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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.459 questões

Q3738949 Português
Analise as sentenças a seguir quanto à colocação pronominal:

I.Nada a consolava naquele instante frio e solitário.
II.Quando lhe ofereci ajuda, ela recusou, virou as costas e saiu.
III.Perguntava-se sobre o limite do medo e da ousadia.
IV.Eu lhe escreverei tão logo chegue ao final da viagem.

É correta a colocação pronominal em:
Alternativas
Q3738738 Português
Qual das palavras a seguir é um pronome?
Alternativas
Q3738086 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como conversar com alguém que acredita em desinformação?


[...] É muito provável que você esbarrará com alguém que esteja compartilhando informações falsas. Nesses casos, veja algumas dicas de como conversar com alguém que acredita em desinformação: 

• Mantenha a calma: é importante lembrar que, na discussão, não se trata de ganhar ou perder, mas de ajudar a alguém a desenvolver o pensamento crítico e ver as coisas de uma nova perspectiva.

• Ouça com atenção: preste atenção ao que a outra pessoa está dizendo e pratique a empatia tentando entender suas preocupações ou razões para acreditar em certas informações. 

• Faça perguntas: demonstre que você ouve os argumentos e, em seguida, pergunte gentilmente sobre fatos, fontes ou dados. Mantenha a curiosidade, sem confrontos. 

• Explique as nuances: deixe claro que as informações nem sempre são 100% verdadeiras ou 100% falsas, compreender as "áreas cinzentas" é uma parte importante do desenvolvimento do pensamento crítico.

• Fatos versus opiniões: ressalte que fatos podem ser apoiados por evidências, enquanto opiniões são pontos de vista pessoais. Enfatize a importância de se ater a informações confiáveis e baseadas em fatos.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/como-identificar-desinformacao/. Acesso em 14 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Em "Como conversar com alguém que acredita em desinformação?", o pronome relativo "que" se refere a "alguém".
(__)Em "É muito provável que você esbarrará com alguém que esteja compartilhando informações falsas. Nesses casos, veja algumas dicas de como conversar com alguém que acredita em desinformação", o pronome demonstrativo "nesses", em destaque, se refere a "algumas dicas".
(__)Em "Ouça com atenção: preste atenção ao que a outra pessoa está dizendo e pratique a empatia tentando entender suas preocupações ou razões para acreditar em certas informações", o pronome possessivo "suas" tem como referente "outra pessoa".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3737774 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



Carta do leitor: Cuidar do meio ambiente... 



Ilustre coordenador do jornal O País, saudações a todos os trabalhadores desta casa de imprensa! (...)


Na verdade, cuidar do meio ambiente é, sem dúvidas, uma responsabilidade de todos, que se tornou cada vez mais urgente nos últimos anos.


É fundamental que tenhamos consciência de que as nossas ações impactam não apenas o presente, mas também as futuras gerações.


Portanto, promover uma relação harmoniosa com a natureza é muito importante para garantir um mundo saudável. Não devemos nos esquecer que um dos principais motivos para cuidar do ambiente é a preservação da biodiversidade.


Cada espécie desempenha um papel essencial nos ecossistemas, sendo que a extinção de uma única espécie pode desencadear um efeito dominó que afeta várias outras.


Por outro lado, a biodiversidade é vital para a segurança alimentar e a medicina, fornecendo recursos importantes que podem ser utilizados para o desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos da nossa própria saúde. Por isso, vamos cuidar do nosso ambiente.


O mundo agradece! Obrigado!


Daniel Gerônimo - Texto Adaptado


Luanda, São Paulo 



https://www.opais.ao/opiniao/carta-do-leitor-cuidar-do-meio-ambiente/

A norma culta da Língua Portuguesa exige que o uso de pronomes pessoais, possessivos e oblíquos esteja em conformidade com regras de concordância, regência e coesão referencial.


Entre as frases a seguir, assinale aquela em que não há violação às regras gramaticais quanto ao emprego dos pronomes. 

Alternativas
Q3732990 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dias que surgem

Existem dias que surgem para dominar sua rotina.

Geralmente, são dias que surgem de alguma situação alheia, onde você brota, repentinamente, vindo de algum lugar fora dali onde tudo acontece e, dentro da história, acomoda-se para caminhar, passos firmes, rumo a seu próprio caminho, rumo a casa, ao recôndito que me recebe em silêncio.

