Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 15.618 questões

Ano: 2019 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Petrolina - PE
Q1236810 Português
Em “Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto,...”, a oração grifada encontra se na voz:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FGV Órgão: Prefeitura de Angra dos Reis - RJ
Q1235230 Português
“Sê compreensivo e indulgente para todos, mas não o sejas contigo mesmo.” 
Essa frase foi construída na segunda pessoa do singular, que é pouco usada no Brasil. Se alterássemos as formas sublinhadas para a terceira pessoa do singular (você), as formas corretas seriam
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Peruíbe - SP
Q1232729 Português
De princípio a interessou o nome da aeronave: não “zepelim” nem dirigível; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de voo. Assim, aos olhos da menina, o blimp1 existia como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, librando-se2 majestosamente pouco abaixo das nuvens. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade. O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento – sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa, sacudindo um pano, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando pelo céu. Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: “Amigo!, amigo!” – embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Gostaria de lhe atirar uma flor, um mimo. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.
(Os cem melhores contos brasileiros do século. Org. Italo Moriconi – Objetiva, 2001. Adaptado) 1. blimp: dirigível 2. librando-se: flutuando, equilibrando-se 3. vogando: flutuando
Considere a frase elaborada a partir de ideias do segundo parágrafo.
Lá de cima, depois que o tripulante ________________ aquele pano branco tremulante, seu coração solitário comoveu-se, pois _____________ naquela base militar recluso como um religioso em um convento.
Para que a frase mantenha o sentido do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, pelas formas verbais:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDECAN Órgão: IF-PB
Q1222003 Português
Nas afirmações a seguir:  (i) “A gramática manda usar o pronome depois do verbo”;  (ii) “Independentemente de ter ido à escola, os falantes de língua portuguesa sabem que a palavra “um” pode aparecer antes de palavras como “livro” ou “elefante”, mas não antes de palavras como “janela” ou “cabrita”; e  (iii) “retratar e sistematizar os fatos de uma língua é papel da gramática”, vemos concepções diferentes do termo gramática e a acepção realizada de uma ou de outra define as estratégias didático pedagógicas do ensino de língua. As declarações correspondem, respectivamente, às seguintes concepções de gramática: 
Alternativas
Q1219317 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

(Texto)


Se o verbo “mostram” (linha 4) fosse conjugado na segunda pessoa do singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, a alternativa CORRETA seria:
Alternativas
Q1219279 Português
Examine o parágrafo a seguir, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a próxima questão.

“Eram esses os seus hábitos; ultimamente, porém, mudara um pouco; e isso provocava comentários no bairro. Além do compadre e da filha, as únicas pessoas que o visitavam até então, nos últimos dias, era visto entrar em sua casa, três vezes por semana e em dias certos, um senhor baixo, magro, pálido, com um violão agasalhado numa bolsa de camurça. Logo pela primeira vez o caso intrigou a vizinhança. Um violão em casa tão respeitável! Que seria?
No trecho “ultimamente, porém, mudara um pouco”, o verbo “mudara” está conjugado no tempo:
Alternativas
Q1219220 Português
Leia o texto para responder a questão.

