Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q1697636 Português


(Disponível em: https://www.contioutra.com/a-dor-de-se-sentir-invisivel/ – texto adaptado especialmente para esta prova.) 

O termo “próprio” (l. 11) é morfologicamente classificado como sendo um:
Alternativas
Q1697630 Português


(Disponível em: https://www.contioutra.com/a-dor-de-se-sentir-invisivel/ – texto adaptado especialmente para esta prova.) 

Os pronomes “eles” (l. 17) e “elas” (l. 27) retomam, anafórica e respectivamente, as palavras ou expressões:
Alternativas
Q1697275 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


 Como Pantera Negra virou um filme importante na luta .................

(Disponível em: https://www.metropoles.com/entretenimento/cinema/como-pantera-negra-virou-um-filmeimportante-na-luta-................ – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Considerando o vocábulo “que”, assinale a alternativa em que ele NÃO é um pronome relativo.
Alternativas
Q1697142 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão:


RECEITA PARA FAZER UM HERÓI


Tome-se um homem,

Feito de nada, como nós,

E em tamanho natural.

Embeba-se-lhe a carne, Lentamente,

Duma certeza aguda, irracional,

Intensa como o ódio ou como a fome.

Depois, perto do fim,

Agite-se um pendão

E toque-se um clarim.


Serve-se morto.


Disponível em: www.escritas.org Acesso: 18 mar.2020.  

Embeba-se-lhe a carne,...” Marque a assertiva que apresenta erro em relação à colocação pronominal:
Alternativas
Q1696482 Português
O pronome átono está colocado CORRETAMENTE apenas em:
Alternativas
Q1696360 Português
Coloque o pronome entre parênteses no devido lugar na frase e aponte a alternativa em que NÃO deve haver próclise.
Alternativas
Q1696038 Português
Além de outros fatores, a próclise é de rigor em todos os casos a seguir, exceto:
Alternativas
Q1696026 Português
Com base no trecho abaixo, responda às questões nº 01 e nº 02:
“Os pesquisadores dizem que acompanhar as mudanças na altura e no peso das crianças em todo o mundo e ao longo do tempo é importante porque pode refletir a qualidade da nutrição disponível e o quão saudáveis os ambientes são para os jovens.” (linhas 9 a 14).

Assinale a alternativa que apresenta a função morfológica da partícula “que” destacada acima: 
Alternativas
Q1695158 Português

INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

 

“No entanto, pouco se sabe sobre a variedade de espécies...” (linhas 10 e 11). Sobre a colocação pronominal, analise o termo destacado e, em seguida, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1695154 Português

INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

 

Com base no trecho, responda a questão:
“‘[...], permitindo-nos compreender melhor os padrões de riqueza das abelhas e garantir que sejam conservadas de maneira efetiva no futuro.’” (linhas 26 a 29)

Assinale a alternativa que apresenta a função morfológica da partícula “que” destacada acima:
Alternativas
Q1695120 Português

Instrução: A questão de números refere-se ao texto abaixo. 


(Disponível em: https://exame.com/blog/frederico-pompeu/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa na qual a palavra “o” esteja sendo empregada como pronome oblíquo.
Alternativas
Q1695080 Português

Instrução: A questão de número refere-se ao texto abaixo. 



(Disponível em: https://www.contioutra.com/quando-a-cegueira-e-voluntaria/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.)

A frase “peça para alguém aí do seu lado que pegue um objeto qualquer” é composta por 12 palavras, sendo morfologicamente predominante a presença de:
Alternativas
Q1694526 Português

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

RETRATO

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?


             Cecília Meireles 

Nos versos “eu não tinha este coração que nem se mostra.”, a palavra grifada tem a sua análise morfossintática descrita, com acerto, em:
Alternativas
Q1694262 Português

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/01/31/estagios-obrigatorios-professor/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” tenha sido empregada como pronome relativo:
Alternativas
Q1693937 Português

Texto 1


Conectividade 




Eram umas nove mulheres entre primas e amigas! Um lanche presencial para reunir a conversa, era a intenção. Entrei em casa, um silêncio sepulcral! Até me assustei. Onde estarão as beldades? Para minha surpresa e alívio estavam na sala, todas conectadas no WhatsApp, conversando com outras amigas e acho que até mesmo entre elas. Nem me viram. Saí pé por pé para não interromper a “conversa”. Conversa de corpo presente com as ausentes e das ausentes com as de corpo presente. “Roucas” de tanto clicarem! Tempos modernos!


Joao Marcos Mallucelli. Disponível em https://paranaportal.uol.com.br/colunas/cronic as-de-sexta/conectividade/ Acesso em: 23/05/2020.




Analise as seguintes assertivas sobre o texto I de Joao Marcos Mallucelli, colunista do Paraná Portal da Uol:

I. Usando da injunção, o autor alerta para o tempo que as pessoas passam conectadas em redes sociais deixando de lado às que convivem presencialmente.
II. Emprega interjeições para indicar o espanto que o autor sentiu diante da situação presenciada.

III. O uso de pronome e verbos na primeira pessoa indica que o autor foi convidado para a conversa, mas desistiu de participar pela decepção de acontecer pelo WhatsApp.

IV. O uso das aspas nas palavras “conversa” e “roucas”, mostra que o autor faz inferências opinativas sobre a situação vivenciada. 
Alternativas
Q1693934 Português
Privacidade das crianças na internet: quem deixou você postar isso? 



O bebê sentou sozinho. Click. Aprendeu a segurar o pé. Click. Se lambuzou inteiro de papinha. Click. Caiu um dente de leite. Click. Se antes os registros da infância eram guardados como preciosidades em empoeirados álbuns de família, no mundo frenético e digital da pósmodernidade eles encontraram uma nova plataforma: as redes sociais. E nem é preciso esperar por uma ocasião especial para publicar fotos e vídeos. O café da manhã, o caminho para a escola, a hora do almoço e até o banho... Tudo é pretexto para um novo post.

É fato que misturar a vida real com a digital é um caminho sem volta. “No passado, havia uma separação muito clara entre a vida presencial e a digital. Hoje, isso não existe mais”, explica a pesquisadora de tendências Clotilde Perez, pós-doutora em Design Thinking pela Stanford University (EUA). “Se as pessoas estão presentes nas redes sociais, é natural que as crianças também estejam. Afinal, elas são parte da sociedade”, completa.

Nem por isso é menos importante parar para refletir sobre o que a exposição precoce de crianças pode provocar. Elas ainda não têm discernimento para escolher como (e se) querem estar presentes no mundo virtual, mas sofrerão os efeitos do que está nas redes no futuro. Essa é uma situação à qual toda a sociedade está sujeita. “Tenho a impressão que virou um diário coletivo. O que fazíamos na intimidade, para guardar e mostrar aos filhos quando crescessem, agora é público”, explica a neuropsicóloga Deborah Moss, mestre em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo.

Mesmo que, hoje, as imagens que você posta do seu filho não reverberem de forma negativa, no futuro, dependendo do teor, elas podem se tornar fonte de mal-estar, embaraço ou matéria para bullying. Sim, aquela foto fofinha do seu filho com bumbum de fora na praia ou mostrando o sorriso banguela podem não ser interpretadas por estranhos do jeito que você gostaria. Por isso, para Rodrigo Nejim, diretor de educação da ONG SaferNet, os pais precisam ter em mente que a esfera pública da internet vai além do círculo de familiares e amigos. “Dizemos que expor na rede cenas comuns no contexto familiar, como um primeiro banho, acabam colocando seu filho na maior praça pública do planeta”, alerta.

Outro ponto fundamental é que a postagem dessas fotos pode ferir a autonomia das crianças. Muitas não são nem consultadas pelos pais. “É um equívoco menosprezar a opinião da criança. A partir dos 3 ou 4 anos, ela já pode dizer se gosta ou não de uma imagem e se quer que seja compartilhada”, completa Nejim.

Naíma Saleh. Disponibilizado em https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Com portamento/noticia/2018/06/quem-deixou-voce-postar-isso.html. Acesso em: 24/05/2020 (fragmento adaptado)
Observe as falas a seguir de Clotilde Perez no segundo parágrafo e marque a alternativa correta:

I. “No passado, havia uma separação muito clara entre a vida presencial e a digital. Hoje, isso não existe mais.”
II. “Se as pessoas estão presentes nas redes sociais, é natural que as crianças também estejam. Afinal, elas são parte da sociedade” 
Alternativas
Q1693932 Português
Privacidade das crianças na internet: quem deixou você postar isso? 



O bebê sentou sozinho. Click. Aprendeu a segurar o pé. Click. Se lambuzou inteiro de papinha. Click. Caiu um dente de leite. Click. Se antes os registros da infância eram guardados como preciosidades em empoeirados álbuns de família, no mundo frenético e digital da pósmodernidade eles encontraram uma nova plataforma: as redes sociais. E nem é preciso esperar por uma ocasião especial para publicar fotos e vídeos. O café da manhã, o caminho para a escola, a hora do almoço e até o banho... Tudo é pretexto para um novo post.

É fato que misturar a vida real com a digital é um caminho sem volta. “No passado, havia uma separação muito clara entre a vida presencial e a digital. Hoje, isso não existe mais”, explica a pesquisadora de tendências Clotilde Perez, pós-doutora em Design Thinking pela Stanford University (EUA). “Se as pessoas estão presentes nas redes sociais, é natural que as crianças também estejam. Afinal, elas são parte da sociedade”, completa.

Nem por isso é menos importante parar para refletir sobre o que a exposição precoce de crianças pode provocar. Elas ainda não têm discernimento para escolher como (e se) querem estar presentes no mundo virtual, mas sofrerão os efeitos do que está nas redes no futuro. Essa é uma situação à qual toda a sociedade está sujeita. “Tenho a impressão que virou um diário coletivo. O que fazíamos na intimidade, para guardar e mostrar aos filhos quando crescessem, agora é público”, explica a neuropsicóloga Deborah Moss, mestre em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo.

Mesmo que, hoje, as imagens que você posta do seu filho não reverberem de forma negativa, no futuro, dependendo do teor, elas podem se tornar fonte de mal-estar, embaraço ou matéria para bullying. Sim, aquela foto fofinha do seu filho com bumbum de fora na praia ou mostrando o sorriso banguela podem não ser interpretadas por estranhos do jeito que você gostaria. Por isso, para Rodrigo Nejim, diretor de educação da ONG SaferNet, os pais precisam ter em mente que a esfera pública da internet vai além do círculo de familiares e amigos. “Dizemos que expor na rede cenas comuns no contexto familiar, como um primeiro banho, acabam colocando seu filho na maior praça pública do planeta”, alerta.

Outro ponto fundamental é que a postagem dessas fotos pode ferir a autonomia das crianças. Muitas não são nem consultadas pelos pais. “É um equívoco menosprezar a opinião da criança. A partir dos 3 ou 4 anos, ela já pode dizer se gosta ou não de uma imagem e se quer que seja compartilhada”, completa Nejim.

Naíma Saleh. Disponibilizado em https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Com portamento/noticia/2018/06/quem-deixou-voce-postar-isso.html. Acesso em: 24/05/2020 (fragmento adaptado)
A organização do texto deve ser feita com nexos lógicos adequados, encadeando-se coerentemente as ideias e evitando-se frases e períodos desconexos. Assim, sobre o primeiro parágrafo do texto é incorreto afirmar:
Alternativas
Q1693625 Português
Texto 2

