Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3952876 Português
Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. (5º parágrafo)
Na frase acima, a palavra “mais” é empregada três vezes, possuindo diferentes classificações gramaticais, que são, respectivamente: 
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Q3952772 Português
Considere-se uma situação hipotética, segundo a qual uma notícia publicada viesse sob o seguinte título: “Novo jogador para o time paraense”. Sobre o emprego da palavra “para” na frase em questão, é correto afirmar que
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Q3952760 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026–2029


Duas áreas estratégicas orientam a Agenda: Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional. A Agenda 2026–2029 incentiva a colaboração externa, fomentando projetos e compartilhamento de conhecimento. A nova Agenda dá continuidade ao ciclo 2021–2024, quando o BC consolidou sua estrutura de pesquisa e obteve resultados relevantes.


Publicado 26/12/2025 às 18:50 Atualizado 29/12 às 08:33


O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026–2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da Instituição nos próximos quatro anos. A iniciativa reafirma o compromisso do BC com a excelência técnica, a inovação metodológica e a transparência, consolidando a pesquisa como instrumento essencial para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas sob sua responsabilidade.

[...]

Disponível em: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20987/noticia. Acesso em: 29 de dezembro de 2025.
No título “Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026-2029”, o verbo é empregado no tempo
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Q3952456 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando os substantivos empregados no texto, analise as afirmações a seguir quanto à definição, ao uso, ao gênero, ao número, ao grau e à classificação (comum, próprio ou coletivo):

I.O termo "pessoas" é substantivo comum, concreto, feminino e está empregado no plural.
II.O vocábulo "ambiente" é substantivo comum, masculino, no singular, admitindo formação regular de diminutivo.
III.A palavra "familiares" é substantivo coletivo que designa grupo específico com nome próprio implícito.
IV.O termo "confiança" é substantivo abstrato, feminino, no singular, podendo flexionar-se regularmente para o plural.

Está correto o que se afirma em:
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Q3952448 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

No trecho "relações mais estáveis e colaborativas", os adjetivos empregados exercem determinada função sintática e obedecem a regras de concordância nominal. Considerando a definição e o uso do adjetivo na norma-padrão, assinale a alternativa correta.
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Q3952123 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.

Com base no trecho a seguir, responda à questão.


Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo. (3º parágrafo) 


As palavras “bem” e “mal”, no trecho, são classificadas como substantivos pela seguinte razão:  

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Q3952119 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
O radical adult- está presente em invenções vocabulares recentes, utilizadas no texto. Dentre elas, aquela formada por processo de composição é:
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Q3951978 Português
Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem é desafio para famílias

        O Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL) é uma condição que interfere no neurodesenvolvimento e afeta diretamente a capacidade de comunicação, gerando dificuldades na fala, compreensão, interação social e aprendizagem escolar. Os impactos podem ser semelhantes aos observados no autismo, mas a prevalência é maior. Segundo a médica otorrinolaringologista e foniatra Fernanda Correia Bahia, enquanto o Transtorno do Espectro Autista acomete 1% da população, o TDL atinge 7,5%. A falta de conhecimento sobre o transtorno tem levado a erros de diagnóstico e atrasos na intervenção adequada.

        De acordo com a especialista, são fundamentais o diagnóstico e o tratamento conduzidos por médicos foniatras e fonoaudiólogos. Com intervenções adequadas, há uma melhora significativa na comunicação.

        A fonoaudióloga Ecila Paula Mesquita, do Movimento Passo a Passo pelo TDL, afirmou que o transtorno já configura um problema de saúde pública. “O Reino Unido tem muitas pesquisas sobre TDL que mostram alto índice de uso de drogas, depressão e tentativas de suicídio entre adolescentes com o transtorno. Por que não temos estudos no Brasil? Porque o TDL nem é reconhecido”, afirmou a profissional.

        A médica Fernanda Correia Bahia explicou que crianças com TDL têm 12 vezes mais chance de desenvolver transtornos de aprendizagem. Ela lembrou que, em 1980, a condição era chamada de Distúrbio Específico de Linguagem e que, a partir de 2016, passou a ser denominada Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem, a partir de um estudo britânico.

