Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q1304722 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 09/03/2019)
Assinale a alternativa que substitui corretamente a palavra abaixo sublinhada, mantendo-se o sentido original da frase: “Os primeiros sinais do escândalo surgiram no Festival de Sundance, há quase dois meses, (...)” (linhas 1 e 2)
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Q1302476 Português
Marque a alternativa em que o verbo pode ser empregado corretamente nos espaços vazios abaixo: Joana __________ à sua mãe uma bicicleta de presente de natal no ano passado. Neste ano, Joana _________ ganhar um celular e no próximo ano ela _________ aos pais um computador.
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Q1302440 Português
Leia o texto para responder a questão
O germinal
Émile Zola
    
    No meio dos campos de trigo e beterraba, o conjunto habitacional dos Deux-Cent Quarante dormia sob a noite negra. Distinguiam-se vagamente os quatro imensos corpos de pequenas casas encostadas umas às outras, corpos de caserna ou de hospital, geométricos, paralelos, que separavam as três largas avenidas divididas em jardins iguais. E, no planalto deserto, ouvia-se apenas a queixa do vento por entre as sebes arrancadas.    
    Em casa dos Maheu, no número dezesseis do segundo grupo de casas, tudo era sossego. O único quarto do primeiro andar estava imerso nas trevas, como se estas quisessem esmagar com seu peso o sono das pessoas que se pressentiam lá, amontoadas, boca aberta, mortas de cansaço. Apesar do frio mordente do exterior, o ar pesado desse quarto tinha um calor vivo, esse calor rançoso dos dormitórios, que, mesmo asseados, cheiram a gado humano.
    O cuco da sala do térreo deu quatro horas, mas ninguém se moveu. As respirações fracas continuaram a soprar, acompanhadas de dois roncos sonoros. Bruscamente, Catherine levantou-se. No seu cansaço, tinha ela, pela força do hábito, contado as quatro badaladas que atravessaram o soalho, mas continuara sem o ânimo necessário para acordar de todo. Depois, com as pernas para fora das cobertas, apalpou, riscou um fósforo e acendeu a vela. Mas continuou sentada, a cabeça tão pesada que tombava nos ombros, cedendo ao desejo invencível de voltar ao travesseiro.
     Agora, a vela iluminava o quarto, quadrado, com duas janelas, atravancado com três camas. Havia um armário, uma mesa e duas cadeiras de nogueira velha, cujo tom escuro manchava duramente as paredes pintadas de amarelo-claro. E nada mais, a não ser roupa de uso diário pendurada em pregos, uma moringa no chão ao lado de um tacho vermelho que servia de bacia. Na cama da esquerda, Zacharie, o mais velho, um rapaz de vinte e um anos, estava deitado com o irmão, Jeanlin, com quase doze anos; na da direita, dois pequenos, Lénore e Henri, a primeira de seis anos, o segundo de quatro, dormiam abraçados; Catherine partilhava a terceira cama com a irmã Alzire, tão fraca para os seus nove anos, que ela nem a sentiria ao seu lado, não fosse a corcunda que deformava as costas da pequena enferma. A porta envidraçada estava aberta, podiam-se ver o corredor do patamar e o cubículo onde pai e mãe ocupavam uma quarta cama, contra a qual tiveram de instalar o berço da recém-nascida, Estelle, de apenas três meses.
     Entretanto, Catherine fez um esforço desesperado. Espreguiçava-se, crispava as mãos nos cabelos ruivos que se emaranhavam na testa e na nuca. Franzina para os seus quinze anos, não mostrava dos membros senão uns pés azulados, como tatuados com carvão, que saíam da bainha da camisola estreita, e braços delicados, alvos como leite, contrastando com a cor pálida do rosto, já estragado pelas contínuas lavagens com sabão preto. Um último bocejo abriulhe a boca um pouco grande, com dentes magníficos incrustados na palidez clorótica das gengivas, enquanto seus olhos cinzentos choravam de tanto combater o sono. Era uma expressão dolorosa e abatida que parecia encher de cansaço toda a sua nudez. (...)
No fragmento “No seu cansaço, tinha ela, pela força do hábito, contado as quatro badaladas que atravessaram o soalho, mas continuara sem o ânimo necessário para acordar de todo.” Os verbos destacados, respectivamente, se classificam gramaticalmente como:
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Q1302396 Português
PERDIDOS NO ESPAÇO

