Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q2027646 Português

BNCC: ferramentas digitais para levar para sua turma


                 A chegada da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deixa evidente a necessidade de trazer a tecnologia para dentro da sala de aula. Segundo a BNCC, os estudantes devem desenvolver ao longo da Educação Básica a competência para: “Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.” (BNCC p. 9)

            Diante disso, que tal inserir em suas aulas ferramentas que dialogam com a BNCC e permitem que o aprendizado seja mais colaborativo, envolvente e significativo? Sem dúvida, o uso de ferramentas digitais na Educação possibilita inovação e mudança efetiva no processo de ensino e aprendizagem. É possível usar celulares e tablets e ferramentas de modo offline, trazendo esses aparelhos para fins pedagógicos – o que permite que sua sala de aula se transforme em um ambiente inovador.

                    Essa transformação está pautada em mudanças de hábitos e paradigmas em nós, professores, capaz de alterar relações diárias, gerar colaboração e empatia. Não basta esperar que a transformação chegue até a sala de aula. A mudança precisa ter um ponto de partida dentro do ambiente escolar e o planejamento é o ponto chave para que isso ocorra e pode ser construído de forma colaborativa com os estudantes, criando desta maneira, o pertencimento nas ações desde o início pela comunidade escolar.[...]


Débora Garofalo, 26 de Março de 2019

De acordo com o texto, analise as afirmativas abaixo e atribua valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) Os verbos do texto estão no presente do indicativo; esta construção aproxima o leitor e o convida a interagir com as ideias apresentadas. ( ) Em “o uso de ferramentas digitais na Educação possibilita inovação”, o termo destacado funciona como objeto indireto. ( ) “Que tal inserir em suas aulas ferramentas que dialogam com a BNCC e permitem que o aprendizado seja mais colaborativo, envolvente e significativo?” As palavras destacadas são respectivamente: conjunção, preposição, verbo, adjetivo. ( ) A palavra em destaque no último parágrafo pode ser substituída, sem alteração de sentido, por “preceitos” que carrega o sentido de medida ou norma a ser seguida.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q2027054 Português
Tecnologia pode afetar positivamente a educação
(TOMBORELLI, Paula)
(adaptado)

           Desafios e oportunidades estão por vir no sistema educacional brasileiro. (...) Mas, o que pode mudar? A começar pela cultura educacional, estimular não somente o ensino cognitivo e intelectual, como também o desenvolvimento socioemocional, de modo que, juntos, sirvam de princípio para transmitir valores, conhecimentos e habilidades.

            Uma novidade no ensino médio é que até 20% da carga horária do curso diurno poderá ser ofertada na modalidade de educação a distância (EAD), chegando a 30% no curso noturno. Este modelo está em alta no Brasil (em cursos superiores e corporativos), portanto, ter contato com os dois métodos desde cedo ajudaria os estudantes a optarem entre o presencial ou o EAD ao ingressarem na universidade.

           Em ambos os casos, estimular o uso de outras tecnologias seria um passo importante, pois trata-se de uma oportunidade para as escolas se adequarem a novos formatos e modernizarem seus modelos de ensino, o que proporcionaria mais igualdade na distribuição da educação.
Considerando o texto e a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F). 
( ) No trecho-título “Tecnologia pode afetar positivamente”, a palavra “positivamente” é um advérbio de afirmação que está ligado ao verbo “afetar”. ( ) No trecho “ensino cognitivo e intelectual, como também o desenvolvimento socioemocional, de modo que, juntos”, a palavra “juntos” faz referência apenas às expressões “ensino cognitivo e intelectual”. ( ) No trecho “20% da carga horária do curso diurno poderá ser ofertada na modalidade de educação a distância”, a voz verbal da expressão destacada está na voz reflexiva. ( ) No trecho “Este modelo está em alta no Brasil”, o pronome demonstrativo “este” destacado tem a função anafórica de retomar um trecho, ou termo, que foi citado anteriormente. ( ) No trecho “pois trata-se de uma oportunidade para as escolas”, a expressão em destaque pode ser substituída sem prejuízo de sentido ou correção gramatical pela expressão: “às”. 
Alternativas
Q2027048 Português
A partir da leitura atenta da tira e da Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo.
I. A locução verbal “vá cortar” no primeiro quadrinho está conjugada no presente do imperativo, o que dá o tom de ordem à fala da mulher de Hagar. II. A expressão “assim”, no primeiro quadrinho, funciona como um advérbio de modo ligado ao verbo “dar”, que reforça a indignação de Hagar contra o jeito direto e explícito com que a sua mulher se dirige a ele. III. A palavra “assado” é um adjetivo que se liga aos substantivos “frango” e “bolinhos”, caracterizando-os na frase. IV. No último quadrinho, o cartunista usa elementos não-verbais dentro do balão de diálogo, para destacar a expressão “ai ai”, que funciona como advérbio de lugar.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2014371 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.


