Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q135770 Português
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Com base nas ideias apresentadas no texto e com relação à
argumentação e às formas de raciocínio nele utilizadas, julgue os
itens de 71 a 75.

Por ser opcional a presença da preposição “de” nas comparações, a palavra destacada pode ser retirada, sem prejuízo da correção gramatical e sem alterar o sentido do texto, do seguinte período: “Temem que se repita com a indústria do livro o que aconteceu com a da música” (L.20-21).
Alternativas
Q135767 Português
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Com base nas ideias apresentadas no texto e com relação à
argumentação e às formas de raciocínio nele utilizadas, julgue os
itens de 71 a 75.

A segunda vírgula que isola o adjunto adverbial de tempo “em 1450” (L.7) pode ser eliminada, sem prejuízo da correção gramatical.
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Q135760 Português
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No texto acima, o autor se refere à invasão do campus pela
polícia, em abril de 1964. Considerando essa informação, julgue
os itens de 61 a 64.

Com relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto,
julgue os itens que se seguem.

Recurso retórico para indicar o grau mais intenso da qualidade de algo, o superlativo foi empregado para qualificar os professores que atuavam na UnB em 1964 na expressão “os melhores professores” (L.17).
Alternativas
Q134777 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 1 a 10.

Em “É necessário, portanto, que sejam pensadas estratégias para a manutenção dessas línguas pelas próximas gerações” (L.36-38), preserva-se o sentido original do período, caso o termo sublinhado seja substituído por contudo.
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Q129099 Português
Julgue os seguintes itens, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

Seriam alteradas as relações de sentido no texto, embora mantidas a coerência entre os argumentos e a correção gramatical, se o adjetivo “insatisfeita” (l.3) estivesse grafado no masculino e no plural: insatisfeitos.
Alternativas
Q129090 Português
Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens subsequentes.

Na linha 11, o emprego da forma masculina “inato” deve-se à concordância desse adjetivo com “o geral”; por sua vez, na linha 12, o emprego do feminino em “Inata” deve-se à concordância com “capacidade”.
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Q128075 Português
Considerando-se a correção da frase e o contexto, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que vem entre parênteses em:

Alternativas
Q128007 Português
Quanto ao emprego das palavras no texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.
I – Caso a expressão “Diante desse quadro” (linha 6) fosse substituída por Dessa maneira, seria mantida a correção gramatical, mas seriam alterados os sentidos do texto.

II – Na linha 8, a expressão “considerando que” está empregada com o mesmo sentido de sendo assim.

III – No texto, as palavras “principalmente” (linha 5) e “somente” (linha 13) pertencem à mesma classe gramatical.
A quantidade de itens certos é igual a

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Q123591 Português
A respeito do termo etnia

Por etnia entende-se um grupo de pessoas que partilham vários atributos, como espaço geográfico, língua, costumes e valores, e que reivindicam para si o mesmo nome étnico e a mesma ascendência. Mas sempre há nisso grande dose de subjetividade. Daí ser difícil estabelecer fronteiras claras entre as etnias e quantificar os grupos étnicos existentes no planeta. A língua, por exemplo, que parece um critério objetivo, não é suficiente para determinar diversas etnias, se tomada isoladamente, pois muitos grupos étnicos usam o mesmo idioma.

O moderno conceito de etnia desenvolveu-se no século XX, em oposição às teorias racistas que evocavam argumentos de ordem biológica para justificar a dominação de um grupo humano sobre outros. A ciência considera incorreto falar em diferentes raças quando se trata de seres humanos. Todos os homens pertencem ao gênero Homo e à espécie Homo sapiens. Eventuais variações genéticas são mínimas e insuficientes para configurar diferenciações raciais.

Os homens agrupam-se socialmente, e as semelhanças e diferenças que estabelecem entre si decorrem de processos históricos, sempre culturais, jamais naturais. Fundamentalmente, um indivíduo pertence a determinada etnia porque acredita nisso, e tal crença é compartilhada pelos demais indivíduos que compõem o mesmo grupo.

A existência de vários grupos étnicos no interior das mesmas fronteiras nacionais é uma situação comum, pois as populações humanas não são homogêneas, em razão das migrações no decorrer da história. Mas as diferenças étnicas, em diversos casos, são manipuladas para acirrar conflitos de fundo político ou econômico. O próprio conceito de raça humana, há muito não admitido pela antropologia moderna, serviu (e por vezes ainda serve) de pretexto para justificar as mais cruéis manifestações de preconceito,violência e barbárie.