    Quando foi deflagrada, há mais de cinco décadas, a corrida espacial parecia anunciar o começo de uma nova era.
    Ao colocar o primeiro satélite em órbita (1957) e repetir o feito com uma nave tripulada (1961), a então União Soviética não apenas levava a competição mundial entre dois modelos - capitalismo e socialismo- a uma nova fronteira simbólica. Imaginava-se, nos dois lados do grande confronto, que o futuro estava no espaço, como estivera antes na exploração dos oceanos e na navegação aérea.
     Assim desafiados, os Estados Unidos mobilizaram recursos necessários para liderar a competição e enviar, a partir de 1969, sucessivos pares de astronautas à Lua. Passados tantos anos, o encerramento do programa de ônibus espaciais, com a conclusão do voo orbital da Atlantis ontem, sugere um balanço do ciclo pioneiro. 
    É notório que as expectativas, infladas pela excitação ideológica da Guerra Fria, não se confirmaram. O próprio investimento nos programas espaciais já declinava desde que a dissolução do império soviético fez os gastos parecerem exorbitantes como nunca.
    Americanos e russos, entretanto, enviaram missões não tripuladas a todos os planetas do Sistema Solar. Embora exista água líquida (e talvez formas rudimentares de vida) num satélite de Júpiter (Europa) e noutro de Saturno (Encélado), essas viagens nada revelaram de promissor do ângulo prático.
     A utilização econômica do espaço remoto, para não dizer sua ocupação demográfica, continua mera fantasia. As distâncias são incomensuráveis; os custos, astronômicos.
    Onde a competição espacial gerou resultados palpáveis, tecnológicos e econômicos, foi na dimensão menos espetacular das vizinhanças do planeta, a faixa de 36 mil quilômetros em que trafegam milhares de satélites artificiais.
    Essa rede, que viabilizou o enorme progresso das telecomunicações nestas décadas, também deu impulso a avanços em áreas como meteorologia e eletrônica. Torna-se um problema conforme se acumulam objetos cuja órbita um dia decairá até que se desfaçam em atrito com a atmosfera, nem sempre de forma segura.
    A exploração do espaço continuará porque o desejo de conhecer é inextinguível. Seu desenrolar, porém, será mais lento e realista. Nossa condição parece ser solitária (há décadas varremos os céus na busca de sinais que possamos interpretar como inteligentes...); não falta razão para nos voltarmos mais para a Terra e seus graves problemas do que para “os abismos do espaço infinito”.
Considerando os aspectos de argumentação do texto, no quarto parágrafo, a expressão “É notório”, é um/uma
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Q1302347 Português

Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais


Vinícius T. Freire





    Quem faz mestrado ou doutorado acaba por ganhar mais do que um graduado no ensino superior na média, é sempre bom lembrar. Mas a anunciada revolução da automação, da inteligência artificial e da robótica dá o que pensar: agora é o caso de se especializar no quê? Para complicar, a tecnologia modifica os ritmos e as necessidades de especialização. Cursos virtuais, de duração variada e outros tipos de formação devem tornar relativo ou talvez logo obsoleto o valor de uma pós-graduação. Diante da incerteza, ficar paralisado de ansiedade não é obviamente uma saída.

    O ajuste de economia e sociedade a uma revolução tecnológica pode ser lento e doloroso. Pode haver desemprego crônico para muitas categorias de trabalhadores, como aconteceu na "era das revoluções" na Europa; pode cair a participação dos salários na renda nacional, em favor do capital. Não está nem de longe certo, porém, que o cenário será de catástrofe. Enfim, do ponto de vista individual, é possível navegar no meio da tormenta.