Almoço todos os dias no Restaurante Universitário e hoje senti a potência energética de um raio porque caiu um ao lado do restaurante enquanto eu almoçava − potência de bomba!...Luz de incêndio!...

Ninguém compreendeu bem o que ocorreu...

Passou a energia de um raio, junto a nós, ao nosso lado!... Houve uma corrente unindo todos a perguntarem-se o que houve.

Muito calor, muita chuva, a cidade alagada.

Viajo todos os dias 50km para trabalhar, 50km para voltar. Duas horas, no máximo!

Hoje, com tanta chuva, com tanta dominação climática, demorei 4h30min para percorrer 50km inundados, e chegar aqui, para escrever esta historinha de hoje, que me custou não cozinhar, não estudar.

Dentre as histórias que ouvi no caminho, houve uma com final feliz − minha companheira de viagem acreditava que todos haviam morrido no acidente em Viana − sobreviveram!... Acabei de ver no telejornal.

GONZÁLEZ, Liana. Dias que surgem. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025. 
No trecho final do período do segundo parágrafo do texto − "ao recôndito que me recebe em silêncio" −, o uso do pronome oblíquo átono "me" atende à norma-padrão da língua quanto à colocação pronominal, pois:
Alternativas
Q3732501 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"E não sentiu a menor alteração do seu pulso."

Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
Alternativas
Q3730732 Português
A vida não é útil

(Fragmento)

[...]


Uma operação de resgate tem como intuito salvar o corpo que está sendo flagelado e levá-lo para um outro lugar, onde será restaurado. Quem sabe, depois de uma reabilitação, ele pode até seguir operante na vida. Isso partindo da ideia de que a vida é útil, mas a vida não tem utilidade nenhuma. A vida é tão maravilhosa que a nossa mente tenta dar uma utilidade a ela, mas isso é uma besteira. A vida é fruição, é uma dança, só que é uma dança cósmica, e a gente quer reduzi-la a uma coreografia ridícula e utilitária. Uma biografia: alguém nasceu, fez isso, fez aquilo, cresceu, fundou uma cidade, inventou o fordismo, fez a revolução, fez um foguete, foi para o espaço; tudo isso é uma historinha ridícula. Por que insistimos em transformar a vida em uma coisa útil? Nós temos que ter coragem de ser radicalmente vivos, e não ficar barganhando a sobrevivência. Se continuarmos comendo o planeta, vamos todos sobreviver por só mais um dia.

Eu tenho insistido com as pessoas, seja na minha aldeia, seja em qualquer lugar, que sobreviver já é uma negociação em torno da vida, que é um dom maravilhoso e não pode ser reduzido. Nós estamos, em nossa relação com a vida, como um peixinho num imenso oceano, em maravilhosa fruição. Nunca vai ocorrer a um peixinho que o oceano tem que ser útil, o oceano é a vida. Mas nós somos o tempo inteiro cobrados a fazer coisas úteis. É por isso que muita gente morre cedo, desiste dessa bobagem toda e vai embora.

Viver a experiência de fruir a vida de verdade deveria ser a maravilha da existência. Alguém vai dizer: "Mas tem tanta gente que vive em dificuldade material, que tem que morar em lugares de miséria e violência...". Porém os lugares de miséria e violência fomos nós que criamos, não têm existência por si. Todas as guerras em curso por aí são produzidas por nós. Também não podemos ficar alimentando essa ideia de destino: "Ah, aquele monte de gente sofreu, passou por aquela desgraceira toda, morreu, mas era o destino deles". Isso é uma sacanagem. Não é destino deles nem meu nem de ninguém: nós estamos aqui para fruir a vida, e quanto mais consciência despertarmos sobre a existência, mais intensamente a experimentamos. Sem autoenganação. Se você precisa sair correndo para uma igreja, para um ashram, para uma mesquita ou para um terreiro para se sentir em paz, preste atenção, porque isso pode ser um exercício, mas talvez não seja tudo o que você está esperando. As religiões, a política, as ideologias se prestam muito bem a emoldurar uma vida útil. Mas quem está interessado em existência utilitária deve achar que esse mundo está ótimo: um tremendo shopping. Os grandes templos contemporâneos são shoppings (inclusive alguns que são templos mesmo).

