Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q1246902 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. A criança tem direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, entre outros aspectos. II. Na seguinte frase, há um substantivo: voaremos agora. III. Está correta a acentuação do vocábulo: ranzínza. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1246901 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. Está correto o uso do acento gráfico em: tábelar. II. A valorização do profissional da educação escolar reduz a qualidade da atividade de ensino. III. Na frase “o cavalo é branco” ocorre substantivo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1246899 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. Na frase “acordamos cedo” há um substantivo. II. Na frase “clique para enviar” ocorre substantivo. III. O termo "enxame" é um substantivo coletivo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1245895 Português

Leia um trecho do poema de Fernando Pessoa a seguir e responda à questão:


Poema em linha reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
[…]
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
[…]
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Analise as afirmativas a seguir a respeito do termo “sujo”, presente no poema, e assinale a alternativa correta.


I. O adjetivo “sujo” no grau aumentativo pode ser “sujíssimo” ou “sujão”.

II. “Sujinho” é o adjetivo “sujo” no grau diminutivo.

Alternativas
Q1245893 Português

Leia um trecho do poema de Fernando Pessoa a seguir e responda à questão:


Poema em linha reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
[…]
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
[…]
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Analise os termos a seguir, conforme aparecem no texto, e assinale a alternativa que apresenta a correta correlação entre as palavras e suas respectivas classes gramaticais.
I. conheci, estou, tenho.
II. grotesco, mesquinho, submisso.
III. uma.
A. verbos
B. adjetivos
C. artigo
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Q1245858 Português
Leia o poema de Mario Quintana a seguir e responda a questão.

Poeminho do Contra
Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão…
Eu passarinho!
A respeito do termo “passarinho”, presente no poema, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O termo está no grau diminutivo. II. O termo está no gênero masculino. III. O termo se divide em quatro sílabas.
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Q1244888 Português
SOBRE A INTOLERÂNCIA (UNESCO)

A intensificação atual da intolerância, da violência, do terrorismo, da xenofobia, do nacionalismo agressivo, do racismo, do antissemitismo, da exclusão, da marginalização e da discriminação contra minorias nacionais, étnicas, religiosas e linguísticas, dos refugiados, dos trabalhadores migrantes, dos imigrantes e dos grupos vulneráveis da sociedade e também pelo aumento dos atos de violência e de intimidação cometidos contra pessoas que exercem sua liberdade de opinião e de expressão, todos comportamentos que ameaçam a consolidação da paz e da democracia no plano nacional e internacional e constituem obstáculos para o desenvolvimento...
Todos os termos abaixo estão unidos pela conjunção aditiva E; a união que liga palavras de classes diferentes das demais é:
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Q1244800 Português
TEXTO

LUTAS E CONQUISTAS FEMININAS

Os movimentos feministas influenciaram diversas conquistas importantes para a luta das mulheres pela igualdade de direitos e oportunidades. Nesse sentido, um campo de atuação muito significativo é o combate à violência contra a mulher, em que duas leis merecem destaque: a Lei Maria da Penha, de 2006, que elevou o rigor das penas para crimes contra cônjuges; e a Lei do Feminicídio, de 2015. O feminicídio pode ser entendido como:

[...] as agressões cometidas contra uma pessoa do sexo feminino no âmbito familiar da vítima que, de forma intencional, causam lesões ou agravos à saúde que levam a sua morte. (Mapa da Violência 2015, JulioJacoboWaiselfisz)

A existência de leis específicas para crimes contra mulheres expressa uma reação da sociedade brasileira à violência sofrida por muitas mulheres. Essa violência é bastante grave no país: em 2013, 4762 mulheres foram assassinadas.
Em língua portuguesa há um grupo de adjetivos – chamados adjetivos de relação – que não sofrem variação de grau nem podem ser antepostos aos substantivos; o caso abaixo em que o adjetivo NÃO pertence a esse grupo é:
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Q1244582 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão


Sinais de inclusão


Fonte: Adaptado de https://www.revistaplaneta.com.br/sinais-de-inclusao/

O nexo coesivo ‘Embora’ (l.33) é classificado como ________, tem sentido de ________, podendo ser substituído por _______, sem provocar alteração de sentido e da estrutura da frase.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q1244428 Português

AS FORMIGAS

Quando minha prima e eu descemos do táxi, já era quase noite. Ficamos imóveis diante do velho sobrado de janelas ovaladas, iguais a dois olhos tristes, um deles vazado por uma pedrada. Descansei a mala no Instituto chão e apertei o braço da prima.

– É sinistro.

