Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Ano: 2014 Banca: ESMARN Órgão: TJ-RN Prova: ESMARN - 2014 - TJ-RN - Juiz Leigo |
Q1396068 Português
Em relação ao emprego de alguns recursos linguísticos no texto, assinale (V) nas afirmações verdadeiras e (F) nas falsas; a seguir, responda ao que se pede: 
( ) “... necessário” (linha 01), “provocar sentimentos perigosos” (linha 04) e “deslegitima e revoga” (linha 06) encerram três ideias que têm como implicação uma pluralidade de visões de mundo, expressa pelo conceito de etnocentrismo.
( ) “...à existência” (linha 06) funciona como objeto indireto do verbo “revogar”.
( ) A expressão “à existência” (linha 06)funciona como complemento nominal de “direito”.
( ) O advérbio “paulatinamente” (linha 08) é um marcador temporal e pode ser substituído pela expressão “aos poucos”, sem que haja prejuízo de sentido no texto.
( ) Os verbos “deslegitimam” e “revogam” (linha 06) podem ser considerados sinônimos.
( ) Os vocábulos... “que” ( linha 04) e “que” (linha 13) podem ser classificados, respectivamente, como CONJUNÇÃO e PRONOME.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: ESMARN Órgão: TJ-RN Prova: ESMARN - 2014 - TJ-RN - Juiz Leigo |
Q1396067 Português

Leia os segmentos abaixo, considerando o contexto em que eles se inserem.

I. “Se o etnocentrismo pode, em certa medida... (linha 01)

II. “se levada às últimas consequências” (linha 05)

III. “... a crença no valor da própria cultura” (linha 03)

IV. “..."abrir mão” das próprias crenças...” (linha 10)


Sobre eles são feitas as seguintes afirmações:

A) A partícula SE, nos segmentos I e II, é classificada como conjunção condicional.

B) Em “se levada às últimas consequências”, a partícula SE introduz uma oração intercalada com função subordinativa.

C) “... Crença”, no segmento III, é um termo com função sintática de objeto direto.

D) “...crenças”, no segmento IV, exerce a função de objeto direto preposicionado.


Estão corretas:

Alternativas
Q1385898 Português

Dinheiro lidera os motivos de brigas entre casais no País


Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação

  Mesmo quando as finanças vão bem, dinheiro é o principal motivo de briga entre casais. Se as contas andam apertadas, então, o terreno é propício para que ambos descontem suas ansiedades um no outro. Mas, com um pouquinho de esforço, dá pra lidar com essa parte chata da vida a dois e barrar as brigas antes mesmo que elas comecem. Em primeiro lugar, é importante que o casal fale a mesma língua quando se trata de dinheiro (na próxima página, montamos um teste para vocês avaliarem se estão mesmo alinhados). Pesquisa mundial feita recentemente mostrou que 72% dos casais se preocupam com os gastos do parceiro. Se um se sacrifica para economizar, e o outro torra a grana, problemas à vista.

  Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação. Só fique esperto para bater este papo no momento certo. “Nunca tente conversar se você estiver muito estressado com suas contas”, sugere o consultor financeiro Jill Gianola. Em vez disso, procure uma hora em que os dois estejam calmos e sem distração.

   É importante que o casal esteja alinhado nas decisões de com o quê gastar, como economizar e quanto investir. Se apenas um exerce controle sobre as finanças, o outro pode acabar se sentindo excluído e impotente. É bacana que vocês decidam juntos quem paga o quê – e como. A renda de vocês é unificada ou cada um tem sua conta separada no banco? Vocês consultam um ao outro antes de fazer uma aquisição que comprometa o orçamento da casa? Quem é o responsável pelas contas? Se vocês estão se entendendo do jeito que está, ótimo. Mas, de qualquer forma, a regra de ouro pra não rolar estresse é não esconder do parceiro nenhum tipo de gasto.

   Brigas sobre dinheiro são um dos principais motivos que levam um casal ao divórcio. Se você e seu companheiro não conseguem falar sobre o assunto sem que isso vire um pé de guerra, e isso está colocando seu relacionamento em risco, pense em procurar ajuda. Um consultor financeiro pode dar dicas de como administrar as finanças, enquanto uma terapia de casal pode ajudar os dois a resolverem certas diferenças. O segredo é conversar, ter comprometimento e não culpar o outro por fatores que estão fora de seu controle. Pensamento positivo: se vocês souberem lidar com problemas financeiros, isso significa que terão jogo de cintura para enfrentar outras situações difíceis – e sairão dessa fortalecidos.


Texto adaptado – Fonte: http://www.meionorte.com/noticias/jornais-e-revistas/dinheiro-lidera-os-motivos-de-brigas-entre-casais-no -pais-86284.html

Em “isso significa que terão jogo de cintura para enfrentar outras situações difíceis...”, morfologicamente, as palavras em destaque são, respectivamente,
Alternativas
Q1385894 Português

Dinheiro lidera os motivos de brigas entre casais no País


Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação

  Mesmo quando as finanças vão bem, dinheiro é o principal motivo de briga entre casais. Se as contas andam apertadas, então, o terreno é propício para que ambos descontem suas ansiedades um no outro. Mas, com um pouquinho de esforço, dá pra lidar com essa parte chata da vida a dois e barrar as brigas antes mesmo que elas comecem. Em primeiro lugar, é importante que o casal fale a mesma língua quando se trata de dinheiro (na próxima página, montamos um teste para vocês avaliarem se estão mesmo alinhados). Pesquisa mundial feita recentemente mostrou que 72% dos casais se preocupam com os gastos do parceiro. Se um se sacrifica para economizar, e o outro torra a grana, problemas à vista.

  Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação. Só fique esperto para bater este papo no momento certo. “Nunca tente conversar se você estiver muito estressado com suas contas”, sugere o consultor financeiro Jill Gianola. Em vez disso, procure uma hora em que os dois estejam calmos e sem distração.

   É importante que o casal esteja alinhado nas decisões de com o quê gastar, como economizar e quanto investir. Se apenas um exerce controle sobre as finanças, o outro pode acabar se sentindo excluído e impotente. É bacana que vocês decidam juntos quem paga o quê – e como. A renda de vocês é unificada ou cada um tem sua conta separada no banco? Vocês consultam um ao outro antes de fazer uma aquisição que comprometa o orçamento da casa? Quem é o responsável pelas contas? Se vocês estão se entendendo do jeito que está, ótimo. Mas, de qualquer forma, a regra de ouro pra não rolar estresse é não esconder do parceiro nenhum tipo de gasto.

   Brigas sobre dinheiro são um dos principais motivos que levam um casal ao divórcio. Se você e seu companheiro não conseguem falar sobre o assunto sem que isso vire um pé de guerra, e isso está colocando seu relacionamento em risco, pense em procurar ajuda. Um consultor financeiro pode dar dicas de como administrar as finanças, enquanto uma terapia de casal pode ajudar os dois a resolverem certas diferenças. O segredo é conversar, ter comprometimento e não culpar o outro por fatores que estão fora de seu controle. Pensamento positivo: se vocês souberem lidar com problemas financeiros, isso significa que terão jogo de cintura para enfrentar outras situações difíceis – e sairão dessa fortalecidos.


Texto adaptado – Fonte: http://www.meionorte.com/noticias/jornais-e-revistas/dinheiro-lidera-os-motivos-de-brigas-entre-casais-no -pais-86284.html

Em “... com um pouquinho de esforço, dá pra lidar com essa parte chata da vida a dois e barrar as brigas antes mesmo que elas comecem.”, a palavra em destaque
Alternativas
Q1373666 Português
As palavras Negramente, Caboclamente, Portuguesamente dizem respeito
Alternativas
Q1370476 Português

Texto I

O apocalipse digital

O problema não são os equipamentos eletrônicos. O problema é que criamos

diante   da correspondência digital uma atitude ansiosa e passiva.


    Deu no jornal que o primeiro‐ministro da Bélgica, Elio Di Rupo, interrompeu um discurso que fazia no Parlamento para atender e responder a uma mensagem pelo celular. A discussão na imprensa (e entre as pessoas que leram a notícia) acabou tendendo na direção do “apocalipse digital”. É algo mais previsto e mais anunciado do que o fim do mundo pelo Calendário Maia. O apocalipse digital, segundo os seus profetas, é um processo acelerado de despersonalização das relações humanas face a face, que serão substituídas pelas engenhocas eletrônicas: computadores, notebooks, palmtops, smartphones, tablets etc. As pessoas só falarão umas com as outras por meio desses aparelhos.

    Ninguém vai mais sair de casa para visitar os amigos: ficarão conversando pelo Messenger ou pelo Skype. E um dos primeiros sinais disso é que qualquer conversa face a face é interrompida se o aparelho de alguém tocar. O aparelho tem sempre prioridade, como comprovou o ministro belga.

    Eu detestaria viver num mundo onde as pessoas não saíssem mais juntas, não conversassem olhando para o rosto da outra, e tudo o mais. Sinto falta (por exemplo) do tempo em que alguns amigos passeavam juntos, conversando. Lembram‐se disso? É excêntrico, mas se praticava bastante. As pessoas se encontravam e saíam andando pela calçada, conversando sobre qualquer assunto, e percorrendo cinco, dez, 15 ou 20 quarteirões até chegarem ao lugar para onde se dirigiam, ou então até avistarem por acaso um café simpático ou uma praça acolhedora e fazerem ali uma parada. Hoje ninguém caminha mais.

    Todo mundo vai de carro até para uma distância de dois quarteirões. Se você disser que quer caminhar de uma ponta à outra da Avenida Paulista ou da Rio Branco, vão dizer que você não está regulando bem. Quem vai dizer isso são pessoas que andam 50 minutos de carro até uma academia, onde pagam uma nota preta para ficar andando numa esteira que não sai do lugar.

    O ministro belga calaria os críticos se provasse que o torpedo recebido durante o discurso era de um assessor ou secretário enviando‐lhe uma informação essencial para aquele pronunciamento público. Só isso (no meu entender) o redimiria; mas é bem capaz de ter sido a mulher dele perguntando: “Vai dar tempo de irmos à ópera hoje?”, ou algo assim.

    O problema não são os equipamentos eletrônicos. O problema é que criamos diante da correspondência digital uma atitude ansiosa (“preciso urgentemente saber que recado é este”) e passiva (“se a mensagem chegou, tenho de obedecer, tenho de olhar”).     

(Braulio Tavares. Disponível em: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/80. Publicado em: Nov./2013. Adaptado.)

Em relação à regência verbal, analise as afirmativas.


I. O verbo “lembrar” em “Lembram‐se disso?” (3º§), por ser transitivo indireto, exige o emprego da preposição “de”.

II. O verbo “chegar” no trecho “[...] até chegarem ao lugar para onde se dirigiam [...]” (3º§) é intransitivo, porém exige a preposição “a” para reger o adjunto adverbial.

III. No trecho “[...] ‘preciso urgentemente saber que recado é este’ [...]” (6º§) poderia ser empregada a preposição “de” antes de “saber”.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1363518 Português

Mudança climática pode aumentar pobreza, alerta ONU Documento do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) projeta que, para evitar que consequências do aquecimento global “saiam de controle”, mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa


    O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas revelou na manhã desta segunda em Yokohama, no Japão, a segunda parte do quinto relatório produzido pelos cientistas do órgão – o anterior foi divulgado há sete anos, em 2007. O documento projeta que a mudança climática irá piorar problemas sociais já existentes, como pobreza, doenças, violência e número de refugiados. Além disso, irá frear os benefícios da modernização, como o crescimento econômico regular e uma produção agrícola mais eficiente.

    Para evitar que as consequências do aquecimento global “saiam de controle”, o mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa, afirmou Rajendra Pachauri, presidente do IPCC – e existe pouco tempo para tomar atitudes que possam mitigar os efeitos da mudança climática, permitindo aos países se ajustarem à maior variação de temperaturas.

    Intitulado “Sumário para Formuladores de Políticas”, o documento foi aprovado por unanimidade pelos mais de 100 governos integrantes do IPCC. Uma versão preliminar do sumário havia vazado na internet há alguns meses e já fazia advertências semelhantes, como a de que “as mudanças climáticas vão amplificar os riscos relacionados ao clima já existentes e criar novos”, reduzindo, por exemplo, a oferta de água renovável na superfície e nas fontes subterrâneas nas regiões subtropicais mais secas e aumentando o número de pessoas sob risco de inundações.

    Em média, o texto aprovado pelo IPCC menciona a palavra “risco” cinco vezes e meia em cada uma de suas 49 páginas. Os perigos mencionados envolvem cidades grandes e pequenas e incluem preço e disponibilidade de alimentos. Em escala menor, são citados riscos que envolvem doenças, custos financeiros e até mesmo a paz mundial. “Magnitude crescente do aquecimento aumenta a possibilidade de impactos severos, penetrantes e irreversíveis”, alerta o relatório.