    A automação vai criar novos tipos de tarefas, como ocorre desde o século 18. Pode criar oportunidades para quem faz a comunicação ("interface") dos serviços automatizados com o restante do público (além de emprego para criadores e gerentes dessas tecnologias, claro).

    As manufaturas serão ainda mais mecanizadas, como tem acontecido faz quase 250 anos. Organização de informação, logística e estoques, contabilidade, serviços financeiros básicos, tradução, reconhecimento de padrões, previsões estatísticas elementares, construção civil e diagnósticos legais e médicos estão sendo automatizados. Mas alguém terá de "treinar" esses sistemas artificiais, comunicar seus resultados a pessoas, cuidar de seus efeitos humanos e éticos, consertar e aperfeiçoar máquinas ou criar novos usos para robôs virtuais ou mecânicos, como contam Daron Acemoglu e Pascual Restrepo em artigo sobre como pensar a revolução econômica ("Artificial Intelligence, Automation and Work", 2018, na internet).

    Devem surgir mais atividades a exigir raciocínio complexo, decisão em situações ambivalentes, comparações, solução abstrata de problemas, negociação, mediação. Ou em serviços que envolvam atividade física, empatia e comunicação, como em entretenimento ou cuidados especializados de educação. E daí? É possível tirar alguma conclusão para a pós-graduação que se pretende fazer no ano que vem? Difícil, claro. Mas a própria automatização mostra caminhos.

    O treinamento quantitativo (matemática, em português claro) pode ajudar a navegar nesse novo universo, mesmo que você jamais venha a ser engenheiro, programador, matemático ou analista de big data. Vai fazer diferença ter conhecimento técnico de sistemas de computação, de máquinas inteligentes e de tratamento de dados, o bastante ao menos para gerenciá-los ou pensar suas potencialidades nos negócios. Esse treinamento permite que se faça a ponte entre o mundo ultra-técnico e outras atividades humanas e profissionais. Além do mais, melhor ter uma formação que facilite novos aprendizados adiante. Uma base quantitativa pode ser relevante.

    Aprender a trabalhar com o que está bem fora do núcleo da revolução técnica é uma alternativa. Isto é, dedicar-se àquelas atividades como serviços que envolvam simultaneamente presença física, empatia e comunicação, diga-se outra vez. O que está fadado ao fim ou a pagar pouco é a atividade mecânica, rotineira, padronizada.

    O mero fato de se dedicar a uma pós-graduação "sinaliza", como dizem os economistas, a capacidade de se esforçar. Mas esse efeito talvez entre em declínio. Mais importante, talvez, seja: a) estudar aquilo que lhe dê fundamentos sólidos para aprender mais, mais tarde; b) preparar-se para o trabalho fora do núcleo tecnológico da revolução, ou: c) mergulhar no olho do furacão e se tornar um especialista da área.

No fragmento “A automação vai criar novos tipos de tarefas, como ocorre desde o século 18.” Respectivamente em ‘vai criar’ e ‘ocorre’ existe a configuração de uma
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Q1300563 Português
Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado está no subjuntivo:
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Q1296622 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



No texto, nas partes que apresentam o modo de fazer das misturas tira-manchas, os verbos estão no:
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Q1295892 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Considerando o trecho “usaria essas duas palavras para denunciar um suspeito parentesco”, a correta transposição da passagem sublinhada para a voz passiva é dada por:
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Q1291428 Português

Instrução: A questão pode referir-se ao do texto abaixo; consulte-o, quando necessário.


Faltando pouco para o Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br – Agência Brasil

Assinale a alternativa cuja conversão da seguinte frase: ‘Lá, os estudantes obtiveram média de 582,43 pontos nas provas objetivas e 716,84 na redação’, retirada do texto, da voz ativa para a passiva sintética está correta.
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Q1291427 Português

Instrução: A questão pode referir-se ao do texto abaixo; consulte-o, quando necessário.


