Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q333788 Português
A preposição presente no segmento “alegações éticas e morais para a intervenção...” (L. 23/24) tem o mesmo valor semântico que a preposição sublinhada em:
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN Prova: COMPERVE - 2011 - IF-RN - Contador |
Q330026 Português
A expressão “às voltas com” (l inha 25) tem valor de

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Q325506 Português
Leia os trechos abaixo:

I. “[...] Antônio Francisco Lisboa seria mundialmente tão venerado quanto Michelangelo.”
II. “[...] é economista bem-sucedido em Londres.”
III. “[...] exibem a arte incomparável de Aleijadinho.”

Quanto aos processos de formação de palavras, só NÃO está correto o que se afirma em:
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Q325504 Português
Releia o fragmento:

“Cláudia havia morado uns tempos em Paris e, portanto, dominava a língua francesa, o que facilitou a comunicação entre os dois.” (4º parágrafo).

A conjunção destacada explicita, entre as orações desse período, uma relação de:
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Q322883 Português
Leia o poema de Mário Quintana para responder às questões de números 28 e 29.

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As lacunas do poema devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com

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Q322882 Português
As questões de números 23 a 27 baseiam-se no texto a seguir.

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Na frase – ... e passava os dedos nos cachos de Omar... – a preposição em destaque tem o mesmo emprego que se verifica em

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Q322876 Português
Leia o texto de Fernando Barros e Silva para responder às questões de números 12 a 21.

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As questões de números 18 a 21 baseiam-se no trecho: O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres,alargando a percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.

No trecho, o termo pobres está empregado como __________ e, por essa razão, trata-se de um emprego __________ ao que ele assume na frase: As pessoas pobres têm ganhado a atenção do atual governo.

Os espaços da frase devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com

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Q322872 Português
Leia o texto de Fernando Barros e Silva para responder às questões de números 12 a 21.

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As questões de números 18 a 21 baseiam-se no trecho: O atualgoverno, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grandemérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a pecepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissemcomo portadores de direitos sociais e protagonistas da política.

Analise as afirmações elaboradas com base no trecho: Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram 57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.

I. O uso dos numerais é significativo, pois eles indicam a intensidade da mudança vivenciada na sociedade brasileira no que diz respeito aos índices de pobreza.

II. O advérbio ainda, indicativo de tempo, revela que a vida de mais de 30 milhões de pessoas não mudou na última década.

III. A expressão pormês é indicativa de finalidade.

Está correto apenas o que se afirma em

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Ano: 2011 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2011 - MPE-RS - Assessor - Direito |
Q316925 Português

Instrução: As questões 61 a 72 estão relacionadas ao texto abaixo.
01       A palavra direito refere-se a um ramo do conhecimento humano — a Ciência do Direito —, ao mesmo tempo em que.
02  esclarece seu objeto de estudo: o direito, um sistema de normas que regula o comportamento dos homens em sociedade.
03  Muitas vezes, emprega-se a palavra direito em sentido axiológico como sinônimo de justiça. Outras vezes, utiliza-se a palavra
04  em seu sentido subjetivo, como na expressão “é o meu direito”. Trata-se, como ensina Reale, da "regra de direito vista por
05  dentro, como ação regulada".
06       O termo é empregado com seu sentido subjetivo na reivindicação do direito à saúde. Todavia, a referência à regra de direito
07  vista por dentro implica necessariamente ________ compreensão do direito como conjunto de regras do comportamento
08  humano em sociedade. De fato, as normas jurídicas representam as limitações impostas ________ condutas nocivas para a
09  vida social. Assim sendo, a saúde, definida como direito, deve inevitavelmente conter aspectos sociais e individuais.
10  Na perspectiva dos aspectos individuais, o direito à saúde privilegia a liberdade em sua mais ampla acepção. As pessoas
11  devem ser livres para escolher o tipo de relação que terão com o meio ambiente, suas condições de trabalho e, quando
12  doentes, o tipo de tratamento ________ que se submeterão.
13       Em seus aspectos sociais, o direito à saúde privilegia a igualdade. As limitações aos comportamentos humanos são postas
14  exatamente para que todos possam usufruir igualmente as vantagens da vida em sociedade. Assim, para preservar-se a saúde
15  de todos, é necessário que ninguém possa impedir outrem de procurar seu bem-estar ou induzi-lo a adoecer. Essa é a razão
16  das normas jurídicas que obrigam à vacinação, ao tratamento, e mesmo ao isolamento de certas doenças.
17       O direito à saúde, ao apropriar-se da liberdade e da igualdade, caracteriza-se pelo equilíbrio instável desses valores. A
18  história da humanidade é farta de exemplos do movimento pendular que ora busca a liberdade, ora a igualdade. Os homens
19  sempre tiveram a consciência de que para nada serve ________ igualdade sob o jugo do tirano e de que a liberdade só existe
20  entre iguais.
Adaptado de: DALLARI, Sueli Gandolfi. O direito à saúde.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101988000100008 .
Acesso em: 4 mar. 2011.

Considere as seguintes propostas de substituição de segmentos do texto.

1. regra de direito (L. 04) por regra jurídica
2. movimento pendular (L. 18) por movimento do pêndulo
3. jugo do tirano (L. 19) por jugo tirânico


Quais propostas estão corretas e são contextualmente adequadas?

Alternativas
Q301774 Português
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO CORRESPONDE a um exemplo de adjetivo no grau superlativo sintético erudito.
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Q301747 Português

                                                Texto: “ARTE COM CHICLETES”

                                    Pinturas em miniatura nas calçadas de Londres

      Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres. Depois de ter visto vários de seus trabalhos vandalizados e destruídos, ele saiu do mato e foi para as ruas a explorar uma nova mídia, num cenário diferente - pinturas em miniatura em chicletes jogados no chão.

      Ao longo dos anos, Wilson ficou cada vez mais irritado com o lixo, os carros e resíduos industriais que se tornaram parte integrante da sociedade urbana. Mesmo se refugiando no interior, ainda tinha que enfrentar a sujeira. Começou a trabalhar com o lixo que encontrava, catando bitucas de cigarro e pacotes de batata frita para incorporá-los a suas colagens. Trabalhar com chiclete mascado, in situ, foi uma evolução natural.

      Wilson começou a fazer pinturas em chiclete em 1998, mas só em outubro de 2004 decidiu trabalhar com esse meio em tempo integral. Há anos, vem tentando melhorar o ambiente urbano pintando em cima de outdoors e anúncios, mas a atividade ilegal o levou a conflitos com a lei. O uso de chiclete o libertou e lhe permitiu trabalhar de forma espontânea, sem ter de pedir permissão. "Nosso ambiente é muito controlado e o que mais precisamos é de diversidade", afirmou ele. "Mesmo galerias, museus e editoras são muito controlados."

      Saindo da Barnet High Street, Wilson começou a deixar um rastro de imagens do norte da cidade até o centro. Quase dois anos depois, no entanto, ele ainda permanece a maior parte do tempo na Barnet, a rua onde cresceu, e em Muswell Hill, onde mora com a mulher, Lily, e os três filhos. Como várias pessoas encomendaram retratos, ele se envolveu com os moradores da área. E explica: "Conheço ali muitos lojistas, varredores de rua e policiais. Quando ando pelas ruas, a cada passo penso em uma pintura que preciso fazer para alguém. Está tudo na minha cabeça, e isso faz com que me sinta mais próximo do lugar e do povo." Ele espera que seu trabalho aumente a percepção que os moradores têm do bairro, e que dê às crianças uma ligação maior com o ambiente.