    Desastres naturais como ondas de calor na Europa, queimadas nos Estados Unidos, seca na Austrália, inundações em Moçambique, Tailândia e Paquistão são lembretes de como a humanidade é vulnerável a condições climáticas extremas, diz o texto. Os problemas devem afetar todos de algum modo, mas as pessoas que menos têm recursos para arcar com as consequências serão as que sofrerão mais. “Agora nós estamos em uma era na qual a mudança climática não é algum tipo de hipótese futura”, afirmou Chris Field, um dos autores líderes do estudo.

    Uma parte do relatório discute o que pode ser feito para amenizar os efeitos do aquecimento global e lista como alternativas a redução da poluição de carbono e a preparação para mudanças climáticas com um desenvolvimento mais inteligente. O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, ressaltou que o documento é um alerta às novas ações e alertou que os custos da falta de ação serão “catastróficos”.

    Maarten van Aalst, um dos autores do estudo, reforçou que se a comunidade internacional não reduzir as emissões de gases estufa logo, os riscos sairão de controle. “E os riscos já subiram”, disse. Coautor do relatório, o cientista do IPCC Saleemul Huq lembra que “as coisas estão piores do que previmos” em 2007, quando o grupo de cientistas emitiu a última versão do documento. “Nós veremos cada vez mais impactos, mais rápido e antes do que antecipamos”, declarou.

    O relatório, inclusive, cria uma nova categoria de risco. Em 2007, o maior grau de perigo era “alto”, simbolizado pela cor vermelha. Desta vez, o nível máximo é “muito alto” e de cor roxa nas ilustrações gráficas.

    Vice-presidente do painel do ONU, o climatologista Jean-Pascal van Ypersele defendeu os alertas do IPCC contra críticas que apontem alarmismo por parte dos cientistas. “Nós estamos indicando as razões para o alerta. Isso é porque os fatos, a ciência e os dados mostram que há razões para estar alarmado, não é porque nós somos alarmistas”, disse.

    No entanto, outra coautora do estudo, a cientista Patricia Romero-Lankao disse que ainda existe uma janela de oportunidade. “Nós temos escolhas. Nós temos que agir agora”, disse.

Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/mudanca-climatica-pode-aumentar-pobreza-alerta-onu

“... como a humanidade é vulnerável a condições climáticas extremas.”

No período acima, morfologicamente, os termos grifados são, respectivamente,

Alternativas
Q1363517 Português

Mudança climática pode aumentar pobreza, alerta ONU Documento do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) projeta que, para evitar que consequências do aquecimento global “saiam de controle”, mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa


    O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas revelou na manhã desta segunda em Yokohama, no Japão, a segunda parte do quinto relatório produzido pelos cientistas do órgão – o anterior foi divulgado há sete anos, em 2007. O documento projeta que a mudança climática irá piorar problemas sociais já existentes, como pobreza, doenças, violência e número de refugiados. Além disso, irá frear os benefícios da modernização, como o crescimento econômico regular e uma produção agrícola mais eficiente.

    Para evitar que as consequências do aquecimento global “saiam de controle”, o mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa, afirmou Rajendra Pachauri, presidente do IPCC – e existe pouco tempo para tomar atitudes que possam mitigar os efeitos da mudança climática, permitindo aos países se ajustarem à maior variação de temperaturas.

    Intitulado “Sumário para Formuladores de Políticas”, o documento foi aprovado por unanimidade pelos mais de 100 governos integrantes do IPCC. Uma versão preliminar do sumário havia vazado na internet há alguns meses e já fazia advertências semelhantes, como a de que “as mudanças climáticas vão amplificar os riscos relacionados ao clima já existentes e criar novos”, reduzindo, por exemplo, a oferta de água renovável na superfície e nas fontes subterrâneas nas regiões subtropicais mais secas e aumentando o número de pessoas sob risco de inundações.

    Em média, o texto aprovado pelo IPCC menciona a palavra “risco” cinco vezes e meia em cada uma de suas 49 páginas. Os perigos mencionados envolvem cidades grandes e pequenas e incluem preço e disponibilidade de alimentos. Em escala menor, são citados riscos que envolvem doenças, custos financeiros e até mesmo a paz mundial. “Magnitude crescente do aquecimento aumenta a possibilidade de impactos severos, penetrantes e irreversíveis”, alerta o relatório.

