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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 26.992 questões

Q3495149 Português
Instituto-Geral de Perícias usa protocolo
internacional para identificação de vítimas das
enchentes no RS e para apoio a familiares

De 22 corpos que estão no Departamento Médico
Legal, em Porto Alegre, 18 já foram identificados


   O Instituto-Geral de Perícias (IGP) está atuando com uma força-tarefa para a identificação de vítimas da chuva e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

   O trabalho faz parte de um protocolo internacional que orienta as ações para casos de acidentes ou eventos climáticos com grande número de vítimas. Dos 22 corpos que chegaram ao Departamento Médico Legal (DML) de Porto Alegre na tarde de quarta-feira (6), 18 já foram identificados pelas impressões digitais. [...]

   A decisão de centralizar o trabalho no DML da Capital foi justamente para uso da estrutura e da equipe multidisciplinar especializada em ações desse tipo, o que permite maior rapidez nas identificações. O grupo é composto por papiloscopistas, médicos legistas, peritos criminais, psiquiatras, técnicos em perícias, fotógrafos criminalísticos e assistentes sociais, entre outros profissionais. No prédio em que fica o DML, na Avenida Ipiranga, bairro Azenha, há salas destinadas ao atendimento psicossocial dos familiares.

   Como muitas famílias perderam as casas ou todos os documentos, um sistema de identificação para estas pessoas também está em funcionamento. Para liberar um corpo de uma vítima, um familiar precisa se apresentar com identificação obrigatória. Se a pessoa está sem documentos, o IGP faz biometria na hora e já emite nova carteira de identidade. Também há trabalho integrado com cartórios para o registro do óbito.

   — Temos todo suporte às famílias. Quem chega aqui recebe todas as orientações, inclusive, sobre o cartório em que deve ir, onde haverá atendimento em guichê específico. Também estamos em contato com a Defesa Civil em função das dificuldades das pessoas em virem até aqui. Elas poderão ser trazidas ou vamos organizar para fazer a liberação dos corpos em cidades mais próximas — explica a diretora-geral do IGP, a perita criminal Marguet Mittmann. [...]

   Sobre a identificação das vítimas, Marguet destaca que é feita a partir de três etapas. A mais rápida é pelas impressões digitais. Se a pessoa tem carteira de identidade feita no Estado, a impressão consta no banco de dados. O sistema faz uma comparação inicial, e a identificação é finalizada a partir de análise técnica de um papiloscopista.

   Das 22 vítimas, 18 tiveram impressões digitais localizadas no banco de dados. Para quem não tem, a etapa seguinte é o processo de odontologia forense. Nesse caso, familiares teriam de apresentar documentos de atendimentos odontológicos do falecido, o que também não é simples diante da tragédia que destruiu e arrastou casas, deixando famílias sem pertences. Então, por último, é o processo de DNA, em que o familiar precisa ceder uma amostra de saliva para que o exame comparativo seja feito.

    De qualquer forma, explica Marguet, para uma margem de segurança do processo de identificação e até para garantir material genético para eventuais exames que sejam necessários no futuro, todos os familiares, mesmo os das vítimas identificadas por impressões digitais, têm material coletado para lançamento no banco de dados genéticos do IGP.

   — Estamos trabalhando com todos os esforços e essas famílias não vão ficar desassistidas. Não haverá revitimização — garantiu a diretora-geral do IGP.


Adaptado de:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2023/09/instituto-geralde-pericias-usa-protocolo-internacional-para-identificacao-devitimas-das-enchentes-no-rs-e-para-apoio-a-familiaresclm9ctldi001q015g62hda5yo.html. Acesso em: 10 maio 2024. 
Em relação aos processos de formação de palavras, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3492832 Português
O adjetivo “esfígmico” é relativo à “pulsação”, tal como: 
Alternativas
Q3492826 Português
Leia o texto para responder à questão.


As amazonas guerreiras da lenda grega podem realmente ter existido

Uma das personagens mais famosas dos quadrinhos, compondo a trindade dos três personagens mais importantes da DC, a Mulher Maravilha foi baseada no mito das guerreiras gregas conhecidas como Amazonas. Porém, cada vez mais pesquisas vêm descobrindo evidências de que grupos de mulheres guerreiras na antiga Grécia estão mais próximas da realidade do que se acreditava.

De acordo com as lendas, as Amazonas eram guerreiras ferozes que viviam em uma nação própria à parte do mundo conhecido (nos quadrinhos da DC, elas vivem na ilha fictícia de Themyscira). Antes da Mulher Maravilha, as histórias sobre essas mulheres guerreiras foram contadas e registradas pelo famoso poeta grego Homero, na sua A Ilíada.

