Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q154350 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

O desenvolvimento das idéias do texto mostra que a substituição de “vive-se” (L.13) por vivem provocaria incoerência na argumentação.
Alternativas
Q154349 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

A retirada do verbo “enfrentar” (L.11) e do trecho “a suportar o” (L.12) preserva a coerência e a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q154348 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

Seriam preservadas a coerência e a correção gramatical do texto, colocando-se a ênfase em “pessoas” (L.9), se a forma verbal “cria” (L.10) fosse flexionada no plural.
Alternativas
Q154347 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

Na linha 5, o emprego do modo subjuntivo em “sejam” é exigido pela presença de “faz que” na estrutura sintática.
Alternativas
Q154345 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes
itens.

Na linha 1, o tempo verbal empregado em “não tem sido” enfatiza a idéia processual, a continuidade, até o presente, do “crescimento urbano”.
Alternativas
Q150708 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.

A locução verbal “foram implementados” (L.5) corresponde à forma implementaram-se.
Alternativas
Q150701 Português
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Com base no texto Inteligência artificial, julgue os itens a
seguir.

No segmento “se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma imitação da inteligência humana” (L.19-21), as formas verbais poderiam ser corretamente substituídas por seria e faria, respectivamente.
Alternativas
Q150466 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

Se o trecho “e carros que chegam a mais de 200 km/h” (L.1-2) fosse retirado do texto, a forma verbal “transformam” (L.2) deveria ser substituída por transforma.
Alternativas
Q149186 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito das estruturas lingüísticas do texto acima..

O emprego do modo subjuntivo em “inventasse” (L.2) e “permitisse” (L.2) demonstra ser o invento apenas uma hipótese, que as informações das orações seguintes, apoiadas no indicativo em “levou” (L.4) e “criou” (L.5), mostram como realizada.
Alternativas
Q113354 Português
Considere o emprego das formas verbais nas frases não produzem riqueza e que produzam riqueza.
É correto afirmar que:
Alternativas
Q113345 Português
... o etanol reduz em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa. (2° parágrafo)
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal passará a ser, corretamente:
Alternativas
Q113238 Português
A forma verbal em negrito NÃO está conjugada corretamente em
Alternativas
Q101406 Português
A respeito das estruturas lingüísticas do texto II, assinale a opção correta.
Alternativas
Q101392 Português
A correção das estruturas do texto será prejudicada caso se substitua
Alternativas
Q99032 Português
Mantém-se a noção de voz passiva, assim como a correção gramatical, ao se substituir “seria caracterizada” (L.9) por caracterizaria-se.
Alternativas
Q99018 Português
Os tempos verbais usados nas perguntas apresentadas nas linhas de 1 a 3 indicam que, na visão do entrevistador, as respostas a essas perguntas independem do entrevistado e são atemporais.
Alternativas
Q99008 Português
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A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.

O emprego da flexão de plural em “vão” (L.10) respeita as regras de concordância com “mais de 70% do trabalho” (L.9).
Alternativas
Q97923 Português

Drummond, C.A. Antologia Poética, Rio de Janeiro: José Olympio,1983.


O verso que contém forma verbal empregada no lugar do presente do Indicativo é
Alternativas
Q97908 Português
Os textos desta prova se referem a cenas e cenários cariocas.

