Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

TEXTO PARA A QUESTÃO.

Fonte: https://www.instagram.com/tirinhasinteligentes/?hl=pt-br.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão que a ele se referem.
Texto 03

Disponível em: https://www.elo7.com.br/poema-digital-frases-fernando-pessoa. Acesso em: 5 jun. 2024.
No texto 03, o pronome “te” e o verbo “nasceste” indicam o emprego da
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MTU2MjQ/. Acesso em: 4 jun. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura da composição do texto 03.
I - O verbo “alimentar” comprova o uso do sentido figurado no texto.
II - O pronome relativo “que”, nos três usos, retoma termos anteriores.
III - As formas verbais “é” e “há” foram usadas no presente do indicativo.
IV - A forma verbal “entenda” foi empregada no presente do subjuntivo.
V - O verbo “há” é impessoal, visto que foi usado com sentido de “existir”.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 01
Com gostinho de infância
Mariana Chagas
Quais eram suas brincadeiras preferidas quando criança? Parece até bobagem, mas o que gostávamos de fazer diz muito sobre quem somos hoje. É que a infância é o momento de maior desenvolvimento neurológico da vida. Todas as interações com outras pessoas e com o ambiente durante essa fase são essenciais para moldar as principais estruturas de quem essa pessoa vai se tornar. E, por isso, as brincadeiras e as atividades educacionais são de tamanha importância.
Esses passatempos servem para estimular os sentimentos intrínsecos da infância: a curiosidade, o encantamento, a diversão. São essas emoções que deixam a criança tão interessada pela vida e fascinada com coisas que parecem simples, mas, para elas, são um universo realmente novo.
Conforme crescemos, é comum que esses sentimentos diminuam. A autora Kasey Tross trouxe um questionamento importante em seu texto “Subindo o escorregador”. Ela aponta que muitas crianças tentam subir pelo escorregador dos parquinhos, sendo que estes foram feitos apenas para descer. Seja por curiosidade, ou apenas para testar a própria capacidade, elas continuam mesmo após cair e levar bronca dos adultos. Então ela questiona por que perdemos essa curiosidade tão determinante depois que viramos adultos.
É importante tentar resgatar, preservar e manter essas emoções atreladas a nossa infância, mesmo durante a vida adulta.
Quem explica isso é Patrícia Stankowich, psicanalista com ênfase nas temáticas sobre infância, adolescência e inclusão.
“Essa pode ser uma forma de manter a espontaneidade e alegria no viver, apesar dos percalços e dos imprevistos que a vida nos traz”, argumenta.
De acordo com a psicanalista, os sentimentos característicos da infância, como o encantamento, a curiosidade e a criatividade, são fundamentais no nosso dia a dia porque estão associados aos aspectos fundamentais do desenvolvimento emocional e cognitivo.
“Manter o encantamento, a curiosidade e a criatividade podem trazer benefícios, como um melhor bem-estar emocional”, elucida a profissional. “O encantamento, por exemplo, nos conecta com a capacidade de nos maravilharmos com as pequenas coisas da vida, promovendo uma sensação de alegria e de admiração”, relata.
Também é importante o estímulo à criatividade. A pesquisadora explica que ela é útil não só para a resolução de problemas, mas também para a inovação e para o desenvolvimento pessoal. Quem diria que a infância poderia nos ajudar a encontrar soluções originais na vida adulta?
Já a curiosidade nos impulsiona a buscar conhecimento e explorar novas experiências. “Ela pode levar a um contínuo desenvolvimento pessoal intelectual, essencial para o crescimento durante toda a vida”, complementa a psicanalista.
Mesmo na vida adulta, existem brincadeiras e atividades que podem ser realizadas, sozinho ou acompanhado, para manter o encantamento pela vida e cultivar o mundo de forma mais positiva. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/emocoes/com-gostinho-de-infancia. Acesso em: 4 jun. 2024. Adaptado.
No trecho “Mesmo na vida adulta, existem brincadeiras e atividades que podem ser realizadas, sozinho ou acompanhado, para manter o encantamento pela vida e cultivar o mundo de forma mais positiva.”, se no lugar do verbo “existir” fosse usado o verbo “haver”, a forma CORRETA seria
PRECIOSO, Karla. Detox Digital: três dicas para se desconectar do on e se conectar com o off. Ana Maria. Ed. nº 9, out., 2023. São Paulo: Editora Caras. .
A respeito dos verbos negritados no trecho acima, assinale a alternativa correta.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o trecho “Isso deu margem para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes”, retirado do texto, analise as perguntas abaixo a respeito das classes gramaticais:
Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

(Disponível em: exame.com/esporte/descendentes-de-eiffel-se-opoem-a-permanencia-dos-aneis-olimpicos-natorre-em-paris/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
"Os anéis olímpicos, símbolo das Olimpíadas, foram colocados na estrutura da torre em celebração aos jogos".
Texto pra responder à questão.
Encerrando ciclos
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar, ao mesmo tempo, no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não pelo orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
(Glória Hurtado, Coluna “Revolturas”. in: El Pais, de Cali. Em: 21/01/2003.)
'Livro reduz o estresse e minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita'.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2024/06/literacura.ghtml
De acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, o verbo que também está empregado no mesmo tempo do verbo em destaque acima está na opção:
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?


(Disponível em: veja.abril.com.br/coluna/radar/1a-fotografa-negra-da-bahia-celebra-50-anos-de-carreira-comexposicao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
"Alimentos ultraprocessados não são propriamente alimentos, mas sim formulações de substâncias derivadas de alimentos, frequentemente modificadas quimicamente e de uso exclusivamente industrial, contendo pouco ou nenhum alimento inteiro e tipicamente adicionadas de corantes, aromatizantes, emulsificantes e outros aditivos cosméticos, para que se tornem palatáveis ou hiperpalatáveis", afirmou Carlos Augusto Monteiro, coordenador do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP) em entrevista ao Portal Drauzio.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/mariana-varella/2024/05/22/criancas-brasileiras-e-o-perigo-do-alto-consumo-deultraprocessados.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 22 maio 2024.
Pai não entende nada
— Um biquíni novo?
— É, pai.
— Você comprou um no ano passado!
— Não serve mais, pai. Eu cresci.
— Como não serve? No ano passado você tinha 14 anos, este ano tem 15. Não cresceu tanto assim.
— Não serve, pai.
— Está bem. Toma o dinheiro. Compra um biquíni maior.
— Maior não, pai. Menor.
Aquele pai, também, não entendia nada.
Fonte: VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1995. p. 255.
Com base no texto e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de
demência, diz estudo
A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.
A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.
Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.
Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.
Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.
Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.
Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes
zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:
25/07/2024.
Analise o trecho abaixo, retirado do texto.
“Estudos anteriores haviam mostrado uma relação
entre a vacina atenuada e o menor risco de demência.”
Sobre os verbos em destaque acima, é correto afirmar que: