Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q308304 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” – (C) OU “ERRADO” – (E)

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Com relação aos aspectos linguísticos do Texto 1, analise as questões de 1 a 12.

Na estrutura “tem de 30 a 90 dias” (linha7) as duas preposições não foram requisitadas pelo verbo, uma vez que ele não as exige, e foram usadas tão somente para estipular a relação de tempo.
Alternativas
Q308303 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” – (C) OU “ERRADO” – (E)

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Com relação aos aspectos linguísticos do Texto 1, analise as questões de 1 a 12.

Quando rege infinitivo, a preposição não deve se contrair com artigos, o que se justifica em “e nada de a prefeitura responder” (linhas 9 e 10).
Alternativas
Q307863 Português
Apenas em uma das opções abaixo o substantivo se flexiona no plural da mesma forma que a palavra destacada em: “Haverá telas e BOTÕES do Último Computador [...]”.Aponte-a.
Alternativas
Q307861 Português
As palavras destacadas no trecho abaixo pertencem, correta e respectivamente, às seguintes classes gramaticais:

“TUDO o QUE quiserem fazer – compras, contas, reservas – E tudo O que desejarem saber estará ao alcance DE um dedo.”
Alternativas
Q305604 Português
Em qual alternativa a palavra em destaque foi formada pelo mesmo processo da palavra LUTA extraída do primeiro parágrafo do texto?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES Prova: FUNCAB - 2013 - PC-ES - Escrivão de Polícia |
Q305530 Português
No último parágrafo, ocorrem duas formas de plural para ESCRIVÃO, o que se deve ao fato de que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES Prova: FUNCAB - 2013 - PC-ES - Escrivão de Polícia |
Q305527 Português
O comentário equivocado acerca da formação ou do valor significativo do sufixo em destaque, formador de palavra extraída do texto, encontra-se na seguinte alternativa:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES Prova: FUNCAB - 2013 - PC-ES - Escrivão de Polícia |
Q305518 Português
A relação semântica existente entre o nome substantivo ou adjetivo em destaque e aquele que se lê adiante está indicada equivocadamente na alternativa:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES Prova: FUNCAB - 2013 - PC-ES - Escrivão de Polícia |
Q305513 Português
Texto 1:

        Primeira experiência em tantas viagens: o piloto do enorme avião que me levava era uma mulher. Jovem, não muito alta, bonita e alegre – por que pensei que mulher comandante (recuso termos como pilota e comandanta) teria que ser grandona feito eu, e sisuda? Minha surpresa, nascida do preconceito inconsciente, passou para alegria: olha ela ali, casada, com filhos pequenos, sem ar de mãe culpada ou profissional, tendo de mostrar ferozmente sua competência. Nela se viam naturalidade, segurança e simpatia. 
        No meu encontro com altas executivas, aquele incidente acabou simbólico. A gente pode aprender e assimilar muita coisa: neste momento nós, mulheres e homens, enfrentamos muitas novidades, num mundo fascinante, vertiginoso, belo e às vezes cruel. Com tecnologias efêmeras e atordoantes, estamos condenados à brevidade, à transitoriedade, depois de séculos em que os usos e costumes duravam muitos anos, e qualquer pequena mudança causava um alvoroço. A convivência de homens e mulheres também mudou, muitíssimo, tema para muita literatura e seminários, fonte de muitos problemas pessoais. Mudanças trazem o stress nosso de cada dia.
       Eu devia falar sobre a carreira na vida de uma mulher, e seus desafios. Em muitas empresas as mulheres trabalham ombro a ombro com colegas homens, e eventualmente assumem cargos de comando. Como agimos, como nos portamos, como nos reinventamos, nós homens e mulheres? Estamos criando novas parcerias: se homens, enfrentando às vezes o comando de uma mulher; se mulheres, tentando descobrir como lidamos com o poder. Poder e dinheiro, dois fatores novos para nós, interligados e ainda inusitados. Conheço mulheres altamente capacitadas, com bons cargos e salários invejáveis, que no fim do mês entregam o dinheiro ao marido, ou têm uma conta conjunta que ele maneja, “para que ele não se sinta mal por eu ganhar mais.” Realmente, essa mulher com poder precisa de um parceiro com muito caráter, seguro e bem-humorado, para que o convívio faça crescer os dois, com cumplicidade e alegria. 
      Quando eu era adolescente, minhas tias e avós, achando que eu lia demais, profetizavam que eu “não conseguiria marido”, pois “os homens não gostam de mulheres muito inteligentes”. Hoje, celebro os tempos em que ser inteligente ou ter algum conhecimento não precisa ser escondido pelo arcaico medo de “ficar sozinha”. Tendo por escolha, sorte e acaso uma vida profissional sem patrão ou colegas diretos, admiro a diária superação das mulheres que ocupam cargo de mando. Pois se – além de sermos consideradas seres humanos (nem sempre fomos), hoje podemos votar, estudar, trabalhar, controlar o número de filhos e até escapar de casamentos infelizes –, assumimos muito conflito e confusão, os sentimentos humanos continuam os mesmos. Todos queremos dar algum sentido à nossa vida, queremos nos sentir importantes ao menos para alguém, desejamos realizações, mas também aconchego e escuta amorosa. 
      Como conciliamos as mais atávicas e legítimas emoções com as exigências duríssimas de trabalho? Nem sempre temos como deixar as crianças bem atendidas, mesmo tendo a melhor babá ou escolinha; se antes o marido chegava cansado, hoje muitas vezes marido e mulher voltam do trabalho exaustos e tensos. Nem sempre temos na vida pessoal ou no trabalho o parceiro que nos entende, apoia e aprecia, em vez de nos lançar vagas ironias ou quem sabe tentar nos boicotar – coisas que aos poucos desaparecem, pois também os homens estão aprendendo esse novo convívio.
    “Os homens estão assustados com essa mulher que está surgindo?”, perguntam-me seguidamente, e digo: “Os bobos se assustam, ironizam, procuram nos diminuir; os inteligentes – que são os que nos interessam – hão de gostar de ter no trabalho uma colaboradora e em casa uma boa parceira, em lugar de uma funcionária ou gueixa aturdida e queixosa”. Como resolver tudo isso? Vivendo e enfrentando com alguma grandeza esses novos tempos e essas novas gentes que somos agora. (LUFT, Lya. “Homens, mulheres e poder”. Rev. Veja: 19/12/2012, p. 26.) 
No que respeita ao gênero, comportam-se como “comandante” (§ 1) todos os substantivos relacionados em:
Alternativas
Q305476 Português
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Julgue os próximos itens, referentes a aspectos linguísticos do
texto.
Se o artigo “As” (l.6) fosse substituído pelo pronome Suas, os sentidos do texto não seriam alterados, uma vez que a expressão “As instalações” faz referência às instalações da área usada para pesca, agricultura e silvicultura.
Alternativas
Q305473 Português
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Julgue os próximos itens, referentes a aspectos linguísticos do
texto.
O advérbio “Ademais” (l.8) poderia, sem prejuízo sintático ou alteração de sentido do texto, ser substituído por Além do mais.
Alternativas
Q304384 Português
Considere as seguintes palavras do texto:

