Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q2534671 Português



Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística e o vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso o pronome “se” (linha 14) fosse deslocado para o início do período, da seguinte forma: Se trata.
Alternativas
Q2533905 Português

    Nossas contemplações mais despretensiosas do Cosmos nos induzem — há um calafrio na espinha, uma perda de voz, uma sensação de vazio, como em uma memória distante, de uma queda a grande altura. Sentimos que estamos próximos do maior dos mistérios.

    O tamanho e a idade do Cosmos estão além da compreensão humana. Perdido em algum local entre a imensidão e a eternidade, está o nosso diminuto lar planetário. Sob uma perspectiva cósmica, a maioria dos objetivos humanos parece insignificante, até mesmo mesquinha, embora nossa espécie seja jovem, curiosa e corajosa, e encerre grandes esperanças. Nos últimos milênios fizemos descobertas assombrosas e inesperadas sobre o Cosmos e sobre o nosso lugar nele, explorações que anseiam ser consideradas. Elas nos lembram de que os seres humanos evoluíram para perguntar sobre si mesmos, que compreender é uma alegria, que conhecimento é um prérequisito para sobreviver. Acredito que o nosso futuro dependa de quanto saibamos sobre este Cosmos no qual flutuamos como uma partícula de poeira em um céu matutino.

    Estas explorações requerem ceticismo e imaginação, que, com frequência, nos transporta a mundos que nunca existiram, mas sem ela não vamos à parte alguma. O ceticismo nos permite distinguir a fantasia do fato, para testar nossas especulações. O Cosmos é rico, além das previsões, em fatos graciosos, em inter-relações estranhas, em engenhos sutis do terror.

    As dimensões do Cosmos são tão grandes que, se utilizássemos as unidades de distância familiares, como metros ou milhas, escolhidas pela sua utilidade na Terra, fariam pouco sentido. Medimos, então, as distâncias com a velocidade da luz. Em um segundo, um raio de luz percorre 186.000 milhas, aproximadamente 300.000 quilômetros ou sete voltas em torno da Terra; em oito minutos ele viaja do Sol à Terra. Podemos dizer que o Sol está a oito minutos-luz de distância. Em um ano ele atravessa perto de dez trilhões de quilômetros, cerca de seis trilhões de milhas de espaço. Esta unidade de comprimento, a distância que a luz percorre em um ano, é chamada ano-luz. Mede não o tempo, mas distâncias — distâncias enormes.


Carl Sagan. Adaptado.

O pronome relativo sublinhado no 3º parágrafo retoma:
Alternativas
Q2533367 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.  



Texto 03




Disponível em: https://gelsonleiteredacaocriativa.wordpress.com/. Acesso em: 13 fev. 2024. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista os recursos de composição do texto.




I. A linguagem não verbal foi usada para enfatizar uma ideia.

II. A palavra “mesmo” foi usada para enfatizar o pronome “ele”.

III. O pronome “ele” foi usado como elemento de referenciação.

IV. O termo “este” foi usado coloquialmente no lugar de “esse”.

V. A locução verbal “vão ler” corresponde à forma verbal “lerão”. 




Estão CORRETAS as afirmativas 


Alternativas
Q2532932 Português
"É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve"(Victor Hugo). O pronome destacado " a" está no lugar do nome:
Alternativas
Q2532633 Português

Julgue o item que se segue.


O uso indiscriminado de pronomes pessoais na terceira pessoa do singular pode criar ambiguidade em um texto, pois muitas vezes não fica claro a quem ou a que esses pronomes estão se referindo. 

Alternativas
Q2532513 Português
Esperança para os corais.


A poluição e o aquecimento da água reduziram em 90% os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista encontrou uma solução parcial: o caranguejo-real. O esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram que os recifes com população saudável de caranguejos apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de corais jovens e mais peixes que os outros recifes, Spadaro explica que os cientistas descobriram como criar corais para repovoar os recifes. "Agora, precisamos ajudá-los a sobreviver".


(03.2024.Seleções.Bom Saber.Histórias para melhorar o seu dia.)
Em "Agora, precisamos ajudá-los a sobreviver.", o pronome oblíquo substitui:
Alternativas
Q2532463 Português
Em “Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, o vocábulo “que” desempenha a função morfológica de pronome relativo.

