Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q2062519 Português

Texto 1


NIEMEYER

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CASA DE MARICÁ

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Texto editado. Disponível em:
https://leisecamarica.com.br/maricaense-oscar-niemeyer-e-suahistoria-com-a-cidade/


É formada pelo processo de composição a palavra:
Alternativas
Q2060998 Português
As câmeras ficaram inteligentes – e um pouco assustadoras


    Algo estranho, assustador e sublime está acontecendo com as câmeras e vai complicar tudo o que você sabia sobre imagens. Elas estão ficando inteligentes.
   Até poucos anos atrás, praticamente todas as câmeras – as dos celulares, as automáticas ou as de vigilância em circuitos fechados de televisão – eram como olhos desconectados de um cérebro. Elas capturavam tudo o que você colocava na frente delas, mas não entendiam nada do que estavam vendo.
    Mas tudo isso está mudando. Há uma nova geração de câmeras que entendem o que veem. Elas são olhos conectados a cérebros, máquinas que não só registram o que está na frente delas, mas que podem agir sobre o tema.
    Primeiro, essas câmeras nos permitirão tirar fotos melhores e capturar momentos que talvez antes não fossem possíveis com todas as câmeras burras que existiram até agora. Essa é a propaganda que o Google está fazendo da Clips, sua nova câmera. Ela usa o chamado aprendizado de máquina para descobrir como tirar automaticamente instantâneos de pessoas, animais e outras coisas que achar interessantes.
    Uma empresa chamada Lighthouse AI quer fazer algo parecido para sua casa, usando uma câmera de segurança que soma uma camada de inteligência visual à imagem que vê. Quando você coloca a câmera na entrada de casa, ela analisa constantemente a cena, alertando se seus filhos não chegaram em casa até um determinado horário depois da escola.
     Não leva muito tempo para imaginar as possibilidades úteis e muito assustadoras de câmeras que podem decifrar o mundo. Elas vão deixar que você analise imagens com precisão profissional, aumentando o espectro de um novo tipo de vigilância – não apenas pelo governo, mas por todos a sua volta, mesmo aqueles que você ama.

(Farhad Manjoo. Exame. 22.03.2018. https://exame.abril.com.br. Adaptado)
Ela usa o chamado aprendizado de máquina para descobrir como tirar automaticamente instantâneos de pessoas, animais e outras coisas que achar interessantes. Nessa frase, o vocábulo destacado estabelece relação de
Alternativas
Q2059529 Português
A QUESTÃO ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO


Com referência aos mecanismos linguísticos usados no texto, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2058638 Português

                                   

Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue o item subsequente. 



No trecho “o cenário asséptico e funcional, mas anônimo, do hospital” (linhas 24 e 25), os adjetivos “asséptico”, “funcional” e “anônimo” foram empregados para caracterizar o ambiente hospitalar pela eficiência e democracia no tratamento dos doentes.
Alternativas
Q2058220 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


Assinale a alternativa INCORRETA acerca do que se afirma sobre duas ocorrências do vocábulo COMO (l. 13 e 23).
Alternativas
Q2056128 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

[...]

Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma untada previamente
Com promessas não cumpridas

Adicione a seguir o ódio e a inveja
As dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno
Temperar com essência de espírito de porco
Duas xícaras de indiferença
E um tablete e meio de preguiça

[...]

Hoje não dá, hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar

Mas hoje não dá, hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada e descansar

Gostaria de não saber
Destes crimes atrozes
É todo dia agora
E o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe
Mas hoje não dá
Não sei o que pensar
E nem o que dizer
Só nos sobrou do amor
A falta que ficou

Os anjos– Legião Urbana.
Disponível em: <https://bit.ly/2oaCovb>.
Acesso em: 25 ago. 2018.
As palavras destacadas a seguir estão corretamente classificadas entre colchetes, exceto:
Alternativas
Q2056122 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

No segundo quadrinho, a conjunção “portanto” possui valor
Alternativas
Q2055472 Português
Assinale a alternativa que em que “meio” funciona como advérbio.
Alternativas
Q2055471 Português
Complete as frases, escrevendo por extenso o número ou as expressões dadas entre parênteses, empregando os vários tipos de numerais. 
1. Estefânia trabalhou o __________ (duas vezes mais) do que Fabíola. 2. Fiquei feliz. Ganhei duas __________ (12) de rosas. 3. Já consegui terminar __________ (1/4) do trabalho. 4. Paulo foi o __________ (400o ) corredor a terminar a prova.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q2055470 Português
Assinale a alternativa que contém somente numerais ordinais e multiplicativos.
Alternativas
Q2053049 Português
Assinale a alternativa em que todos os termos estão corretamente flexionados no plural: 
Alternativas
Q2053042 Português

TEXTO I 


Retratando...