Nas histórias, Hércules teve que lutar contra essas guerreiras para obter o cinto mágico da rainha Amazona Hipólita em um dos seus 12 trabalhos. Já o famoso guerreiro e herói grego Aquiles, matou outra rainha, Pentesiléia, apenas para depois se apaixonar por ela quando retirou o capacete de seu rosto.

Embora as histórias contidas no poema A Ilíada de Homero sejam alvos de debates sobre a sua existência real ou não (como a guerra de Tróia, por exemplo), cada vez mais evidências vêm mostrando que mulheres guerreiras como as Amazonas podem realmente ter existido.

Em 2019, arqueólogos descobriram um túmulo com os restos mortais de quatro guerreiras enterradas com um estoque de pontas de flechas, lanças e equipamentos de montaria. O túmulo está localizado na região dos estepes no oeste da Rússia, e é onde as lendas gregas situavam as Amazonas.

Agora, uma equipe de arqueólogos encontrou outro túmulo na necrópole de Nakhchivan, no Azerbaijão. Os túmulos, de aproximadamente 4 mil anos, também continham mulheres enterradas com armas como pontas de flecha, um punhal de bronze e uma maça, além de joias.

O arco está entre as principais armas usadas pelas guerreiras amazonas nas lendas, o que, junto com a descoberta de outros túmulos com as mesmas características, indica a possibilidade de existência dessas mulheres guerreiras.

“Isso mostra que há verdade por trás dos mitos e lendas da Grécia antiga. Uma civilização não é composta por um único túmulo. Se estamos falando de uma cultura que atravessa o Cáucaso e a Estepe, que é o que todos os antigos diziam, obviamente você precisa de outros restos”, disse a historiadora Bettany Hughes ao The Guardian.

A historiadora aponta ainda outras evidências encontradas nos restos mortais, como alterações nas articulações dos dedos e nos ossos da pélvis. “Seus dedos estão deformados porque estão usando flechas demais. Mudanças nas articulações dos dedos não aconteceriam apenas pela caça. Isso é uma prática extensa e contínua. As pélvis das mulheres estão basicamente abertas porque estão montando cavalos. Os ossos são moldados apenas pelo estilo de vida delas.”

Como funcionava a sociedade das Amazonas ainda é algo a ser descoberto, mas a confirmação da existência de mulheres guerreiras na antiguidade grega está cada vez mais próxima.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/asamazonas-guerreiras-da-lenda-grega-podemrealmente-ter-existido#google_vignette>
Considere o seguinte excerto: “Em 2019, arqueólogos descobriram um túmulo com os restos mortais de quatro guerreiras enterradas com um estoque de pontas de flechas, lanças e equipamentos de montaria.” A palavra “mortais”, que ocorre no excerto apresentado, é formada por derivação sufixal. São formadas pelo mesmo processo as palavras: 
Alternativas
Q3492825 Português
Leia o texto para responder à questão.


As amazonas guerreiras da lenda grega podem realmente ter existido

Uma das personagens mais famosas dos quadrinhos, compondo a trindade dos três personagens mais importantes da DC, a Mulher Maravilha foi baseada no mito das guerreiras gregas conhecidas como Amazonas. Porém, cada vez mais pesquisas vêm descobrindo evidências de que grupos de mulheres guerreiras na antiga Grécia estão mais próximas da realidade do que se acreditava.

De acordo com as lendas, as Amazonas eram guerreiras ferozes que viviam em uma nação própria à parte do mundo conhecido (nos quadrinhos da DC, elas vivem na ilha fictícia de Themyscira). Antes da Mulher Maravilha, as histórias sobre essas mulheres guerreiras foram contadas e registradas pelo famoso poeta grego Homero, na sua A Ilíada.

Nas histórias, Hércules teve que lutar contra essas guerreiras para obter o cinto mágico da rainha Amazona Hipólita em um dos seus 12 trabalhos. Já o famoso guerreiro e herói grego Aquiles, matou outra rainha, Pentesiléia, apenas para depois se apaixonar por ela quando retirou o capacete de seu rosto.

Embora as histórias contidas no poema A Ilíada de Homero sejam alvos de debates sobre a sua existência real ou não (como a guerra de Tróia, por exemplo), cada vez mais evidências vêm mostrando que mulheres guerreiras como as Amazonas podem realmente ter existido.

