Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q1117716 Português
A inveja

    Todo mundo conhece os sete pecados capitais e, por séculos, muita gente viveu sob o pêndulo da censura e da condenação moral por eventual cometimento de um desses pecados. Hoje em dia, quase ninguém mais dá tanta importância a eles, que mais parecem uma herança esquecida no passado medieval. Mas, ainda assim, um dos sete pecados encontra-se presente em quase todos nós; em uns mais, em outros menos: a inveja.
    Melanie Klein, uma das figuras centrais da história da psicanálise, realizou estudos sobre esse assunto e concluiu que a inveja é um sentimento negativo que o ser humano começa a desenvolver desde os primeiros tempos da infância e que, como regra geral, acompanha a pessoa por toda a vida. Ninguém gosta de admitir, mas todos nós, em algum momento, sentimos inveja de alguém, por uma razão ou outra. Segundo os especialistas, isso é natural.
    O problema são aquelas pessoas que, de tão invejosas, acabam por ficar cegas para as suas próprias potencialidades. São pessoas que dedicam a sua existência a admirar e desejar intensamente tudo o que pertence aos outros. Como não conseguem tomar para si as coisas ou qualidades dos outros, passam a desejar a destruição daquilo que tanto admiram. Daí a negatividade da inveja.
    Entre os inúmeros ditados que falam sobre a inveja, há um bem interessante: “Não grite a sua felicidade, pois a inveja tem sono leve”.
(João Francisco Neto. Diário da Região, 19.10.2019. Adaptado)
A alternativa em que a expressão entre colchetes substitui o trecho destacado segundo a norma padrão de emprego e colocação de pronomes é:
Alternativas
Q1117641 Português

Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.

É muito ruim quando os casais ficam habituados_________ brigas. É importante que as pessoas ____________conscientizem ___________ é preciso viver em harmonia.

Alternativas
Q1117640 Português
Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q1114025 Português

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, com a mudança da posição do pronome em relação ao verbo, conforme indicado nos parênteses, a redação permanece em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.
Alternativas
Q1113955 Português

Texto II

Leia atentamente o texto II e responda a questão.



Na frase “Deus, eu e o Rocha” (linha 28), o pronome pessoal em destaque se refere ao:
Alternativas
Q1113832 Português
A expressão destacada SÓ funciona como pronome relativo em:
Alternativas
Q1113827 Português
O pronome de tratamento está empregado de forma INCORRETA em:
Alternativas
Q1113825 Português

Analise este trecho adaptado de Dom Casmurro, de Machado de Assis:


No meio da confusão, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas.


Sobre ele, NÃO é correto dizer:

Alternativas
Q1113786 Português
A única construção que NÃO contém nenhum tipo de deslize gramatical é:
Alternativas
Q4429927 Português
Sobre a colocação dos pronomes sublinhados abaixo, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Nunca deixe-me esperando por muito tempo!
( ) Seus livros? Esqueci-os em cima da mesa.
( ) Sempre acusaram-te, mas sem certezas.
Alternativas
Q4427709 Português
Justiça determina medidas para melhorar combate ao Aedes aegypti em 2 municípios do Oeste de SC

A Vara Única de São Carlos, no Oeste catarinense, determinou medidas para os municípios de São Carlos e Águas de Chapecó intensificarem o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, vírus da zika, febre de chikungunya e febre amarela. As prefeituras terão que contratar mais agentes e disponibilizar um veículo exclusivo para essas atividades.

As decisões foram divulgadas pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), autor das duas ações, nesta terça-feira (09/04). O G1 não conseguiu contato com as prefeituras. As determinações são liminares (temporárias). A referente a São Carlos é de quarta (03/04) e a relativa a Águas de Chapecó, de 27 de março.

Os dois municípios são considerados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) infestados pelo mosquito, como critério relacionado ao número de focos do inseto encontrados. São Carlos e Águas de Chapecó também estão na lista das 32 cidades com alto risco de transmissão das doenças relacionadas à espécie.

No estado, segundo o último boletim da Dive-SC, há 121 casos confirmados de dengue, um de febre de chikungunya e um de febre amarela. Não há pacientes com vírus da zika. O homem que contraiu febre amarela morreu.

Disponível em: . Acesso em: 06 de set. 2019. [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos pronomes.
Alternativas
Q4421413 Português
Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê


Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil


Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi 


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Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.


Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/154793 1975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação à colocação pronominal padrão, é correto afirmar que há um(a)
Alternativas
Q4418022 Português

Leia o texto para responder a questão


O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

No verso poético: “Amar-te-ei, em todas as épocas...” há a presença de um pronome: 
Alternativas
Q4417982 Português
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(https://www.google.com/searchq=tirinhas&safe=active&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjmmbre9o)
No segundo quadrinho, diante de cada verbo, qual pronome poderia ter sido usado corretamente:
Alternativas
Q4413333 Português
Observe o trecho do texto e assinale a alternativa que traz a referência correta ao pronome ‘estas’, em destaque:

... o crescimento no número de pessoas que opta por excluir as carnes e derivados do cardápio, ou reduzir seu consumo, é impulsionado pela preocupação crescente da população com os impactos de seus hábitos de consumo. Dentre estas, estão o impacto ambiental negativo da pecuária e a indignação com as condições de vida impostas aos animais usados nos processos de produção. De fato, uma pesquisa do Datafolha de 2017 já havia mostrado que 63% dos brasileiros quer reduzir o consumo de carne.
Alternativas
Q4413325 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