    Desastres naturais como ondas de calor na Europa, queimadas nos Estados Unidos, seca na Austrália, inundações em Moçambique, Tailândia e Paquistão são lembretes de como a humanidade é vulnerável a condições climáticas extremas, diz o texto. Os problemas devem afetar todos de algum modo, mas as pessoas que menos têm recursos para arcar com as consequências serão as que sofrerão mais. “Agora nós estamos em uma era na qual a mudança climática não é algum tipo de hipótese futura”, afirmou Chris Field, um dos autores líderes do estudo.

    Uma parte do relatório discute o que pode ser feito para amenizar os efeitos do aquecimento global e lista como alternativas a redução da poluição de carbono e a preparação para mudanças climáticas com um desenvolvimento mais inteligente. O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, ressaltou que o documento é um alerta às novas ações e alertou que os custos da falta de ação serão “catastróficos”.

    Maarten van Aalst, um dos autores do estudo, reforçou que se a comunidade internacional não reduzir as emissões de gases estufa logo, os riscos sairão de controle. “E os riscos já subiram”, disse. Coautor do relatório, o cientista do IPCC Saleemul Huq lembra que “as coisas estão piores do que previmos” em 2007, quando o grupo de cientistas emitiu a última versão do documento. “Nós veremos cada vez mais impactos, mais rápido e antes do que antecipamos”, declarou.

    O relatório, inclusive, cria uma nova categoria de risco. Em 2007, o maior grau de perigo era “alto”, simbolizado pela cor vermelha. Desta vez, o nível máximo é “muito alto” e de cor roxa nas ilustrações gráficas.

    Vice-presidente do painel do ONU, o climatologista Jean-Pascal van Ypersele defendeu os alertas do IPCC contra críticas que apontem alarmismo por parte dos cientistas. “Nós estamos indicando as razões para o alerta. Isso é porque os fatos, a ciência e os dados mostram que há razões para estar alarmado, não é porque nós somos alarmistas”, disse.

    No entanto, outra coautora do estudo, a cientista Patricia Romero-Lankao disse que ainda existe uma janela de oportunidade. “Nós temos escolhas. Nós temos que agir agora”, disse.

Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/mudanca-climatica-pode-aumentar-pobreza-alerta-onu

Em “... o documento é um alerta às novas ações...”, o termo destacado pode ser substituído, sem comprometer a estrutura e o sentido da oração, por
Alternativas
Q1363512 Português

Mudança climática pode aumentar pobreza, alerta ONU Documento do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) projeta que, para evitar que consequências do aquecimento global “saiam de controle”, mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa


    O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas revelou na manhã desta segunda em Yokohama, no Japão, a segunda parte do quinto relatório produzido pelos cientistas do órgão – o anterior foi divulgado há sete anos, em 2007. O documento projeta que a mudança climática irá piorar problemas sociais já existentes, como pobreza, doenças, violência e número de refugiados. Além disso, irá frear os benefícios da modernização, como o crescimento econômico regular e uma produção agrícola mais eficiente.

    Para evitar que as consequências do aquecimento global “saiam de controle”, o mundo precisa reduzir a emissão dos gases de efeito estufa, afirmou Rajendra Pachauri, presidente do IPCC – e existe pouco tempo para tomar atitudes que possam mitigar os efeitos da mudança climática, permitindo aos países se ajustarem à maior variação de temperaturas.

    Intitulado “Sumário para Formuladores de Políticas”, o documento foi aprovado por unanimidade pelos mais de 100 governos integrantes do IPCC. Uma versão preliminar do sumário havia vazado na internet há alguns meses e já fazia advertências semelhantes, como a de que “as mudanças climáticas vão amplificar os riscos relacionados ao clima já existentes e criar novos”, reduzindo, por exemplo, a oferta de água renovável na superfície e nas fontes subterrâneas nas regiões subtropicais mais secas e aumentando o número de pessoas sob risco de inundações.

    Em média, o texto aprovado pelo IPCC menciona a palavra “risco” cinco vezes e meia em cada uma de suas 49 páginas. Os perigos mencionados envolvem cidades grandes e pequenas e incluem preço e disponibilidade de alimentos. Em escala menor, são citados riscos que envolvem doenças, custos financeiros e até mesmo a paz mundial. “Magnitude crescente do aquecimento aumenta a possibilidade de impactos severos, penetrantes e irreversíveis”, alerta o relatório.