É bom saber antes de viajar para a Suíça
escrito por Fernanda

A Suíça é um dos países mais belos da Europa. É um país famoso por seus alpes, relógios, queijos, chocolates e belos lagos. Embora seja muito tranquilo e seguro viajar para a Suíça é bom saber algumas coisas para ter uma viagem tranquila e sem transtornos.
Idioma
A Suíça tem 4 idiomas oficiais: alemão (na verdade o franco-alemão), italiano, francês e romanche (este falado por uma minoria). Visitei só a parte alemã e embora o inglês não seja uma língua oficial no país não tive problemas e falei em inglês nos hotéis, restaurantes e atrações.
Visto de Turismo para a Suíça
Brasileiros não precisam de visto de turismo para viagens com duração de até 90 dias.
Seguro Viagem Obrigatório
A Suíça faz parte do Tratado de Schengen e exige um seguro viagem obrigatório com cobertura mínima de € 30.000 que garanta assistência médica por doença ou acidente. Os cartões de crédito Platinum ou categoria superior oferecem esse seguro gratuitamente caso a passagem tenha sido comprada com o cartão. Caso você não possua um cartão dessa categoria, pode contratar um particular. Já precisei utilizar algumas vezes e nunca tive problemas. Sempre fui bem atendida e encaminhada para hospitais bons.
Vacinas
Nenhuma vacina é exigida para viajar para a Suíça.
Moeda
A moeda oficial da Suíça é o franco suíço.
Qual moeda levar?
Acabei levando franco suíço mesmo (comprei no Brasil). O interessante é que a cotação do franco suíço é mais próxima do dólar do que do euro. Tanto é que sobraram alguns francos suíços e acabei trocando por dólar, pois a cotação era praticamente de 1 para 1. Dá para olhar a cotação nesse site https://www.ubs.com/global/en/quotes.html.
Vale lembrar que os bancos e Western Union (onde troquei um pouco de franco que sobrou por dólar) cobram uma taxa entre 4 a 5 francos para fazer a conversão.
Quanto se gasta em uma viagem para a Suíça?
A Suíça é cara. Isso é um fato. Além da hospedagem, o maior peso no bolso do turista é com a alimentação. Um almoço fica na faixa dos CHF 25 a 35 por pessoa em um restaurante. Uma opção para fugir desses preços é comer nos supermercados. As redes de mercado Migros e Coop oferecem opções de lanches e comida (alguns supermercados têm restaurantes) a preços mais amigáveis.
Beba água gratuitamente na Suíça
Há muitas fontes de água potável espalhadas pelas cidades da Suíça. Vale a pena carregar uma garrafa de água vazia na bolsa e/ou mochila e ir abastecendo ao longo do dia. A água é geladinha e uma delícia.
Wi-fi grátis
A dificuldade não é encontrar wi-fi grátis e de qualidade na Suíça, a dificuldade é se conectar na rede já que para fazer o primeiro acesso os lugares costumam enviar um sms para o seu celular. Ou seja, se você não está com o roaming ligado, o sms não chega e você não consegue conectar. Os únicos lugares que eu conseguia conectar sem problemas e que seguiam o fluxo normal de “escolher uma rede e digitar uma senha” eram os hotéis.
Acabei comprando um chip pré-pago lá mesmo na Suíça. Paguei CHF 19,9 já com um plano de internet para 7 dias.
Transporte na Suíça
A melhor maneira de se locomover na Suíça é de trem. A malha ferroviária é realmente impecável, os trens são confortáveis e rápidos. Se a intenção é se locomover bastante durante os dias da viagem, não tenha dúvidas e compre o Swiss Travel Pass. Em um primeiro momento os valores assustam, mas compensa muito e é uma ótima economia, até porque inclui não só o transporte ilimitado nos trens, como a uso gratuito do transporte público na maioria das cidades, passeios de barco e descontos em muitas atrações.
Dica: baixe o app da SBB/CFF para poder ver os horários dos trens.
Alugar carro também é uma opção dependendo da quantidade de pessoas que farão a viagem. Pode ficar mais barato do que os passes de trem.
É seguro viajar para a Suíça?
A Suíça é um dos países mais seguros que já conheci. Não tive nenhum tipo de problema. Obviamente é sempre bom tomar cuidado com seus pertences pessoais e não dar bobeira, mas é um país super seguro.
Hospedagem na Suíça
O padrão de hospedagem na Suíça é ótimo tanto para hostels como para hotéis. Para quem quer economizar a dica é se hospedar em um hostel (albergue). Passei na frente de um em Interlaken e fiquei impressionada com a estrutura.
Em relação aos hotéis dá para encontrar hotéis com preços bons (para o padrão Suíça obviamente). Em Zurique, os valores dos hotéis reduzem consideravelmente durante os finais de semana, então fica a dica: programe sua viagem para Zurique durante um fim de semana.
Adaptado de https://www.precisoviajar.com/viajar-para-a-suica/
Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no Pretérito Perfeito do Indicativo.
Alternativas
Q1219219 Português
Leia o texto para responder a questão.