Representam uma causa e seu efeito, respectivamente, os seguintes segmentos do texto:

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Q122505 Português
Qual palavra pode substituir a destacada em “Portanto, para aumentar a nossa sabedoria,” (L. 28), sem que haja alteração de sentido, quanto à argumentação original?
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Q122502 Português
O substantivo seleção admite apenas uma forma de plural. Entre os apresentados a seguir, o substantivo que também só admite uma forma para o plural é

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Q122280 Português
Assinale a opção em que é possível substituir, de acordo com a norma culta, a expressão grifada pela palavra “onde”.
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Q122235 Português
TEXTO 1

A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas
levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?
“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro
barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois
quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do
samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto
Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza
e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas
de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de
Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os
meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.
Até a primeira metade do século XX, muitas músicas
enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O
romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos
Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro)
e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja
letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora,
não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, e
a natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.
A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira
favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.
A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um
ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os
pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram
enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de
infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados
que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.
Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de
favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

Arranha-céu faz o plural da mesma forma que:
Alternativas
Q122232 Português
TEXTO 1

A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas
levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?
“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro
barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois
quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do
samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto
Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza
e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas
de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de
Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os
meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.
Até a primeira metade do século XX, muitas músicas
enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O
romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos
Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro)
e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja
letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora,
não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, e
a natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.
A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira
favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.
A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um
ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os
pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram
enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de
infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados
que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.
Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de
favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

A alternativa abaixo em que o termo sublinhado representa o paciente (e não o agente) do termo anterior é:
Alternativas
Q122110 Português
Assinale a alternativa correta em relação à estrutura das palavras:

Alternativas
Q122105 Português
As palavras bloqueio e antipoder são formadas respectivamente por:

Alternativas
Q122103 Português
As palavras “hamburguerização” e “rockiquização” são palavras criadas a partir das palavras estrangeiras hamburger e rock. Esse processo é denominado de:

Alternativas
Q121922 Português
MAIS ATIVOS, MAIS ESPERTOS

Novas pesquisas sugerem que a prática regular de
exercícios estimula a multiplicação de neurônios e
favorece a aprendizagem


O cérebro de quem pratica atividade física
regularmente funciona melhor. Os atletas e os
profissionais de educação física dizem isso há muito
tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas
conseguiram reunir um conjunto de evidências para
sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas
um recurso para manter os alunos estimulados. Com
a ajuda de imagens de ressonância magnética, os
pesquisadores conseguiram determinar o que
acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que
fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três
vezes por semana, estimula a produção de neurônios
e favorece a aprendizagem. Em outras palavras:
quem se exercita fica mais esperto.
Cientistas da Universidade Colúmbia e do
Instituto de Pesquisas Salk, nos Estados Unidos,
submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de
malhação durante três meses. Concluíram que a
prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e
provocou o nascimento de novas células no
hipocampo, a área relacionada com a memória e com
a capacidade de aprendizagem.
Para investigar esse fenômeno, os
pesquisadores da Universidade Estadual de
Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas
profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de
indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir
Jancini, sob a orientação do neurologista Li Li Min.
Imagens de ressonância magnética revelaram que os
atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta
em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à
concentração.

(Revista Época, 5/11/2002, p. 128)

Assinale a opção em que as palavras sejam formadas, respectivamente, pelo mesmo processo de formação das palavras reunir e regularmente:
Alternativas
Q117073 Português
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A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas
linguísticas nele utilizadas, julgue os itens a seguir.

Regidos pela preposição de, os termos “de realização” (L.15-16) e “da técnica” (L.16) não admitem a ligação pela conjunção e, como ocorre entre “do desenraizamento” (L.16-17) e “da perda de referências” (L.17), porque, no primeiro caso, “técnica” é um termo dependente de “realização”.
Alternativas
Q110989 Português
O problema apontado e sua causa são, respectivamente, o(a)
Alternativas
Respostas
26281: E
26282: E
26283: C
26284: E
26285: C
26286: C
26287: C
26288: B
26289: E
26290: D
26291: B
26292: A
26293: E
26294: A
26295: A
26296: C
26297: B
26298: B
26299: C
26300: B