Em 2019, arqueólogos descobriram um túmulo com os restos mortais de quatro guerreiras enterradas com um estoque de pontas de flechas, lanças e equipamentos de montaria. O túmulo está localizado na região dos estepes no oeste da Rússia, e é onde as lendas gregas situavam as Amazonas.

Agora, uma equipe de arqueólogos encontrou outro túmulo na necrópole de Nakhchivan, no Azerbaijão. Os túmulos, de aproximadamente 4 mil anos, também continham mulheres enterradas com armas como pontas de flecha, um punhal de bronze e uma maça, além de joias.

O arco está entre as principais armas usadas pelas guerreiras amazonas nas lendas, o que, junto com a descoberta de outros túmulos com as mesmas características, indica a possibilidade de existência dessas mulheres guerreiras.

“Isso mostra que há verdade por trás dos mitos e lendas da Grécia antiga. Uma civilização não é composta por um único túmulo. Se estamos falando de uma cultura que atravessa o Cáucaso e a Estepe, que é o que todos os antigos diziam, obviamente você precisa de outros restos”, disse a historiadora Bettany Hughes ao The Guardian.

A historiadora aponta ainda outras evidências encontradas nos restos mortais, como alterações nas articulações dos dedos e nos ossos da pélvis. “Seus dedos estão deformados porque estão usando flechas demais. Mudanças nas articulações dos dedos não aconteceriam apenas pela caça. Isso é uma prática extensa e contínua. As pélvis das mulheres estão basicamente abertas porque estão montando cavalos. Os ossos são moldados apenas pelo estilo de vida delas.”

Como funcionava a sociedade das Amazonas ainda é algo a ser descoberto, mas a confirmação da existência de mulheres guerreiras na antiguidade grega está cada vez mais próxima.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/asamazonas-guerreiras-da-lenda-grega-podemrealmente-ter-existido#google_vignette>
Analise o excerto a seguir quanto às classes gramaticais das palavras que o compõem: “Isso mostra que há verdade por trás dos mitos e lendas da Grécia antiga.” Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto, aquela que pertence à classe de advérbio é: 
Alternativas
Q3492791 Português
Quais são, respectivamente, as classes de palavras que ocorrem no segundo quadrinho da tirinha abaixo, considerando o contexto sintático em que se encontram os vocábulos em questão?
9.png (411×366)
GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 17 de maio de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/05/17/ni quel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 27 mai. 2024. 
Alternativas
Q3492789 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


Segura que o filho é nosso

Posso me desdobrar em vinte, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir

Giovana Madalosso | Escritora, roteirista e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras | 26.mai.2024

        Sou mãe e, como a maioria das outras, consigo me desdobrar em muitas, mas será que devo fazer isso?
        Posso me dividir um duas, mas nunca vou conseguir cobrir a figura do pai. E nem quero porque a presença paterna é importante para uma criança.
        Posso me desdobrar em quatro, mas nunca vou conseguir fazer o papel dos avós, com sua experiência e seu afeto açucarado pelos anos e hérnias.
        Posso me desdobrar em dez, mas nunca vou conseguir substituir a madrinha, o padrinho, a vizinha, o motorista da perua, o amigo de família, o primo que faz aviãozinho e tantos outros, porque cada pessoa é uma, e cada uma delas mostra para o meu filho que o mundo é feito de pessoas diferentes, com ideias diversas.
        Posso mostrar para o meu filho planetas, estrelas e constelações, ensinar matemática com 200 g de farinha e 100 ml de óleo, recortar na massa fresca um triângulo isósceles e um escaleno, mas isso nunca vai substituir um professor e uma escola.
        Posso me desdobrar em vinte, quem sabe até em quarenta, simultaneamente assobiar, fritar ovo e trocar fralda; segurar dois no colo, um na perna, outro na cacunda; ser a plateia cheia que ovaciona o teatrinho; fazer de mim um polvo, uma malabarista, uma comunidade em forma de mulher, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir. De que mulher é mártir. De que qualquer pessoa deve ser mártir.
        Quem sabe, com todo esse amor que me escapa até pelas orelhas, eu possa me desdobrar até em algo de força sobre-humana e sair por aí pintando praça, improvisando creche, mas fui eu mesma que ensinei para o meu filho que podemos até ajudar no dever do outro, mas nunca fazer o dever do outro. E todas essas tarefas gigantes são dever do Estado.
        É, eu poderia ser muitas, mas só quero ser uma. Nem duas, nem uma vírgula três. E às vezes até menos do que uma. Quase uma. Lascada, quebrada, imperfeita, ferrada. Ou egoísta, como tantos homens, vangloriados por abraçarem a carreira e ganharem o mundo, por trabalharem em outras cidades, por cruzarem oceanos, sem nunca serem questionados como nós: quem ficou cuidando dos seus filhos?
        Olhe para mim: não tenho mais braços do que ninguém. E, ao contrário do que alguns pensam, não tenho "espírito de cuidadora". Se desenvolvi foi por força das circunstâncias.
        Pegando aquela frase da Simone de Beauvoir e indo um passo para lá: ninguém nasce mãe, torna-se mãe. Se tudo é uma construção, inclusive a maternidade, podemos reconstruí-la de outra maneira. Cruzar os braços e deixar que o outro faça. Dizer: segura você, que o filho é nosso. E quanto mais nosso, melhor para ele.