Considerando os ditos populares a seguir, assinale a alternativa em que NÃO se observa a presença desse pronome.
Alternativas
Q2532439 Português

Julgue o item a seguir. 


Considerando o uso do pronome demonstrativo em relação à situação no espaço, emprega-se este(a)/isto quando o termo referente estiver próximo ao receptor, ou seja, próximo a quem se fala ou para quem se redige a mensagem. 

Alternativas
Q2532317 Português
COMIDAS DO FIM DO MUNDO

Os kits de alimentos para bunkers apresentados pela indústria como soluções para o caos se baseiam no medo, mas em um suposto planeta pós-apocalíptico as saídas não seriam pelo individualismo, e sim pelo compartilhamento e cooperação. Denise Mirás

Para um planeta retratado em filmes e discursos fanáticos como à beira do caos, destruído por extremos climáticos, pandemias e guerras, os kits de comidas para o pós-apocalipse andam florescendo entre consumidores, principalmente dos EUA. Não apenas alimentos muitas vezes ultraprocessados — o oposto dos frescos e saudáveis — mas também latas e vidros para conservas e até construção de bunkers em casas fazem parte dos negócios. Ofertas desses kits para o fim do mundo se espalham em sites, muitos deles ligados a extremistas, com cardápios e preços variados, por ordem de validade para armazenamento, e que vão de manteiga de amendoim a atum enlatado, de feijões a leite em pó. A Technavio, agência de análise de mercados, prevê aumento de US$ 3,20 bilhões nesse setor até 2028, com potencial de retorno calculado em 7,35%. A questão é: além dos investidores que apostam no medo do caos, os consumidores desses kits têm algum ganho no mundo real?

A resposta é negativa para a nutricionista Karine Durães, especialista em comportamento alimentar, e para o psiquiatra Filipe Doutel. As saídas para um suposto planeta pós-apocalíptico não estariam no individualismo, e sim no compartilhamento. Ninguém, ou nenhuma família, sobreviveria apenas com a própria comida em meio a cidades em ruínas se não houvesse um trabalho de reconstrução com a cooperação de todos.

"Na verdade, já estamos destruindo o planeta, por escolhas do dia a dia. Não acredito em estocar alimentos e se manter distante da realidade da fome: quem não come nem hoje, não tem tempo de guardar comida", diz Karine, lembrando que "esperar o pior tira a pessoa do presente; ela se prepara para o abstrato, deixando de lado o agora". Essas neuroses inclusive induzem à ansiedade e à compulsão por comer, como explica a nutricionista. Para ela, ao contrário do individualismo, alimentação tem a ver com troca, inclusive no preparo. "E ninguém sobrevive só de comida em um bunker. Precisa de gente ao redor."

Filipe observa que já vivemos em condições ambientais mais extremadas e pandemias mais frequentes. "Não é ficção científica, é realidade. E se fechar, estocando comida em um bunker, não serve de nada", afirma. Essa sensação de Apocalipse, segundo o psiquiatra, é alimentada pelo medo e pelo ódio, sentimentos primitivos, instintivos, ao contrário de amor e tristeza, que são mais elaborados. "É preciso sair dessas estruturas toscas, preto ou branco, comprando armas ou 'se armando' de comida", assinala. "Para dificuldades coletivas, as soluções têm de ser coletivas."

(ISTOÉ,abril2024)
"(...) se não houvesse um trabalho de reconstrução com a cooperação de todos (...)", é incorreto afirmar da oração.
Alternativas
Q2532244 Português
Julgue o item subsequente.
Considerando os pronomes oblíquos, a depender da posição deles na frase em relação ao verbo, sua colocação pode ser denominada de próclise, mesóclise e ênclise. 
Alternativas
Q2531726 Português

Não é justo só chamar de viúvo ou viúva o atual parceiro no momento da partida


Por Fabrício Carpinejar








(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nao-e-justo-so-chamarde-viuvo-ou-viuva-o-atual-parceiro-no-momento-da-partida – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do vocábulo “não” (l. 25). 
Alternativas
Q2531719 Português