Somos todos frustrados neste mundo;

uns são mais, outros menos, mas ninguém 

pode gabar-se de não ter no fundo 

recalques, pois, de sobra, todos têm!


Um poço de mistérios, bem profundo, 

possui em seu recesso todo alguém...

Mas a tara só vem à luz, segundo 

o interesse animal que nos convém! 


Embuçado no véu da hipocrisia, 

ou preso a preconceitos, já sem fé, 

todo homem se empenha noite e dia, 


nessa inglória tarefa de querer

insistir em mostrar o que não é, 

e o que deseja, mas não pode ser! 


Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>


No texto, os elementos coesivos "mas" (1ª estrofe, verso 2), "pois" (1ª estrofe, verso 4), "segundo" (2ª estrofe, verso 3) e "ou" (3ª estrofe, verso 2) estabelecem relações entre as partes que integram. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a opção correta quanto a essas relações estabelecidas: 
Alternativas
Q2052672 Português
Considere o trecho a seguir.
O trabalho forçado ainda é uma realidade para cerca de 21 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando países em todos os continentes e gerando mais de US$ 150 bilhões em lucros ilegais todos os anos.

O termo em destaque é um
Alternativas
Q2052177 Português

Mitos da criminalidade juvenil no Brasil

Marília Rovaron


Propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal e projetos de lei que ampliam o tempo de internação de adolescentes envolvidos em crimes hediondos têm reaparecido nas pautas do Senado brasileiro. A análise dessa complexa questão demanda, porém, um conhecimento mais objetivo da realidade dos atos infracionais praticados por adolescentes em relação ao problema da violência no Brasil. Muitos mitos circundam o debate acerca da autoria de jovens na criminalidade urbana, sendo três deles mais ce ntrais nas discussões.

O primeiro mito aponta uma criminalidade crescente e descontrolada, praticada por crianças e adolescentes, contrariando as estatísticas oficiais que, na verdade, revelam um hiperdimensionamento na apresentação das violências praticadas por jovens, se comparadas às praticadas por adultos. No ano de 2012, por exemplo, só 8,4% dos homicídios registrados no país foram cometidos por adolescentes. E, no ano de 2010, das 8.686 crianças e adolescentes assassinados no Brasil, 2,5% das mortes foram cometidas por adolescentes, segundo o estudo Porque dizemos não à redução da maioridade penal, de 2013, da Fundação Abrinq. Portanto, ao contrário do que afirma a opinião pública, é baixa a proporção de jovens que cometem atos infracionais graves, como os homicídios. E o mesmo se observa em roubo e tráfico.

O segundo mito associa a pobreza à criminalidade, determinando o risco que as crianças e os adolescentes pobres oferecem à sociedade, como criminosos em potencial. Diversas pesquisas comprovam a participação de jovens de diferentes classes sociais em atos infracionais. O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

O terceiro mito sustenta que há uma passividade do Estado frente às ações consideradas criminosas praticadas por jovens, reforçando o desejo de grande parte da sociedade por uma menor tolerância no trato com crianças e adolescentes autores de ato infracional, desconsiderando, assim, os índices crescentes das medidas socioeducativas no país, sobretudo das medidas privativas de liberdade.

As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais. É quando o papel da punição na política criminal contemporânea adquire força e capilaridade no tecido da sociedade, afetando um público-alvo específico e legitimado por uma sociedade conivente com o recrudescimento de um sistema que se mostra seletivo em suas punições. Apesar da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas 8,4% cometeram homicídios. A maioria dos delitos juvenis é roubo, seguido por tráfico. Sabemos também que a maioria dos adolescentes em conflito com a lei já abandonou a escola ainda no Ensino Fundamental e que é imensa a dificuldade daqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas, principalmente em liberdade assistida, em retomar seus estudos.

Ao mesmo tempo, não existem indícios suficientes de que aumentar a repressão e o rigor das medidas socioeducativas em si seja o bastante para reduzir a criminalidade e os homicídios. Ao contrário, dados do Conselho Nacional de Justiça atestam que 70% dos egressos do sistema prisional retornam a ele por reincidirem. Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis 

— ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.

É dever do Estado aprimorar e ampliar as políticas sociais que amparam a juventude vulnerável. E é, sobretudo, a ausência dessas políticas que gera as condições de vulnerabilidade, empurrando os adolescentes para a criminalidade. Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constitui em violência contra a infância e a adolescência.

