Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3981650 Português
Quanto à flexão nominal, todas as frases estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q3981648 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresente um adjetivo:
Alternativas
Q3981599 Português
Em: “Estudamos juntos para a prova”, o verbo destacado está na:
Alternativas
Q3981597 Português

As palavras destacadas na frase: “O funcionário foi promovido”, são respectivamente: 

Alternativas
Q3981596 Português
Na frase: “A criança chorou bastante por causa do susto”, o advérbio em destaque é de:
Alternativas
Q3981594 Português
Qual das palavras abaixo NÃO está no plural?
Alternativas
Q3981589 Português
É preciso mudar!


1 [...] Tome mais banho de chuva, deixe a vida lhe banhar
2 Pule muros e barreiras. Crie novas brincadeiras
3 Pois é preciso mudar!
4 Meu povo, há mudança até na dor, basta a gente observar [...]
5 Enfim… o vento que às vezes leva é o mesmo vento que trás
6 Leva o velho, traz o novo, se renova, se refaz
7 Transforma agito em sossego, desconforto em aconchego
8 E faz a guerra virar paz [...]
9 O tempo é um piloto doido, que gosta de acelerar
10 Não vê placas, nem sinais, e sempre vai avançar
11 Modificando o sentido, faz viver virar vivido
12 Basta um segundo passar
13 Pra mudar basta existir, ninguém pode controlar
14 Pois tudo que é vivo muda
15 Viver é se transformar
16 Viver é evoluir
17 E ao deixar de existir… até morrer é mudar.


Bráulio Bessa - Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.

No trecho: “ Perder aquele emprego, não ter grana pra gastar”, o termo destacado é classificado como um:
Alternativas
Q3981588 Português
É preciso mudar!


1 [...] Tome mais banho de chuva, deixe a vida lhe banhar
2 Pule muros e barreiras. Crie novas brincadeiras
3 Pois é preciso mudar!
4 Meu povo, há mudança até na dor, basta a gente observar [...]
5 Enfim… o vento que às vezes leva é o mesmo vento que trás
6 Leva o velho, traz o novo, se renova, se refaz
7 Transforma agito em sossego, desconforto em aconchego
8 E faz a guerra virar paz [...]
9 O tempo é um piloto doido, que gosta de acelerar
10 Não vê placas, nem sinais, e sempre vai avançar
11 Modificando o sentido, faz viver virar vivido
12 Basta um segundo passar
13 Pra mudar basta existir, ninguém pode controlar
14 Pois tudo que é vivo muda
15 Viver é se transformar
16 Viver é evoluir
17 E ao deixar de existir… até morrer é mudar.


Bráulio Bessa - Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.

A palavra “desconforto”, linha 7 do texto, é formada por:
Alternativas
Q3981124 Português
Leia:

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As palavras AONDE, quadrinho 1 e CLARO, no quadrinho 2, são morfologicamente classificadas como:
Alternativas
Q3981121 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno

Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

    Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.
    O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.
    É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.
    Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.
    Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.
    A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época…
    Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.
    A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.
    Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.
    Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
Leia:

    “Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos.”

Em relação ao fragmento retirado do texto, assinale a afirmativa gramaticalmente adequada. 
Alternativas
Q3980232 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Trecho de Navio Negreiro - Castro Alves

-


Era um sonho dantesco... o tombadilho

Que das luzernas avermelha o brilho.

Em sangue a se banhar.

Tinir de ferros... estalar de açoite...

Legiões de homens negros como a noite,

Horrendos a dançar...

-

Negras mulheres, suspendendo às tetas

Magras crianças, cujas bocas pretas

Rega o sangue das mães:

Outras moças, mas nuas e espantadas,

No turbilhão de espectros arrastadas,

Em ânsia e mágoa vãs!

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais ...

Se o velho arqueja, se no chão resvala,

Ouvem-se gritos... o chicote estala.

E voam mais e mais...

-

Presa nos elos de uma só cadeia,

A multidão faminta cambaleia,

E chora e dança ali!

Um de raiva delira, outro enlouquece,

Outro, que martírios embrutece,

Cantando, geme e ri!

-

No entanto o capitão manda a manobra,

E após fitando o céu que se desdobra,

Tão puro sobre o mar,

Diz do fumo entre os densos nevoeiros:

"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!

Fazei-os mais dançar!..."

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Qual um sonho dantesco as sombras voam!...

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E ri-se Satanás!...

No trecho "E ri-se a orquestra irônica, estridente...", as palavras "irônica" e "estridente" são classificadas como:
Alternativas
Q3979991 Português
Sobre o processo de formação de palavras, assinale a alternativa que identifica corretamente o processo presente na palavra DESCONFIADO:
Alternativas
Q3979990 Português
Leia a frase:
Os "jovens" são "resilientes" diante das "adversidades" do mundo atual.
Sobre a classificação das palavras destacadas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3979983 Português
Sobre o uso de "demais/ de mais", assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3979982 Português
Leia a frase abaixo:
"Os trabalhadores permaneceram intranquilos diante das mudanças impostas pela nova gestão".
Em relação à palavra "intranquilos, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3979947 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno

Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

    Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.
    O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.
    É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.
    Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.
    Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.
    A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época…
    Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.
    A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.
    Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.
    Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
Leia:

    “Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos.”

Em relação ao fragmento retirado do texto, assinale a afirmativa gramaticalmente adequada. 
Alternativas
Q3979736 Português

Leia atentamente as afirmações abaixo e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso.



I. Na frase "Ele está se sentindo mal", a palavra "mal" é utilizada como um advérbio de modo, indicando que o sujeito não está se sentindo bem.


II. "Mau" é um adjetivo que qualifica algo ou alguém como ruim, como em "Ele é um mau exemplo para os colegas".


III. A frase "O mal da sociedade é a desigualdade social" emprega a palavra "mal" como um substantivo, referindo-se a algo prejudicial.


IV. Em "Aquele lobo mau atacou a vovozinha", a palavra "mau" é utilizada como um advérbio de intensidade, intensificando a ação do verbo atacar.

Alternativas
Q3979731 Português

Leia a frase:



"O menino correu rapidamente para pegar o ônibus."



A palavra "rapidamente" pertence à classe gramatical de:

Alternativas
Respostas
2561: X
2562: D
2563: C
2564: X
2565: A
2566: B
2567: D
2568: A
2569: X
2570: A
2571: C
2572: C
2573: E
2574: A
2575: A
2576: B
2577: C
2578: C
2579: C
2580: B