágrafos do texto acima é possível ver o uso de um artigo indefinido?