Os povos originários ainda estão presentes neste mundo não porque foram excluídos, mas porque escaparam, é interessante lembrar isso. Em várias regiões do planeta, resistiram com toda força e coragem para não serem completamente engolfados por esse mundo utilitário. Os povos nativos resistem a essa investida do branco porque sabem que ele está enganado, e, na maioria das vezes, são tratados como loucos. Escapar dessa captura, experimentar uma existência que não se rendeu ao sentido utilitário da vida, cria um lugar de silêncio interior. Nas regiões que sofreram uma forte interferência utilitária da vida, essa experiência de silêncio foi prejudicada.

[...]
No fragmento disponibilizado, Ailton Krenak articula ideias por meio de recursos de coesão que garantem continuidade sem comprometer o tom reflexivo e ensaístico. Entre os mecanismos utilizados, destacam-se a repetição expressiva, o paralelismo sintático e o uso de pronomes que estabelecem relações anafóricas e catafóricas.
Com base no fragmento, assinale a alternativa cuja análise do mecanismo coesivo está CORRETA.
Alternativas
Q3730047 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
Em “[...] e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.” O pronome relativo apresenta a função sintática de 
Alternativas
Q3729624 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está incorreta:
Alternativas
Q3729005 Português
Em apenas uma alternativa, a posição do pronome oblíquo átono desatacado na oração deve ser classificada como Próclise. Indique-o:
Alternativas
Q3729004 Português
Em apenas uma alternativa, o emprego do pronome destacado está em desacordo com a Norma Culta. Indique a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3728189 Português

QUANDO SE PERDOA AOS PAIS


    Outro dia saí com uma amiga psicóloga, e nossos encontros sempre rendem bons papos. Um chope aqui, um petisco ali, e a conversa vai rendendo. Tal hora lhe perguntei qual assunto era mais tratado no seu divã.

    — Em terapia, um dos momentos mais marcantes é quando o paciente percebe que precisa perdoar aos pais.

    A resposta me desarmou. Ficou martelando na minha cabeça. Como assim, perdoar aos pais!? Que mal os heróis infalíveis de nossa infância cometeriam para necessitassem de perdão? Bom, eu nunca fiz terapia, também nunca tinha parado para pensar a respeito do papel de meus pais na formação do que sou hoje, mas esse assunto me saiu como uma bela epifania.

    Sou filho de pais jovens. Quando nasci, minha mãe tinha 17 anos, e meu pai, 20. E, antes que pensem bobagem, eu não vim ao mundo porque eles foram apressados e quebraram os trâmites da época. Pelo contrário, nasci conforme mandava o figurino: de pais casados e gerado um ano depois do matrimônio. Hoje, vejo uma certa graça em ter sido o primeiro filho de tão jovem casal, pois eu não percebia, mas meus pais e eu crescíamos juntos. 

    Meu pai lia revista em quadrinhos comigo e gargalhava como se estivesse lendo as maiores piadas do mundo. Outro dia, enquanto aguardava ser atendido em um consultório médico, resolvi folhear uma que estava no meio de cestos de revistas e não vi graça. Será que estou velho e enjoado? Já minha mãe assistia ao programa infantil da época, o Balão Mágico, e curtia ouvir, na rádio ou no nosso toca-discos, as músicas de grupos, como Trem da Alegria ou da própria Xuxa, arriscando até uma coreografia. 

    Do lado adulto deles, lembro que meu pai sempre foi muito organizado e exigia isso de mim e de meus irmãos. Teve formação militar, então nossas camas e quartos deviam estar sempre muito bem arrumados. Minha mãe orientava a mim e aos meus irmãos de como executar as tarefas simples da casa, por exemplo, lavar pratos, cozinhar, fazer compras... Tanto que, quando me mudei para Fortaleza, não tive dificuldade em me virar sozinho e até estranhei ver alguns amigos, já bem crescidinhos por sinal, tão dependentes de seus pais para desempenhar tarefas domésticas que, para mim, eram básicas de qualquer adulto funcional.