É bom saber antes de viajar para a Suíça
escrito por Fernanda

A Suíça é um dos países mais belos da Europa. É um país famoso por seus alpes, relógios, queijos, chocolates e belos lagos. Embora seja muito tranquilo e seguro viajar para a Suíça é bom saber algumas coisas para ter uma viagem tranquila e sem transtornos.
Idioma
A Suíça tem 4 idiomas oficiais: alemão (na verdade o franco-alemão), italiano, francês e romanche (este falado por uma minoria). Visitei só a parte alemã e embora o inglês não seja uma língua oficial no país não tive problemas e falei em inglês nos hotéis, restaurantes e atrações.
Visto de Turismo para a Suíça
Brasileiros não precisam de visto de turismo para viagens com duração de até 90 dias.
Seguro Viagem Obrigatório
A Suíça faz parte do Tratado de Schengen e exige um seguro viagem obrigatório com cobertura mínima de € 30.000 que garanta assistência médica por doença ou acidente. Os cartões de crédito Platinum ou categoria superior oferecem esse seguro gratuitamente caso a passagem tenha sido comprada com o cartão. Caso você não possua um cartão dessa categoria, pode contratar um particular. Já precisei utilizar algumas vezes e nunca tive problemas. Sempre fui bem atendida e encaminhada para hospitais bons.
Vacinas
Nenhuma vacina é exigida para viajar para a Suíça.
Moeda
A moeda oficial da Suíça é o franco suíço.
Qual moeda levar?
Acabei levando franco suíço mesmo (comprei no Brasil). O interessante é que a cotação do franco suíço é mais próxima do dólar do que do euro. Tanto é que sobraram alguns francos suíços e acabei trocando por dólar, pois a cotação era praticamente de 1 para 1. Dá para olhar a cotação nesse site https://www.ubs.com/global/en/quotes.html.
Vale lembrar que os bancos e Western Union (onde troquei um pouco de franco que sobrou por dólar) cobram uma taxa entre 4 a 5 francos para fazer a conversão.
Quanto se gasta em uma viagem para a Suíça?
A Suíça é cara. Isso é um fato. Além da hospedagem, o maior peso no bolso do turista é com a alimentação. Um almoço fica na faixa dos CHF 25 a 35 por pessoa em um restaurante. Uma opção para fugir desses preços é comer nos supermercados. As redes de mercado Migros e Coop oferecem opções de lanches e comida (alguns supermercados têm restaurantes) a preços mais amigáveis.
Beba água gratuitamente na Suíça
Há muitas fontes de água potável espalhadas pelas cidades da Suíça. Vale a pena carregar uma garrafa de água vazia na bolsa e/ou mochila e ir abastecendo ao longo do dia. A água é geladinha e uma delícia.
Wi-fi grátis
A dificuldade não é encontrar wi-fi grátis e de qualidade na Suíça, a dificuldade é se conectar na rede já que para fazer o primeiro acesso os lugares costumam enviar um sms para o seu celular. Ou seja, se você não está com o roaming ligado, o sms não chega e você não consegue conectar. Os únicos lugares que eu conseguia conectar sem problemas e que seguiam o fluxo normal de “escolher uma rede e digitar uma senha” eram os hotéis.
Acabei comprando um chip pré-pago lá mesmo na Suíça. Paguei CHF 19,9 já com um plano de internet para 7 dias.
Transporte na Suíça
A melhor maneira de se locomover na Suíça é de trem. A malha ferroviária é realmente impecável, os trens são confortáveis e rápidos. Se a intenção é se locomover bastante durante os dias da viagem, não tenha dúvidas e compre o Swiss Travel Pass. Em um primeiro momento os valores assustam, mas compensa muito e é uma ótima economia, até porque inclui não só o transporte ilimitado nos trens, como a uso gratuito do transporte público na maioria das cidades, passeios de barco e descontos em muitas atrações.
Dica: baixe o app da SBB/CFF para poder ver os horários dos trens.
Alugar carro também é uma opção dependendo da quantidade de pessoas que farão a viagem. Pode ficar mais barato do que os passes de trem.
É seguro viajar para a Suíça?
A Suíça é um dos países mais seguros que já conheci. Não tive nenhum tipo de problema. Obviamente é sempre bom tomar cuidado com seus pertences pessoais e não dar bobeira, mas é um país super seguro.
Hospedagem na Suíça
O padrão de hospedagem na Suíça é ótimo tanto para hostels como para hotéis. Para quem quer economizar a dica é se hospedar em um hostel (albergue). Passei na frente de um em Interlaken e fiquei impressionada com a estrutura.
Em relação aos hotéis dá para encontrar hotéis com preços bons (para o padrão Suíça obviamente). Em Zurique, os valores dos hotéis reduzem consideravelmente durante os finais de semana, então fica a dica: programe sua viagem para Zurique durante um fim de semana.
Adaptado de https://www.precisoviajar.com/viajar-para-a-suica/
O texto está escrito em
Alternativas
Q1219105 Português

Leia a anedota.