A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade
José Ricardo Bandeira

   A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
  E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
   A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
   Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
   Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil. Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
   A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
   Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
   Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2019
As questões 3, 4 e 5 referem-se ao parágrafo reproduzido a seguir.
E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.

Sobre os verbos em destaque, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2014364 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.
Em relação ao uso do modo imperativo no texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2014363 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.
Os verbos, em sua maioria, estão flexionados  
Alternativas
Q2014355 Português

A questão refere-se ao texto a seguir.


 No texto, há a presença de uma informação
Alternativas
Q2014346 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Belas, Ricas e Casadas

    O que é preciso para ser uma princesa? A antropóloga Michele Escoura fez essa pergunta para meninos e meninas de duas escolas públicas e uma particular do interior de São Paulo. As respostas dos 200 alunos de 5 anos reuniram as seguintes características: ser jovem, bonita, magra, possuir joias e vestidos e casar-se com um príncipe. O objetivo da pesquisa era entender como as princesas de duas animações da Disney influenciavam a visão de feminilidade de meninos e meninas da pré-escola
    As reações das crianças diante de duas histórias centradas em protagonistas femininas – Cinderela (1950) e Mulan (1998) – mostraram que a ideia de “princesa” para elas está associada a obter sucesso no amor romântico e possuir beleza tradicional. “Esse ideal de feminilidade está presente na sociedade como um todo, e as princesas da Disney traduzem isso para essa faixa etária”, analisa Michele.
    Os primeiros passos para a pesquisa foram dados ainda durante a graduação em Ciências Sociais na Universidade Estadual Paulista (Unesp), quando a antropóloga passou a se interessar pelo campo dos estudos de gênero. Fundada na década de 1960, a área procura investigar como a sociedade influencia na construção da masculinidade e da feminilidade. Partindo desse pressuposto, Michele passou a investigar a primeira infância. “Quando comecei a entrar em contato com as crianças, percebi que Cinderela era uma referência muito presente no cotidiano das meninas, que falavam sobre a personagem e tinham muitos produtos”, relata.
    A popularidade da personagem, criada na década de 1950, intrigou a antropóloga, que resolveu estudar o que o filme poderia estar ensinando para as meninas. No entanto, uma das razões encontradas para o sucesso de Cinderela é comercial. A personagem faz parte da marca “Princesas Disney”, criada em 2000 com o objetivo de licenciar a imagem de personagens específicas para diversos tipos de produto. “As crianças conhecem as personagens pelos produtos e só depois buscam os filmes”, conta.
    A pesquisa se ampliou durante o mestrado na Universidade de São Paulo, quando Michele passou a analisar o que os pequenos entendiam e aprendiam com as personagens. Na época, a Disney dividia as princesas entre “clássicas” e “rebeldes”. Do lado clássico ficavam personagens como Cinderela, Branca de Neve e Bela Adormecida. Já Ariel (A Pequena Sereia), Jasmin (Aladin) e Mulan foram classificadas como rebeldes.
    Por causa da divisão, Michele delimitou o estudo a duas obras de animação, cada uma com um tipo de princesa. A primeira é Cinderela, clássico adaptado do francês Charles Perrault, sobre a menina bondosa impedida de ir ao baile real pela madrasta malvada e que é ajudada por uma fada madrinha e reconhecida pelo príncipe encantado por meio de seu sapatinho de cristal. O outro filme é Mulan, animação de 1998 protagonizada por uma jovem corajosa que se traveste de homem para representar sua família no exército da China.
    Entre 2009 e 2011, Michele passou a frequentar as salas de aula de cada escola ao longo de quatro meses, três vezes por semana. A pesquisadora assistiu aos dois filmes com crianças de três escolas nas cidades de Marília e Jundiaí, no estado de São Paulo. Durante as sessões, anotava os comentários feitos espontaneamente pelos alunos e, após os filmes, pedia que as crianças desenhassem a parte de que mais gostaram e explicassem o porquê. “Ficou claro que Mulan, ao contrário de Cinderela, não era considerada uma princesa”, conta Michele.
    Algumas crianças afirmaram que Mulan não era uma princesa porque a chinesa não chegava a se casar no fim da história – apenas é sugerido um encontro com seu par romântico. Uma menina discordou e reconheceu Mulan como princesa, mas desenhou a personagem, dona de traços orientais e cabelo escuro, com o cabelo amarelo, loiro. “As crianças já compreendem que o padrão de beleza mais valorizado é esse”, afirma Michele.
    A posse de joias, coroas e vestidos também foi apontada pelos pequenos como a marca que caracterizava uma princesa, assim como a juventude. A antropóloga explica que esse ideal de beleza está presente não só nas princesas da Disney, mas também em novelas, revistas femininas e na mídia de modo geral. “O risco é as crianças só terem contato com um único referencial de beleza e feminilidade. Precisamos valorizar e dar importância para outros tipos de feminilidade”.
    Para Michele, as princesas estão mudando conforme novas personagens femininas ganham características diferentes em filmes mais recentes. “A Disney acompanha essa transformação social que amplia o papel da mulher”, analisa. A antropóloga acredita, porém, que há espaço para mudanças ainda maiores. “Mulan é uma heroína corajosa, mas que ainda mantém traços de feminilidade arraigados, como a centralidade na beleza e no amor romântico. Será que não podemos avançar mais?”
    A primeira princesa da Disney foi Branca de Neve, lançada em 1937. Na década de 50, surgiram Cinderela e Bela Adormecida. Nos anos 80 e 90, elas apareceram com comportamento um pouco mais rebelde e beleza menos tradicional (Ariel e a árabe Jasmine) e tornaram-se personagens de uma franquia da Walt Disney Company. A partir daí, uma grande variedade de produtos foi lançada no mercado, que imediatamente viraram febre. Nos anos 2000, foram acrescentadas personagens com características menos tradicionais e mais proativas, como Pocahontas, Tiana, Rapunzel e Mulan. Esta última cortou os longos.

Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/belas-ricas-e-casadas/> Acesso em: Abril de 2019
Em relação ao sétimo parágrafo, afirma-se:
I) A presença de verbos no pretérito imperfeito são marcas linguísticas exclusivas da sequência descritiva.
II) Os verbos encadeados numa relação de anterioridade e posterioridade indicam a presença da sequência narrativa.
III) A presença de verbos nos pretéritos perfeito e imperfeito caracteriza tão somente a sequência narrativa.
IV) No terceiro período, a sucessividade de ações não rotineiras caracteriza a sequência descritiva.
Estão corretas as assertivas
Alternativas
Q2013678 Português
Em Língua Portuguesa, há verbos que possuem a mesma grafa de substantivos. É preciso analisar o enunciado para perceber a distinção. Assinale a oração em que o termo “caminho” é um verbo.
Alternativas
Q2013668 Português
Observe as palavras destacadas nas frases abaixo e assinale a alternativa que apresenta, na ordem de cima para baixo, a classifcação morfológica correta.
“Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim!” (M. Quintana)
Alternativas
Q2012786 Português

Sobre a sintaxe de regência, analise o emprego do verbo “preferir”:


I. Para o cardápio do jantar, prefiro salada a pizza.

II. Para o cardápio do jantar, prefiro salada à pizza.

III. Para o cardápio do jantar, prefiro a salada à pizza.

IV. Para o cardápio do jantar, prefiro mais a salada que a pizza.


De acordo com a norma culta, pode-se afirmar: 

Alternativas
Q2011784 Português
Observe os enunciados que expõem sobre os tempos verbais.
I. O Futuro do Pretérito é aquele que indica uma ação que ______________acontecer. II. O Pretérito Perfeito Simples indica uma ação iniciada e terminada no _______________. III. O Pretérito-Mais-Que-Perfeito indica uma ação que aconteceu _________ de outra já ______________.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas dos enunciados acima.
Alternativas
Q2010910 Português
Mídias sociais ampliam oportunidades

Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experiências, compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.

    Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAD). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros possuíam telefones desse tipo.

    “No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

    Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.

    Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.

    “Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.

    Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente, a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua que estavam se diluindo por causa da urbanização.”

    A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”

    Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.

