Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Ano: 2009 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Santa Bárbara - MG
Q1187798 Português
Leia, atentamente, o seguinte texto.
                                                                                           MEUS FILHOS, MEUS BENS                                                                                                                                       Rosely Sayão
Uma leitora me contou que tem o hábito de assistir a novelas, mesmo sem gostar muito, porque as considera um passatempo bom para relaxar do estresse do trabalho.
Depois de jantar com o filho de seis anos e colocá-lo para dormir, essa mãe tem o costume de sentar-se em frente à TV e acompanhar o desenrolar das tramas da novela das nove. As cenas da ficção que a afetaram violentamente foram as relacionadas à história de um casal recém-separado que briga pela guarda da filha.
O que deixou nossa leitora muito perturbada foi ter se dado conta de que ela mesma tem vivido essa história e ainda não havia percebido: só percebeu depois de se envolver e de se identificar com os personagens.
Essa mulher separou-se recentemente do pai de seu filho e, desde o rompimento do casamento, está enfrentando uma situação muito semelhante à que viu na novela. Ela e o pai do menino têm brigado, inclusive na Justiça, para obter a guarda do menino e, ao mesmo tempo, impedir que o outro desfrute da companhia da criança.
O que ela não havia pensado até então, e foi ao assistir a algumas cenas da novela é que passou a refletir a respeito, é que tudo o que tem feito pode estar prejudicando o seu filho. E é esse o tema de nossa conversa de hoje.
Casamentos, divórcios e recasamentos são acontecimentos cada vez mais comuns no tempo em que vivemos. No século 21, esses fatos não causam espanto. As novas famílias resultantes dessas uniões e desuniões fazem parte do nosso cotidiano.
Mas há ainda um número muito grande de ex-casais que, à semelhança de nossa leitora e dos personagens da novela, ainda usam o filho como um instrumento para atingir o ex-parceiro. Por que será que isso ocorre?
Talvez o fato de o filho, hoje, ser considerado um bem leve o ex-casal a disputar a posse dele. Crianças e adolescentes passam, então, a ocupar o mesmo lugar que as coisas materiais ocupam após a dissolução conturbada de um casamento.
Longas batalhas judiciais são travadas para que cada uma das partes sinta que não saiu perdendo muito após o rompimento, não é verdade?
Mas os filhos sofrem com isso porque, primeiramente, nada podem fazer para sair da situação criada por seus pais. E quando tal situação ocorre, certamente eles é que saem perdendo.
Eles perdem a confiança em um dos pais ou em ambos e perdem também a segurança e a proteção de que tanto precisam. Os filhos são levados a assumir a defesa de um dos lados e perdem, principalmente, um direito que ninguém deveria poder tirar deles: o de crescer em companhia de seus pais, mesmo que eles não estejam mais juntos.
Quem tem filhos precisa saber que assumiu um compromisso para o resto da vida. Seu casamento pode terminar, mas o vínculo com a mãe ou o pai de seus filhos não deveria terminar nunca. Além disso, é importante lembrar, também, que um filho não é um bem sobre o qual se pode obter a posse.
Parece que as crianças que nascem no mundo da diversidade têm se adaptado muito bem às mudanças pelas quais a família vem passando. Mas assistir aos pais brigando pela sua guarda não pode fazer bem a elas.
Os mais novos precisam de nossos cuidados e, para honrar esse compromisso assumido, os pais precisam, de qualquer maneira, agir com maturidade.
                                                                                                                                                                                             Folha de São Paulo, 19 fev. 2013. Todas as palavras destacadas abaixo têm natureza substantiva, EXCETO
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Q608508 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

                                                                    Memória é o que não vai faltar

     O disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes e custa, proporcionalmente, menos que um disco blu-ray.