1. desvendado (L.04)
2. estudado (L.10)
3. tanto (L.19)

Quais são flexionáveis morfologicamente para gênero e número na construção em que ocorrem no texto?

Alternativas
Q304376 Português
Assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA sobre a gramática da expressão indicada.

Alternativas
Q303615 Português
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Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 11 a 17.
A substituição de “enquanto” (L.7) por mas manteria a correção gramatical do período e o sentido original do trecho.
Alternativas
Q303608 Português


Com base nas ideias veiculadas no texto acima, julgue o item que se segue.
No trecho “desigualdades sociais e regionais e políticas públicas” (L.3-4), a repetição da conjunção “e” é utilizada como um recurso para enfatizar as diversas desigualdades encontradas na sociedade brasileira, podendo a primeira delas ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical e para as ideias do texto, por vírgula.
Alternativas
Q303607 Português


Com base nas ideias veiculadas no texto acima, julgue o item que se segue.
O período iniciado na linha 20, cujas ideias são contrárias às mencionadas no período anterior, poderia, sem prejuízo de sentido para o texto, ser introduzido pela locução de outro modo, da seguinte maneira: De outro modo, o art. 219 é ... país.
Alternativas
Q303258 Português
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Julgue os próximos itens, relativos a aspectos linguísticos dos
fragmentos de texto apresentados.
Sem prejuízo para a correção gramatical ou para o sentido original do último período do fragmento IV, a expressão adverbial “em 2011” (L.10) poderia ser deslocada, com a vírgula que a sucede, para o início do período, desde que suprimida a vírgula após “que” (L.10) e feitas as devidas alterações no emprego de maiúsculas e minúsculas.
Alternativas
Q303256 Português
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Julgue os próximos itens, relativos a aspectos linguísticos dos
fragmentos de texto apresentados.
No fragmento III, no trecho “Cooper usou sua nova invenção para ligar para Joel Engel” (L.9-10), a preposição “para” expressa, em ambas as ocorrências, ideia de finalidade, introduzindo expressões adverbiais.
Alternativas
Q302536 Português
Exerce função adjetiva o termo destacado em:
Alternativas
Q301267 Português
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas.


 Segurança 

       O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. 

       Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

        Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.

       Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta-tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.

       Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta-tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas.Todas as janelas foram gradeadas. 

       Mas os assaltos continuaram. 

       Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca.Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.

        Mas os assaltos continuaram. 

       Foi reforçada a guarda. 

       Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. 

        E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.

        E ninguém pode sair. 

       Agora a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. 

      Mas surgiu outro problema. 

       As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. 

       A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Segurança. In: Novas Comédias da Vida Privada Porto Alegre: L&PM, 1996. p. 103-104.)

No fragmento “MESMO SE OS LADRÕES ULTRAPASSASSEM OS ALTOS MUROS [...] não conseguiriam entrar nas casas.” (parágrafo 7), a oração destacada possui uma estrutura de sentido:
Alternativas
Respostas
24641: C
24642: C
24643: E
24644: D
24645: B
24646: E
24647: B
24648: A
24649: C
24650: C
24651: C
24652: B
24653: E
24654: C
24655: E
24656: E
24657: E
24658: E
24659: C
24660: B