Faltando pouco para o Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br – Agência Brasil

Sobre vozes verbais, à luz de Celso Cunha, avalie as afirmações a seguir:
I. O fato expresso pelo verbo pode ser representado de três formas: como praticado pelo sujeito; como sofrido pelo sujeito; como praticado e sofrido pelo sujeito. A primeira dita voz ativa; a segunda, passiva; a terceira, reflexiva. II. Além do verbo ser, há outros verbos auxiliares que, combinados com um particípio, podem formar a voz passiva. Estão nesse caso certos verbos que exprimem estado, como estar, andar, viver, etc.; mudança de estado – ‘ficar’ –; e movimento, como ‘ir, vir. III. O objeto direto da voz ativa corresponde ao sujeito da voz passiva; e, na voz reflexiva, o objeto direto ou o indireto não pode ser confundido com o sujeito da ativa, visto que nessa voz a ação verbal requer interlocutores diferentes.
Quais estão corretas?
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Q1290030 Português
Vacina contra dengue já terá testes em fevereiro. Butantã fará análises em 13 cidades; Alckmin disse que 250 municípios terão mutirão contra “Aedes” e um mapa virtual indicará criadouros.

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta sexta-feira, 29, que os testes com a vacina da dengue, que está sendo elaborada pelo Instituto Butantã, vão começar no próximo mês. A vacina teve a última fase para testes em humanos liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro do ano passado e será testada em 13 cidades, entre elas São Paulo, Manaus, Belo Horizonte e Recife.
"Já estamos há anos, no Instituto Butantã, trabalhando para ter a vacina contra a dengue. Já teve a fase um, a fase dois e a última fase, que é a três, nós esperamos agora, no mês de fevereiro, fazer as primeiras vacinações de voluntários no Hospital das Clínicas contra os quatro tipos de vírus com apenas uma dose", disse o governador. Ao todo, 17 mil pessoas de todo o País devem participar do estudo em 14 centros de pesquisa. Mas, a estimativa é de que a vacina seja distribuída na rede pública apenas em 2018.
Alckmin informou ainda que 250 municípios receberão um mutirão e que um mapa interativo será implantando no site da Secretaria Estadual de Saúde para receber denúncias sobre focos do Aedes aegypti." No sábado passado, iniciamos pelos 20 municípios de maior incidência e, amanhã, teremos um mutirão em 250 municípios do Estado de São Paulo. No caso dos profissionais (que vão participar), passaremos a pagar diária aos sábados para ganhar tempo e aumentar ao máximo o número de visitas", disse.
O ESTADO DE S. PAULO. São Paulo, 30 jan. 2016. P. 18
Marque ( V ) para Verdadeiro ou ( F ) para Falso e assinale a sequência CORRETA:
(____) Os tempos gramaticais, ao longo do texto, coincidem com o tempo cronológico real. (____) O texto se organiza em torno de um marco temporal. (____) Pelo contexto, identifica-se que as ações citadas, já aconteceram. (____) No primeiro parágrafo temos ao menos quatro palavras acentuadas graficamente pela mesma regra.
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Q1290029 Português
Vacina contra dengue já terá testes em fevereiro. Butantã fará análises em 13 cidades; Alckmin disse que 250 municípios terão mutirão contra “Aedes” e um mapa virtual indicará criadouros.

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta sexta-feira, 29, que os testes com a vacina da dengue, que está sendo elaborada pelo Instituto Butantã, vão começar no próximo mês. A vacina teve a última fase para testes em humanos liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro do ano passado e será testada em 13 cidades, entre elas São Paulo, Manaus, Belo Horizonte e Recife.
"Já estamos há anos, no Instituto Butantã, trabalhando para ter a vacina contra a dengue. Já teve a fase um, a fase dois e a última fase, que é a três, nós esperamos agora, no mês de fevereiro, fazer as primeiras vacinações de voluntários no Hospital das Clínicas contra os quatro tipos de vírus com apenas uma dose", disse o governador. Ao todo, 17 mil pessoas de todo o País devem participar do estudo em 14 centros de pesquisa. Mas, a estimativa é de que a vacina seja distribuída na rede pública apenas em 2018.
Alckmin informou ainda que 250 municípios receberão um mutirão e que um mapa interativo será implantando no site da Secretaria Estadual de Saúde para receber denúncias sobre focos do Aedes aegypti." No sábado passado, iniciamos pelos 20 municípios de maior incidência e, amanhã, teremos um mutirão em 250 municípios do Estado de São Paulo. No caso dos profissionais (que vão participar), passaremos a pagar diária aos sábados para ganhar tempo e aumentar ao máximo o número de visitas", disse.
O ESTADO DE S. PAULO. São Paulo, 30 jan. 2016. P. 18
Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I – O emissor do texto é o governador do estado de São Paulo (à época), Geraldo Alckimin. II – O tema do texto são os diversos trabalhos do Instituto Butantã, sobretudo no estado de São Paulo. III – Todos os verbos do título e subtítulo estão no futuro do presente do indicativo.
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Q1289382 Português
Tomar bebidas geladas de fato faz mal para a garganta?
Por quê?

