Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q3150783 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Encontrar-te-ei assim que os sinos tocarem.
II.Observou-me lavar o carro.
III.Perguntou-me se poderia ajudá-lo.
IV.Calar-me-ei diante de tamanho despreparo.
V.Não lhe responderei nada do que perguntas.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de mesóclise?
Alternativas
Q3149982 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:

(__)Alguns professores lhes darão péssimos conselhos.
(__)Convidá-lo-ei para as festividades de dezembro.
(__)Chamem-me sempre que for necessário.
(__)Já avisei que não o quero vindo aqui.
(__)Encantei-me com a beleza das cidades italianas.

Coluna 02:

I.Ênclise;
II.Mesóclise;
III.Próclise.

Correlacione as colunas acima de acordo com a posição dos pronomes átonos em relação ao verbo da oração. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3149766 Português
Assinale a alternativa que possui o emprego de um pronome relativo invariável:
Alternativas
Q3149266 Português
Em relação ao uso de pronomes de tratamento na norma culta da Língua Portuguesa, qual das alternativas abaixo apresenta o uso correto e adequado ao contexto formal para se referir ao diretor de um estabelecimento de ensino?
Alternativas
Q3149141 Português
Leia atenciosamente as alternativas abaixo e assinale aquela que possui o emprego de ênclise: 
Alternativas
Q3148347 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:

(__)Conforme lhes foi informado, não haverá folgas.
(__)Emocionei-me com o seu discurso.
(__)Antes de começarmos, levantem-se.
(__)Nunca o vi chegar cedo.
(__)Calar-me-ei se achar necessário.

Coluna 02:

I.Ênclise.
II.Mesóclise.
III.Próclise.

Correlacione as colunas acima de acordo com a posição dos pronomes átonos em relação ao verbo da oração. Após análise, assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Alternativas
Q3147792 Português
        Na Escola Nossa Senhora do Morumbi, em São Paulo, a professora Débora Corrêa ensina poesia para turmas de 4.º ano do ensino fundamental desde 2002. O projeto Poesia também se aprende tem por objetivo permitir que as crianças brinquem com as palavras e percebam as diferenças entre ritmos e sonoridades, cantar e recitar, falar e recitar. Após cinco anos de trabalho, ela diz que a garotada aprende a reconhecer, compreender e dar significado às palavras. “Sem falar que o vocabulário enriquece, pois todos aprendem novas expressões no contexto em que elas devem ser usadas”, afirma. “A poesia estimula o raciocínio ao brincar com as palavras. E os menores, que ainda têm dificuldade para se expressar, aproveitam muito essas oportunidades de troca, até porque os textos sempre representam situações reais”, explica.

Internet:<novaescola.org.br>  (com adaptações)

Considerando aspectos linguísticos do texto anterior e a leitura nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o próximo item.


O pronome ‘elas’, em ‘elas devem ser usadas’ (quarto período), retoma “palavras”, que aparece no período imediatamente anterior.

Alternativas
Q3147689 Português
        Cléber de Souza, empresário e ex-garçom, acordou mais cedo que de costume. Cumpriu sua rotina matinal, se vestiu e partiu para uma das raras lojas que ainda revelam fotografias em Jaraguá do Sul (SC), onde mora. Pagou por uma única foto, tirada 21 anos atrás. Nela, aparece de camisa branca e gravataborboleta ao lado de um sorridente senhor de barbas brancas, que vestia uma camisa rosa estampada com coqueiros. Era Francis Ford Coppola. O cineasta americano visitou Curitiba em 2003, ano da foto. Em uma estada de três semanas, passou cinco vezes no restaurante italiano onde Souza trabalhava. Foi tietado pelos funcionários e até criou uma pizza personalizada, feita em massa grossa com muçarela, molho de tomate fresco, azeite e manjericão. O sabor é servido até hoje, com seu nome.

         Coppola circulava pela capital do Paraná, naquele ano, em busca de inspirações para o filme que vinha tentando produzir desde a década de 1980: Megalópolis. A película acaba de ser lançada e por isso o diretor resolveu retornar à cidade, que o atraiu anos atrás graças a seus dotes urbanísticos. Desta vez, permaneceu por apenas um dia. Souza, ansioso por reencontrar o antigo freguês na estreita janela de 24 horas, pegou a fotografia e percorreu, na tarde de 31 de outubro de 2024, os 160 quilômetros que conectam Jaraguá do Sul a Curitiba.

Plínio Lopes. O poderoso busão. In: Revista Piauí.
Internet:<piaui.folha.uol.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item a seguir, com relação aos sentidos e aspectos linguísticos do texto apresentado.


Em “seus dotes urbanísticos” (segundo período do segundo parágrafo), a forma pronominal “seus” tem como referente a cidade de Curitiba.