A professora pede ao aluno:

– Dê um exemplo de um verbo.

Ele pensa e responde indeciso:

— Bicicleta!

— Bicicleta não é verbo!

Pede, em seguida, exemplo de verbo a outro estudante. Ele também pensa, pensa e arrisca:

— Plástico!

Ela se irrita.

— Pelo amor de Deus, plástico não é verbo.

Pergunta então a um terceiro:

— Diga um verbo.

Luisinho nem pensa e, prontamente, diz o que ela entende de forma nítida como “hospedar”.

— Muito bem, até que enfim. “Hospedar” é um verbo. Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.

— Os pedar da bicicreta é de prástico.

Revista Língua Portuguesa, n° 4. Adaptado


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à anedota.

( ) Luisinho não teve dúvidas para dar a sua resposta à pergunta da professora.

( ) A professora, ao ouvir a frase do Luisinho, percebe que ele também não sabe o que é um verbo.

( ) “Hospedar” é um verbo e está no infinitivo.

( ) Se Luisinho tivesse dito: “Os pedais da bicicleta é de plástico” teria falado corretamente, de acordo com a norma culta.

( ) As palavras “bicicleta” e “ plástico” são adjetivos e não verbos.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1219046 Português
Leia o texto

Aula de português

A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.

A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe-se lá o que ela quer dizer?

Professor Carlos Góis, ele é que sabe,
E vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.

O português são dois; o outro, mistério.

Carlos Drummond de Andrade 
Considere o seguinte verso, extraído do poema:
“Já esqueci a língua em que comia”.
Analise as afirmativas feitas sobre ele.
1. Os dois verbos da frase pertencem à segunda conjugação e estão no pretérito perfeito e imperfeito, respectivamente. 2. Se o verbo “esquecer” fosse pronominal (esquecer-se), ao seu complemento “a língua” deveria ser acrescentada uma preposição (de = da língua). 3. Há na frase dois artigos definidos. 4. As palavras “Góis” e “língua” são acentuadas pela mesma regra. 5. As palavras conectoras “em que” podem ser substituídas por “na qual” e o sentido não se altera, pois “que” é pronome relativo e permite essa substituição.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1218827 Português

Acerca das propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item a seguir.


O emprego do modo imperativo no trecho “Venha experimentar essa iguaria” (l.4) é característico da função conativa da linguagem, típica do gênero propaganda.

Alternativas
Q1218825 Português

Acerca das propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item a seguir.


O termo “Vindo” (l.5) corresponde ao gerúndio do verbo vir e, no texto, indica um prolongamento da ação de que trata a última oração do texto.

Alternativas
Q1218819 Português

Francisco J. C. Dantas. Coivara da memória.

São Paulo: Estação Liberdade, 1991, p. 174.

Com relação às propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.


A substituição da forma verbal “apanhara” (l.5) pela locução tinha apanhado acarretaria incorreção gramatical ao texto.

Alternativas
Q1218796 Português


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.

São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).

Com relação às propriedades gramaticais e à coerência do texto 9A2-I, julgue o item a seguir.


A forma verbal “experimentaram” (l.2) encontra-se no pretérito perfeito do modo indicativo, logo se depreende que os “tempos pré-modernos” (l.1) acabaram.


Alternativas
Q1218007 Português

Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.  

INFÂNCIA


é quando as portas são fechadas

e abertas ao mesmo tempo,

é quando estamos metade na luz

e a outra metade na escuridão,

é quando o mundo real chama

e preferimos outro...

(QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: L&PM, 1980.) 

Os verbos empregados no poema encontram-se no presente do indicativo e expressam
Alternativas
Q1218005 Português

Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão. 

     Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.

     Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.   

