Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q2163442 Português
Julgue o item que se segue.
A função sintática de um termo pode ser identificada por meio de sua flexão verbal. Por exemplo, em uma oração na terceira pessoa do singular, o verbo concorda em número com o sujeito. 
Alternativas
Q2163283 Português
Julgue o item subsequente. 
Verbos em português não possuem formas nominais, como infinitivo e gerúndio. 
Alternativas
Q2162962 Português

Julgue o item subsequente. 


A função sintática de um termo pode ser identificada por meio de sua flexão verbal. Por exemplo, em uma oração na terceira pessoa do singular, o verbo concorda em número com o sujeito.

Alternativas
Q2162960 Português

Julgue o item subsequente. 


Existem três conjugações verbais em português: a primeira, a segunda e a terceira.

Alternativas
Q2162883 Português

Julgue o item que se segue.


Verbos em português não possuem formas nominais, como infinitivo e gerúndio. 

Alternativas
Q2162723 Português

Julgue o item que se segue. 


Verbos regulares seguem um padrão de conjugação, enquanto os verbos irregulares têm conjugações diferentes e, muitas vezes, irregulares. 

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Q2162719 Português

Julgue o item que se segue. 


Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo. 

Alternativas
Q2162483 Português

Julgue o item a seguir. 


Verbos regulares seguem um padrão de conjugação, enquanto os verbos irregulares têm conjugações diferentes e, muitas vezes, irregulares.

Alternativas
Q2162479 Português

Julgue o item a seguir. 


Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo.

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Q2162219 Português
Texto CB1A7

     Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo, quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés, nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele coxeia.

Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
No texto CB1A7, o emprego do presente do indicativo a partir do quarto período, em “caminha”, “Não se preocupa”, “Leva”, “repara” e “Continua”, exprime ações  
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Q2161887 Português
Para responder à questão, leia o trecho do poema de Manuel Bandeira.

Há que tempo que não te vejo!
Não foi por querer, não pude,
Nesse ponto a vida me foi madrasta,
Recife.

Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim:
Nos ossos, nos olhos, nos ouvidos, no sangue, na carne,
Recife.

Não como és hoje,
Mas como eras na minha infância,
Quando as crianças brincavam no meio da rua
(Não havia ainda automóveis)
E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas
(Continuavas província, Recife)

(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990)
Leia com atenção as seguintes afirmações.
I. Permutando-se o verbo “haver” pelo verbo “existir” nos versos Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: / (Não havia ainda automóveis), tem-se como resultado, respectivamente: “existiu” e “existiam”.
II. Admite transposição para a voz passiva a frase E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas.
III. Na 1ª estrofe, a palavra madrasta está empregada em sentido figurado.

Está correto o que se afirma APENAS em
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Q2161643 Português

Julgue o item subsequente.


Verbos regulares seguem um padrão de conjugação, enquanto os verbos irregulares têm conjugações diferentes e, muitas vezes, irregulares. 

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Q2161309 Português

Julgue o item subsequente. 


Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo.

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Q2161220 Português

Julgue o item que se segue.


Os verbos auxiliares – como “ser”, “estar” e “ter” – são usados para auxiliar na conjugação de outros verbos. 

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Q2161119 Português

Julgue o item subsequente.


A forma “pôr” recebe acento circunflexo para indicar que se trata de uma preposição, enquanto o verbo é grafado sem acento: “por”.

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Q2161115 Português

Julgue o item subsequente.


Em FIZÉSSEMOS, o SSE e o MOS são, respectivamente, desinência verbal modo-temporal e desinência verbal número-pessoal.

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Q2161089 Português

Julgue o item subsequente.


Na manchete de jornal “Homem morre após colidir moto em carro na PE-180, em São Bento do Una”, de abril de 2022, fica claro o uso do verbo no presente do indicativo, denotando que o fato ainda irá acontecer. 

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Q2161040 Português

Julgue o item subsequente.


Os verbos auxiliares – como “ser”, “estar” e “ter” – são usados para auxiliar na conjugação de outros verbos. 

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Q2160597 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ser cronista

            Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.

        Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.

         E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
De acordo com a norma-padrão, no trecho – Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. –, se a forma verbal “queria” for substituída por “quero”, as formas verbais destacadas devem ser substituídas, respectivamente, por: 
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Q2160502 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

Sozinhos

        Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:

        Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

        – Ronca.

        – Não ronco.

        – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

        Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.

        Ficam os dois sozinhos.

        – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.

        – Humrfm – diz o velho.

        Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.

        Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

        Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

        – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

        – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

        E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.

        É um diálogo sussurrado.

        “Estão prontos?”

        “Não, acho que ainda não…”

        “Então vamos voltar amanhã…”

VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
“Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada.”
É correto afirmar que o verbo em destaque está conjugado no
Alternativas
Respostas
6281: C
6282: E
6283: C
6284: C
6285: E
6286: C
6287: E
6288: C
6289: E
6290: A
6291: D
6292: C
6293: E
6294: C
6295: E
6296: C
6297: E
6298: C
6299: E
6300: C