Alternativas
Q3147674 Português
        É ponto pacífico que um dos legados da linguística de grande utilidade no contexto escolar é a visão não preconceituosa sobre línguas e variedades de línguas. Esse foi um legado da linguística estrutural que se consolidou com os desenvolvimentos subsequentes da linguística, sobretudo a sociolinguística variacionista. Essa visão não preconceituosa derivou naturalmente da perspectiva da língua como estrutura, daí que o caráter não normativo da linguística se opôs frontalmente à atitude de preconceito linguístico que existia até então. Exemplos de preconceito linguístico são o conceito de língua primitiva (i.e., a ideia de que a povos de cultura dita “primitiva” correspondem línguas igualmente “primitivas”), a valoração de certas variedades de língua ou registros de língua em detrimento de outras variedades e registros, e assim por diante. Acho que ninguém hoje contestaria que o estudante que vai ser professor de ensino básico deve receber uma formação que o torne isento de preconceitos ou, pelo menos, o sensibilize contra preconceitos linguísticos e o norteie para saber como reagir diante de situações de variação dialetal.

Lucia Lobato. Linguística e ensino de línguas.
Brasília: Editora da UnB, 2015, p. 15 (com adaptações).

Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso se empregasse a ênclise do pronome “se” no segundo e no terceiro períodos, haja vista a falta de critério impositivo da próclise pronominal nesses períodos.  

Alternativas
Q3146485 Português
        Com o próximo casamento e partida para a Europa de minha filha Susana, andei arquitetando um meio de extorquir-lhe o meu retrato, feito por Candinho Portinari em 1938, que ora lhe pertence, de que muito gosto e que deve ter, aliás, na obra do pintor, certa importância, pois foi o primeiro, ao que eu saiba, realizado com inteira liberdade, depois da grande série de “retratos sociais” (chamemo-los assim, sem qualquer desdouro, nem para o artista, nem para os retratados) que ele andou pintando de alguns membros ilustres de nossa sociedade e de nossa inteligência. Lembra-me mesmo que, ao me propor fazê-lo, sabendo que eu estava de partida para a Inglaterra, Candinho sugeriu-me, com aquela eterna rabugice sua, que eu o deixasse pintar livremente, pois estava um pouco cansado do gênero de retratos que fazia e que tanto afagavam a vaidade da maioria dos retratados. Sei que em duas poses, em sua antiga casa das Laranjeiras, o retrato estava pronto e era como se se respirasse um novo ar dentro dele. Dias depois, estando eu no cais para embarcar em minha primeira grande viagem, chega ele sobraçando o retrato, que vinha oferecer-me. Mas a primogênita foi inflexível, no egoísmo do seu amor filial.

Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. 2008, p. 34 (com adaptações).

Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue.


No segmento “que vinha oferecer-me” (quarto período), também estaria correto o uso de próclise do pronome ao auxiliar — que me vinha oferecer.

Alternativas
Q3146449 Português
Texto 9A1

        No cotidiano de todo brasileiro, podemos visualizar as marcas que constituíram, a partir do século XVI, a presença dos povos africanos, de origem Banto e Iorubá, no Brasil. Essa presença está nas palavras que falamos, na gestualidade que produzimos e no nosso modo de pronunciar a língua portuguesa falada no Brasil.

        A entrada de grande número de africanos no Brasil, com suas diferentes culturas e línguas, passou por um processo de adaptação, de certo ajuste cultural e linguístico com a assimilação de novas palavras e, consequentemente, da forma como elas orientavam o entendimento da nova realidade vivida em português. Entretanto, ainda é possível visualizar a presença das palavras africanas nos diferentes espaços da cultura brasileira.

         O Museu da Língua Portuguesa, ao expor o acervo de palavras africanas que entraram no vocabulário da língua portuguesa, favorece reconhecer a história da população africana no Brasil como agente da cultura e da língua portuguesa que se desenhava sobre este solo. No setor Palavras Cruzadas do museu, por exemplo, visualizam-se palavras que nos ensinaram a nomear determinados comportamentos, como: bagunça lengalenga, dengo. Essas são algumas das palavras africanas que continuam vivas a significar comportamentos e relações sociais. Outras ganharam o sentido de gíria na língua portuguesa falada no Brasil, como borocoxô, cafofo.

         A cultura é algo que está no corpo, nos gestos, na memória, na forma de andar, no contorno das expressões verbais e não verbais. Não é possível perdê-la. A mudança de um contexto cultural para outro acompanha adaptações e recriações dadas em palavras, por isso podemos falar em um movimento de antropofagia simbólica no lugar de uma simples assimilação de palavras e práticas.