UM MITO

O mito mais renitente sobre as línguas é o de que teria havido, em algum momento, línguas perfeitas. Em cada país – ou cultura – há quem lamente sua decadência. As pessoas estariam falando muito mal, ninguém mais respeita as regras, a gramática precisa “voltar” a ser ensinada, quem sabe até mesmo o latim, já que isso ajudaria a melhorar as coisas, da grafia ao sentido, passando pelas regências e concordâncias. As queixas são generalizadas. [...]
Na verdade, o mito da decadência (o avesso da perfeição antiga) vigora em muitos outros campos: os escritores eram melhores, havia verdadeiros filósofos, os políticos tinham mais compostura (e eram melhores oradores), o casamento era para valer, as mulheres, então… etc. [...]
Abandono ou mudança?
Há também críticas pontuais, como as que vão contra as mudanças ou variações das regências. É comum ouvir que elas estão sendo abandonadas. O que se quer dizer, interpretando a queixa generosamente, é que elas estão sendo mudadas, porque é óbvio que não desaparecem. Deveria ser evidente que “assistir o jogo”, para ficar num exemplo batido, não implica abandono de regência (afinal, se um verbo é transitivo direto, tem regência), mas apenas sua mudança. O verbo passa a reger diretamente seu objeto, ao invés de ser acompanhado de uma preposição.
Mais claramente: a nova regência não muda o sentido, ou seja, mantém a semântica que se expressa(va) por outra regência, assistir ao jogo (‘ser espectador’). Nem o sentido muda, nem deixa de haver regência. [...]
Em suma: as línguas evoluem (no sentido darwiniano), isto é, adaptam-se, mudam, seja seguindo seu “DNA”, seja submetendo-se a pressões sociais. Pode-se dizer talvez que se trata de DNA quando mudanças de hoje repetem mudanças antigas, como proparoxítonas tornando-se paroxítonas (“áquila -> águia”, e “abóbora -> abobra”, donde “abobrinha”), seja porque as mesmas mudanças ocorrem em línguas derivadas da mesma fonte (há fenômenos no português que repetem os do francês: “autoridade : otoridade :: autorité (escrita) : otoritê (pronúncia)” etc.).
Línguas não decaem. Apenas mudam. Inexoravelmente. Como quase tudo. Pode-se ter saudade das formas antigas. Não é proibido, evidentemente. Mas a precariedade dos julgamentos depõe contra os saudosistas. Os argumentos frequentemente são ridículos. Principalmente porque eles também empregam formas que já foram condenadas e consideradas decadentes.
Sírio Possenti
Departamento de Linguística Universidade Estadual de Campinas Fonte: Disponível em http://cienciahoje.org.br/coluna/questao-de-informacao. Acesso em 12/01/2019.

Os termos destacados no texto - “sua”; “elas”; “eles” - referem-se respectivamente a: 
Alternativas
Q4399335 Português
O mapa-múndi distorce (e muito) o tamanho real dos
países


         Você provavelmente já deve ter se deparado com um mapa do tipo Projeção de Mercator, criado em 1559 pelo geógrafo Gerhard Kremer (conhecido como Gerhard Mercator). Seu trabalho foi revolucionário, já que o modelo é considerado a primeira representação do mundo com todos os continentes após a expansão marítima europeia.

      Só que tem um problema: as áreas de alguns dos países estão distorcidas (e muito!). Nações como a Rússia e o Canadá, por exemplo, estão bem maiores do que realmente _____.

     Como a Terra é uma esfera, não dá para representá-la em um mapa plano sem que nenhuma distorção aconteça. No caso de Mercator, a projeção cartográfica é do tipo cilíndrica; é como se o mapa formasse um cilindro envolvendo o globo terrestre.

      Esse tipo de projeção conserva os ângulos de cada território e, por isso, é usado até hoje para a navegação marítima, por exemplo. No entanto, na hora de planificar a Terra, as áreas sofrem distorções, especialmente longe da linha do Equador. Nesses mapas, a Groenlândia aparenta ter duas vezes o tamanho do Brasil, o que está longe de ser verdade: a ilha possui uma área de 2.1 milhões de km², enquanto o nosso País ____ 8.5 milhões de km².

      No começo do século 20, o geógrafo Arno Peters adaptou o trabalho de Mercator e tentou dar prioridade aos países emergentes, dando destaque a eles. Ele acreditava que os mapas são manifestações simbólicas de poder, e que mostrar os países mais ricos com áreas maiores do que a realidade ______ um problema. Já o geógrafo Arthur H. Robinson suavizou as distorções nos extremos do planeta. Sua versão de mapa, criada nos anos de 1960, é a mais usada nos atlas atuais.

      Há ainda as projeções cônicas, que resultam em um mapa com formato de leque, e a polar (ou azimutal), que dá a visão do planeta “visto de cima”, pelo Polo Norte. Vale dizer que não existe um tipo melhor ou pior que o outro, visto que cada projeção pode ser usada para um objetivo diferente.


https://super.abril.com.br/mundo-estranho/... - adaptado.

 Considerando-se a colocação pronominal, analisar os itens abaixo:


I. Nos queixamos ao professor, pois o sinal não tocou.

II. Ninguém disse-lhe a verdade. 

Alternativas
Q4398616 Português
Em relação à colocação do pronome oblíquo átono, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
7541: D
7542: A
7543: D
7544: A
7545: D
7546: B
7547: C
7548: A
7549: A
7550: A
7551: C
7552: D
7553: A
7554: C
7555: A
7556: A
7557: E
7558: D
7559: C
7560: B