Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
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BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>.
A expressão “não me pede”, na fala do personagem da tirinha acima, é uma forma:
(___) Havia muitas flores no jardim.
(___) Haviam operários naquela construção.
(___) Existe muitas frutas fora de época.
(___) Existem leis muito obsoletas.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando não havia internet
Quando não havia internet, eu precisava ir de casa em casa na minha vizinhança comentando sobre os livros que havia acabado de ler. Batia à porta e assim que atendiam – não havia nenhum tipo de cumprimento – eu já começava a falar sobre o que havia mais me chamado a atenção na história.
Às vezes, a pessoa levantava o polegar, em sinal de que havia gostado do que eu havia dito, e então voltava para dentro de casa, sem dizer nada. Em outras, mais raras, a pessoa comentava sobre o que eu havia acabado de falar e então a gente dava início ao que os antigos chamavam de “conversa”. Outras pessoas também podiam participar, inclusive gente que nenhum de nós havia visto na vida.
Devo confessar que bem mais comum era a pessoa ouvir apenas o início do meu comentário e imediatamente me deixar de lado, demonstrando que não estava interessada no que eu tinha a dizer. Isso acontecia principalmente porque logo atrás de mim havia outra pessoa que também queria mostrar ou dizer algo ao meu vizinho. Geralmente, traziam uma foto, e as fotos faziam muito mais sucesso do que os comentários que eu tinha a fazer sobre livros.
Naquele tempo, as pessoas precisavam tirar cópias das suas fotos – depois de revelar os filmes – e sair mostrando a todo vizinho, a todo amigo, a todo amigo de amigo com quem travasse relações. Muitos iam até a rua principal da cidade e lá expunham as suas fotos, geralmente do seu almoço ou seu rosto. Alguns gostavam tanto que compartilhavam a cópia.
Bem mais complicado era compartilhar aquilo que uma pessoa dizia. Ainda me lembro bem, mais de uma vez os meus amigos gostaram tanto de uma coisa que eu havia acabado de falar que queriam que também os amigos deles ficassem sabendo daquilo. Para isso, levavamme com eles e a gente percorria as casas de todos os conhecidos deles a fim de que eu repetisse o que lhes havia dito. Era bem cansativo. (...)
FENDRICH, Henrique. Quando não havia
internet. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/quando-nao-havia-internet/>
A forma verbal composta destacada no trecho acima indica uma ação:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando não havia internet
Quando não havia internet, eu precisava ir de casa em casa na minha vizinhança comentando sobre os livros que havia acabado de ler. Batia à porta e assim que atendiam – não havia nenhum tipo de cumprimento – eu já começava a falar sobre o que havia mais me chamado a atenção na história.
Às vezes, a pessoa levantava o polegar, em sinal de que havia gostado do que eu havia dito, e então voltava para dentro de casa, sem dizer nada. Em outras, mais raras, a pessoa comentava sobre o que eu havia acabado de falar e então a gente dava início ao que os antigos chamavam de “conversa”. Outras pessoas também podiam participar, inclusive gente que nenhum de nós havia visto na vida.
Devo confessar que bem mais comum era a pessoa ouvir apenas o início do meu comentário e imediatamente me deixar de lado, demonstrando que não estava interessada no que eu tinha a dizer. Isso acontecia principalmente porque logo atrás de mim havia outra pessoa que também queria mostrar ou dizer algo ao meu vizinho. Geralmente, traziam uma foto, e as fotos faziam muito mais sucesso do que os comentários que eu tinha a fazer sobre livros.
Naquele tempo, as pessoas precisavam tirar cópias das suas fotos – depois de revelar os filmes – e sair mostrando a todo vizinho, a todo amigo, a todo amigo de amigo com quem travasse relações. Muitos iam até a rua principal da cidade e lá expunham as suas fotos, geralmente do seu almoço ou seu rosto. Alguns gostavam tanto que compartilhavam a cópia.
Bem mais complicado era compartilhar aquilo que uma pessoa dizia. Ainda me lembro bem, mais de uma vez os meus amigos gostaram tanto de uma coisa que eu havia acabado de falar que queriam que também os amigos deles ficassem sabendo daquilo. Para isso, levavamme com eles e a gente percorria as casas de todos os conhecidos deles a fim de que eu repetisse o que lhes havia dito. Era bem cansativo. (...)
FENDRICH, Henrique. Quando não havia
internet. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/quando-nao-havia-internet/>
Empregando o verbo destacado no trecho acima em outras situações, fica correto o seguinte enunciado:
No entanto, há usos que indicam outros sentidos, como
Identifique a alternativa que explica porque o verbo 'existir' está flexionado no plural de forma CORRETA.
I. O segundo verbo, no passado, marca uma anterioridade em relação ao primeiro, também no passado.
II. Há uma concomitância temporal entre os dois verbos, já que ambos estão no passado.
III. Trata-se do verbo ver conjugado no pretérito imperfeito e pretérito mais-que-perfeito, respectivamente.
IV. O passado contínuo, inscrito pelo primeiro verbo, intensifica a oposição do trecho, em contraste ao segundo verbo, no futuro.
Está correto o que se afirma em
Analise as afirmativas sobre a classificação das palavras no trecho e identifique a alternativa INCORRETA.

(O Estado de S. Paulo, 30 de outubro de 2025)
“Temos que nos preparar para o grande jogo, pessoal!”
A frase está reescrita corretamente, de acordo com a norma-padrão, em
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
“Na manhã ensolarada, caminhei à beira-mar, observando as ondas que batiam na areia. Parecia um quadro vivo, tão bonito que só podia ser comparado a uma pintura impressionista. Sentei-me na areia e vi que os barcos se moviam calmamente, e nuvens se espalhavam pelo céu, formando desenhos que mudavam a cada instante. Enquanto isso, havia muitas gaivotas sobrevoando a costa, e algumas mergulhavam em busca de peixes.”
A partir do trecho:
“havia muitas gaivotas sobrevoando a costa”,
marque a alternativa INCORRETA sobre o verbo “haver”.

DUKE. Disponível em <https://app.estuda.com/questoes/?id=1718254
Na fala do personagem da charge acima, as formas verbais “tem praticado” e “tem dormido” indicam ações que:
Analise a concordância estabelecida pelas formas verbais destacadas abaixo, preenchendo C ou E conforme esteja respectivamente certa ou errada. A seguir, assinale a sequência obtida.
(__) Era duas horas quando tudo aconteceu.
(__) Chegou todos os itens solicitados.
(__) Vieram para a festa os pais da noiva.
(__) A lista de mercadorias apresentaram alterações.
Com base na frase extraída do texto-base, é correto afirmar, sob o ponto de vista da morfologia, que:
Um médico-veterinário redige um laudo clínico referente à evolução de um paciente atendido anteriormente. O texto deve:
• registrar fato já constatado;
• indicar possibilidade futura real, vinculada à resposta terapêutica;
• manter coerência temporal e modal do discurso técnico.
Considerando essas exigências, assinale a alternativa em que o emprego de tempos e modos verbais está adequado.