Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q94693 Português
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Julgue os itens subsequentes, a respeito da organização das
estruturas linguísticas do texto acima.

A conjunção “Se” (L.3) introduz uma condição — estabelecer claramente essa diferença — que evita uma crítica equivocada em torno de qual seja o objeto de trabalho dos sistemas de dominação.
Alternativas
Q94670 Português
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A partir da organização do texto acima, julgue os itens que se
seguem.

Para manter o respeito ao padrão culto da língua portuguesa e preservar a correção gramatical do texto e a coerência entre os argumentos, deve-se evitar o neologismo “essencializadas” (L.10), substituindo-o por essenciais.
Alternativas
Q94668 Português
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A partir da organização do texto acima, julgue os itens que se
seguem.

O desenvolvimento das ideias no texto faz subentender uma relação explicativa entre o segundo e o terceiro períodos sintáticos, situados entre as linhas 3 e 8; por isso, ligá-los pela conjunção porque, fazendo-se os necessários ajustes na pontuação e nas letras maiúsculas, preservaria a correção e a coerência textual.
Alternativas
Q94667 Português
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Julgue os itens de 1 a 6, a respeito da organização das estruturas linguísticas no desenvolvimento do texto acima.

O conector “por isso” (L.20) explicita uma relação lógica entre duas ideias do texto: as pessoas aceitarem como igual uma relação de desigualdade (efeito) e a máscara da igualdade ser uma ilusão (causa).
Alternativas
Q94516 Português
Observando a norma culta, julgue os itens de I a VI e assinale a alternativa correta.

I A expressão “assim que” (linha 35) sugere a ideia de modo: a forma como alguém resolveria seus problemas.
II A expressão “com ar triste” (linha 29) remete ao sujeito “você” (linha 28).
III O autor abre o texto com um termo da linguagem comum do dia a dia que costuma dar continuidade a algo que vinha sendo dito, o que leva o leitor a interpretar o texto como parte de uma conversa.
IV As informações do segundo parágrafo são explicações que desenvolvem a ideia do termo “Tudo”, usado no início (linha 16) e retomado no final do referido parágrafo (linha 39).
V A palavra “ascensorista” (linha 29) pertence à família de “acender” (linha 39), isto é, ambas têm raiz comum.
VI As palavras “gastronômica” (linha 4) e “Atlântico” (linha 5) são acentuadas pela mesma razão.
Alternativas
Q94512 Português
Com base no texto I, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q85152 Português
Marque a alternativa cujo sentido do sufixo e/ou prefixo formador da palavra está corretamente indicado.
Alternativas
Q85149 Português
Analise os fragmentos listados na coluna I e associe à circunstância que expressam no texto, listadas na coluna 2.

Coluna 1:

I - não (l. 05).
II -(l. 07).
III - bem (l. 34).
IV - Em São Paulo (l. 36).

Coluna 2:

( ) Tempo
( ) Lugar
( ) modo
( ) negação

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q85139 Português
Analise as seguintes afirmações acerca de palavras e expressões do texto.

I - A expressão radiais (linha 14) poderia ser substituída por laterais, assim como longitudinais (l. 16) por longínquas, sem promover qualquer tipo de alteração no contexto em que ocorre.

II - A forma verbal cruzam (l. 21) informa ao leitor que as estradas transversais encontram-se, vindo de direções opostas.

III - conectam (l. 29), sem causar incorreção ao período, poderia ser substituído por ligam.

Quais estão incorretas?
Alternativas
Q81118 Português
Com base no texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q80746 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

A palavra "uso" (l.4) está empregada como adjetivo.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77841 Português
As questões de números 19 a 25 referem-se ao texto que segue.

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O nome do filósofo, que acabou com sua própria vida durante a fuga ante os esbirros de Hitler, foi ganhando uma aura nos mais de vinte anos que desde então transcorreram, e isso apesar do caráter esotérico dos seus primeiros trabalhos e fragmentário dos últimos.

Considerado o período acima, em seu contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77827 Português
As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto que segue.

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O segmento que, no contexto, exprime uma consequência é:
Alternativas
Q75559 Português
Na frase "Ao invés de termos cotas de candidatas, POR QUE não criarmos cotas de cadeiras no Parlamento?" (6º parágrafo), o termo em destaque foi escrito corretamente com os elementos separados. Sabendo-se que esse termo pode ser escrito com os elementos juntos ou com os elementos separados, podese afirmar que está INCORRETA a frase:
Alternativas
Q73410 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usual de
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e não dois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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A conjunção "como" está empregada no período: "Aliás, é quase consenso que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é não terem um sistema de saúde como o europeu e o canadense" (1º parágrafo) com o mesmo valor significativo que no período:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2009 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q69371 Português
Um tango para lá de desafinado

Uma imagem, uma constatação, uma estatística e uma frase
resumem o estado das coisas na Argentina. A imagem: pedreiros
acrescentando mais um andar às lajes das favelas de Buenos Aires.
Enquanto a atividade da construção civil em geral está em queda,
as precárias villas portenhas não param de crescer - na falta de
espaço, para cima. A constatação: a quantidade cada vez maior de
galões de água expostos sobre carros estacionados, principalmente
na periferia da capital argentina. Este é o sinal convencionado
pelos proprietários para anunciar que seus veículos usados estão
à venda. Mais automóveis enfeitados com galões, mais pessoas
com necessidade urgente de dinheiro. A estatística: a mortalidade
infantil na província de Buenos Aires subiu 8% em 2007. Tudo
isso
dá a ideia de que algo vai muito mal na Argentina. A população
da capital que vive em moradias irregulares aumentou 30%
nos últimos dois anos. Três em cada quatro argentinos dizem não
ganhar o suficiente para cobrir os gastos diários. E, no mesmo ano
em que o PIB da Argentina cresceu incríveis 8,7%, o mais básico
dos indicadores sociais só piorou na principal província do país.
Favelas em expansão, renda relativa em baixa e bebês morrendo -
no mínimo, o governo deveria estar reconsiderando suas políticas
econômicas e sociais. A presidente argentina diz que não é o caso.
Formulada por Cristina Kirchner em um comício da campanha
para as eleições legislativas do próximo domingo, eis a frase:
"Encontramos o caminho e devemos segui-lo e aprofundá-lo".

(Veja, 24.06.2009)


Analise as afirmações:

I. Em - ... galões de água expostos sobre carros... - a preposição sobre poderia ser substituída por sob, sem prejuízo de sentido.

II. Fazem o plural da mesma forma que o substantivo galões as palavras cidadão, mamão e órfão.

III. O feminino de chefe se faz da mesma forma que presidente em - A presidente argentina...

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2009 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2009 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q69369 Português
Um tango para lá de desafinado

Uma imagem, uma constatação, uma estatística e uma frase
resumem o estado das coisas na Argentina. A imagem: pedreiros
acrescentando mais um andar às lajes das favelas de Buenos Aires.
Enquanto a atividade da construção civil em geral está em queda,
as precárias villas portenhas não param de crescer - na falta de
espaço, para cima. A constatação: a quantidade cada vez maior de
galões de água expostos sobre carros estacionados, principalmente
na periferia da capital argentina. Este é o sinal convencionado
pelos proprietários para anunciar que seus veículos usados estão
à venda. Mais automóveis enfeitados com galões, mais pessoas
com necessidade urgente de dinheiro. A estatística: a mortalidade
infantil na província de Buenos Aires subiu 8% em 2007. Tudo
isso
dá a ideia de que algo vai muito mal na Argentina. A população
da capital que vive em moradias irregulares aumentou 30%
nos últimos dois anos. Três em cada quatro argentinos dizem não
ganhar o suficiente para cobrir os gastos diários. E, no mesmo ano
em que o PIB da Argentina cresceu incríveis 8,7%, o mais básico
dos indicadores sociais só piorou na principal província do país.
Favelas em expansão, renda relativa em baixa e bebês morrendo -
no mínimo, o governo deveria estar reconsiderando suas políticas
econômicas e sociais. A presidente argentina diz que não é o caso.
Formulada por Cristina Kirchner em um comício da campanha
para as eleições legislativas do próximo domingo, eis a frase:
"Encontramos o caminho e devemos segui-lo e aprofundá-lo".

(Veja, 24.06.2009)


O sentido expresso pelo prefixo na palavra desafinado, no título do texto, também está presente na palavra destacada em:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2009 - TJ-SC - Analista Administrativo |
Q67971 Português
Marque a única alternativa em que o antônimo da palavra grifada foi indicado entre colchetes:
Alternativas
Q65956 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

Prejudicaria a correção gramatical do período a substituição de "ao", em "ao permitir" (L.22-23), pela preposição por.
Alternativas
Q65950 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

O termo "Todavia" (L.5) estabelece uma relação de causa entre as ideias expressas no primeiro e no segundo períodos do texto.
Alternativas
Respostas
26321: C
26322: E
26323: C
26324: E
26325: C
26326: B
26327: E
26328: B
26329: C
26330: X
26331: E
26332: B
26333: A
26334: C
26335: C
26336: B
26337: D
26338: A
26339: E
26340: E