Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por 4 meses: 'Não tive sensação de ser meu próprio chefe'.
O procurador do Ministério Público do Trabalho Ilan
Fonseca tirou uma licença de quatro meses para ser
motorista de Uber nas ruas de Salvador
Fonseca diz que a Uber tem um "contrato em pedaços"
com os motoristas: além dos documentos iniciais, há
também mensagens por e-mail ou pelo aplicativo
enviados frequentemente aos motoristas, relata o
procurador.
"Esse 'contrato em pedaços' contempla normas
obrigatórias que surgem aos poucos para os motoristas",
diz.
Fonseca fala em "doses homeopáticas" de informações
relacionadas ao contrato e diz que isso "fragiliza, ainda
mais, o conhecimento dos empregados sobre as
informações necessárias acerca de suas condições de
trabalho".
Ele dá como exemplo as mensagens com atualizações
de condutas proibidas.
Depois da experiência, a conclusão do pesquisador é de
que existe uma subordinação do motorista em relação à
plataforma e que ela é "muito mais intensa do que a
gente imagina".
"Além de todas as obrigações que um motorista de
aplicativo deve seguir, os deveres dos trabalhadores da
plataforma vêm também expressos em mensagens
individualizadas diárias enviadas através do aplicativo,
explicitando-se que o descumprimento dessas regras
implica desativação e desligamento, diz.
Ele aponta, por exemplo, que os motoristas seguem
regras indicadas pela Uber inclusive sobre conversar ou
não com o passageiro (na categoria Comfort, o
passageiro pode escolher a opção "prefiro viajar em
silêncio").
O pesquisador diz que a possibilidade de aplicação de
punições pela plataforma evidencia a ausência de
autonomia dos motoristas, já que esse poder, segundo
ele, não seria esperado em um suposto cenário de
trabalho autônomo.
Nesse contexto, o procurador defende que a relação
entre plataforma e motorista deveria ser enquadrada nas
leis trabalhistas já existentes no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r3
p8yo.adaptado.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

Bruno Vaiano. Vestibular: um modelo de seleção fracassado.
Superinteressante, ed. 459, Editora Abril, jan./2024 (com adaptações).
Texto para o item.

A forma “roê‑los”, no décimo segundo verso, apresenta um verbo e um pronome.
Tirinha para o item.

A forma verbal “sou”, da fala do pato sem cabelo no primeiro quadrinho, e a forma verbal “são”, do mesmo pato no segundo quadrinho, não pertencem à conjugação do mesmo verbo.
Tirinha para o item.

Os verbos conjugados nas falas do pato da esquerda estão flexionados na segunda pessoa do singular.
Texto para o item.

Se, no trecho “que, na realidade, não sabíamos nada” (linhas 14 e 15), a forma verbal “sabíamos“ fosse substituída pela expressão ter conhecimento, com o verbo na mesma conjugação, deveria ser inserida uma preposição por antes de “nada”.
Existe uma coisa nos estudos sobre cognição chamada “teste do espelho”. Ele é bem intuitivo: você põe animais na frente de um espelho e vê se eles admiram o próprio reflexo ou pensam se tratar de outro bicho. Para nós, humanos, é óbvio que aquela imagem refletida é nossa – bebês a partir de 18 meses já sabem disso. Mas essa capacidade não é universal.
I. “É importante que essa anomalia esteja fora do campo de visão do animal”
II. “Então, eles deixaram cada cobra sozinha com um entre cinco aromas”.
III. “As cobras-liga orientais exibiam movimentos de língua muito mais longos quando eram expostas ao próprio cheiro”.
Nas desinências dos verbos em destaque, há indicação do pretérito perfeito do modo indicativo apenas em:
Existe uma coisa nos estudos sobre cognição chamada “teste do espelho”. Ele é bem intuitivo: você põe animais na frente de um espelho e vê se eles admiram o próprio reflexo ou pensam se tratar de outro bicho. Para nós, humanos, é óbvio que aquela imagem refletida é nossa – bebês a partir de 18 meses já sabem disso. Mas essa capacidade não é universal.
Considere a oração a seguir.

Considerando o português escrito padrão, ao se flexionar o sujeito no plural, obtém-se:

A Boa Linguagem
Por Eduardo Sabagg

(Disponível em: Sabbag, Eduardo. Manual de português jurídico / Eduardo Sabbag. — 7. ed. reform. e atual. —
São Paulo: Saraiva, 2013. – texto adaptado especialmente para esta prova).
“o que é escrito sem esforço é geralmente lido sem prazer”.
Quanto à estrutura linguística do texto, julgue o item a seguir.
A forma verbal “verificou‑se” (linha 17) é equivalente
à expressão é verificado que.
Esta gente



Ana Hatherly. In: Um calculador de improbabilidades.
com infecções após lipo de papada é
investigada pelo Ministério Público


STF reconhece omissão do Congresso para regulamentar licença-paternidade
Por Lucas Mendes

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-reconhece-omissao-do-congresso-pararegulamentar-licenca-paternidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. No fragmento “Atualmente, a licença-paternidade dura cinco dias; ...” (l. 09), a palavra sublinhada, nesse contexto, é compreendida como um adjetivo. II. Ao colocar o fragmento “A ação foi proposta em 2012 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS)” (l. 27-28) na voz ativa, teremos: “A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) propôs a ação em 2012.”. III. Em “o prazo de cinco dias não reflete a evolução dos papéis desempenhados por homens e mulheres na família e na sociedade” (l. 17-18), flexionando a palavra sublinhada no plural, ter-se-ão outras duas alterações relacionadas à concordância nominal e verbal.
Quais estão corretas?