         As línguas mudam ao acompanharem a história dos seus falantes. Esta é a história da língua portuguesa em solo brasileiro: ela também pode adaptar-se às novas relações linguísticas e culturais. No Brasil, a manutenção da estrutura latina da língua portuguesa não impediu que esta acolhesse uma nova sonoridade em relação à sua matriz e incorporasse um grande vocabulário de palavras que veio de outras línguas.

         Como um detetive que reúne pistas para contar uma história, as palavras africanas expostas no acervo do Museu da Língua Portuguesa compõem o papel de traduzir os sentidos e significados compartilhados na cultura brasileira. É uma história nem sempre contada em livros didáticos, mas que carregamos conosco para os diferentes lugares a que podemos ir. A importância da língua portuguesa como um bem museológico se faz nesse ato de contar histórias que não são definidas por nós, mas são praticadas e vividas coletivamente.

Wilmihara Santos.
A presença africana nas palavras que falamos em português.
2018. Internet:<museudalinguaportuguesa.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto 9A1 e a aspectos gramaticais a ele relacionados, julgue o item que se segue.


No último período do texto, a substituição de “se faz” por faz-se manteria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q3142896 Português
Verifica-se colocação pronominal mesoclítica apenas em:
Alternativas
Q3142892 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Você é um número



    Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento – tudo é número. 


    Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira. 

    É por isso que vou tomar aulas particulares de matemática. Preciso saber das coisas. Ou aulas de física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral. 


    Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.


    Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência, também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio, recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações, também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica, tem. E quando a gente morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também. 


    Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número. Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao posto de saúde. E recebeu a ficha de número dez. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número nove. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.


    Se há uma guerra, nós somos classificados por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica. 


    Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo. 


    E Deus não é número.


    Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco posto ao sol. Meu número íntimo é nove. Só. Oito. Só. Sete. Só. Sem somá-los nem transformá-los em 987. Estou me classificando com um número? Não, a intimidade não deixa. Vejam, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem? 


LISPECTOR, C. Você é um número. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro, 1984, p. 572-573. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12336/vocee-um-numero>. 

Nos excertos a seguir, a palavra em destaque é um pronome demonstrativo apenas em:
Alternativas
Q3142477 Português
A próclise é possível em todas as sentenças a seguir, exceto em: 
Alternativas
Q3139413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Não espalha

Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma sondagem diária da fidelidade.

Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge não retribui as palavrinhas mágicas.

Não sou adepto dessa birra e chantagem com Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender de provas, sem se ver ameaçada por testes quantitativos.

Circula uma tirania de que precisamos falar sempre, para que a companhia não tenha dúvidas daquilo que sentimos.

Mas a jura não é tão importante quanto demonstrar amor. E você pode expressar o carinho silenciosamente, a lealdade secretamente.

Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a empatia em atos de confluência a gritar votos aos quatro ventos.

O que vale é agir amorosamente, é se preocupar amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o seu par com atenção, é trocar a saudade pela gentileza.

E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega a estar perto, acessível, consciente de sua influência.

Temos que observar mais o exemplo do que as declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa ampara você, se a pessoa escuta você.

Esse arcabouço de comportamentos deve prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro diga a todo momento o que ele mesmo já realiza naturalmente. É redundância.

Recordo um diálogo que vivi com a minha filha, quando ela tinha 11 anos.

Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.

− O que houve?

− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor − ela me disse.

Não me senti mal. Não me senti desvalorizado. Quem nunca se perguntou isso?

Há dias em que parece que você ama mais. Há dias em que parece que você ama menos. Há dias em que você se esquece de amar. Há dias em que você ama em dobro.

Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até que adormecesse.

Quando jurei que ela já tinha apagado e não estava mais me ouvindo, confidenciei:

− Amar é só gostar de ficar junto, filha.

Ela, inesperadamente, respondeu:

− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/29/naoespalha
Leia o trecho a seguir, adaptado do texto de Fabrício Carpinejar, e analise a colocação pronominal em destaque:

"Não me senti mal. Não me senti desvalorizado. Quem nunca se perguntou isso?"