Nos sistemas judiciário, executivo e legislativo, ainda está bem presente a “lógica menorista” (visão antiga que ainda considera crianças e adolescentes “objetos do direito”, assujeitados, em situação irregular, e não sujeitos em desenvolvimento, que demandam proteção, respeito e autonomia), e pouco avançamos em leis que permitem saltos nessa visão. Debatemos a ineficácia de um Estatuto da Criança e do Adolescente que nem sequer foi implantado por completo e opinamos sobre a redução da maioridade penal, esquecendo -nos de que as causas da questão social continuam intocáveis em praticamente todas as esferas.

A efetivação da mudança de paradigma no sistema de justiça juvenil exige uma transformação coletiva na mentalidade da sociedade para que a opinião pública aprofunde as reflexões acerca da cultura punitiva e possa, assim, vislumbrar novas formas de sociabilidade, pautadas na liberdade. Da mesma forma que à lei não pode ser atribuído o papel de salvar a humanidade, o cárcere não resolverá as desigualdades sociais que marcam tão profundamente as vidas dos jovens e sua busca por sobrevivência, expressão, visibilidade e ascensão social.


Disponível em: <www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]

Apesar[1] da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas[2] 8,4% cometeram homicídios.


O elemento linguístico [2] é
Alternativas
Q2051064 Português
TEXTO 1

'É COMO USAR DROGAS': POR QUE AS PESSOAS ACREDITAM E COMPARTILHAM FAKE NEWS?
Felipe Souza
BBC News Brasil em São Paulo, 26 outubro 2018


      Desde as eleições que elegeram o presidente americano Donald Trump em 2016, a expressão fake news se espalhou mundialmente. Com a popularização dos computadores e smartphones, boa parte da população brasileira tem acesso a redes sociais, como Facebook e WhatsApp, diariamente e se tornou alvo de uma avalanche de notícias falsas disparadas a todo momento.

       Mas além de receber e acreditar em memes, fotos, vídeos e textos falsos, parte da população também compartilha esses arquivos com amigos, familiares e até mesmo em grupos de pessoas desconhecidas. Afinal, por que tanta gente acredita em fake news?

    Em entrevista à BBC News Brasil, o psiquiatra e diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria, Claudio Martins, afirmou que as pessoas que compartilham notícias falsas experimentam uma sensação de bem-estar semelhante à de usar drogas.

   "Quando a pessoa recebe uma notícia que a agrada, são estimulados os mecanismos de recompensa imediata do cérebro e dão uma sensação de prazer instantâneo, assim como as drogas. Ocorre uma descarga emocional e gera uma satisfação imediata. Isso impulsiona a pessoa a transmitir compulsivamente a mesma informação para que seu círculo de amizades sinta o mesmo. Por isso, há os encaminhadores compulsivos", explica o psiquiatra.

    Segundo Claudio Martins, essa sensação de euforia causada pelas notícias falsas impede o desenvolvimento de um senso crítico em quem as recebe. É a "infantilização emocional", que faz com que poucas pessoas se preocupem em checar a origem ou a veracidade da informação.

   O psiquiatra explica ainda que esse movimento causa uma angústia que leva a pessoa a imaginar que é portadora de uma novidade que deve ser contada com extrema urgência. O sentimento, explica ele, é o mesmo quando alguém ouve uma fofoca.
    "Ela, então, transmite informações não checadas, capazes de gerar uma curiosidade ampliada em outras pessoas, além de um alto nível de identificação e propagação de conteúdo. O campo da política é muito propício para esse fenômeno. Uma certeza é que as fake news são um fenômeno novo que atrai pessoas com transtornos de personalidade sérios. Ele é muito simplório e vai ser cada vez mais estudado", afirmou.

Futebol, religião e política

        Em uma analogia com futebol e religião, o psiquiatra explica que a política é um assunto tratado como uma crença por parte da população.

     "O ser humano tem essa tendência a buscar essas crenças, mágicas. Quando ele recebe correntes de pensamento político, incorpora aquilo como uma verdade absoluta, amplia e divulga para reforçar sua satisfação. Ele usa o mecanismo para compartilhar sem pensar. Muitas vezes, acaba repassando até para grupos que nem tratam do assunto", afirma.

     Assim como no futebol, o psiquiatra explica que a política funciona no cérebro de parte da população como um sistema de projeção em que o indivíduo se sente como se fosse o próprio candidato. "Se o meu time marca um gol ou ganha um título é como se o gol fosse meu e o título também. É inclusive assim que comento com os amigos", compara o psiquiatra.