(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)  

Assinale a alternativa em que a forma verbal nela apresentada NÃO se encontra no mesmo tempo das demais formas verbais.
Alternativas
Q1215787 Português
Na última linha do texto, o autor conjugou o verbo “continuar” em qual tempo verbal?
Alternativas
Q1215609 Português
Vergonha parcelada
Gregorio Duvivier
       Não estranhe se você me vir levando as mãos ao rosto no meio da rua e gritando comigo mesmo: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”. Sofro de uma síndrome comum: a da vergonha parcelada. Algumas situações me causam tanto embaraço que pago por elas a vida inteira. A cada vez que uma vergonha antiga me vem à cabeça, sofro como se fosse a primeira vez que estivesse sofrendo.
      Não parecem vergonhas monumentais, são vergonhas ridículas – mas é isso o que faz delas monumentais. Exemplo: no aeroporto de Congonhas, pedi um café. “Carioca?” – a moça perguntou. “Sou”, respondi, achando que ela queria saber minha procedência.
     A moça pensou que eu tinha feito uma piadinha péssima e retribuiu com o pior tipo de sorriso – aquele cheio da misericórdia. Tive vontade de me esconder debaixo dos bancos do salão de embarque pelo simples fato de que alguém no mundo tinha achado que eu era uma pessoa que faria aquele tipo de piada. Até hoje, só passo em frente à Casa do Pão de Queijo de Congonhas com uma mochila escondendo o rosto.
       Outro dia, chovia a cântaros – deve fazer um bom tempo, porque faz um bom tempo que não chove a cântaros. Acenava desesperadamente para os táxis, em frente ao Shopping da Gávea. Eis que um sujeito surge e começa a fazer o mesmo, alguns passos à minha frente. Todo ser humano civilizado sabe que, a partir do momento em que uma pessoa acena para os táxis, os outros candidatos tem que se posicionar atrás dela. Na frente, nunca. Revoltado, intercedi: “Amigo, desculpa, cheguei antes”. Ao que ele respondeu, humilde: “To chamando táxi pra você. Sou segurança do shopping”. E conseguiu um táxi, e abriu a porta pra mim, e eu entrei, e ele bateu a porta, e junto com a porta se abateu sobre mim o peso da miséria humana.
       Encontrei um amigo de longa data. Não lembrava seu nome, e ainda hoje não lembro –talvez fosse Marcelo. Consegui disfarçar chamando o amigo de “brother”, até que sua namorada me perguntou: “Há quanto tempo você conhece o Marcelo?”. Respondi: “Desculpa, não sei de quem você tá falando”. O Marcelo em questão, perplexo, me observava com um misto de tristeza pelo esquecimento e espanto pela minha estupidez.
        Enquanto escrevo essa crônica, algumas vezes precisei interromper a digitação para levar as mãos ao rosto e exclamar, em voz alta: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”.
Fonte: DUVIVIER, Gregorio. Vergonha parcelada. Folha de S.Paulo, 6 abr. 2015.

“(1)Encontrei um (2)amigo de longa data. Não (3)lembrava seu nome, e (4)ainda hoje não lembro – talvez fosse Marcelo.”


Analise os termos destacados do trecho do texto e assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1215442 Português
Leia o texto para responder a questão.

Má educação e celular
      Dona Ana convidou os quatro netos para tomar um lanche. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Foram a uma lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes.
     Então, os quatro pegaram os celulares. Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo muito.
     Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de conversar com os netos. Não conseguiu. Agora, ela já prometeu:
− Desisti. Não sairei mais com meus netos.
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://epoca.globo.com. 23.01.2015. Adaptado)
O verbo destacado está no tempo futuro em:
Alternativas
Q1214742 Português
O consumo como forma de afeto

     Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais sobre os jovens é a crítica ao consumismo exacerbado. Como entender esse comportamento à luz do que ocorreu com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje) retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo atrás do pão nosso de cada dia.
     Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos, eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas, joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens que consomem.
     Nossa sociedade também forneceu o molde para que essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.   
       Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que existem outras possibilidades e valores que podem ser trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais, amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu sonho de consumo?

(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
No fragmento “E o consumo é moeda forte nesse mercado.” (3º§), podemos afirmar que a ação verbal indica um fato:
Alternativas
Respostas
9261: D
9262: C
9263: E
9264: C
9265: C
9266: A
9267: B
9268: A
9269: A
9270: D
9271: C
9272: E
9273: E
9274: C
9275: B
9276: C
9277: B
9278: B
9279: D
9280: A