Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3456636 Português

Breaking Bad: Como a série mudou a televisão para sempre


Há mais de dez anos, Breaking Bad estreava seu primeiro episódio. A série, que não contava com nenhuma grande estrela do cinema ou tinha um nome conhecido em seus bastidores, começou discreta e ao final tornou-se um fenômeno cultural que transformou para sempre a televisão. Com um roteiro cirúrgico, uma fotografia inovadora e atuações marcantes, rapidamente ela virou o marco da nova era de ouro da televisão.


A história de Breaking Bad, aparentemente, é simples: Walter White, um professor de química diagnosticado com câncer no pulmão, decide entrar para o mundo das drogas para poder juntar dinheiro e, assim, de alguma forma ajudar sua família quando morrer.


A série foi a primeira a se aproveitar do fenômeno Netflix. Apesar de ser amplamente elogiado pela crítica ao longo de suas primeiras temporadas, o drama não era um sucesso de público. Tudo mudou, porém, quando a série ficou disponível no serviço de streaming. Com a oportunidade dos fãs de maratonar, o seriado cresceu ano após ano e virou um fenômeno.


Ao encerrar no auge, o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão. Até então, quanto mais sucesso a série tinha, mais temporadas eram encomendadas e, muitas vezes, elas não mantinham a qualidade dos primeiros anos. Gilligan afirmou que sempre pensara em cinco temporadas para mostrar a decadência de Walter White e não queria acabar com o legado do seriado, que fechou como um dos mais aclamados pela crítica por conta, especialmente, de seu roteiro afiado.


Breaking Bad ajudou a revolucionar a televisão. Hoje, atores e atrizes de renome estão voltando seus olhos para séries que, cada vez mais, são o melhor lugar para criar projetos arriscados e diferentes. Breaking Bad ajudou a pavimentar esse caminho e, por isso, é uma das séries mais importantes da história.


(Fábio de Souza Gomes, www.omelete.com.br, com adaptações)


“o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão”
Em relação à frase acima, assinale a alternativa que traz a estrutura verbal resultante da transformação em voz passiva.
Alternativas
Q3456522 Português
Vacinas inversas: esperança contra doenças
autoimunes



Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas:
esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.
Disponível em:
https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe
ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto: 

Primeira coluna: processo de formação

(1) Derivação sufixal. (2) Derivação prefixal. (3) Derivação prefixal e sufixal.

Segunda coluna: exemplo

(__) autoimune (__) imunológica (__) pesquisadores (__) incorretamente (__) imunitário

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3456241 Português
Quanto ao gênero dos substantivos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

( ) Todos os substantivos do português, tanto os referentes a pessoas e animais, quanto a coisas, têm gênero.

( ) Mesmo substantivos que se referem a pessoa ou animais, apresentam, muitas vezes, diferenças entre sexo e gênero. Exemplos: o indivíduo (é sempre masculino); a cobra (é sempre feminino). Assim, o gênero (masculino e feminino) da palavra nem sempre indica o sexo do ser, é apenas um princípio convencional, isto é, combinado, da língua.

( ) O feminino dos substantivos geralmente é formado pela troca de -o por -a, ou pelo acréscimo da vogal -a no final da palavra. Exemplos: porco – porca; escultor – escultora.

( ) Há substantivos que admitem dois gêneros, entretanto, o significado da forma masculina é diferente do significado da forma feminina. Exemplos: O rádio (o aparelho receptor), a rádio (a estação, a emissora). 
Alternativas
Q3456236 Português
Referindo-se a pronomes indefinidos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente.  
( ) Os pronomes indefinidos alguém, ninguém, outrem, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos algum, alguma, nenhum, nenhuma, são variáveis. ( ) Os pronomes indefinidos tudo, nada, algo, cada, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos todo, toda, muito, muita, são variáveis. 
Alternativas
Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
Alternativas
Q3453787 Português
Observe os advérbios elencados a seguir e aponte a classificação incorreta.
Alternativas
Q3453779 Português

A partir da charge a seguir, responda à questão.


Fonte: BING IMAGENS. Disponível em: <https://www.bing.com/images/search?>

Qual dos verbos a seguir está no gerúndio? 
Alternativas
Q3453778 Português

A partir da charge a seguir, responda à questão.


Fonte: BING IMAGENS. Disponível em: <https://www.bing.com/images/search?>

Observe o excerto extraído da charge: “É isso mesmo [...]”. Qual a classificação do verbo que aparece nele?
Alternativas
Q3453777 Português

A partir da charge a seguir, responda à questão.