Ela me impeliu na direção da porta. Tínhamos outra escolha? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um preço melhor a duas pobres estudantes com liberdade de usar o fogareiro no quarto, a dona nos avisara por telefone que podíamos fazer refeições ligeiras com a condição de não provocar incêndio. Subimos a escada velhíssima, cheirando a creolina.

– Pelo menos não vi sinal de barata – disse minha prima.

A dona era uma velha balofa, de peruca mais negra do que a asa da graúna. Vestia um desbotado pijama de seda japonesa e tinha as unhas aduncas recobertas por uma crosta de esmalte vermelho-escuro, descascado nas pontas encardidas. Acendeu um charutinho.

– É você que estuda medicina? – perguntou soprando a fumaça na minha direção.

– Estudo direito. Medicina é ela.

A mulher nos examinou com indiferença. Devia estar pensando em outra coisa quando soltou uma baforada tão densa que precisei desviar a cara. A saleta era escura, atulhada de móveis velhos, desparelhados. No sofá de palhinha furada no assento, duas almofadas que pareciam ter sido feitas com os restos de um antigo vestido, os bordados salpicados de vidrilho. [...]

(TELLES, Lygia Fagundes. As formigas. Disponível em: contobrasileiro.com.br)


Com base no texto 'AS FORMIGAS', leia as afirmativas a seguir:

I. Na fala “É você que estuda medicina?”, a forma verbal indica uma ação transcorrida.

II. Adjetivos como “velho”, “tristes”, entre outros, conferem à narrativa uma atmosfera de suspense/terror.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1244164 Português
Considere os processos de formação de palavras e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1244007 Português
“Com todo o aparato de suas hordas guerreiras, não conseguiram as bandeiras realizar jamais a façanha levada a cabo pelo boi e pelo vaqueiro. Enquanto que aquelas, no desbravar, sacrificavam indígenas aos milhares, despovoando sem se fixarem, estes foram pontilhando de currais os desertos trilhados, catequizando o nativo para seus misteres, detendo-se, enraizando-se. No primeiro caso era o ir-e-voltar; no segundo, era o ir-e-ficar. E assim foi o curral precedendo a fazenda e o engenho, o vaqueiro e o lavrador, realizando uma obra de conquista dos altos sertões”. (José Alípio Goulart in Brasil do Boi e do Couro). 
No trecho, “não conseguiram as bandeiras realizar jamais a façanha levada a cabo pelo boi e pelo vaqueiro”, a expressão “jamais” exerce a função de:
Alternativas
Q1243332 Português
As conjunções são palavras invariáveis que estabelecem uma ligação entre duas orações. Sobre o assunto, analise a frase abaixo.
“‘Para que’ você me ouça bem, gritarei”.
O termo destacado é uma conjunção
Alternativas
Q1243261 Português
TEXTO III

Dois rios 
Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis

O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão

O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão

Eu vi também
Só pra poder entender
Na voz da vida ouvi dizer

Que os braços sentem
E os olhos veem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção.
(fragmento)

Fonte: http://goo.gl/XYxr2q

Releia o fragmento do texto acima:


“Que os braços sentem

E os olhos veem

E os lábios beijam

Dois rios inteiros

Sem direção.”


As palavras destacadas, são, respectivamente:

Alternativas
Q1243257 Português
TEXTO II

O que realmente importa mais dentro de nós.
O resto são expectativas alheias 
Rebeca Bedone

[...] É preciso reinventar a vida, apesar das dificuldades.As guerras existem e a morte está por todo lado, como um estado de tristeza. Mas, por mais difícil que possa parecer, 'desaprisionar' a alma é criar um lugar apenas para o nosso preenchimento de vazios. Porque, como disse ou poeta, ou está vazio é um espaço infinito, à espera de novas possibilidades e uma imaginação livre.


Mesmo que nada dura para sempre, a vida continua para os que ficam. E a cada passagem da vida, não somos mais os mesmos. Estamos sempre nos reinventando. Queremos ficar juntos e juntos. Somos momentos de fim e recomeço.Somos o que temos e o que não temos, mas principalmente, somos o que temos ou não para outros. (fragmento)

Fonte: http://goo.gl/oGPPTi
Releia ou fragmento do texto acima: “Mas, por mais difícil que possa parecer, 'desaprisionar' uma alma é criar um lugar apenas para o nosso preenchimento de vazios.”, E assinale uma alternativa CORRETA. A palavra destacada possui:
Alternativas
Q1243210 Português
Assinalar a alternativa em que os dois plurais estão CORRETOS:
Alternativas
Q1243209 Português
Numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Aglutinação. (2) Justaposição. (3) Parassintética.
( ) Anoitecer. ( ) Aguardente. ( ) Pontapé.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UFOB
Q1236829 Português
Tratamento da Dependência Afetiva nos Relacionamentos Amorosos  Alexandre Alves 

