Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q3932322 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

No que diz respeito à estruturação linguística do texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,”, o emprego das formas verbais “mostram”, “estão associados” e “tendem”, no presente do indicativo, contribui para conferir caráter atemporal e generalizante às afirmações do texto.
Alternativas
Q3931036 Português

Texto para o item abaixo.


    Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.


    A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.


    A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.


    Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.


    Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.


Internet: (com adaptações)


Quanto à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item a seguir.




No segmento “Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso”, a forma verbal “planejem” está empregada no modo subjuntivo para expressar a finalidade expressa no período.
Alternativas
Q3930986 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Transpondo a oração “Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais.” para a voz passiva analítica, obtém-se a seguinte oração reescrita, adequadamente:
Alternativas
Q3929335 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque “” muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia.
Sobre o uso da palavra “há” nesse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3928774 Português
Textos para a questão.


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Governo do Acre. Perfil oficial no Instagram (@governo.acre). Internet: <www.instagram.com>.


Captura_de tela 2026-03-12 132935.png (438×413)

Diário do Acre, 2 out. 2023. Internet: <https//diariodoacre.com.br>.
Apesar de partilharem a mesma temática e função sociocomunicativa, os textos precedentes apresentam diferenças quanto aos recursos linguísticos neles utilizados. Uma das características do segundo texto, publicado no Diário do Acre, que o diferencia do primeiro texto, divulgado na rede social do governo do Acre, é o emprego de 
Alternativas
Q3928528 Português
Dos verbos seguintes, assinale o único que não apresenta duplo particípio:
Alternativas
Q3928527 Português
Se você ................... chegado a tempo ................ visto o que............... . 
Alternativas
Q3928526 Português
Assinale a alternativa em que todas as formas verbais estejam na segunda pessoa do plural do imperativo afirmativo: 
Alternativas
Q3928524 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

“A saúde mental não é algo isolado...” (L.13). O verbo em destaque classifica-se em:
Alternativas
Q3928523 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

“As características biopsicossociais iam mudando a cada momento.” A ideia expressa pela locução verbal em destaque é:
Alternativas
Q3928522 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

Não interajais com a vergonha.” – Passando a forma destacada para o Imperativo afirmativo ficará:
Alternativas
Q3928521 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

O isolamento social prejudica a saúde mental. Passando para a voz passiva analítica obter-se-á a forma verbal: 
Alternativas
Q3928520 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

“Cuidar da saúde mental envolve rotina...” – Considerando a forma verbal destacada é correto afirmar:
Alternativas
Q3928518 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

“... o indivíduo... desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade.” – As formas verbais em destaque, se encontram, nos tempos do modo: 
Alternativas
Q3928517 Português

Texto:


A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia


    A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.


    O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.


    Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.


    A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.


    Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.


HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026. 

“A pandemia prejudicou a saúde mental...” – Sobre a forma verbal em destaque:



I – prejudic-- é o radical.


II- -o- é a vogal temática.


III- -u é a desinência modo-temporal.


IV- -u é a desinência número-pessoal.



Está correto o que vem afirmado:

Alternativas
Q3927542 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO II

A privacidade ou falta dela na era digital: da superexposição à proteção legal 


Nada adianta o clamor pela proteção se nas redes sociais esses critérios passam despercebidos pelos administradores dos perfis. Alfredo Lobo


Quem é o dono da sua privacidade? A resposta parece ser óbvia, mas nem tanto, principalmente, quando o detentor do direito é o primeiro a infringir as normas protetivas da privacidade e intimidade.


Conceitualmente, a intimidade pode ser descrita como direito personalíssimo que possui como característica básica a não exposição de elementos ou informações da vida íntima; direito psíquico da personalidade, segundo o qual toda pessoa pode resguardar aspectos intrínsecos do seu existir.


Já, de acordo com o Dicionário Houaiss da língua portuguesa, a intimidade é o ambiente onde se tem privacidade ou aquilo que é extremamente pessoal, que diz respeito à vida íntima, aos atos, sentimentos ou pensamentos mais íntimos de alguém.