Com base nas normas gramaticais da língua portuguesa, identifique a alternativa correta quanto ao uso da colocação pronominal:
Alternativas
Q3139033 Português
Rosa-do-deserto

        Novidade recente no mercado nacional de flores, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) ainda tem seu processo produtivo sob a luz de estudos e pesquisas de dados científicos para o aprimoramento das técnicas de cultivo. No entanto, o visual exótico e exuberante da planta, que desperta o interesse de muitos compradores, paisagistas e colecionadores, já a tornou fonte de renda para agricultores brasileiros por meio do comércio em floriculturas, feiras de rua, atacados e outros pontos de venda.
        A rosa-do-deserto encontra, em boa parte das regiões daqui, condições ambientais adequadas para o seu desenvolvimento — inclusive, é considerada uma ótima alternativa de cultura rentável para o pequeno e médio produtor rural de áreas semiáridas e sem sistema de irrigação. Descoberta na África subsaariana — o lado sul do deserto do Saara —, a flor típica de locais de clima quente e seco, como o próprio nome sugere, se beneficia de um sistema natural de armazenamento de água e nutrientes no caule (caudex), que permite à planta suportar longos períodos de estiagem e temperaturas elevadas.
        Valorizada, a rosa-do-deserto, que não exige muito espaço para crescer, é ideal para vasos, embora também possa ser cultivada em solo com boa drenagem para ornamentação de jardins. Na natureza, a rosa-do-deserto chega a 4 metros de altura, porém, a mais comercializada no mundo é a versão miniatura da flor, com aspecto que se assemelha ao dos bonsais. Replantes e podas de raízes e brotações são alguns dos tratos culturais necessários para se obter a beleza escultural do caule compacto e sinuoso.
        Herbácea e suculenta, ela possui diversas cores vibrantes, únicas ou em degradê e em opções que vão do branco e diferentes tons de rosa ao preto, e cinco pétalas e sépalas, que se fundem dentro de um tubo floral, com florescimento a partir de um a dois anos após o plantio. Simples ou dobradas, algumas flores exalam um leve aroma.
        Caducifólia, a rosa-do-deserto perde no fim do outono sua vistosa folhagem, de aspecto brilhante e de coloração verde-escura. Ovais, estreitas e lanceoladas, as folhas se apresentam reunidas em grupos ao longo dos ramos de textura média, como o tronco, que, aliás, exige o uso de luvas para ser manuseado, devido à seiva tóxica que contém.

Revista Globo Rural — adaptado.
No 2º parágrafo, no trecho: “[...] que permite à planta suportar longos períodos de estiagem e temperaturas elevadas. [...]”, o pronome relativo tem como referente: 
Alternativas
Q3137573 Português
O pronome oblíquo átono foi CORRETAMENTE empregado em:
Alternativas
Q3135724 Português


(Disponível em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2024/11/15/as-experiencias-de-outrospaises-com-jornada-de-trabalho-reduzida.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as classes gramaticais a palavras retiradas do texto.

Coluna 1

1. Adjetivo.
2. Advérbio.
3. Pronome.
4. Substantivo.

Coluna 2

( ) “demanda” (l. 01).
( ) “esta” (l. 02).
( ) “suficientes” (l. 03).
( ) “não” (l. 05).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4267924 Português
Coceira crônica afeta uma em cada cinco pessoas segundo pesquisas

Shayanne Boulet tinha dezoito anos de idade. No final do seu primeiro ano de faculdade, do nada, ela começou a ter coceiras angustiantes.

"No início, pensei que pudesse ser eczema", relembra ela. "Mas era muito mais debilitante. Eu não conseguia tomar banho quente, não conseguia me concentrar na minha lição de casa, não conseguia dormir porque eu me coçava por quase duas horas na cama. Eu precisava me levantar para me limpar porque havia sangue nos lençóis."

Boulet foi diagnosticada com prurigo nodular, uma doença de pele inflamatória crônica.

A condição é uma das muitas causas de coceira crônica, definida pelos médicos como uma coceira que dure mais de seis semanas, e que, segundo os profissionais de saúde, afeta uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida.

A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.

No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar". Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.

Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.

"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim. "Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona − uma espécie de dor 'nível 6 de 10' que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."

"A coceira crônica é diferente porque você não descansa. As pessoas afetadas coçam-se a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora." Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.

Se você for picado por um mosquito ou encostar em uma hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais. Essas substâncias ativam os receptores que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.

A coceira aguda é irritante, mas pode ser tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.

O fato é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos 360 anos, desde que a coceira foi definida pela medicina pela primeira vez. Um dos motivos é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o. Adaptado.

Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante.


De acordo com as classes de palavras, é correto afirmar, nesta frase, que:

Alternativas
Q4261786 Português
Julgue com C ou I conforme esteja CORRETA ou INCORRETA a colocação pronominal nos enunciados abaixo de acordo com a norma padrão:

( ) Alguém me disse que sua fala foi inconveniente.
( ) Dir-te-ei toda a verdade. 
( ) Aqui, se estuda muito.
( ) Sentei-me para aguardar o julgamento.
( ) Quando chegou, fui-lhe ver os livros.

A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Respostas
1961: C
1962: D
1963: C
1964: A
1965: B
1966: A
1967: E
1968: C
1969: E
1970: C
1971: C
1972: B
1973: D
1974: D
1975: D
1976: C
1977: D
1978: E
1979: C
1980: B