        Entre os sinais de alerta, estão: pouco ou nenhum balbucio até os oito meses; ausência de combinação de duas palavras aos 24 meses; linguagem não verbal deficiente; histórico familiar de problemas de alfabetização; dificuldade em compreender comandos simples entre três e quatro anos; e frases curtas e interação social precária entre quatro e cinco anos. Após os cinco anos, costumam ocorrer problemas para contar ou recontar histórias, dificuldades de leitura, vocabulário pobre e pouca compreensão de metáforas.

        A fonoaudióloga Laura Nequini, da Secretaria Municipal de Saúde, reforçou que atrasos na aquisição e no desenvolvimento da linguagem têm sido frequentemente classificados como TEA. “Trazer essa temática à tona é de grande importância. Temos muito a avançar nesse campo”, concluiu.

Internet:<cmbh.mg.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “Trazer essa temática à tona é de grande importância”, o termo “de grande importância” exerce a função de complemento nominal do verbo “ser”, motivo pelo qual a substituição do adjetivo “grande” por grandiosa manteria a correção gramatical e a função sintática original.

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Q3951299 Português
Embora muitos animais chorem alto quando filhotes para sinalizar sofrimento, eles não possuem as vias cerebrais necessárias para produzir lágrimas em resposta a emoções complexas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1 gxeo.adaptado.adaptado)

Considerando o emprego das classes de palavras no período, assinale a alternativa CORRETA.
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Q3951102 Português
Considere-se uma situação hipotética, segundo a qual uma notícia publicada viesse sob o seguinte título: “Novo jogador para o time paraense”. Sobre o emprego da palavra “para” na frase em questão, é correto afirmar que
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Q3950963 Português
Assinale a alternativa que indica o tempo verbal predominante no texto.
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Q3950961 Português
Assinale a alternativa que classifica corretamente o advérbio “jamais” no trecho “Jamais recorro à bengala do Google Maps”, retirado do texto. 
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Q3950667 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.


Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.


Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/. Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e a formação do vocábulo "bem-estar" em "Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar", assinale a alternativa que apresenta análise correta acerca do emprego do hífen nesse contexto.
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Q3950090 Português

Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontouracomo-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as palavras destacadas no trecho a seguir, retirado do texto:

“Após se formar em FarmáciaImagem associada para resolução da questão com a ajuda financeira da mãe e de um irmão”. 
Alternativas
Q3950086 Português

Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontouracomo-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “aclamado” no trecho “O aclamado tônicoImagem associada para resolução da questão que continua no mercado” (l. 03), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Considerando sua função sintática, “aclamado” é um adjunto adnominal.
( ) Trata-se de um adjetivo formado por derivação prefixal.
( ) Na situação em que ocorre no texto, poderia ser substituída por “reconhecido” sem causar alteração significativa ao sentido original do trecho.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3949958 Português
Embora muitos animais chorem alto quando filhotes para sinalizar sofrimento, eles não possuem as vias cerebrais necessárias para produzir lágrimas em resposta a emoções complexas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1 gxeo.adaptado.adaptado)

Considerando o emprego das classes de palavras no período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949814 Português
No banco dos réus


Por Cláudia Laitano


Q1_10.png (708×546)


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reuscml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego e o sentido dos diferentes tipos de pronomes, analise as assertivas a seguir:

I. Em “garantia aquela dose extra de fôlego indispensável para enfrentar o dia ___ dia” (l. 04-05), “aquela” é pronome demonstrativo e indica a intensificação de uma ideia.
II. Em “O que está em jogo agora são as estratégias” (l. 19-20), “O” é pronome demonstrativo e equivale a “aquilo”.
III. Em “para gerar engajamento a qualquer custo” (l. 20), “qualquer” é pronome demonstrativo e significa “não importa qual”.

Quais estão corretas?
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Q3949361 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.


Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.


Texto Adaptado


VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. 

No trecho "A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental...", há predicativo referente ao termo "forma". Considerando as regras de concordância nominal, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3948785 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.


Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.


Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/. Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e a formação do vocábulo "bem-estar" em "Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar", assinale a alternativa que apresenta análise correta acerca do emprego do hífen nesse contexto.
Alternativas
Q3948232 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
A palavra “autocuidado” foi formada pelo processo de derivação
Alternativas
Respostas
501: A
502: E
503: E
504: C
505: D
506: A
507: D
508: E
509: D
510: E
511: C
512: E
513: D
514: D
515: B
516: D
517: C
518: C
519: E
520: B