No entanto, a privacidade e intimidade parecem se esvair de suas definições na era da informação e da comunicação, a partir da qual uma simples pesquisa no Google é capaz de revelar mais do que gostaríamos sobre qualquer pessoa, tornando-a suscetível, inclusive, a ataques injustificados, banalização de sua imagem, além de ter seus dados utilizados por fraudadores. 


O direito à privacidade, no Brasil, é basilar. A Constituição Federal de 1988 já garante aos indivíduos a privacidade, considerada direito fundamental indisponível resguardado de pleno a qualquer indivíduo. Justamente por ser um direito fundamental não comporta renúncia perene, pois, em tese, é irrenunciável.


Em seu artigo 5º, inciso X, a Carta Magna tratou de proteger a privacidade assim assegurando: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.


Apesar de parcela da doutrina moderna admitir que pode ser possível uma renúncia temporária, não me parece ser este o fator aplicado ao excesso de exposição gerado a partir de redes de sociais, nas quais a efêmera disponibilização de status alcança, cada dia mais, seguidores.


Assim, quando a exposição passa a ser em ambiente virtual, as pessoas detentoras de mesmo direito na vida offline parecem não considerar a quebra da privacidade, mesmo com reforçado amparo da legislação nacional. Note-se ainda o disposto no artigo 5º, inciso LX, da Constituição Federal, que determina que “a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais, quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem”.


Em linhas gerais, a Constituição ratifica o interesse social através da publicidade dos atos, no entanto prevê a restrição de tal publicidade sempre que a defesa da intimidade e o interesse social o exigirem. O resguardo via segredo de justiça a dados relativos à intimidade é previsto no artigo 189 do Código de Processo Civil (CPC): “os atos processuais são públicos, todavia tramitam em segredo de justiça os processos em que constem dados protegidos pelo direito constitucional à intimidade”.


Mais recentemente, há ainda a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que, apesar de sua natureza distinta, está profundamente vinculada ao direito da privacidade. A Lei 13.709/2018 (LGPD) tem como seu escopo principal amparar a proteção dos dados pessoais, sejam eles os dados pessoais pura e simplesmente ou mesmo os dados pessoais sensíveis frente à inexorável necessidade de amparo contra abusos por parte de entes públicos ou privados. Desta forma, o direito à autodeterminação informativa garante que o titular tenha total controle sobre seus dados pessoais, podendo decidir se os mesmos poderão ser objeto de tratamento, bem como exigir a correção ou exclusão das informações de bancos de dados.


Mas, e quando quem desrespeita a LGPD é o próprio usuário?


Para esses casos, inclusive, a própria LGPD já prevê em seu artigo 43, inciso III que: “os agentes de tratamento só não serão responsabilizados quando provarem que o dano é decorrente de culpa exclusiva do titular dos dados ou de terceiros”.


Assim, exigir lei protetiva e respeito à privacidade e intimidade enquanto o carrossel fotográfico expõe a rotina, os gostos e a vida das pessoas é um enorme contrassenso. 


Bom, comecemos por aquele reels em que um pai posta o filho pequeno cantando a música que toca na rádio do carro. O vídeo em poucos momentos atinge centenas ou milhares de pessoas, mas será que esse pai tomou os devidos cuidados para não expor, por exemplo, o uniforme da escola em que o filho estuda? 


Outro caso concreto está, ao postar, uma foto do fim de semana com os amigos enquanto no registro aparece também a placa do seu carro. E mais recentemente, tão viral quanto a Covid-19, fotos de pessoas recém vacinadas exibindo orgulhosamente seus cartões comprobatórios do recebimento do imunizante. 


O que muitos ainda não se atentaram, no entanto, é que todas essas imagens escancaram dados pessoais e podem trazer sensibilidades aos que tiverem a intimidade exposta, mesmo que por sua própria vontade. 


Nome completo, nº do CPF, data da vacinação, lote do imunizante, unidade de saúde em que a vacina foi aplicada, data da segunda dose. Esses dados estão disponíveis na internet em inúmeros perfis de redes sociais. Considerados sensíveis, esses dados, em mão erradas, podem trazer transtornos. Além da possibilidade de falsificação do cartão, os dados expostos podem ser utilizados para a aplicação dos mais variados golpes.