Licença poética

De acordo com o dicionário Houaiss, o termo “Licença Poética” é definido como a “liberdade de o escritor utilizar construções, prosódias, ortografias, sintaxes não conformes às regras, ao uso habitual, para atingir seus objetivos de expressão”. Está presente na literatura, música e também nas propagandas.
Por meio da licença poética, o artista ganha liberdade de expressão e se desprende da normatividade das regras gramaticais e/ou métricas, utilizando, entre outros recursos, versos irregulares, erros ortográficos e/ou gramaticais e rimas falsas. Assim, observa-se uma espécie de erro proposital, empregado para destacar determinado ponto da obra.
Entre os exemplos de uso de licença poética, podemos destacar o poema Indivisíveis, de Mário Quintana, que apresenta a seguinte frase: “Meu primeiro amor sentávamos…”.
Segundo a norma culta da língua portuguesa, observa-se um erro de concordância verbal, uma vez que o verbo (sentar) deve concordar com o sujeito (Meu primeiro amor). Assim, a forma correta da flexão do verbo deveria ser “sentava” em vez de “sentávamos”, no entanto, o poeta optou em utilizar a primeira pessoa do plural para demarcar simbolicamente a fusão entre o casal de amantes.
O poeta Manoel de Barros também utiliza o recurso no trecho: “Gostaria agora de escrever um livro. Usaria o idioma das larvas incendiadas […]”. Nesse caso, ele utiliza a licença poética para criticar a forma como as pessoas costumam usar a linguagem, comparando-a às larvas. 
Na letra da música Socorro, de Arnaldo Antunes, percebe-se a presença da licença poética no trecho a seguir: “Meu coração já não bate, só apanha…”. Sabe-se que o coração não é capaz de bater ou apanhar, no entanto, com a utilização do recurso, o autor reforça que em sua vida afetiva está mais acostumado a sofrer do que a ter alegrias.
Também encontramos a licença poética em romances, roteiros de novela, textos publicitários, jornalísticos, assim como em todas as outras áreas que envolvam um trabalho direto com a língua. 
Além de ser utilizada como recurso estético, a licença poética pode ser utilizada para objetivos mais práticos. Por exemplo, quando há uma novela ambientada ou com núcleo formado por personagens estrangeiros, como ocorreu em Caminho da Índias (Rede Globo, 2009), de Glória Perez, surpreendentemente, observa-se que os mesmos falam português perfeitamente. Isso ocorre devido ao pacto ficcional estabelecido entre o público e o autor da obra. Pelo fato dos telespectadores serem muito variados, seria difícil que todos conseguissem acompanhar o ritmo da trama, caso a mesma fosse legendada, o que resultaria, consequentemente, em uma perda de público. Uma vez que as telenovelas visam, em primeiro lugar, a obtenção da audiência, não seria um bom negócio em termos econômicos. Sem falar do tempo, esforço e investimento que devem ser aplicados para ensinar uma língua estrangeira aos atores, que, no momento da veiculação da obra, precisariam apresentar fluência na mesma.
Assim, pode-se considerar a licença poética como uma manobra linguística válida para diversos gêneros textuais, que permite aos autores expressarem o que desejam do modo que considerem mais adequado.

Fonte: https://www.infoescola.com/literatura/licenca-poetica, acesso em fevereiro de 2020

Texto 3

“Era profundamente derrotado pelo mundo em que vivia. E separara-se das pessoas pela sua derrota e por sentir que os outros também eram derrotados. Ele não queria fazer parte de um mundo onde, por exemplo, o rico devorava o pobre. Como parecia-lhe um movimento apenas romântico, o seu, se se agregasse aos que lutavam contra o esmagamento da vida como esta era, então fechou-se numa individualização que, se não tomasse cuidado, podia se transformar em solidão histérica ou meramente contemplativa. Enquanto não viesse algo melhor, procurava relacionar-se com os outros derrotados por intermédio de uma espécie de amor torto, que atingia tanto os outros como, de algum modo, a si próprio.”

Fonte: http://notaterapia.com.br/2019/02/28/vender-alma-no-cotidiano-13- cronicas-curtas-de-clarice-lispector/, acesso em fevereiro de 2020 

Somando-se as leituras dos textos 2 e 3, o período “Como parecia-lhe um movimento apenas romântico,...” exemplifica licença poética da autora ao não associar devidamente o pronome ‘lhe’ ao uso proclítico, assinale a alternativa que apresenta colocação pronominal adequada à norma-culta:
Alternativas
Q1692161 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as frases abaixo, respectivamente: 1. Os gritos chegaram até _____. 2. Entre você e ______ há grande diferença de idade. 3. Entregou as fotografias para ______ selecionar as melhores. 4. É muito difícil para ______ ler durante a noite. 5. Minha irmã deixou a louça para _____ lavar.
Alternativas
Q1692158 Português
Toda pessoa deve responder pelos seus atos. ” A palavra destacada é:
Alternativas
Respostas
6941: E
6942: C
6943: C
6944: A
6945: E
6946: D
6947: D
6948: B
6949: D
6950: B
6951: D
6952: C
6953: E
6954: A
6955: C
6956: B
6957: D
6958: B
6959: C
6960: A