Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Ano: 2024 Banca: OBJETIVA Órgão: Prefeitura de Santa Leopoldina - ES Provas: OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Procurador Municipal | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Assistente Social | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Farmacêutico | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Biólogo | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Cirurgião Dentista | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Contador | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Enfermeiro | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Engenheiro Agrônomo | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Engenheiro de Segurança do Trabalho | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Engenheiro Civil | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Fisioterapeuta | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Nutricionista | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Administrador | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Professor MAMPA - Anos Inciais | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Professor MAMPB - Arte | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Professor MAMPB - Educação Física | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Psicólogo | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Veterinário | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Santa Leopoldina - ES - Arquiteto |
Q3051696 Português
CVV completa 55 anos (2017)


         Hoje é aniversário do CVV! 55 anos de um lindo trabalho filantrópico, voluntário, sem vinculações políticas ou religiosas, de apoio emocional e prevenção do suicídio. No livro “Viver é a melhor Opção” (2015), reservei 6 páginas para resumir a linda história da instituição.

      Inspirado no trabalho dos “Samaritanos de Londres”, o CVV realiza um trabalho de escuta afetiva, guardando sigilo sobre o que é dito, sem julgamentos ou recomendações.

        Imersos em uma cultura egoísta, na qual a impaciência e a intolerância predominam, o CVV abre espaço para um produto em falta no mercado: a escuta atenciosa pelo tempo que for necessário. Parece pouco, mas isso tem feito a diferença para muita gente solitária, deprimida, desamparada pelo destino ou pelos próprios amigos e parentes.

      Para ser voluntário, basta ter no mínimo 18 anos e boa vontade. Há um curso de formação e escalas de plantão pré-definidas de comum acordo com quem doa seu tempo e energia para esse trabalho.

      Parabéns aos 2 mil voluntários espalhados por 76 postos pelo Brasil! Mesmo sem divulgação ostensiva na mídia ou apoios consistentes de governos e empresas, o CVV realiza aproximadamente um milhão de atendimentos por ano (30% deles pela internet no CVV online).

     O CVV atende pelo número 141 (188 no Rio Grande do Sul) ou pelo CVV online (cvv.org.br).

     Muito orgulho desse povo que se doa de forma tão bonita na direção do outro, no caso, dos “invisíveis”, que não têm recebido a devida atenção, o amparo e a escuta necessários.

   Vida longa para o CVV!


Fonte: Mundo Sustentável. Adaptado. 
Considerar o fragmento do texto a seguir:

Imersos em uma cultura egoísta, na qual a impaciência e a intolerância predominam, [...].

O pronome relativo sublinhado no trecho poderia ser substituído, mantendo o mesmo sentido e a correção gramatical, por:
Alternativas
Q3051400 Português
Há normas que orientam para o correto uso dos pronomes pessoais em frases e textos. Eles podem ser usados antes, no meio ou após o verbo da oração. A este respeito, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3051390 Português
Referindo-se a classe de palavras, o termo em destaque “Em teu seio” classifica-se como: 
Alternativas
Q3050832 Português
Assinale a frase na qual a palavra se é um pronome reflexivo.
Alternativas
Q3049464 Português
Assinale a frase em que o pronome pessoal tem valor possessivo.
Alternativas
Q3049463 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o pronome pessoal oblíquo sublinhado não está corretamente empregado.
Alternativas
Q3049251 Português
Grau de felicidade de povos tradicionais empata com países ricos


Pois é, dinheiro realmente não traz felicidade: encomenda online e manda entregar em casa. Que atire primeira pedra quem nunca usou uma tirada cínica a como essa quando a relação entre boa condição financeira e satisfação pessoal vem à baila. Piadas à parte, porém, parece que a conclusão verdadeira a se tirar sobre esse eterno dilema é "depende": em alguns contextos sociais, as pessoas podem se considerar um bocado felizes sem um centavo na carteira.

Essa é a principal lição de um estudo tremendamente simples, mas ainda assim intrigante, publicado há pouco tempo na PNAS, o periódico da Academia Nacional de Ciências dos EUA. Liderado por Victoria Reyes-García, do Instituto de Ciência e Tecnologia Ambientais da Universidade Autônoma de Barcelona, o trabalho partiu de um dado aparentemente banal: as pesquisas sobre o nível (autodeclarado) de felicidade das pessoas em diversos países, que volta e meia ganham as manchetes de jornais como esta Folha e logo são esquecidas.

Numa primeira olhada, esse tipo de pesquisa parece confirmar a atitude cínica segundo a qual o melhor é encomendar felicidade em site de compras. De fato, pessoas que moram em países com renda per capita média mais alta tendem a se declarar mais satisfeitas com a vida do que as moradoras de países pobres.

Parece haver inclusive limiares numéricos nisso. Por exemplo, só em países com renda per capita anual acima de US$ 40 mil a "nota" média de satisfação com a vida é superior a 7 (numa escala de 0 a 10). E, nos lugares onde essa renda está abaixo de US$ 4.500, não há nenhuma nota média acima de 5,5.

Até agora, zero surpresa, infelizmente. Mas a sacada de Reyes-García e seus colegas foi fazer a mesma pesquisa em comunidades tradicionais do mundo inteiro. Ou seja, eles fizeram a pergunta padronizada − "Considerando todos os aspectos da sua vida, o quanto você se considera satisfeito numa escala de 0 a 10?" − para nômades tuaregues da Argélia, ribeirinhos brasileiros do rio Juruá e pescadores das ilhas Fiji, na Oceania, entre outros. No total, foram 19 comunidades desse tipo, cujos membros têm renda "monetária" (baseada em dinheiro oficial) inexistente, ou quase.

Resultado? Embora haja uma variação grande nas respostas (o que é esperado, dadas as grandes diferenças em quase todos os demais fatores de um lugar para o outro), o "nível médio de felicidade" das populações tradicionais é de 6,8. O que significa que ele supera o de países ricos como Itália, Japão e Espanha, além de empatar com o da Bélgica e do Reino Unido (o do Brasil é 6,1). E quatro dos locais têm níveis altíssimos de satisfação com a vida, superiores a 8 acima até dos − países escandinavos, considerados os campeões de felicidade do século 21.

É claro que muitos fatores podem explicar esse resultado. Outro detalhe importante que tem emergido nas pesquisas sobre satisfação com a própria vida é o elemento comparativo. Ou seja, as pessoas tendem a enxergar sua colocação no "pódio da felicidade" se comparando com quem está à sua volta.

Assim, num círculo social relativamente pequeno e igualitário, mesmo que com poucos recursos em termos absolutos, a tendência é olhar em volta e pensar "é, até que não estou tão mal". Em sociedades industrializadas, por outro lado, um nível material mais alto seria necessário para compensar a óbvia presença de gente muito mais rica do que você.

Mas é bem possível que essa não seja a única explicação. Entrevistas mais detalhadas com grupos tradicionais tendem a revelar que a satisfação está bastante ligada a fatores como a intensidade das relações sociais com quem está próximo, a sensação de harmonia trazida por esses laços e também o contato com a natureza.

Há, em suma, muito mais de uma maneira de se sentir um ser humano contente com a vida. Ainda que não seja viável simplesmente copiar a experiência das comunidades tradicionais nas metrópoles globais, aprender com elas pode muito bem ser vital para o nosso futuro.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 24 fev. 2024.
No excerto "Numa primeira olhada, esse tipo de pesquisa parece confirmar a atitude cínica segundo a qual o melhor é encomendar felicidade em site de compras o pronome relativo ressaltado remete a
Alternativas
Q3048848 Português
Finlândia inclui disciplina de “combate à desinformação” nas escolas


Alfabetização midiática integra currículo das escolas da Finlândia desde a pré-escola até o ensino médio e ajuda o país a ter um dos sistemas de ensino mais produtivos do mundo


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POSSA, J. Finlândia inclui disciplina de “combate à desinformação” nas escolas. Gizmodo/Uol. Disponível em: https://gizmodo. uol.com.br/finlandia-inclui-disciplina-de-combate-a-desinformacao-nas-escolas/amp/. Acesso em: 18 maio 2024. Adaptado.
Em “uma forma de fazê-los perceber como é fácil manipular informações.” (parágrafo 2), o pronome “los” tem como referente:
Alternativas
Q3047051 Português

Fim do Livro?

Arlindo Machado


No prefácio à obra clássica de Henry-Jean Martin (1992:14) sobre a história do livro, o historiador Lucien Febvre vislumbrara um possível desaparecimento desse instrumento tido como dos mais fundamentais na construção das civilizações modernas. "Não temos certeza de que o livro possa ainda por muito tempo continuar a desempenhar seu papel, ameaçado como está por tantas invenções baseadas em princípios totalmente diferentes''.


Para o ilustre historiador, o livro, "que começou sua carreira na metade do século XV", parece hoje resumir-se a um acontecimento datado: depois de ter contribuído para a revolução do mundo moderno, ele encontra-se agora constrangido a justificar o seu papel numa sociedade governada pela velocidade, numa sociedade em que as informações circulam segundo a temporalidade própria das ondas eletromagnéticas e das redes de fibras ópticas.


O modo de produção do livro é lento demais para um mundo que sofre mutações vertiginosas a cada minuto. Os atrativos do livro empalidecem diante do turbilhão de possibilidades aberto pelos meios audiovisuais, enquanto sua estrutura e funcionalidade padecem de uma rigidez cadavérica quando comparadas com os recursos informatizados, interativos e multimidiáticos das escrituras eletrônicas.