Fonte: BING IMAGENS. Disponível em: <https://www.bing.com/images/search?>

As palavras a seguir foram extraídas do texto. Assim, qual delas não é classificada como substantivo?
Alternativas
Q3453589 Português

Texto para a questão.


O que é ser gestor de UAN?




Internet:http://www.nutrimixassessoria.com.br/>(com adaptações).

O par de palavras “bom gestor” (linha 12) é constituído de adjetivo + substantivo. A posição típica do adjetivo não é essa, senão posposta ao núcleo substantivo: “gestor bom”. Como se percebe, a alteração da ordem vocabular, nesse caso, não causaria prejuízo à correção gramatical nem ao sentido. Assinale a alternativa cuja função do adjetivo frente ao substantivo não provoca alteração semântica.
Alternativas
Q3453525 Português
Qual das classificações dos derivados a seguir condiz com a seguinte especificidade: palavra derivada+ sufixo. Ex.: port. ferrugemferruginoso; esp. villa> villanó> villanía. 
Alternativas
Q3451775 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica 


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.


Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.


“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.


Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: tratase de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.


“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma. 

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em 
1.png (300×75)
Considere as seguintes palavras do texto: I. ecossistema, II. costeiro, III. cíclico e IV. quantidade. Verifica-se sufixo formador de adjetivos apenas em:
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Q3451633 Português
Contra o monopólio da IA, uma parceria global para aquisição de chips

    Em 1999 um grupo de 34 pesquisadores internacionais se reuniu na Itália, na vila de Bellagio, para discutir o acesso à vacinação. Vacinas eram caras e inacessíveis.
    O grupo teve então uma ideia revolucionária: criar um consórcio de vários países para agregar poder de compra ("procurement") e com isso conseguir preços mais baixos, grandes quantidades e velocidade de entrega. Surgia então o Gavi (Aliança Global para Vacinas e Imunização), que logo teve adesão da ONU e de doadores privados. Hoje, 50% das crianças do planeta são vacinadas por causa da iniciativa. Na Covid, essa aliança teve também um papel crucial.
    Corte para 2024. Um grupo de pesquisadores internacionais se reuniu em Bellagio na semana passada para discutir outro problema: tecnodiversidade. Assegurar que o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial seja plural e não excludente. Estamos atravessando um intenso processo de concentração. Por causa da IA, a demanda por computação explodiu. Uma IA atual usa 10 bilhões de vezes mais computação do que em 2010. A cada 6 meses esse uso computacional dobra.
    O problema é que o poder computacional usado para a inteligência artificial é hoje controlado por um pequeno grupo de países e empresas. Em outras palavras, toda a "inteligência" do planeta pode ficar nas mãos de um clube exclusivo. Isso pode ser a receita para um desastre epistêmico, colocando em risco linguagens, cosmologias e modos de existir presentes e futuros. Tanta concentração limita a existência de modelos de IA diversos, construídos localmente.
    Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída. Quanto mais países, setores da sociedade e comunidades tiverem a possibilidade de participar do desenvolvimento da IA, inclusive sem fins lucrativos, melhor. Um exemplo: há 10 anos, 60% da pesquisa sobre inteligência artificial era feita pelo setor acadêmico. Hoje esse percentual é próximo de 0%.
    Esse curso precisa mudar. A solução proposta no encontro em Bellagio foi a criação de uma aliança similar ao GAVI, só que para a aquisição dos GPUs (chips) usados para treinar inteligência artificial. Os três pilares para treinar IA são: dados, capital humano e chips. O maior gargalo, de longe, está no acesso aos chips. Para resolver isso, os países podem se reunir para agregar seu poder de compra, integrandose novamente a organizações internacionais e doadores interessados na causa. Tal como nas vacinas, seria possível derrubar os preços dos chips, assegurar sua quantidade e velocidade de entrega.
    Isso permitiria a criação de polos nacionais, regionais e multinacionais para o treinamento de IA, capazes de cultivar diversidades. Por exemplo, uma IA da língua portuguesa, da América Latina e além. Permitiria a construção de infraestruturas acessíveis para a comunidade acadêmica e para outros atores no desenvolvimento da tecnologia. Essa proposta, vocalizada por Nathaniel Heller e refinada pelo grupo de Bellagio, pode ter um impacto profundo no futuro do desenvolvimento tecnológico.
     O Brasil pode ser crucial na formulação dessa aliança. Seja atuando dentro do G20, seja incluindo o tema como parte do excelente Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, publicado na semana passada, que prevê 23 bilhões de investimentos em 4 anos. Pode ser a chance de o país se tornar mais uma vez protagonista na articulação do futuro do desenvolvimento tecnológico.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldole mos/
No trecho "Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída." (5º parágrafo), há um erro gramatical, que deve corrigido da seguinte forma:
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Q3451631 Português
Contra o monopólio da IA, uma parceria global para aquisição de chips