    Meus pais eram a personificação de pais corujas e atribuo a eles eu ter uma boa autoestima. Estavam sempre aplaudindo a todos os meus talentos. No lugar de brigar por causa de alguma travessura, procuravam ver graça naquilo que eu fazia, já que eu tinha uma imaginação muito fértil, e curtiam cada descoberta de minhas variadas aptidões. Me lembro de uma situação bem peculiar. Sempre gostei das artes e desenhava e pintava com um certo talento. Meus pais se admiravam com minha capacidade de rabiscar, a olho nu, qualquer imagem em qualquer superfície. Tais aptidões me inspiravam a fazer “obras” paradoxais numa casa.  

    Pois bem, conseguem imaginar as paredes de um banheiro pintadas com as personagens da Turma da Mônica? Assim era o lá de casa. Um belo dia, acordei inspirado e, como um pequeno Michelangelo, resolvi “dar vida” às paredes do banheiro sem pedir permissão a ninguém. Munido de lápis de cera e canetinhas, dei início à minha inspiração. Meu pai, ao ver a “obra”, fez uma exclamação pela qual julguei que eu ia levar uma surra daquelas. Para minha surpresa, ele me pergunta o que eu tinha contra o Chico Bento, porque era o único que não estava no rol do “afresco”. Acredito que essa reação ocorreu por ainda existir nele o fogo da juventude que consegue ver graça nas situações mais toscas. Essa observação dele hoje me soa como o melhor elogio que eu recebi em toda minha vida.

    Os leitores devem estar pensando que quero passar a imagem de que tive pais diferentes dos pacientes de minha amiga psicóloga. Pois digo a vocês que também tive momentos que quis culpá-los por alguma situação com qual não consegui lidar ou por um de meus comportamentos já enraizados em minha personalidade. Sou muito independente e não gosto de pedir ajuda a ninguém. E, analisando bem, esse comportamento vem devido à cobrança de eu ter que ser sempre um bom exemplo para meus irmãos, pois sou o filho mais velho. Isso fez com que eu vivesse me cobrando uma espécie de perfeição, não me permitindo falhar em qualquer situação da vida.  

    É quase certo que alguns adultos da minha geração concordariam que essa cobrança foi boa para mim, porque me tornou um homem forte e sem mi mi mi, diferente da geração atual que é tão criticada por não saber, muitas vezes, lidar com adversidades e frustações. Porém, confesso que essa suposta “força” me retrai a vontade de reconhecer que, às vezes, errar faz parte do aprender e que, como todo mundo, preciso de colo e cuidados. 

    Crescer é um processo cruel. Um dia, a gente acorda e percebe que os pais não têm todas as respostas. Que erraram tentando acertar, que o colo ficou mais raro, que a presença deles nem sempre foi do jeito que precisávamos. A maturidade tem me ajudado muito a me portar diferente em relação a vários assuntos. Ao vê-los envelhecendo, ela me deu a capacidade de colocá-los em certos lugares e de enxergá-los como seres de carne e osso, falhos como qualquer ser humano. Por isso me concentro nos acertos, lhes perdoando os vacilos e me apegando às bondades que eles fizeram e me proporcionaram. 

    Sei que muitos que estão lendo essa crônica não têm ou tiveram relações tão agradáveis com seus genitores, e, por favor, não pensem que estou aqui querendo invalidar as experiências de ninguém em relação a sua criação, pois sei que há pessoas que deveriam ter sido proibidas de trazer filhos ao mundo e que muitas delas foram responsáveis por prejudicá-los emocionalmente. Todavia ter o coração cheio de mágoas, em algum momento, dificulta nossa existência e pesa como uma cruz que se arrasta até o calvário ao qual nunca se chega. Além disso, essa lamentação sempre nos levará a entoar uma cantilena para justificar nossas falhas e medos. Seguir em frente é uma escolha, e acreditem, é a melhor. 

    Perdoar aos pais é entender que, mesmo sem saber, eles escreveram em nós as primeiras linhas da nossa história. E, ao reler essas linhas, a gente aprende a enxergar não só o erro mas também o esforço de amar com as ferramentas que tinham. Ao terminar essa crônica, me veio, sorrateiramente, um trecho da música do grande Belchior “Ainda somos e vivemos como nossos pais”. Levase um tempo, mas chega o dia que esses versos farão um grande sentido em nossa vida.