                                                                                                                                                                                   Thomaz Favaro

Assinale a alternativa que pode substituir a expressão sublinhada no trecho abaixo sem alterar o sentido original:
“Se o disco holográfico conseguir reduzir parte desses gastos, talvez consiga, afinal de contas, desencadear sua própria revolução tecnológica.”
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: DESENBAHIA Prova: AOCP - 2009 - DESENBAHIA - Advogado |
Q544339 Português

Obrigado, Tarso Genro

O ministro dá refúgio a terrorista condenado, cria terremoto diplomático e é acusado de agir movido só por ideologia – mas pode ter tido boas razões 

A decisão do titular da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio político ao italiano Cesare Battisti abriu uma fenda diplomática nas relações do Brasil com a Itália e empurrou o ministro para o paredão: Tarso, metralharam seus críticos, teria se precipitado e tomado a decisão com base em simpatias ideológicas. Faz sentido. Battisti foi condenado em seu país à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas quando encabeçava um grupo extremista de esquerda, os Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). Ao recusar-se a extraditá-lo para a Itália como criminoso, optando por abrigá-lo no Brasil na condição de perseguido político, Tarso Genro dispensou o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e contrariou dois pareceres, ambos emitidos por órgãos técnicos e insuspeitos: o Comitê Nacional para os Refugiados e a Procuradoria-Geral da República. Além disso, o ministro já havia dado mostras recentes de que, se ninguém o segura, ele se deixa facilmente levar pelo caminho obscuro das convicções esquerdistas. Em outubro, ele propôs a revisão da Lei da Anistia com o intuito de punir torturadores do regime militar, um surto de revanchismo e inoportunidade que provocou reações até mesmo dentro do governo. Tarso só recuou depois de um puxão de orelhas dado pelo presidente Lula. Tudo isso somado contribuiu para que se concluísse que a concessão do refúgio ao italiano foi mais uma das reações ideológicas automáticas do ministro. Nesse caso, no entanto, a hipótese de que Tarso Genro tenha tomado uma decisão correta não pode ser descartada sem um exame mais minucioso. 

Battisti nega que tenha participado ou ordenado os assassinatos pelos quais foi condenado. “Não matei ninguém e abandonei o grupo quando o PAC se decidiu pela luta armada”, vem repetindo Battisti há mais de dez anos. Tarso afirma ter estudado o processo do italiano a fundo, durante seus quatorze dias de férias de fim de ano (é de esperar agora que tenha o mesmo cuidado quando lhe chegar às mãos um processo contra alguém acusado de ter sido torturador da ditadura). Diz ter terminado a análise convencido de que “exceções legais”, criadas pelo estado italiano no ambiente de convulsão social que aquele país vivia no fim dos anos 70, podem ter prejudicado a defesa de Battisti. Cita como exemplo o fato de sua condenação ter se baseado unicamente no depoimento de uma pessoa – Pietro Mutti, também integrante do PAC, que fez suas acusações no contexto de um programa de delação premiada. Se o ministro estiver certo, terá ajudado a reparar uma injustiça que dificilmente poderia ser corrigida pela Justiça italiana, uma vez que Mutti mudou de identidade e hoje vive em lugar não sabido. Se estiver errado, porém, terá deixado à solta um assassino que executou pessoas apenas por discordarem de sua organização terrorista. Tarso deixou a porta aberta para rever o caso se surgirem provas mais contundentes contra o italiano.

Texto extraído da Revista Veja, edição 2096, ano 42, n. 3, de 21 de janeiro de 2009. p. 73

Quanto à relação de sentido expressa pelas conjunções/locuções conjuntivas destacadas, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2009 Banca: UFRRJ Órgão: UFRRJ Prova: UFRRJ - 2009 - UFRRJ - Assistente Administrativo |
Q515565 Português
Os elementos de coesão “Além do mais” (segundo balão) e “mas” (terceiro balão) podem assumir, respectivamente, nas frases que articulam, o valor de
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Q509084 Português
Analise as afirmativas e coloque V(verdadeiro) ou F (falso):

( ) O pronome oblíquo “as" (linha 34) refere- se a “salas equipadas" (linhas 31 e 32).

( ) Entre o segundo e o terceiro parágrafo existe uma relação de oposição, estabelecida pelo contectivo “Por outro lado" (linha 44).

( ) O pronome oblíquo “o" (linha 53) refere- se a “livro didático"(linhas 52 e 53).

( ) A conjunção adversativa “mas" (linha 10) poderia ser substituída por contudo, sem alteração de sentido na oração.

( ) O conectivo “embora" (linha 24) estabelece relação de causalidade entre as orações.

A alternativa que completa corretamente a sequência, de cima para baixo, é:
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Q509080 Português
Analise as afirmativas abaixo e coloque V(verdadeiro) ou F(falso):

( ) As palavras micreiros (linha 1), funkeiros (linha 9) e interneteiro (linha 21) são formadas por derivação sufixal.

( ) O vocábulo Dança (linha13) está empregado no sentido denotativo.

( ) As palavras BBS, internet, modem, interface (linhas 13 e 14) e acessar (linha 15) são consideradas neologismos semânticos.

( ) A expressão seu objeto de culto (linha 6) refere-se ao microcomputador.

( ) Atribuiu-se à expressão “Eu abortei!" (linha 27) o sentido de interrupção (espontânea ou proposital) da gravidez, por isso o mal-entendido mencionado no texto.

A alternativa que completa corretamente a sequência, de cima para baixo, é:

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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2009 - IFC-SC - Auxiliar de Biblioteca |
Q498521 Português
A derivação regressiva pode ser encontrada em qual alternativa?
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Q493390 Português
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Djalma A. de M. Filho. Geografia da fome: clínica de paisagens ou epidemiologia crítica? In: Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 2008 (com adaptações).


Julgue o item que se segue acerca das estruturas linguísticas e dos sentidos do texto.

Na linha 5, caso se inserisse a preposição de logo após a palavra “concepção" não haveria prejuízo para o sentido original do trecho e as normas gramaticais seriam preservadas.
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Q493387 Português
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Lilia B. Schraiber. Saúde e Sociedade.São Paulo, 1992 (com adaptações).



Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.

Em “por reportar-se duplamente à esfera" ( l.27), o emprego do acento indicativo de crase justifica-se pelo fato de o verbo “reportar-se" exigir complemento preposicionado e a palavra “esfera" admitir o artigo definido feminino.
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Q492207 Português
Considere seguintes informações sobre as palavras do texto certas (C) ou erradas (E):

I. Se retirarmos o sufixo da palavra infelizmente (linha 31) ela mudará de classe gramatical.

II -O sufixo da palavra baixissimo (linha 30) conferiu ao adjetivo baixo a mudança para classe gramatical de advérbio de intensidade.

III - A palavra teve (linha 55) e um exemplo de abreviação.

IV. As palavras arrogância (linha 38), existencial (linha 49) e preconceituoso (linha 62) , foram adicionados sufixos que transformaram essas palavras em adjetivos.

Assinale a sequência correta.
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Q492205 Português
Das seguintes palavras do texto, assinale a que, ao retirar-se o acento, continua sendo uma palavra com significado na lingua portuguesa e não muda de classe gramatical:
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Q492200 Português
Considere as seguintes informações sobre as palavras do texto certas (C) ou erradas (E):

I. A locução conjuntiva mas também (linha 64) pode ser substituida por mês entanto sem que haja alteração do contexto.

II. A palavra que (linha 34) nao pode ser substituida pela conjunção porquanto porque e um pronome relativo.

III. A palavra se (linha 61) e uma conjunção condicional enquanto que na linha 65 é um pronome.

IV. A palavra se (linha 25) e uma particula apassívadora
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Q487105 Português
TEXTO II

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TEXTO III


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A respeito da palavra “assim”, no último balão da história em quadrinho, pode-se afirmar que é um(a)
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Q487104 Português

TEXTO II


Imagem associada para resolução da questão


As histórias em quadrinhos caracterizam-se por provocar humor em quem as lê. Na tirinha “ Gente Fina”, o efeito de humor é gerado, especialmente, pelo emprego das palavras “um” (no segundo balão) e “dois” (no quarto balão), que possuem a classificação gramatical, respectivamente, de

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Q487101 Português
TEXTO I

                  Minha Pátria é minha língua, Mangueira meu grande amor
                                                                                    (Samba-Enredo 2007
)

Quem sou eu
Tenho a mais bela maneira de expressar
Sou Mangueira...uma poesia singular
Fui ao Lácio e nos meus versos canto à última flor
Que espalhou por vários continentes
Um manancial de amor
Caravelas ao mar partiram
Por destino encontraram Brasil...
Nos trazendo a maior riqueza
A nossa língua portuguesa
Se misturou com o tupi, tupinambrasileirou
Mais tarde o canto do negro ecoou
E assim a língua se modificou

Eu vou dos versos de Camões
As folhas secas caídas de Mangueira
É chama etema, dom da criação
Que fala ao pulsar do coração

Cantando eu vou
Do Oiapoque ao Chuí ouvir
A minha pátria e minha língua
Idolatrada obra-prima te faço imortal
Que enriqueceram a tua história
Ó meu Brasil...
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Hoje a herança portuguesa nos conduz
À Estação da Luz!