MADALOSSO, Giovana. Segura que o filho é nosso. Folha de São Paulo, 26 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/05/segura-que-o-filho-e-nosso.shtml.
Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 
A palavra “desdobrar” apresenta: 
Alternativas
Q3490703 Português
Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.

ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006, p. 272.

A respeito dos sentidos que as classes de palavras imprimem ao texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3490700 Português
Práticas integrativas e complementares em saúde (PICS)

As práticas integrativas e complementares (PICS) desempenham um papel abrangente no Sistema Único de Saúde (SUS) e podem ser incorporadas em todos os níveis da Rede de Atenção à Saúde, com foco especial na Atenção Primária, onde têm grande potencial de atuação. Uma das ideias centrais dessa abordagem é uma visão ampliada do processo saúde e doença, assim como a promoção do cuidado integral do ser humano, especialmente do autocuidado. As indicações às práticas se baseiam na saúde do indivíduo como um todo, levando em conta seus aspectos físicos, emocionais. mentais e sociais.

Disponível em: Acesso em:  <https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/> Acesso em: 8 fev. 2024, com adaptações.

Com base na norma-padrão e nas relações gramaticais que constituem o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3489527 Português
Qual é a função principal dos numerais em uma frase?
Alternativas
Q3489525 Português
Todas as opções incluem uma preposição de modo, exceto:
Alternativas
Q3489524 Português
Em qual das alternativas o verbo destacado está conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo?
Alternativas
Q3489513 Português
Todos os plurais abaixo estão corretos, exceto:
Alternativas
Q3489449 Português
Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo magnético da Terra

Cruzando dados do campo magnético do planeta com inscrições em blocos de argila, cientistas confirmaram a existência de um fenômeno ocorrido há 3 mil anos.

O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual. Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição – o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta. Uma pesquisa publicada recentemente no periódico especializado Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou essas cicatrizes em minerais um tanto especiais: grãos de óxido de ferro presentes em 32 tijolos fabricados na Mesopotâmia há mais de 3 mil anos. Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.

O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.

Arqueomagnetismo

Um mapeamento cada vez mais detalhado das mudanças no campo magnético da Terra com o passar das eras dá aos arqueólogos uma ferramenta cada vez melhor para datar artefatos antigos.“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico [ou seja, material com átomos de carbono]”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.” Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele. A equipe espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo – a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos –, aumente a precisão com que conhecemos história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).

Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-damesopotamia-revelam-anomalia-antiga-no-campomagnetico-da-terra) 
Considere as palavras I. arqueomagnetismo, II. radiocarbono e III. invisível, que ocorrem no texto. São formadas pelo processo de composição apenas: 
Alternativas
Q3489015 Português
Marque a alternativa incorreta quanto à classificação dos elementos mórficos destacados nas seguintes palavras:
Alternativas
Q3488398 Português
Qual é o coletivo de baleias?
Alternativas
Q3488010 Português
Assinale a opção CORRETA que contenha dois substantivos e um adjetivo.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FEPESE Órgão: CIDASC Prova: FEPESE - 2024 - CIDASC - Médico Veterinário |
Q3487685 Português
Analise o texto abaixo:

João e Maria, ............ entraram em casa, informaram ......... mãe de que o cunhado dela escolhera um ......... momento para comunicar ......... família a intenção de divorciar-se.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3487444 Português
Assinale a frase que apresenta um substantivo composto:
Alternativas
Q3487443 Português
Assinale a frase que não contém um artigo:
Alternativas
Respostas
5241: A
5242: E
5243: B
5244: D
5245: A
5246: B
5247: D
5248: C
5249: E
5250: E
5251: B
5252: C
5253: E
5254: C
5255: D
5256: A
5257: A
5258: C
5259: B
5260: C