    Em 1999 um grupo de 34 pesquisadores internacionais se reuniu na Itália, na vila de Bellagio, para discutir o acesso à vacinação. Vacinas eram caras e inacessíveis.
    O grupo teve então uma ideia revolucionária: criar um consórcio de vários países para agregar poder de compra ("procurement") e com isso conseguir preços mais baixos, grandes quantidades e velocidade de entrega. Surgia então o Gavi (Aliança Global para Vacinas e Imunização), que logo teve adesão da ONU e de doadores privados. Hoje, 50% das crianças do planeta são vacinadas por causa da iniciativa. Na Covid, essa aliança teve também um papel crucial.
    Corte para 2024. Um grupo de pesquisadores internacionais se reuniu em Bellagio na semana passada para discutir outro problema: tecnodiversidade. Assegurar que o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial seja plural e não excludente. Estamos atravessando um intenso processo de concentração. Por causa da IA, a demanda por computação explodiu. Uma IA atual usa 10 bilhões de vezes mais computação do que em 2010. A cada 6 meses esse uso computacional dobra.
    O problema é que o poder computacional usado para a inteligência artificial é hoje controlado por um pequeno grupo de países e empresas. Em outras palavras, toda a "inteligência" do planeta pode ficar nas mãos de um clube exclusivo. Isso pode ser a receita para um desastre epistêmico, colocando em risco linguagens, cosmologias e modos de existir presentes e futuros. Tanta concentração limita a existência de modelos de IA diversos, construídos localmente.
    Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída. Quanto mais países, setores da sociedade e comunidades tiverem a possibilidade de participar do desenvolvimento da IA, inclusive sem fins lucrativos, melhor. Um exemplo: há 10 anos, 60% da pesquisa sobre inteligência artificial era feita pelo setor acadêmico. Hoje esse percentual é próximo de 0%.
    Esse curso precisa mudar. A solução proposta no encontro em Bellagio foi a criação de uma aliança similar ao GAVI, só que para a aquisição dos GPUs (chips) usados para treinar inteligência artificial. Os três pilares para treinar IA são: dados, capital humano e chips. O maior gargalo, de longe, está no acesso aos chips. Para resolver isso, os países podem se reunir para agregar seu poder de compra, integrandose novamente a organizações internacionais e doadores interessados na causa. Tal como nas vacinas, seria possível derrubar os preços dos chips, assegurar sua quantidade e velocidade de entrega.
    Isso permitiria a criação de polos nacionais, regionais e multinacionais para o treinamento de IA, capazes de cultivar diversidades. Por exemplo, uma IA da língua portuguesa, da América Latina e além. Permitiria a construção de infraestruturas acessíveis para a comunidade acadêmica e para outros atores no desenvolvimento da tecnologia. Essa proposta, vocalizada por Nathaniel Heller e refinada pelo grupo de Bellagio, pode ter um impacto profundo no futuro do desenvolvimento tecnológico.
     O Brasil pode ser crucial na formulação dessa aliança. Seja atuando dentro do G20, seja incluindo o tema como parte do excelente Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, publicado na semana passada, que prevê 23 bilhões de investimentos em 4 anos. Pode ser a chance de o país se tornar mais uma vez protagonista na articulação do futuro do desenvolvimento tecnológico.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldole mos/
No trecho “para discutir o acesso à vacinação” (1º parágrafo), a preposição “para” só não tem o mesmo valor semântico que a sublinhada: 
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Q3451526 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 
A exclusão do artigo “o”, em “o país” (segundo período do quinto parágrafo) mantém a correção gramatical e o sentido do texto. 
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Q3451056 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

No excerto “Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes [...]”, as expressões em destaque podem ser substituídas – sem alteração semântica e de forma correta –, respectivamente, por
Alternativas
Q3450793 Português
Analise os conjuntos de palavras a seguir e assinale a alternativa em que todas as palavras indicadas têm o mesmo radical de origem.  
Alternativas
Q3450789 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O suicida e o computador 


    Depois de fazer o laço da forca e colocar uma cadeira embaixo, o escritor sentou-se atrás da sua mesa de trabalho, ligou o computador e digitou: “No fundo, no fundo, os escritores passam o tempo todo redigindo a sua nota de suicida. Os que se suicidam mesmo são os que a terminam mais cedo.” 