Da mesma forma, pela placa do carro, é possível consultar a regularidade do veículo em sites da internet com o objetivo de cometer delitos a partir dos dados publicados. E é claro que ainda há a questão de segurança, ao expor crianças com uniformes e suas rotinas nas redes sociais, o endereço da residência da família, local de trabalho, programação de viagens.


Há pouco tempo uma influenciadora digital publicou foto em seu perfil em rede social e, em virtude dela, foi vítima de um assalto. Na imagem, é possível ver no pulso da influenciadora um relógio de marca de luxo, que foi exatamente o item alvo do roubo. Segundo a própria vítima, o assaltante armado entrou procurando por ela e, mesmo em um ambiente repleto de outras pessoas, ela foi a única a ser roubada.


Em abordagem, que parece ter se tornado corriqueira, golpistas pedem transferência de dinheiro por aplicativos de mensagens do celular, utilizando, inclusive, a foto da vítima no perfil de identificação do número. Esse golpe vem ficando ainda mais sofisticado, já que os fraudadores conseguem identificar parentes e amigos pelo nome, utilizando referências familiares ou de determinados grupos de amizade. Todos conhecemos alguém que já passou por essa desagradável situação, não é mesmo?


Desta forma, nada adianta o clamor pela proteção e a exigência do controle sobre a decisão de como dar-se-á o tratamento dos dados pessoais, se nas redes sociais esses critérios parecem passar despercebidos pelos administradores dos perfis. Não estamos falando da política dos aplicativos que apresentam termos que poucos efetivamente leem antes de dar o check “Li e aceito”, mas sim dos próprios detentores desta proteção legal, perpassando conscientização do usuário frente a nova era digital. 



Disponível em: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/dadospessoais-a-privacidade-ou-falta-dela-na-era-digital 

No trecho:

“Nada adianta o clamor pela proteção se nas redes sociais esses critérios passam despercebidos...”


O emprego do presente do indicativo em “passam” produz efeito de:

Alternativas
Q3927023 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

TEXTO III

Consoada

Manuel Bandeira

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.

Disponível em: https://www.revistabula.com/564-os-10-melhorespoemas-de-manuel-bandeira/
Releia o verso do poema Consoada, de Manuel Bandeira: 
"Talvez eu tenha medo."
Assinale a opção que apresenta a classificação correta do verbo destacado
Alternativas
Q3926708 Português
A concordância verbal exige atenção às particularidades de certos verbos, especialmente aqueles considerados impessoais. O uso inadequado dessas estruturas é frequente em textos do cotidiano. Assinale a alternativa correta quanto à concordância.
Alternativas
Q3926401 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o trecho do poema O poeta da roça:
“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”
A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.
Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares: 
Alternativas
Q3926306 Português

Leia o texto para responder a questão.


A felicidade das pequenas coisas


    Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas


13/01/2025 | ISAAC ROITMAN — Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador emérito do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Movimento 2022–2030: O Brasil e o mundo que queremos


    O título deste texto é de um filme originário do Butão e China com o nome original de Lunana: A yalk in the classroom, dirigido por Pawo Choyning Dorji. Foi um dos indicados para o Oscar de 2022 como melhor filme estrangeiro. Ele descreve a aventura de Ugyen, um jovem que está terminando sua formação de professor, sem ter nenhuma vocação para ensinar. Seu sonho é conseguir um visto para a Austrália, onde poderia cantar nos bares de Sydney. Ugyen mora em Thimphu com sua avó. Ele completou quatro de seus cinco anos obrigatórios¹ de treinamento como professor do governo. Quando ele é DESIGNADO/DESIGUINADO para ensinar na remota vila montanhosa de Lunana, pensa em largar seu emprego, mas sua avó o incentiva a completar sua tarefa de ensino. Ele decide aceitar e deixa a cidade.