    Claudio Martins diz que o problema dessa crença é que as pessoas que recebem informações sobre política não querem saber se são verdadeiras. "Ela age com impulsividade. Não pesquisa, não quer saber quem mandou. Só pensa em dar impacto àquela informação que ela recebeu, como se fosse algo exclusivo, e numa impulsão, ela repassa aquilo como se fosse algo que vai alterar a realidade do mundo." 

     "Crença é algo muito difícil de combater, principalmente nos espaços mais radicais. A crença religiosa é tão forte quanto a política, gera uma cegueira. A religiosa não tem evidências científicas, mas para quem crê isso não interessa porque ela não busca evidências que possam comprovar um sentido. A pessoa apenas incorpora aquilo como uma necessidade de ter a idealização de alguém ou grupo político que possa suprir suas carências porque o ser humano é muito carente. Quando a pessoa está necessitada, ela deseja ter um super protetor", afirmou.
         O codiretor do Instituto Tecnologia e Equidade, Thiago Rondon, diz que os produtores de notícias falsas sabem disso e têm dois objetivos como estratégia ao criar suas correntes: gerar medo e emergência. Segundo ele, essa situação de alarde é vital para que as pessoas repassem a informação.
       "É necessário tomar medidas estruturais para evitar que essa situação se agrave. Uma delas é que nosso sistema educacional discuta esse tipo de assunto nas escolas. É necessário fortalecer as pessoas com consciência e educação desde cedo. A gente precisa se organizar para se adequar a esse mundo digital. A solução não é bloquear o uso de aplicativos de troca de mensagens, pois esses lugares são excelentes para troca de ideias e debates. Ações assim são um erro em relação a liberdades", afirmou.

        Ele afirma também que deve haver mecanismos mais eficientes para combater notícias falsas. Um deles é dar ferramentas para que a população as identifique por conta própria.

        "É necessário mudar a forma de se comunicar, não apenas negando e desmentindo informações porque elas dificilmente vão ter o mesmo alcance da fake news. Por exemplo, no primeiro turno deste ano um boletim de urna (compartilhado no WhatsApp) mostrava um dos candidatos com mais de 9 mil votos registrados. O TSE poderia divulgar como o eleitor pode ter acesso a esses documentos, usar o aplicativo oficial e confirmar se aquela informação é real", afirmou Rondon.

Analfabetismo digital e bolhas ideológicas

      O diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria diz que a crença em fake news é um fenômeno sociocultural que envolve diversos fatores de alta complexidade. Entre os mais relevantes, ele cita o analfabetismo digital da população brasileira, já que a popularização da internet e a chegada do WhatsApp são recursos novos para boa parte dos cidadãos.

      "Isso demonstra claramente uma falha na educação digital que precisa ser corrigida com urgência. Prova que há uma ausência de educação digital no Brasil", afirmou.

         Os especialistas ouvidos pela reportagem apontam ainda que a formação de bolhas ideológicas nas redes também facilita a propagação de notícias falsas. O psiquiatra faz uma nova analogia com times de futebol para explicar o fenômeno.

        "As pessoas procuram estar perto dos pertencentes aos grupos que se identificam. Isso é natural. Se o cara é palmeirense, ele vai tentar andar com o grupo dos palmeirenses. Isso não tem nenhum problema. O problema é quando a gente perde a capacidade de senso crítico, fica cego, e perde a habilidade de saber se os palmeirenses estão mentindo", afirmou.

[...]

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45767478 Acesso: 26 out. 2018 (Adaptado).
A classificação morfológica do vocábulo “a” em “boa parte da população brasileira tem acesso a redes sociais” SÓ NÃO se repete em: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FAU Órgão: CPS-PR Prova: FAU - 2018 - CPS-PR - Auxiliar Administrativo |
Q2050430 Português
O problema dos cálculos biliares