    Desastres naturais como ondas de calor na Europa, queimadas nos Estados Unidos, seca na Austrália, inundações em Moçambique, Tailândia e Paquistão são lembretes de como a humanidade é vulnerável a condições climáticas extremas, diz o texto. Os problemas devem afetar todos de algum modo, mas as pessoas que menos têm recursos para arcar com as consequências serão as que sofrerão mais. “Agora nós estamos em uma era na qual a mudança climática não é algum tipo de hipótese futura”, afirmou Chris Field, um dos autores líderes do estudo.

    Uma parte do relatório discute o que pode ser feito para amenizar os efeitos do aquecimento global e lista como alternativas a redução da poluição de carbono e a preparação para mudanças climáticas com um desenvolvimento mais inteligente. O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, ressaltou que o documento é um alerta às novas ações e alertou que os custos da falta de ação serão “catastróficos”.

    Maarten van Aalst, um dos autores do estudo, reforçou que se a comunidade internacional não reduzir as emissões de gases estufa logo, os riscos sairão de controle. “E os riscos já subiram”, disse. Coautor do relatório, o cientista do IPCC Saleemul Huq lembra que “as coisas estão piores do que previmos” em 2007, quando o grupo de cientistas emitiu a última versão do documento. “Nós veremos cada vez mais impactos, mais rápido e antes do que antecipamos”, declarou.

    O relatório, inclusive, cria uma nova categoria de risco. Em 2007, o maior grau de perigo era “alto”, simbolizado pela cor vermelha. Desta vez, o nível máximo é “muito alto” e de cor roxa nas ilustrações gráficas.

    Vice-presidente do painel do ONU, o climatologista Jean-Pascal van Ypersele defendeu os alertas do IPCC contra críticas que apontem alarmismo por parte dos cientistas. “Nós estamos indicando as razões para o alerta. Isso é porque os fatos, a ciência e os dados mostram que há razões para estar alarmado, não é porque nós somos alarmistas”, disse.

    No entanto, outra coautora do estudo, a cientista Patricia Romero-Lankao disse que ainda existe uma janela de oportunidade. “Nós temos escolhas. Nós temos que agir agora”, disse.

Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/mudanca-climatica-pode-aumentar-pobreza-alerta-onu

Em “Para evitar que as consequências do aquecimento global “saiam de controle”...”, o termo destacado expressa
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2014 - IF-BA - Aluno |
Q1354651 Português

TEXTO 4 (Questão)

SETE ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA MÍDIA

1) Distraia o público: o elemento primordial do controle social é desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. 

2) Crie problemas, depois ofereça soluções.

3) Use a estratégia da gradação: para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.

4) Utilize o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.

5) Mantenha o público na ignorância e na mediocridade: faça com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.

6) Estimule o público a ser complacente na mediocridade: faça-o achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.

7) Reforce a revolta pela autoculpabilidade: faça o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. 

Noam Chomsky (Linguística em MIT). Disponível em: < h t t p : / / w w w . f o r u m s e c u l o 2 1 . c o m . b r / p a g i n a s / 0 3 1 3 _sec_21_(pag.10).pdf>. Acesso em: 03 out 2014. Texto adaptado. 

Em relação à frase abaixo, é correto afirmar:

“Crie problemas, depois ofereça soluções.”

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2014 - IF-BA - Aluno |
Q1354646 Português
A partir da compreensão do poema, pode-se inferir dos recursos linguístico-textuais que:
Alternativas
Q1334025 Português
Considerando os processos de formação de palavras, assinale a alternativa na qual o vocábulo foi formado pelo processo de derivação parassintética, assim como ocorre em “insuspeitada” (l.06).
Alternativas
Q1333402 Português

(Cristiane Segatto – Revista Época, 07/03/2014 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)

Considerando o emprego do vocábulo “que”, assinale a alternativa na qual ele esteja empregado como uma conjunção integrante.
Alternativas
Q1333401 Português

(Cristiane Segatto – Revista Época, 07/03/2014 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)

Analise as assertivas que são apresentadas acerca do seguinte trecho:
“A identificação desses indivíduos pode ser importante para entender as bases neurais da música.” (l. 28-29)
I. O vocábulo “para” pode ser classificado como uma conjunção e estabelece a relação de finalidade entre as orações que compõem o período. II. Caso substituíssemos “para” por “para que”, deveríamos efetuar uma alteração na forma verbal “entender”. III. A segunda oração que compõe o período pode ser classificada como uma oração reduzida de infinitivo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1332316 Português

(Ivan Martins – Revista Época – 20/11/2013 – disponível em http://www.revistadaepoca.com.br - adaptação)

Considerando o sistema ortográfico vigente, assinale a alternativa que apresenta vocábulo cuja supressão do acento possa originar palavra pertencente à mesma classe gramatical da palavra que lhe deu origem.
Alternativas
Q1330603 Português

Analise as afirmativas e, em seguida, complete-as com o plural do substantivo composto entre parênteses.