    

    Levantou-se, subiu na cadeira sob a forca e colocou a forca no pescoço. Depois retirou a forca do pescoço, desceu da cadeira, voltou ao computador e apagou o segundo “no fundo”. Ficava mais enxuto. Mais categórico. Releu a nota e achou que estava curta. Pensou um pouco, depois acrescentou: “Há os que se suicidam antes para escapar da terrível agonia de encontrar um final para a nota. O suicídio substitui o final. O suicídio é o final.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, colocou a forca no pescoço e ficou pensando. Lembrou-se de uma frase de Borges. Encaixa, pensou, retirando a corda do pescoço, descendo da cadeira e voltando ao computador. Digitou: “Borges disse que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, senão passaria o resto da vida reescrevendo-os. O suicídio substitui a publicação. O suicídio é a publicação. No caso, o livro livra-se do escritor.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, mas desceu da cadeira antes de colocar a forca no pescoço. Lembrara-se de outra coisa. Voltou ao computador e, entre o penúltimo e o último parágrafo, inseriu: “Há escritores que escrevem um grande livro, ou uma grande nota de suicida, e depois nunca mais conseguem escrever outro. Atribuem a um bloqueio, ao medo do fracasso. Não é nada disso. É que escreveram a nota, mas esqueceram-se de se suicidar. Passam o resto da vida sabendo que faltou alguma coisa na sua obra e não sabendo o que é. Faltou o suicídio.” 


    Levantou-se, ficou olhando a tela do computador, depois sentou-se de novo. Digitou: “No fundo, no fundo, a agonia é saber quando se terminou. Há os que não sabem quando chegaram ao final da sua nota de suicida. Geralmente, são escritores de uma obra extensa. A crítica elogia sua prolixidade, a sua experimentação com formas diversas. Não sabe que ele não consegue é terminar a nota.” Dessa vez não se levantou. Ficou olhando para a tela, pensando. Depois acrescentou: “É claro que o computador agravou a agonia. Talvez uma nota de suicida definitiva só possa ser manuscrita ou datilografada à moda antiga, quando o medo de borrar o papel com correções e deixar uma impressão de desleixo para a posteridade leva o autor a ser preciso e sucinto. Tese: é impossível escrever uma nota de suicida num computador.”  Era isso? Ele releu o que tinha escrito. Apagou o segundo “no fundo”. Era isso. Por via das dúvidas, guardou o texto na memória do computador. No dia seguinte o revisaria. E foi dormir.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

A contração “num”, que ocorre em “(...) uma nota de suicida num computador”, é composta por duas palavras que pertencem a classes gramaticais distintas, que são: 
Alternativas
Q3450787 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O suicida e o computador 


    Depois de fazer o laço da forca e colocar uma cadeira embaixo, o escritor sentou-se atrás da sua mesa de trabalho, ligou o computador e digitou: “No fundo, no fundo, os escritores passam o tempo todo redigindo a sua nota de suicida. Os que se suicidam mesmo são os que a terminam mais cedo.” 

    

    Levantou-se, subiu na cadeira sob a forca e colocou a forca no pescoço. Depois retirou a forca do pescoço, desceu da cadeira, voltou ao computador e apagou o segundo “no fundo”. Ficava mais enxuto. Mais categórico. Releu a nota e achou que estava curta. Pensou um pouco, depois acrescentou: “Há os que se suicidam antes para escapar da terrível agonia de encontrar um final para a nota. O suicídio substitui o final. O suicídio é o final.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, colocou a forca no pescoço e ficou pensando. Lembrou-se de uma frase de Borges. Encaixa, pensou, retirando a corda do pescoço, descendo da cadeira e voltando ao computador. Digitou: “Borges disse que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, senão passaria o resto da vida reescrevendo-os. O suicídio substitui a publicação. O suicídio é a publicação. No caso, o livro livra-se do escritor.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, mas desceu da cadeira antes de colocar a forca no pescoço. Lembrara-se de outra coisa. Voltou ao computador e, entre o penúltimo e o último parágrafo, inseriu: “Há escritores que escrevem um grande livro, ou uma grande nota de suicida, e depois nunca mais conseguem escrever outro. Atribuem a um bloqueio, ao medo do fracasso. Não é nada disso. É que escreveram a nota, mas esqueceram-se de se suicidar. Passam o resto da vida sabendo que faltou alguma coisa na sua obra e não sabendo o que é. Faltou o suicídio.” 