      Wilson tem agora um livro de pedidos que inclui mensagens de amor e amizade, grafites, animais de estimação, anúncios de nascimento e morte. "Cada imagem que faço tem uma história diferente", explicou. "As pinturas refletem as pessoas que passam pela rua." Ele adora o relacionamento direto com as pessoas, os encontros que lhe dão o tema e a inspiração para seu trabalho. As pessoas lhe dizem do que gostam e o que querem, e ele interpreta cada assunto com base na intuição. O desafio de condensar a história de vida de uma família inteira em um único pedaço de chiclete o anima e a intimidade do meio o inspira.

      Cada peça começa da mesma maneira. Wilson seleciona um chiclete velho, derrete-o com um maçarico para endurecer a superfície, cobre-o com uma camada de esmalte acrílico branco e inicia a pintura. Com joelheiras amarradas na calça manchada de tinta e um descanso para apoiar o cotovelo, ele é capaz de passar várias horas debruçado sobre suas obras. Quando a pintura está pronta, Wilson usa a chama de um isqueiro para secá-la, aumentar a clareza das linhas e evitar o pó. Aí passa mais uma camada de esmalte, ou spray automotivo, para lhe dar um acabamento resistente. O método faz com que a obra dure seis meses ou mais.

      Wilson fotografa as pinturas para ter um registro. "As fotos têm vida própria depois que as tiro", observa. Nenhuma das obras em miniatura mede mais do que 5 centímetros de diâmetro. As pinturas em chicletes que ele fez para si mesmo guardam uma semelhança com seus desenhos em pastel, pinturas e obras de colagem tridimensionais, que, por sua vez, refletem as figuras, formas e símbolos de suas esculturas e os ambientes nos quais foram criadas.

      Os padrões de círculos, listras, rabiscos e contornos fortes destacam as imagens do fundo cinza. Padrões abstratos em forma de amebas, em cores deslumbrantes, contêm iniciais, nomes e datas celebrando encontros, amizades e outros relacionamentos. Como antigas placas de lojas, de cores vivas e letras claras, muitas das pinturas no chiclete representam pequenas empresas locais ou retratam personagens familiares em seus afazeres diários - uma escova e um pente na frente do cabeleireiro, o leiteiro fazendo entregas, o cachorro do dono da loja de ferragens. Uma pintura pequena e delicada relembra um pássaro que morreu lá perto. Apelidos, grafites e pedidos de torcedores de rúgbi e futebol aparecem nas imagens de calçada de Wilson.

      Enquanto trabalhava numa imagem pedida por uma policial, em memória dos que morreram nos ataques terroristas de Londres, de julho de 2005, Wilson foi abordado por um guarda de trânsito. Ele lhe contou uma história pessoal de morte e bravura altruísta. A seu pedido, Wilson pintou um chiclete para homenagear os trabalhadores envolvidos no resgate das vítimas dos atentados.

       Wilson admite que, enquanto muitas pessoas estão conscientes do que ele faz, outras podem andar sobre suas obras durante um ano e nem mesmo percebê-las. Mas ele espera que aqueles que notam sua arte tenham uma consciência maior do efeito que as pessoas exercem sobre o ambiente.

      O artista acredita que, em vez de apenas multar e deter, as autoridades devem lidar com as causas do comportamento antissocial, e incentivar os jovens a descobrir sua criatividade. Em junho de 2005, ele foi preso em Trafalgar Square por pintar um retrato do Almirante Nelson em um chiclete. Ele havia sido convidado pelo Conselho de Artes a participar do lançamento da Semana de Arquitetura, mas mais tarde foi informado de que não haviam conseguido obter autorização da prefeitura. "O evento procurava fazer pessoas criativas trabalharem de forma subversiva", explica, "mas parece que não conseguem suportar nada fora dos padrões: eles têm de saber quem, o que, quando e por quê."