I. Ele sempre tinha medo de ir aos ___________________. (cirurgião-dentista)

II. Na clínica de Ana, existem muitas casinhas de ____________________. (João-de-barro)

III. O médicos recomendam que se coma algumas ___________________ todos os dias. (banana-maçã)

IV. Todas as ___________________ João corre para manter a saúde. (sexta-feira)


Assinale a alternativa que completa, correta e sequencialmente, as afirmativas anteriores.

Alternativas
Q1330601 Português

Neste ano, mais uma vacina foi disponibilizada pelo SUS, trata-se da vacina contra o HPV e o câncer do colo do útero, conforme se verifica na notícia a seguir. 



    A Secretaria de Saúde de Videira inicia na próxima segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), para meninas e adolescentes de 11, 12 e 13 anos (faltando 1 dia para completar 14 anos). O objetivo da ação realizada pela Administração Municipal é imunizar cerca de 1.100 meninas e adolescentes através da vacinação em escolas públicas e privadas até o dia 28 de março. “Para que todas as adolescentes sejam vacinadas desenvolvemos um amplo cronograma que vai percorrer todas as escolas do município” diz a secretária de Saúde, Maria Eneida Furlin Dresch, alertando que as adolescentes deverão levar a caderneta de vacinação para receber o medicamento.

    Segundo a enfermeira Miriam Rostirolla, chefe do setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, o HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e após o início da vida sexual a adolescente tem que se submeter ao exame papanicolau. “As meninas devem receber três doses. Uma nesta campanha, a segunda dose após seis meses (setembro) e a terceira cinco anos depois (2019). A vacina protege a usuária de alguns subtipos do HPV, mas não de outras doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, é sempre importante usar a camisinha”, explica.

(Disponível em: http://www.emvideira.com.br/noticias/2014/3/6/sa%C3%BAde---secretaria-de-sa%C3%BAde-de-videira-inicia-

vacina%C3%A7%C3%A3o-contra-hpv-em-adolescentes-na-pr%C3%B3xima-segunda-feira-%2810%29. Acesso em: 15/05/2014. Adaptado.) 

Observe o seguinte trecho: Segundo a enfermeira Miriam Rostirolla, chefe do setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, o HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e após o início da vida sexual a adolescente tem que se submeter ao exame papanicolau”. Assinale a alternativa que mantém a mesma relação de sentido estabelecida pela conjunção sublinhada.
Alternativas
Q1330600 Português

Neste ano, mais uma vacina foi disponibilizada pelo SUS, trata-se da vacina contra o HPV e o câncer do colo do útero, conforme se verifica na notícia a seguir. 



    A Secretaria de Saúde de Videira inicia na próxima segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), para meninas e adolescentes de 11, 12 e 13 anos (faltando 1 dia para completar 14 anos). O objetivo da ação realizada pela Administração Municipal é imunizar cerca de 1.100 meninas e adolescentes através da vacinação em escolas públicas e privadas até o dia 28 de março. “Para que todas as adolescentes sejam vacinadas desenvolvemos um amplo cronograma que vai percorrer todas as escolas do município” diz a secretária de Saúde, Maria Eneida Furlin Dresch, alertando que as adolescentes deverão levar a caderneta de vacinação para receber o medicamento.

    Segundo a enfermeira Miriam Rostirolla, chefe do setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, o HPV é o principal causador do câncer de colo de útero e após o início da vida sexual a adolescente tem que se submeter ao exame papanicolau. “As meninas devem receber três doses. Uma nesta campanha, a segunda dose após seis meses (setembro) e a terceira cinco anos depois (2019). A vacina protege a usuária de alguns subtipos do HPV, mas não de outras doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, é sempre importante usar a camisinha”, explica.

(Disponível em: http://www.emvideira.com.br/noticias/2014/3/6/sa%C3%BAde---secretaria-de-sa%C3%BAde-de-videira-inicia-

vacina%C3%A7%C3%A3o-contra-hpv-em-adolescentes-na-pr%C3%B3xima-segunda-feira-%2810%29. Acesso em: 15/05/2014. Adaptado.) 