(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
Concernente aos aspectos linguísticos do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Em “Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada” o “está” pode ser substituído por “estão conectados”.
II. Dada a variação de gênero, caso “brasileiros” fosse substituído por “brasileiras”, no primeiro parágrafo, a palavra “meio” seria alterada para que a concordância fosse estabelecida.
III. A coerência e correção gramatical seriam preservadas caso a forma verbal “houve” fosse substituída por “haveria” em “Houve um boom de conectividade”, dada a impessoalidade do verbo “haver”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2010860 Português
 As lacunas situadas nas linhas 11 e 28 do texto podem ser, correta e respectivamente, substituídas por: 
Alternativas
Q2010858 Português
Na frase retirada do texto “Me olhava com olhos encantados de quem desvendara um grande tesouro escondido”, o verbo desvendar aparece conjugado no: 
Alternativas
Q2010162 Português
Apesar de cortes, obras avançam no acelerador de partículas Sirius

O acelerador de partículas Sirius completou a primeira volta de elétrons recentemente e, mesmo com os seguidos cortes na área científica do país, a previsão para a conclusão das obras é para o fim de 2020. Quando as obras acabarem, o acelerador de partículas Sirius será o equipamento mais avançado do mundo na geração de luz síncrotron. Ao todo, são 68 mil m² de área construída. A luz síncrotron gerada pelo Sirius será capaz de analisar a estrutura de qualquer material na escala dos átomos e das moléculas, que poderá contribuir no desenvolvimento de fármacos e baterias, por exemplo. Quando estiver em funcionamento, também permitirá reconstituir o movimento de fenômenos químicos e biológicos ultrarrápidos que ocorrem na escala dos átomos e das moléculas, importantes para o desenvolvimento de fármacos e materiais tecnológicos, como baterias mais duradouras.

Em novembro de 2018, foi inaugurada a primeira etapa do projeto. A solenidade contou com a presença do então presidente da República, Michel Temer, em Campinas, interior de São Paulo, onde o equipamento foi construído. Hoje, entre os três aceleradores do Sirius, os dois primeiros já estão montados. Ainda assim, falta a parte de instalação de potência dos aceleradores, que deve acontecer em maio de 2019. Na mira da comunidade científica internacional, – que no futuro também poderá utilizar o espaço –, a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços.

“A construção do Sirius ainda esbarra nos subsequentes cortes de investimentos do governo federal”, conta o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), José Roque da Silva. Em decreto publicado em março de 2019, o governo federal decidiu congelar uma parcela das verbas do orçamento em praticamente todas as áreas. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por exemplo, sofreu congelamento de 41,97% do orçamento. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. “Nesse momento dá para dizer que o Ministério está mantendo o cronograma atual”, diz. “Eu diria que é cedo para dar alguma informação mais definitiva, mas a situação da ciência e tecnologia no país é, como um todo, preocupante”, explica Roque.

No futuro, a expectativa do CNPEM é de conseguir ampliar as fontes de recursos do Sirius –principalmente após o fim das obras. Segundo Roque, outros ministérios, como o de Minas e Energia, Saúde e Agricultura também estão interessados em utilizar o acelerador. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. A construção do novo acelerador de partículas deve custar um valor estimado de R$ 1,8 bilhão.

Além do Sirius, existe um antigo acelerador de fonte de luz síncrotron, o UVX, lançado em 1997. Atualmente considerado ultrapassado, o UVX já participou de importantes descobertas para a pesquisa brasileira como, por exemplo, entender o funcionamento de uma proteína essencial para a reprodução do zika vírus. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl Junior, espera que nos próximos dois anos o número das linhas de luz do UVX – que hoje é de 13 linhas com diversas técnicas de análise microscópica – salte para 18. Atualmente, duas vezes por ano é aberto chamado para projetos acadêmicos coordenados pelo LNLS. “Cientistas de qualquer centro de pesquisa no mundo, empresarial ou acadêmico, podem submeter seus trabalhos”, conta. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali.

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/
noticia/2019/04/apesar-de-cortes-obras-avancam-no-acelerador-de-particulas-sirius.html> Acesso em 14/abr/2019 [Adaptado]
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COPESE - UFPI Órgão: UFPI Prova: COPESE - UFPI - 2019 - UFPI - Odontólogo |
Q2009802 Português
Com base nas ocorrências dos verbos ter (linha 41), depender (linha 13) e descobrir (linha 11) no texto II, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2009677 Português
Com base nas ocorrências dos verbos ter (linha 41), depender (linha 13) e descobrir (linha 11) no texto II, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2009477 Português
Com base nas ocorrências dos verbos ter (linha 41), depender (linha 13) e descobrir (linha 11) no texto II, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2008658 Português
Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “influenciou” (L.26) e a composta:
Alternativas
Respostas
9121: C
9122: C
9123: A
9124: D
9125: A
9126: D
9127: C
9128: A
9129: D
9130: D
9131: B
9132: A
9133: B
9134: C
9135: B
9136: A
9137: X
9138: X
9139: X
9140: D