Como se tudo não bastasse, os custos de produção do livro impresso crescem agora em progressão geométrica (e não apenas no Brasil), chegando mesmo a ultrapassar os custos de muitos dos novos meios, mesmo dos mais sofisticados. Ora, como se sabe, a ampla difusão a preços baixos foi a principal responsável pelo sucesso da imprensa como forma de circulação de ideias a partir do Renascimento. Caso se intensifique a tendência de encarecimento progressivo e de eficácia regressiva, é de se supor que, dentro de mais algum tempo, o livro de papel será um artigo de luxo, vendido em antiquários e lojas de porcelanas para uma seleta clientela de resistentes nostálgicos.


Se o livro vai morrer ou não, essa é uma discussão restrita apenas aos círculos de filólogos, pois, no fundo, tudo é uma questão de definir o que estamos chamando de livro. O homem continuará, de qualquer maneira, a inventar dispositivos para dar permanência, consistência e alcance ao seu pensamento e às invenções de sua imaginação. E tudo fará também para que esses dispositivos sejam adequados ao seu tempo. A sabedoria, como dizia Brecht, continuará sempre passando de boca em boca, mas nada impede que estendamos um microfone às bocas que falam, para lhes dar maior alcance.



(https://www.scielo.br/j/ea/a/TGCqQnq7sScKqsfC54tcDjp/, com adaptações)

[Questão Inédita] A frase em que se deve usar “com cujo” se encontra na alternativa:
Alternativas
Q3047046 Português

Fim do Livro?

Arlindo Machado


No prefácio à obra clássica de Henry-Jean Martin (1992:14) sobre a história do livro, o historiador Lucien Febvre vislumbrara um possível desaparecimento desse instrumento tido como dos mais fundamentais na construção das civilizações modernas. "Não temos certeza de que o livro possa ainda por muito tempo continuar a desempenhar seu papel, ameaçado como está por tantas invenções baseadas em princípios totalmente diferentes''.


Para o ilustre historiador, o livro, "que começou sua carreira na metade do século XV", parece hoje resumir-se a um acontecimento datado: depois de ter contribuído para a revolução do mundo moderno, ele encontra-se agora constrangido a justificar o seu papel numa sociedade governada pela velocidade, numa sociedade em que as informações circulam segundo a temporalidade própria das ondas eletromagnéticas e das redes de fibras ópticas.


O modo de produção do livro é lento demais para um mundo que sofre mutações vertiginosas a cada minuto. Os atrativos do livro empalidecem diante do turbilhão de possibilidades aberto pelos meios audiovisuais, enquanto sua estrutura e funcionalidade padecem de uma rigidez cadavérica quando comparadas com os recursos informatizados, interativos e multimidiáticos das escrituras eletrônicas.


Como se tudo não bastasse, os custos de produção do livro impresso crescem agora em progressão geométrica (e não apenas no Brasil), chegando mesmo a ultrapassar os custos de muitos dos novos meios, mesmo dos mais sofisticados. Ora, como se sabe, a ampla difusão a preços baixos foi a principal responsável pelo sucesso da imprensa como forma de circulação de ideias a partir do Renascimento. Caso se intensifique a tendência de encarecimento progressivo e de eficácia regressiva, é de se supor que, dentro de mais algum tempo, o livro de papel será um artigo de luxo, vendido em antiquários e lojas de porcelanas para uma seleta clientela de resistentes nostálgicos.


Se o livro vai morrer ou não, essa é uma discussão restrita apenas aos círculos de filólogos, pois, no fundo, tudo é uma questão de definir o que estamos chamando de livro. O homem continuará, de qualquer maneira, a inventar dispositivos para dar permanência, consistência e alcance ao seu pensamento e às invenções de sua imaginação. E tudo fará também para que esses dispositivos sejam adequados ao seu tempo. A sabedoria, como dizia Brecht, continuará sempre passando de boca em boca, mas nada impede que estendamos um microfone às bocas que falam, para lhes dar maior alcance.



(https://www.scielo.br/j/ea/a/TGCqQnq7sScKqsfC54tcDjp/, com adaptações)

[Questão Inédita] Em relação ao trecho “Em “Caso se intensifique a tendência” (4º parágrafo), assinale a alternativa com a informação correta.
Alternativas
Q3047045 Português

Fim do Livro?

Arlindo Machado


No prefácio à obra clássica de Henry-Jean Martin (1992:14) sobre a história do livro, o historiador Lucien Febvre vislumbrara um possível desaparecimento desse instrumento tido como dos mais fundamentais na construção das civilizações modernas. "Não temos certeza de que o livro possa ainda por muito tempo continuar a desempenhar seu papel, ameaçado como está por tantas invenções baseadas em princípios totalmente diferentes''.