Texto I

A Fábula da Cidade

      Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeira casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e sufocam, mas aquelas que parecem amoldadas às suas necessidades e desejos, humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a medida do homem.
     É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, jungidas a um certo número de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravessar uma rua como se estivessem fugindo da morte.
      Em cidades assim, a criatura humana pouco ou nada vale, porque não existe entre ela e a paisagem a
harmonia necessária, que torna a vida uma coisa digna. E o habitante, escravizado pelo monstro, vai-se repetindo diariamente, correndo para as filas dos alimentos, dos transportes, do trabalho e das diversões, proibido de fazer
algo que lhe dê a certeza da própria existência.
       Não será excessivo dizer que o Rio está correndo o perigo de incluir-se no número das cidades desumanizadas, devoradas pela noção da pressa e do combate, sem rostos que se iluminem em sorrisos e lugares que convidem à permanência.
       Mal os seus habitantes podem tomar cafezinho e conversar sentados; já não se pode passear nem sorrir nem sonhar, e as pessoas andam como se isso fosse um castigo, uma escravidão que as leva a imaginar o refúgio das casas onde as tardes de sábado e os domingos as insulam, num temor de visitas que escamoteiam o descanso e a intimidade familiar. E há mesmo gente que transfere os sonhos para a velhice, quando a aposentadoria, triunfante da morte, facultar dias inteiros numa casa de subúrbio, criando canários, decifrando palavras cruzadas, sonhando para jogar no bicho, num mister que justifique a existência. E outras pessoas há que esperam o dia em que poderão fugir da cidade de arranha-céus inamistosos, de atmosferas sufocantes, de censuras e exigências, humilhações e ameaças, para regressar aos lugares de onde vieram, iludidas por esse mito mundial das grandes cidades. E ainda existem as que, durante anos e anos, compram terrenos a prestações ou juntam dinheiro à espera do dia em que se plantarão para sempre num lugar imaginário, sem base física, naquele sítio onde cada criatura é um Robinson atento às brisas e delícias de sua ilha, ou o síndico ciumento de um paraíso perdido.
        Para que se ame uma cidade, é preciso que ela se amolde à imagem e semelhança dos seus munícipes,
possua a dimensão das criaturas humanas. Isso não quer dizer que as cidades devam ser pequenas; significa
apenas que, nas mudanças e transfigurações, elas crescerão pensando naqueles que as habitam e completam, e
as tornam vivas. Pois o homem é para a cidade como o sangue para o corpo – fora disso, dessa harmoniosa
circulação, há apenas cadáveres e ruínas.
       O habitante deve sentir-se livre e solidário, e não um guerreiro sozinho, um terrorista em silêncio. Deve encontrar na paisagem os motivos que o entranham à vida e ao tempo. E ele não quer a paisagem dos turistas, onde se consegue a beleza infensa dos postais monumentalizados; reclama somente os lugares que lhe estimulem a fome de viver, sonegando-o aos cansaços e desencantos. Em termos de subúrbio, ele aspira ao bar debaixo de árvores, com cervejinha gelada e tira-gosto, à praça com “playground” para crianças, à retreta coroada de valsas.
        Suprimidas as relações entre o habitante e seu panorama, tornada incomunicável a paisagem, indiferente a cidade à fome de simpatia que faz alguém preferir uma rua à outra, um bonde a um ônibus, nada há mais que fazer senão alimentar-se a criatura de nostalgia e guardar no fundo do coração a imagem da cidade comunicante, o reino da comunhão humana onde se poderia dizer “bom dia” com a convicção de quem sabe o que isso significa.
         E esse risco está correndo o Rio, cidade viva e cordial. Um carioca dos velhos tempos ia andando pela avenida, esbarrou num cidadão que vinha em sentido contrário e pediu desculpas. O outro, que estava transbordante de pressa, indignou-se:
       O senhor não tem o que fazer? Esbarra na gente e ainda se vira para pedir desculpas?
       Era a fábula da cidade correndo para a desumanização.

Ledo Ivo. Crônicas – Antologias Escolares Edijovem – organizada por Herbert Sale. Rio de Janeiro: EditoraTecnoprint SA, s/d.

Em relação à estrutura morfossintática do texto, pode-se afirmar que há
Alternativas
Q97687 Português
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Com base na organização do texto acima, julgue os itens
subseqüentes.



Na linha 7, se o termo “dos EUA” fosse substituído por um termo no singular, como, por exemplo, do meu país, a flexão de plural em “sabiam” deveria também ser alterada para o singular, para que fosse mantida a correção gramatical do texto.
Alternativas
Respostas
14521: E
14522: C
14523: E
14524: C
14525: C
14526: C
14527: C
14528: E
14529: C
14530: B
14531: A
14532: E
14533: C
14534: B
14535: E
14536: E
14537: C
14538: C
14539: C
14540: E