    Ugyen conhece Michen, um guia da vila que o leva pelo caminho a pé de seis dias até Lunana, uma vila com uma população de 56 pessoas, 4.800 metros acima do nível do mar. Os moradores ficam animados com sua chegada, mas Ugyen, horrorizado com as más condições do local, expressa seu ARRENPEDIMENTO/ARREPENDIMENTO por ter vindo e pede para ser levado de volta. Asha, o líder da vila, informa que as mulas precisam de tempo para descansar, e que ele pode levar Ugyen de volta em alguns dias. Na manhã seguinte, Ugyen é acordado por Pem Zam, a menina representante² de classe, que lhe diz que as crianças estão esperando por ele na sala de aula. Ugyen fica surpreso com a afeição que sentem por ele, pois as crianças acreditam que os professores têm a capacidade de "construir o futuro".

    Ugyen retorna no dia seguinte mais bem preparado para dar aulas e improvisa uma solução para a falta de um quadro-negro escrevendo diretamente na parede com carvão. Ugyen lentamente faz melhorias na sala de aula, incluindo sacrificar o papel que cobre suas janelas quando as crianças rapidamente ficam sem material ESCASSO/EXCASSO para escrever. Eles ficam tristes quando descobrem que Ugyen planeja ir embora quando o inverno chegar e não retornará. Com a aproximação do inverno, ele deixa Lunana e recebe uma carta de todas as crianças na qual agradecem, o chamam de professor favorito e o incentivam a retornar na primavera. 

    O drama butanês-chinês³ parte de uma hipótese clara: as cidades tornam os indivíduos frios, desconectados da família e da natureza, enquanto o campo preservaria os verdadeiros guardiões das tradições e dos bons costumes. Em outras palavras, sustenta-se a tese do bom selvagem: o ser humano nasce puro, porém a sociedade o corrompe. Quando é enviado à "escola mais remota do mundo", ASSESSÍVEL/ACESSÍVEL após dias de trilhas rumo ao cume de uma montanha, ele detesta o local e as pessoas sorridentes que ali vivem.

    No entanto, ganha um doce quem adivinhar as transformações sofridas pelo homem amargo, egoísta e preso aos aparelhos eletrônicos. Os seus desejos e sonhos atingiram outras dimensões emolduradas pela amorosidade e simplicidade das crianças e moradores de Lunana. A subida geográfica4 rumo à minúscula aldeia Lunana também funciona como uma ASSENÇÃO/ASCENSÃO aos céus, à pureza da humanidade em meio às nuvens. Embora Ugyen manifestasse um comportamento arredio com os vizinhos e colegas, continuava sendo tratado com cortesia e sorrisos. Aos poucos, foi sendo impregnado de otimismo e felicidade por osmose.

    Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas. Todos temos aspirações, necessidades que promovem a saúde emocional, como amor, superação, satisfação, bem-estar, tranquilidade, sonhos e sensação de realização, todos bens intocáveis que não se conseguem com dinheiro.

    É pertinente revisitar os conceitos de Albert Einstein sobre felicidade. Ele acreditava que a verdadeira felicidade era encontrada nas coisas simples da vida e defendia que a busca incessante5 pelo sucesso material ou reconhecimento externo muitas vezes OBISCURECIA/OBSCURECIA a essência da felicidade genuína. Ele também acreditava que a empatia e a compressão contribuem para a felicidade, tanto própria quanto dos outros. Ele defendia que a capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros promovia relações mais saudáveis e satisfatórias. Finalmente, ele acreditava que a solidariedade e a luta pela justiça social eram fontes de felicidade.

    Vamos todos buscar as pequenas coisas para a conquista da felicidade.



ROITMAN, Isaac. A felicidade das pequenas coisas. Correio Braziliense, 13 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2025/01/7032874-a-felicidade-das-pequenas-coisas.html. Adaptado.

Diante do contexto temático em que ocorre, em que tempo e/ou modo o verbo que inicia o último parágrafo do texto se encontra conjugado? 
Alternativas
Respostas
901: C
902: C
903: A
904: B
905: A
906: C
907: D
908: A
909: B
910: D
911: C
912: A
913: D
914: A
915: C
916: A
917: A
918: B
919: A
920: A