    Para uma parte do corpo tão pequena e pouco essencial, a vesícula biliar pode causar muita dor. Mais ou menos do tamanho e formato de uma pera, o órgão fica no lado direito do abdome. Sua função é guardar a bile, líquido produzido pelo fígado que ajuda a digerir a gordura da alimentação. A vesícula libera o líquido no intestino delgado quando necessário.
    Quando o delicado equilíbrio químico da bile se altera – não sabemos direito como nem por quê -, seus componentes podem se cristalizar. Com o tempo, esses cristais se combinam para formar cálculos (colelitíase), pequenos como grãos de areia ou grandes como bolas de golfe. Em pelo menos 75% dos casos, os cálculos biliares não causam sintomas nem complicações e, portanto, não exigem tratamento. No entanto, caso um cálculo obstrua temporariamente um dos dutos da bile que entram e saem da vesícula, o resultado é um surto súbito e rápido de dor intensa no abdome, na área das costelas e/ou nos ombros. Isso não causa problemas duradouros, mas é bom ir ao médico para confirmar se é mesmo a vesícula, e não outro problema, como uma úlcera.
     A obstrução prolongada ou permanente dos dutos pode provocar complicações graves, como infecções e inflamações. Vá ao médico imediatamente se tiver icterícia, febre, arrepios ou dor incessante.
    Os cálculos biliares são mais comuns em mulheres com mais de 40 anos e em pessoas com histórico familiar da doença. O principal fator de risco passível de correção é a obesidade, diz o Dr. Stephen Ryder, consultor médico do British Liver Trust. Mas ele é contra emagrecer depressa demais, pois isso pode dar início à formação de cálculos ou provocar sintomas; “portanto, é melhor um emagrecimento controlado”, diz ele.
     Se você já tem cálculos biliares sintomáticos, e os ataques são leves, é possível controlar seus efeitos com analgésicos; uma alimentação com baixo teor de gordura também faz uma modesta diferença. Se os sintomas forem graves e frequentes, o único tratamento eficaz é a remoção cirúrgica da vesícula.
     É possível viver sem ela, pois o fígado continua a produzir bile, que passa direto ao intestino delgado em vez de se acumular primeiro na vesícula. Depois da cirurgia, cerca de um em dez pacientes sofre diarreia ocasional enquanto o sistema digestivo se adapta à liberação contínua da bile. Isso pode durar de semanas a anos, mas medicamentos chamados sequestradores de ácidos biliares ajudam a controlar o problema. Mas, para a maioria, a diferença entre ter ou não vesícula é imperceptível.

Samantha Rideout
Fonte: Revista Seleções, abril de 2018, páginas
16 e 17.
Assinale a alternativa que apresente palavra formada por processo de prefixação e sufixação:
Alternativas
Q2050242 Português
Analise as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2050102 Português
Analise as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA. 
Alternativas
Q2049635 Português
A palavra CONTROLE que aparece no trecho: ”sem nenhum controle normativo” é classificada, segundo as classes de palavras, como:
Alternativas
Q2048871 Português
No princípio era a fome

   Nosso falar mole e descansado vem conservando, perante a comida, um respeitoso vínculo, profundo e quase umbilical.
   Vítima da miséria secular, a gente brasileira encontrou nas metáforas ligadas à alimentação uma forma genuína de expressar-se, de representar e recriar o mundo.
    Em um país de tanta abundância e tão pouca oportunidade para tantos, sabe-se que apenas alguns estão destinados a ficar por cima da carne seca e tirar a barriga da miséria. Nem nos causa estranheza que nossos ministros sejam fritados ou a liberação de recursos para a saúde e a educação seja eternamente cozinhada em fogo brando e mantida em banho-maria. Aliás, quem é que não sabe que tudo acaba em pizza?
     No Brasil, fast-food e alopatia convivem na boa com a mamadeira, a canjica, os chás de erva-cidreira e erva-doce. Geleia global. Tudo bem que os americanos tenham o seu “piece of cake”, designativo das coisas fáceis de obter. Houve tempo em que eles só souberam da fartura e não sentiram na carne o que é ter de descascar um abacaxi, resolver um pepino, encarar uma batata quente e enfrentar o angu de caroço que é o nosso dia a dia. Afinal, mesmo em crise, eles ainda ganham em dólar. E comem como poucos...
     Essas e outras tantas expressões, todo brasileiro sabe. Conhecê-las faz parte de nossa educação; desconhecê-las é menosprezar as motivações que têm alimentado nossa alma.

(José Paulo Oliveira. https://groups.google.com/forum/#!topic/mensagens-especiais/0TtDv7GSxKA. Acesso em 22.05.2018. Adaptado.)
As preposições que contribuem para inserir no texto, respectivamente, as ideias de finalidade e de especificação do termo precedente estão destacadas em:
Alternativas
Respostas
20561: E
20562: E
20563: A
20564: E
20565: D
20566: B
20567: B
20568: A
20569: E
20570: B
20571: C
20572: A
20573: C
20574: C
20575: A
20576: A
20577: X
20578: X
20579: C
20580: C