  A dependência afetiva é uma estratégia de rendição conduzida pelo medo com a finalidade de preservar as coisas boas que a relação oferece. Sob o disfarce de amor romântico a pessoa dependente afetiva sofre uma alteração profunda na sua personalidade de modo gradual até se transformar numa espécie de “apêndice” da pessoa amada. Ela obedece e se subordina ao amado para evitar o sofrimento.    Em muitos casos, não importa o quão nociva é a relação, as pessoas são incapazes de por um fim nela. Em outros, a dificuldade reside numa incapacidade para lidar com o abandono ou a perda afetiva. Ou seja, não se conformam com o rompimento ou permanecem, inexplicável e obstinadamente, numa relação desfavorável. Quando o bem-estar da presença do outro se torna indispensável, a urgência em encontrar o amado não o deixa em paz, e o universo psíquico se desgasta pensando nele, bem-vindo ao mundo dos viciados afetivos.    De forma mais específica, se poderia dizer que por trás de toda dependência há medo e, subjacente a isso, algum tipo de sentimento de incapacidade. O apego é a muleta preferida do medo, um calmante com perigosas contraindicações. O sujeito apegado promove um desperdício impressionante de recursos para reter a sua fonte de gratificação. Seu repertório de estratégias de retenção, de acordo com o grau de desespero e a capacidade inventiva pode ser diversificado, inesperado e perigoso. Podemos distinguir dois tipos básicos. São eles:    Os ativos-dependentes podem se tornar ciumentos e hipervigilantes, ter ataques de ira, desenvolver padrões de comportamentos obsessivos, agredir fisicamente ou chamar a atenção de maneira inadequada, inclusive mediante atentados contra a própria vida. Aqui se enquadram os casos de ciúmes patológico conhecidos também como síndrome de Otelo. E os passivos-dependentes tendem a ser submissos, dóceis e extremamente obedientes para tentarem ser agradáveis e evitar o abandono.     A segunda forma de desperdício energético não é por excesso, mas por carência. Com o tempo, essa exclusividade vai se transformando em fanatismo e devoção: “Meu parceiro é tudo”. O gozo da vida se reduz a uma expressão mínima: a vida do outro. Daí vale o velho ditado: “Não se deve colocar todos os ovos no mesmo cesto”.    A dependência afetiva faz adoecer, incapacita, elimina critérios, degrada e submete, deprime, gera estresse, assusta, cansa e exaure a vitalidade e a terapia cognitivo-comportamental objetiva auxiliar o dependente afetivo no autocontrole para que, ainda que necessite da “droga”, seja capaz de brigar contra a urgência e a vontade. No balanço custo-benefício, aprendem a sacrificar o prazer imediato pela gratificação a médio e a longo prazo. O mesmo ocorre com outros tipos de vícios como, por exemplo, a comida e o sexo.
Retirado e adaptado de: <https://psicologiario.com.br/tratamentoda-dependencia-afetiva-nos-relacionamentos-amorosos/>. Acesso em: 19 ago. 2018. 
A dependência afetiva nem sempre foi tratada com seriedade e é vista como um transtorno que necessita de cuidados especiais e auxílio especializado para seu tratamento. Em relação ao texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
“Inexplicável” e “desfavorável” são exemplos de palavras com prefixo, radical e sufixo. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UFOB
Q1236623 Português
Tratamento da Dependência Afetiva nos Relacionamentos Amorosos  Alexandre Alves 