     Essa é dos mesmos criadores de “ler no escuro estraga a vista” e “bolo quente dá dor de barriga”. Tudo sem fundamento. 
     O que irrita mesmo a garganta são infecções causadas por vírus e bactérias – gripe, resfriado, faringite – ou hábitos como tabagismo, passar muito tempo perto do ar-condicionado e exagerar no uso da voz (como naquele karaokê em que você cantou cinco músicas seguidas). Quem _________ é Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês.
     Bebidas trincando só são realmente _________ a quem precisa da voz para trabalhar (o que não é o caso de cantores de bar). Artistas profissionais e locutores de rádio, por exemplo, precisam aquecer as cordas vocais para que possam emitir sons com clareza. Ao ingerir um líquido gelado, todo o aquecimento vai por água abaixo.
     Se você quer mesmo evitar dor de garganta, cuide da sua imunidade – com vacinas em dia e alimentação balanceada –, beba água regularmente e evite ambientes empoeirados ou com ar muito frio. Essas são algumas medidas que – de fato – resguardam seu gogó.
https://super.abril.com.br... - adaptado.
As lacunas abaixo devem ser preenchidas com o verbo “precisar” em determinadas formas nominais. Numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª conforme a forma que o verbo “precisar” deve assumir para preencher corretamente a lacuna e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Infinitivo. (2) Gerúndio. (3) Particípio.
( ) Você está __________ de ajuda? ( ) O problema era __________ de tempo.
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Q1287243 Português
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Quando ele __________ uma solução adequada para o problema, todos ficaremos satisfeitos.
Alternativas
Q1287054 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

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Texto especialmente adaptado para esta prova.
Daniel Salgado, Revista Época, 07/12/2018. Disponível em: https://epoca.globo.com
Na linha 43, a forma verbal “faltará” está conjugada no futuro do presente do indicativo, na terceira pessoa do singular. Caso mantivéssemos a mesma pessoa, mas alterássemos o tempo verbal para futuro do pretérito, a forma verbal resultante seria:
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Q1285788 Português
Ao passear pela cidade, avistando a placa “Se cuide quanto à AIDS” você diz: “Mais uma placa com erro gramatical”. Seu amigo lhe pergunta onde está o problema. Qual a explicação correta quanto ao erro que aparece neste enunciado?
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Q1285045 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

A doçura da generosidade


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/a-docurada-generosidade/. Acesso em 10 jan. 2019. 

Qual dos seguintes verbos extraídos do texto aparece na forma nominal denominada “gerúndio”?
Alternativas
Q1284842 Português
O verbo “ficar”, na linha 20 do texto, está conjugado em que forma?
Alternativas
Q1281402 Português
A oração “As paisagens externas iluminam nossa paisagem interior”, retirada do texto, está escrita na voz ativa. Assinale a alternativa que mostra a sua correta conversão para a voz passiva analítica.
Alternativas
Q1281353 Português
A forma verbal “podíamos” (l. 34) está devidamente conjugada na primeira pessoa do plural do:
Alternativas
Respostas
9181: A
9182: A
9183: D
9184: C
9185: B
9186: C
9187: D
9188: B
9189: A
9190: C
9191: A
9192: E
9193: D
9194: C
9195: A
9196: B
9197: E
9198: B
9199: E
9200: B