Para o ilustre historiador, o livro, "que começou sua carreira na metade do século XV", parece hoje resumir-se a um acontecimento datado: depois de ter contribuído para a revolução do mundo moderno, ele encontra-se agora constrangido a justificar o seu papel numa sociedade governada pela velocidade, numa sociedade em que as informações circulam segundo a temporalidade própria das ondas eletromagnéticas e das redes de fibras ópticas.


O modo de produção do livro é lento demais para um mundo que sofre mutações vertiginosas a cada minuto. Os atrativos do livro empalidecem diante do turbilhão de possibilidades aberto pelos meios audiovisuais, enquanto sua estrutura e funcionalidade padecem de uma rigidez cadavérica quando comparadas com os recursos informatizados, interativos e multimidiáticos das escrituras eletrônicas.


Como se tudo não bastasse, os custos de produção do livro impresso crescem agora em progressão geométrica (e não apenas no Brasil), chegando mesmo a ultrapassar os custos de muitos dos novos meios, mesmo dos mais sofisticados. Ora, como se sabe, a ampla difusão a preços baixos foi a principal responsável pelo sucesso da imprensa como forma de circulação de ideias a partir do Renascimento. Caso se intensifique a tendência de encarecimento progressivo e de eficácia regressiva, é de se supor que, dentro de mais algum tempo, o livro de papel será um artigo de luxo, vendido em antiquários e lojas de porcelanas para uma seleta clientela de resistentes nostálgicos.


Se o livro vai morrer ou não, essa é uma discussão restrita apenas aos círculos de filólogos, pois, no fundo, tudo é uma questão de definir o que estamos chamando de livro. O homem continuará, de qualquer maneira, a inventar dispositivos para dar permanência, consistência e alcance ao seu pensamento e às invenções de sua imaginação. E tudo fará também para que esses dispositivos sejam adequados ao seu tempo. A sabedoria, como dizia Brecht, continuará sempre passando de boca em boca, mas nada impede que estendamos um microfone às bocas que falam, para lhes dar maior alcance.



(https://www.scielo.br/j/ea/a/TGCqQnq7sScKqsfC54tcDjp/, com adaptações)

[Questão Inédita] Acerca das referências estabelecidas no texto, assinale a afirmação correta.
Alternativas
Q3047039 Português
Julgue o item subsequente.

Os pronomes na língua portuguesa permanecem inalterados e não sofrem flexão de gênero ou número, independentemente das características gramaticais dos substantivos a que se referem ou do contexto comunicativo.
Alternativas
Q3046986 Português
Julgue o item que se segue.

Em contextos de discurso direto e indireto, a colocação pronominal no modo imperativo negativo segue a regra de posicionamento antes do verbo, garantindo a ênclise obrigatória.
Alternativas
Q3046980 Português
Julgue o item que se segue.

A posição do pronome pessoal oblíquo átono no modo indicativo pode variar dependendo do tempo verbal e da estrutura da frase, sendo colocado antes do verbo na forma simples e após o verbo auxiliar em locuções verbais.
Alternativas
Q3046962 Português
Julgue o item que se segue.

Nos contextos do modo subjuntivo, a posição do pronome pessoal oblíquo átono é frequentemente pós-verbal, exceto em casos de ênclise obrigatória ou para enfatizar o pronome.
Alternativas
Q3046956 Português
Julgue o item que se segue.

Dentro de análises gramaticais mais detalhadas, as palavras categoremáticas, incluindo pronomes e numerais, são classificadas com base em um sentido categorial linguístico específico, que determina sua função na estruturação da frase e sua relação contextual, evidenciando sua dependência intrínseca em relação ao discurso.
Alternativas
Q3046953 Português
Julgue o item que se segue.

Em contextos linguísticos mais formais e elaborados, especialmente no uso do modo subjuntivo, a próclise é uma regra fixa e obrigatória, superando qualquer exigência de ênclise.
Alternativas
Q3046829 Português
Julgue o item a seguir.

Os pronomes na língua portuguesa permanecem inalterados e não sofrem flexão de gênero ou número, independentemente das características gramaticais dos substantivos a que se referem ou do contexto comunicativo.
Alternativas
Q3046464 Português
No trecho “Mas, tanto lhe ouviu falar em morte que teve medo, e um dia correu a pedir à minha mãe que lhe fizesse o favor de ver se lhe salvava o marido que se queria matar”, os pronomes átonos destacados estão empregados em posição 
Alternativas
Respostas
3101: A
3102: D
3103: E
3104: B
3105: B
3106: A
3107: B
3108: D
3109: C
3110: C
3111: D
3112: E
3113: E
3114: E
3115: C
3116: C
3117: C
3118: E
3119: E
3120: A