      Ao tentar defender sua arte no palco temporário da Trafalgar Square, Wilson foi perseguido por policiais e levado sob custódia. Após ter suas impressões digitais colhidas, foi fotografado e interrogado. Seu punho foi ferido quando a polícia o deteve. Precisou usar uma tipoia, mas foi capaz de ver o humor da situação, observando as semelhanças entre ele e seu tema: "Fiquei parecido com Nelson, com o braço sangrando."

           ELMORE, Julia. Arte com chicletes. Piauí, São Paulo, n. 59, p. 39 – 43, ago. 2011. (adaptado)

“O uso de chiclete o libertou...” Assinale a alternativa que contém o correto processo de formação da palavra em destaque.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301655 Português
Assinale a alternativa que contém erro de flexão nominal:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301649 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas deste período:

“São projetos referentes __ construção e __ modernização de museus, ao incentivo __ artistas contemporâneos, __ divulgação do tema nas mídias e __ uma série de outras finalidades.”
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: CELESC Prova: FEPESE - 2011 - CELESC - Advogado |
Q297615 Português
Assinale a alternativa gramaticalmente correta.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: CASAN-SC Prova: FEPESE - 2011 - CASAN - Administrador |
Q292213 Português

É importante que os pais estabeleçam limites para os jovens. Se não acham correto que a garotada beba, devem dizer abertamente, ainda que isso cause divergências. Esse conflito é importante para o amadurecimento do adolescente. Diante de uma negativa, o jovem é obrigado a tomar uma decisão. Ou ele vai contra os pais e segue por sua conta e risco, arcando com as consequências, ou acata a determinação. Esse tipo de ponderação é o que leva à maturidade.


Adaptado de:

http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_038.html)

Observe as afirmativas abaixo.


1. Em “Se não acham correto” o termo sublinhado indica uma causa.


2. Em “ainda que isso cause divergências” a expressão sublinhada indica uma concessão, no que se refere ao enunciado anterior.


3. Na frase do texto “Ou ele vai contra… ou acata a determinação”, a palavra sublinhada corresponde a uma alternativa.


4. O pronome Esse, em “Esse conflito é importante” e “Esse tipo de ponderação”, é demonstrativo e funciona como elemento de coesão.


5. Em “o que leva” o termo sublinhado é artigo defnido, com valor de pronome oblíquo.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q283471 Português
Na passagem “Você tem sido um vizinho muito compreensivo, e eu ando muito relapsa na criação dos meus cachorros. Isso vai mudar!” (L. 4-6) a conjunção que permite a junção da última oração acima com sua antecedente, sem alterar o sentido, é

Alternativas
Q283293 Português
A palavra do Texto I destacada em “[...] faz menção à tempestade que, segundo os cronistas reais, [...]” (L. 13-14) pertence à mesma classe da que se destaca em:


Alternativas
Q276155 Português
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Com referência a palavras e expressões empregadas no texto, julgue
os próximos itens.
No vocábulo “zombavam” (L.24), além do radical zomb-, identificam-se o morfema temático de primeira conjugação a e o morfema modo-temporal -vam.
Alternativas
Q276153 Português
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Com referência a palavras e expressões empregadas no texto, julgue
os próximos itens.
O termo “velho” (L.18) constitui exemplo de adjetivo cujo sentido é alterado conforme a posição em relação ao substantivo que modifica no sintagma — velho servidor / servidor velho.
Alternativas
Q276148 Português
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Julgue os itens de 107 a 111, referentes aos recursos linguísticos e
estilísticos empregados no texto.
A forma verbal “cheirava” (L.2), no contexto em que foi empregada, com a regência de verbo transitivo indireto seguido da preposição “a”, exprime o sentido de exalar mau cheiro.
Alternativas
Respostas
27761: E
27762: B
27763: C
27764: B
27765: A
27766: C
27767: E
27768: D
27769: A
27770: B
27771: C
27772: C
27773: B
27774: D
27775: E
27776: C
27777: D
27778: E
27779: C
27780: E