Vem no vira da Mangueira vem sambar
Meu idioma tem o dom de transformar
Faz do Palácio do Samba uma casa portuguesa
É uma casa portuguesa com certeza

Pode-se afirmar que a terminação do termo “tupinambrasileirou” insere-o na classe dos
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Q438096 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão no texto como adjetivo, advérbio e preposição, respectivamente:
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Ano: 2009 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2009 - IF-MA - Técnico de Contabilidade |
Q380719 Português
Considere o seguinte excerto:
“E, ambientalmente, o uso da garrafa não faz sentido.”
Identifique a alternativa em que as vírgulas intercalam elemento gramatical correspondente ao destacado no excerto acima:
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Ano: 2009 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2009 - IF-MA - Assistente Social |
Q380658 Português
                                                            Necessária indignação

                                                                 William dos Anjos
            Seja lá o que motivou você a ler estes escritos, que fique logo combinada uma coisa: ando impaciente com a impaciência das pessoas. Portanto: vá com calma. Percorra mais algumas linhas antes de supor a moral da história. Puxe mais alguns centímetros do fio desta meada. Nada de conclusões ou julgamentos apressados. Afinal, o impaciente aqui sou eu!!

            Tornei-me um tanto intolerante por conta de algo que me parece um bom motivo: estamos quase sempre empenhados em que somente as nossas idéias prevaleçam. Em quase todas as circunstâncias, o que vale mesmo é encontrar culpados para as coisas mais triviais. O importante é fazer de nossas “necessidadezinhas” os reclamos mais urgentes. A todo instante somos dedicados a comparar qualquer coisa que recebemos àquilo que é dado a outrem, só para ver se o outro não está levando alguma vantagem, ainda que seja na bola de sorvete que nos sirvam no parque de diversões.
            Com o pretexto de agirmos com equilíbrio e justiça, pretendemos que tudo tenha a mesma medida, que seja uniformemente considerado, nesta terra de desiguais. E haja “Eu também quero”, “O dele tá maior que o meu”, “Só faço se for do meu jeito”. As gentilezas e os cuidados naturais e espontâneos perdem espaço para o intuito interesseiro, para o intento estúpido e a desfaçatez.
            Nesse andamento personalista do desenvolvimento das nossas precaríssimas vidas, as amizades, os namoros e casamentos, as relações de trabalho, por exemplo, estão se tornando cada vez mais superficiais e tênues. Qualquer discordância, crítica ou comentário tornam-se suficiente e inevitavelmente avassaladores. Motivam atitudes de revide e reciprocidade equivocada e desmedida. Cobramos com juros escandalosos aquilo que nem era preciso pagar na mesma moeda.
            Aliás, como achar a vida divertida e interessante, se há sempre alguém ávido por encontrar resposta satisfatória para a pergunta “E o que é que eu ganho com isso?” Queremos urgentemente ganhar seja lá o que for. Se não para usufruir; para acumular, encher os alforjes e pendurá-los como troféus da opulência à vista de vizinhos e desafetos. O que afinal conseguimos com isso? Apenas enfado, sonolência, modorra, sedentária e obesa expectativa de que os dias se sucedam.
            Eis, pois, a razão para tamanha impaciência. Não dá para continuar assistindo pacientemente ao perecimento da virtude que se afigura na essência do homem. É urgente que se revolvam as suas entranhas para de lá retirar o que ainda haja de mais elementar e embrionariamente humano. É fundamental valorizarmos a capacidade de indignação diante da homogeneização da ignorância. É tempo de voltar ao primeiro amor.



Por adequados processos de formação originam-se corretamente termos derivados das seguintes palavras retiradas do texto. Exceto em:
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Q362280 Português
Das relações abaixo, todas com vocábulos derivados por sufixo, aquela em que há, entre os sufixos dos quatro vocábulos, correspondência gramatical e semântica é:
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Q359654 Português
Considerando as ideias, a estrutura e a organização gramatical do texto acima, julgue os itens de 1 a 10.

Os substantivos derivados dos verbos que iniciam os itens da enumeração sobre “o que é preciso fazer” (l.19) são formados pelo acréscimo do sufixo -ção.
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Respostas
26201: A
26202: C
26203: E
26204: A
26205: A
26206: A
26207: D
26208: E
26209: C
26210: D
26211: A
26212: A
26213: E
26214: A
26215: E
26216: E
26217: D
26218: C
26219: B
26220: E