  A dependência afetiva é uma estratégia de rendição conduzida pelo medo com a finalidade de preservar as coisas boas que a relação oferece. Sob o disfarce de amor romântico a pessoa dependente afetiva sofre uma alteração profunda na sua personalidade de modo gradual até se transformar numa espécie de “apêndice” da pessoa amada. Ela obedece e se subordina ao amado para evitar o sofrimento.    Em muitos casos, não importa o quão nociva é a relação, as pessoas são incapazes de por um fim nela. Em outros, a dificuldade reside numa incapacidade para lidar com o abandono ou a perda afetiva. Ou seja, não se conformam com o rompimento ou permanecem, inexplicável e obstinadamente, numa relação desfavorável. Quando o bem-estar da presença do outro se torna indispensável, a urgência em encontrar o amado não o deixa em paz, e o universo psíquico se desgasta pensando nele, bem-vindo ao mundo dos viciados afetivos.    De forma mais específica, se poderia dizer que por trás de toda dependência há medo e, subjacente a isso, algum tipo de sentimento de incapacidade. O apego é a muleta preferida do medo, um calmante com perigosas contraindicações. O sujeito apegado promove um desperdício impressionante de recursos para reter a sua fonte de gratificação. Seu repertório de estratégias de retenção, de acordo com o grau de desespero e a capacidade inventiva pode ser diversificado, inesperado e perigoso. Podemos distinguir dois tipos básicos. São eles:    Os ativos-dependentes podem se tornar ciumentos e hipervigilantes, ter ataques de ira, desenvolver padrões de comportamentos obsessivos, agredir fisicamente ou chamar a atenção de maneira inadequada, inclusive mediante atentados contra a própria vida. Aqui se enquadram os casos de ciúmes patológico conhecidos também como síndrome de Otelo. E os passivos-dependentes tendem a ser submissos, dóceis e extremamente obedientes para tentarem ser agradáveis e evitar o abandono.     A segunda forma de desperdício energético não é por excesso, mas por carência. Com o tempo, essa exclusividade vai se transformando em fanatismo e devoção: “Meu parceiro é tudo”. O gozo da vida se reduz a uma expressão mínima: a vida do outro. Daí vale o velho ditado: “Não se deve colocar todos os ovos no mesmo cesto”.    A dependência afetiva faz adoecer, incapacita, elimina critérios, degrada e submete, deprime, gera estresse, assusta, cansa e exaure a vitalidade e a terapia cognitivo-comportamental objetiva auxiliar o dependente afetivo no autocontrole para que, ainda que necessite da “droga”, seja capaz de brigar contra a urgência e a vontade. No balanço custo-benefício, aprendem a sacrificar o prazer imediato pela gratificação a médio e a longo prazo. O mesmo ocorre com outros tipos de vícios como, por exemplo, a comida e o sexo.
Retirado e adaptado de: <https://psicologiario.com.br/tratamentoda-dependencia-afetiva-nos-relacionamentos-amorosos/>. Acesso em: 19 ago. 2018. 
A dependência afetiva nem sempre foi tratada com seriedade e é vista como um transtorno que necessita de cuidados especiais e auxílio especializado para seu tratamento. Em relação ao texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
O termo destacado em “O sujeito apegado promove um desperdício impressionante de recursos para reter a sua fonte de gratificação.” é uma preposição. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Ervália - MG
Q1234990 Português
[...] Quando Sartre diz que “nada pode ser bom para nós sem que o seja para todos”, ele quer dizer, precisamente, que ao escolhermos algo, estamos optando por uma alternativa que, dentro das condições de existência nas quais estamos inseridos, seria a melhor opção e, por ser a melhor, todos também poderiam optar pela mesma. Assim, ao escolher algo, o homem cria um modelo de homem que outros podem seguir; daí a sua responsabilidade diante da humanidade. O existencialismo de Sartre, ao contrário das filosofias contemplativas, caracteriza-se por ser uma doutrina de ação, colocando sempre o compromisso como fator indispensável para a existência humana, uma vez que, sem compromisso, não há projeto de ser e, sem projeto de ser, o homem torna-se incapaz de conferir qualquer sentido à existência. Se a intencionalidade é a característica fundamental da consciência, ser livre é engajar-se, comprometer-se e, enfim, responsabilizar-se. [...] Diante dessa constante tarefa de fazer-se, do desamparo, da falta de fundamentos prontos e da responsabilidade que carrega diante de si e da humanidade, a liberdade traz ao sujeito a angústia existencial, a qual emerge no momento da decisão. Angustia-se, pois não é capaz de alterar as condições de existência que se lhe apresentam, tendo de escolher, por vezes, entre o ruim e o pior e tendo de arcar com as consequências dessa escolha; mais que isso, também não é capaz de não realizar essa escolha; e por fim, tem a incontornável tarefa de buscar, em sua subjetividade imanente, ou seja, na sua pura liberdade, os princípios que regerão sua escolha; isto é, terá de estar diante de seu próprio nada; eis o princípio da angústia. CAMINHA, Lucas. Colunas Tortas. Disponível em: <https://bit.ly/2Pq70oV>. Acesso em: 21 ago. 2018. [Fragmento adaptado].           
Releia o trecho a seguir. “[...] ser livre é engajar-se, comprometer-se e, enfim, responsabilizar-se.” A palavra destacada é, nesse contexto, um(a)
Alternativas
Respostas
19981: B
19982: D
19983: D
19984: C
19985: D
19986: B
19987: B
19988: B
19989: B
19990: B
19991: D
19992: C
19993: D
19994: C
19995: A
19996: C
19997: B
19998: C
19999: E
20000: B