    Levantou-se, ficou olhando a tela do computador, depois sentou-se de novo. Digitou: “No fundo, no fundo, a agonia é saber quando se terminou. Há os que não sabem quando chegaram ao final da sua nota de suicida. Geralmente, são escritores de uma obra extensa. A crítica elogia sua prolixidade, a sua experimentação com formas diversas. Não sabe que ele não consegue é terminar a nota.” Dessa vez não se levantou. Ficou olhando para a tela, pensando. Depois acrescentou: “É claro que o computador agravou a agonia. Talvez uma nota de suicida definitiva só possa ser manuscrita ou datilografada à moda antiga, quando o medo de borrar o papel com correções e deixar uma impressão de desleixo para a posteridade leva o autor a ser preciso e sucinto. Tese: é impossível escrever uma nota de suicida num computador.”  Era isso? Ele releu o que tinha escrito. Apagou o segundo “no fundo”. Era isso. Por via das dúvidas, guardou o texto na memória do computador. No dia seguinte o revisaria. E foi dormir.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um pronome demonstrativo. 
Alternativas
Q3449866 Português
UM BRINDE AO ANO NOVO REPLETO DE SAÚDE, PAZ E FELICIDADES!





(1º§) O Ano Novo é uma chance de começar de novo. Deixa para trás o que não te serve mais e abraça o futuro com coragem e esperança! O segredo para um novo começo está em deixar ir o velho, desejando que o próximo ano seja repleto de novas aventuras e oportunidades para crescer e aprender.

(2º§) O Ano Novo é uma chance de muitas mudanças! Acredite no poder da transformação que um novo ano traz consigo.

(3º§) O Ano Novo é uma chance de brindar a vida e agradecer por tudo que ocorreu durante o ano anterior, e começar a escrever as páginas em branco de cada dia, sempre almejando uma história incrível para o ano que se inicia. O Ano Novo é como um livro em branco. A caneta está em suas mãos, use-a com garra e determinação! O Ano Novo é uma chance de muitas mudanças!

(4º§) O Ano Novo faz você pensar e repensar nos seus sonhos. Acredite neles e trabalhe para transformá-los em realidade neste novo ano.

(5°§) O Ano Novo traz até você a coragem para perseguir a trilha da felicidade, porque você precisa ser feliz. Vamos comemorar o ano novo!

(6º§) O Ano Novo é uma oportunidade singular para renovar sua atitude, reavivar suas paixões e redescobrir suas ambições. Pense no seu futuro, pois a melhor maneira de prevê-lo centra-se em criá-lo.

(7º§) Que o Ano Novo traga consigo um novo entusiasmo para transformar sonhos em realidade. Não espere por oportunidades, crieas, aproveitando o Ano Novo, que é o momento perfeito para começar e realizar sonhos.

(8º§) O Ano Novo é um de desejar coisas boas, assim sendo, espalhe amor e colha felicidade no ano que se inicia! Seja a mudança que você deseja ver no mundo. Comece consigo mesmo neste novo ano.”

(9º§) O Ano Novo é a oportunidade perfeita para recomeçar, recalibrar metas e seguir em frente com paixão renovada. No ano novo, descubra novas maneiras de brilhar. Crie suas leis de felicidades. Aprecie as estrelas de um céu iluminado e colorido! Você tem as chaves para viver em paz e harmonia com a vida!

(10º§) Nunca é tarde demais para se tornar quem você quer ser. O Ano Novo é a prova disso. A vida é cheia de oportunidades, e um novo ano é apenas mais uma delas. Que o próximo ano seja cheio de momentos preciosos, memórias inesquecíveis e sonhos realizados!

(11º§) Lembre-se de que você tem 365 novas oportunidades para criar a vida dos seus sonhos no ano que se inicia! Comece o Ano Novo com gratidão pelo passado e esperança para o futuro! FELIZ ANO NOVO!


(https://www.tediado.com.br/12/50-frases-motivacionais-para-inspirar-o-ano-novo/) – (Adaptado)
Sobre os substantivos numerados (1; 2; 3) do trecho seguinte:

“Crie suas leis¹ de felicidades. Aprecie as estrelas² de um céu iluminado e colorido! Você tem as chaves³ para viver em paz e harmonia com a vida!” – Marque a alternativa com os coletivos correspondentes, correta e respectivamente.
Alternativas
Respostas
6261: E
6262: D
6263: D
6264: B
6265: E
6266: D
6267: E
6268: C
6269: D
6270: D
6271: B
6272: D
6273: D
6274: C
6275: E
6276: A
6277: B
6278: A
6279: C
6280: D