Não é justo só chamar de viúvo ou viúva o atual parceiro no momento da partida


Por Fabrício Carpinejar








(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nao-e-justo-so-chamarde-viuvo-ou-viuva-o-atual-parceiro-no-momento-da-partida – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que classifica corretamente o vocábulo “tradicional” (l. 04). 
Alternativas
Q2530243 Português

O amor é uma elegância em nossas vidas


Por Martha Medeiros








(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2024/04/o-amor-euma-elegancia-em-nossas-vidas-clvfp57as0150013v3se4johv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento retirado do texto “Depois se perguntam como é que pôde ter dado errado”, assinale a alternativa que classifica corretamente o termo sublinhado.
Alternativas
Q2530233 Português
Julgue o item que se segue.

Os pronomes são classificados em pessoal, de tratamento, possessivo, demonstrativo, indefinido, interrogativo e relativo. Às vezes, eles podem assumir valor de advérbio.
Alternativas
Q2529931 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão?” (6º§) Quanto às palavras anteriormente sublinhadas, assinale a alternativa referente àquela que NÃO é pronome. 
Alternativas
Q2529832 Português
Julgue o item que se segue.

Em relação aos pronomes de tratamento, quando for se referir ao Presidente do Supremo Tribunal Federal, deve-se usar o vocativo “Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal”.
Alternativas
Q2529829 Português
Julgue o item que se segue.

Em relação à morfologia, quando nos referimos aos pronomes, afirmamos que eles podem ser classificados em: pessoal, reto, oblíquo, de tratamento, possessivo, demonstrativo, definido, interrogativo e relativo.
Alternativas
Q2529819 Português
Julgue o item que se segue.

É correto dizer “O Senado convida a Vossa Senhoria para o jantar”, pois, de acordo com a norma-padrão, é indicado o uso do artigo definido antes dos pronomes de tratamento. 
Alternativas
Q2529254 Português
        O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A indistinção fundamental entre as duas formas é prejuízo romântico que teve os seus adeptos mais entusiastas durante o século XIX. De acordo com esses doutrinadores, o Estado e as suas instituições descenderiam em linha reta, e por simples evolução, da família. A verdade, bem outra, é que pertencem a ordens diferentes em essência. Só pela transgressão da ordem doméstica e familiar é que nasce o Estado e que o simples indivíduo se faz cidadão, contribuinte, eleitor, elegível, recrutável e responsável, ante as leis da Cidade. Há nesse fato um triunfo do geral sobre o particular, do intelectual sobre o material, do abstrato sobre o corpóreo, e não uma depuração sucessiva, uma espiritualização de formas mais naturais e rudimentares.
        Em todas as culturas, o processo pelo qual a lei geral suplanta a lei particular faz-se acompanhar de crises mais ou menos graves e prolongadas, que podem afetar profundamente a estrutura da sociedade. Quem compare, por exemplo, o regime do trabalho das velhas corporações e grêmios de artesãos com a “escravidão dos salários” nas usinas modernas tem um elemento precioso para o julgamento da inquietação social de nossos dias. Nas velhas corporações o mestre e seus aprendizes formavam uma só família, cujos membros se sujeitam a uma hierarquia natural, mas que partilham das mesmas privações e confortos. Foi o moderno sistema industrial que, separando os empregadores e empregados nos processos de manufatura e diferenciando cada vez mais suas funções, suprimiu a atmosfera de intimidade que reinava entre uns e outros e estimulou os antagonismos de classe. O novo regime tornava mais fácil, além disso, ao capitalista explorar o trabalho de seus empregados, a troco de salários ínfimos. 

Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 141-142 (com adaptações).
Julgue o item seguinte, acerca das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente.


No quinto período do primeiro parágrafo, o vocábulo “que”, em “é que pertencem”, é um pronome que retoma, por coesão, os termos “Estado” e “família”, mencionados no período imediatamente anterior.
Alternativas
Q2528787 Português


Internet:<www.correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


O pronome “lhes” (linha 17) foi empregado no texto em referência aos “animais” mencionados na linha 20.

Alternativas
Respostas
3161: E
3162: B
3163: C
3164: A
3165: C
3166: B
3167: A
3168: C
3169: D
3170: C
3171: E
3172: A
3173: D
3174: E
3175: A
3176: C
3177: E
3178: E
3179: E
3180: C