O acréscimo de sufixos em algumas palavras em português pode alterar a classe dessas palavras. Assinale a alternativa em que as classes de palavras estão corretamente identificadas.
Alternativas
Q1330598 Português

Num hospital público, estava afixado o seguinte cartaz:


Não morra de dengue.

Viagens durante as férias exigem cuidados especiais com os vasos de plantas.


As preposições destacadas possuem valor, respectivamente, de

Alternativas
Q1330552 Português

Perder peso em qualquer idade faz bem ao coração

De acordo com novo estudo, benefício ocorre mesmo se indivíduo

continua com excesso de peso


    Uma extensa pesquisa publicada nesta quarta-feira, 21/05/2014, ressaltou que perder peso oferece benefícios a longo prazo à saúde cardiovascular independentemente da idade ou sexo do indivíduo. Além disso, pela primeira vez um estudo mostrou que emagrecer surte esse efeito positivo mesmo se uma pessoa continua com excesso de peso – como, por exemplo, se ela deixa de ter obesidade e passa a apresentar sobrepeso.

    Os resultados também mostraram que quanto mais tempo uma pessoa vive com excesso de gordura acumulada no corpo, maior o seu risco de sofrer problemas associados à função cardiovascular, como hipertensão e diabetes tipo 2.

    O estudo, publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, se baseou nos dados de cerca de 1.200 britânicos que participaram de uma pesquisa nacional. Eles foram acompanhados desde o nascimento, em março de 1946, e durante mais de 60 anos.

    Os especialistas classificaram os participantes como tendo um peso normal, sobrepeso ou obesidade em diversas fases de suas vidas: na infância e quando completaram 36, 43, 53 e 60 anos de idade. Quando os indivíduos tinham entre 60 e 64 anos, os pesquisadores estabeleceram o risco cardiovascular de cada um. Para isso, usaram medidas como a espessura da parede de suas artérias. Depois, a equipe comparou o risco cardiovascular entre pessoas que haviam perdido peso ao longo da vida com o restante.

    “Nosso estudo é único porque acompanhou as pessoas durante muito tempo, o que nos permitiu observar o real efeito da perda de peso e redução da gordura corporal”, diz John Deanfield, pesquisador da Universidade College London, na Grã-Bretanha, e coordenador da pesquisa. “Nossos resultados apoiam estratégias de saúde pública e mudanças no estilo de vida que ajudam indivíduos que estão acima do peso a emagrecer em qualquer idade.”

    Dentre as opções à dieta para emagrecer estão:

    Acupuntura

    Uma pesquisa, publicada no fim de 2013, mostrou que a acupuntura auricular, que se baseia na ideia de que a orelha representa todas as partes do corpo humano, pode ser aliada na perda de peso. O estudo selecionou 91 pessoas com sobrepeso e as dividiu em três grupos: aquelas que foram tratadas com agulhas em cinco pontos específicos da orelha (como os relacionados ao baço, ao estômago e ao apetite), as tratadas com agulha em um ponto da orelha associado ao apetite e as submetidas a um procedimento falso. Após dois meses de tratamento, o índice de massa corporal (IMC) dos voluntários do primeiro grupo caiu 6,1%, em média, e os do segundo 5,7%. Não houve redução no IMC dos participantes do grupo do placebo.

    Sono reparador

    Não são poucas as pesquisas científicas que comprovam que um sono ruim e o excesso de peso andam juntos. Um estudo americano, publicado em 2013, concluiu que a privação do sono tem efeito duplo no cérebro: estimular a região que controla a motivação para comer diante de um alimento gorduroso e reduzir a atividade na área responsável por medir as consequências de uma ação e tomar decisões de forma racional. Em outras palavras, o cérebro de quem dorme mal tem mais vontade de consumir batata frita e não consegue rejeitar esse tipo de comida. Outra pesquisa mostrou que uma má noite de sono, além de aumentar o cansaço (o que diminui as chances de uma pessoa trocar o sofá pelo exercício), reduz o potencial de queima calórica do organismo.

Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/perder-peso-em-qualquer-idade-faz-bem-ao-coracao

Em “... pela primeira vez um estudo mostrou...”, o termo destacado trata-se de
Alternativas
Respostas
25421: B
25422: B
25423: D
25424: C
25425: B
25426: A
25427: C
25428: B
25429: A
25430: A
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25432: A
25433: C
25434: E
25435: B
25436: C
25437: D
25438: C
25439: B
25440: E