ALAN, Victor. Qual o nome de sua saudade? 1ª edição. Belo Horizonte. Editora Epopeia, 2025.

“Ao vê-los envelhecendo, ela me deu a capacidade de colocá-los em certos lugares [...]”


A estrutura sintática destacada, na passagem anterior, refere-se à sintaxe de colocação pronominal, que analisa a correta posição dos pronomes átonos em relação ao verbo e à regência dos enunciados. Desse modo, aponte o item correto cuja estrutura sintática oracional tenha respeitado as regras da norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q3728088 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Literatura de jornal (o que é a crônica)


Artur da Távola


    A crônica é a expressão das contradições da vida e da pessoa do escritor ou jornalista, exposto que fica, com suas vísceras existenciais à mostra no açougue da vida, penduradas à espera do consumo de outros como ele, enrustidos, talvez, na manifestação dos sentimentos, ideias, verdades e pensamentos.

    Já escrevi mais de cinco mil crônicas. E a uns estudantes que me pediram uma síntese sobre o gênero, respondi o seguinte:

    É o samba da literatura. É ao mesmo tempo a poesia, o ensaio, a crítica, o registro histórico, o factual, o apontamento, a filosofia, o flagrante, o miniconto, o retrato, o testemunho, a opinião, o depoimento, a análise, a interpretação, o humor. Tudo isso ela contém, a polivalente. Direta e simples como um samba. Profunda como a sinfonia.

    É compacta, rápida, direta, aguda, penetrante, instantânea (dissolve-se com o uso diário), biodegradável, (...) oxalá perfume, saudade e algum brilho de vida no sorriso ou na lágrima do leitor.

    A literatura do jornal. O jornalismo da literatura. É a pausa de subjetividade, ao lado da objetividade da informação do restante do jornal. Um instante de reflexão, diante da opinião peremptória do editorial.

    É tímida e perseverante. Não se engalana com os grandes edifícios da literatura, mas pode conter alguns de seus melhores momentos. Não se enfeita com os altos sistemas de pensamento, mas pode conter a filosofia do cotidiano e da vida que passa. Não se empavona com a erudição dos tratados, mas pode trazer agudeza de percepção dos bons ensaios.

    Para ser boa, não deve ser mastigada. Deve dissolver-se na boca do leitor, deixando um sabor de vivência comum. Deve parecer que já estava escrita há muito tempo na sensibilidade de quem a lê e foi apenas lembrada ou ativada pelo escritor/jornalista que lhe deu forma.

    Deve ser rápida como a percepção e demorada como a recordação. Verdadeira como um poente e esperançosa como a aurora. (...) Suave como pele de mulher amada e irritada como uma criança com fome.

    Terna como a amamentação e insegura como toda primeira vez. Religiosa como a portadora do mistério e agnóstica como um livre pensador. A crônica nos obriga à síntese, à capacidade de condensar emoções em parágrafos-barragem. Faz-nos prosseguir, mesmo quando nos sentimos repetitivos. É, pois, a expressão jornalístico-literária da necessidade de não desistir de ser e sentir. A crônica é o samba da literatura.



Disponível em: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ntc_l.php?t=044. 

Assinale a alternativa cuja forma reescrita do trecho entre aspas, nos parênteses, apresenta-se totalmente de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, mantendo o sentido original do enunciado.
Alternativas
Q3727986 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta colocação pronominal:
Alternativas
Q3725202 Português

Observando a colocação do pronome oblíquo átono nos períodos:



I. Pouco se faz pela Educação neste país. = Próclise


II. Encontrem-se solução para esse problema. = Ênclise



Conclui-se que:

Alternativas
Q3725201 Português
Nesta luta diária sempre há uma vitória”. O pronome, em destaque, classifica-se como um:  
Alternativas
Q3724316 Português

Textos de referência para responder à questão proposta.

 

Texto 01

 

Por que é hora de democratizar a CNH no Brasil?

Renan Filho

Ministro dos Transportes

 

A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante: 20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.

[...]

A percepção geral é de que o serviço não entrega o que cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste estado!

[...]

A modernização proposta não compromete a segurança no trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.

[...]

Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar vidas nas ruas e estradas do país.

 

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso em: 23 ago. 2025. Com adaptações

 

 

  

Texto 02

Demagogia ao volante

Ministro quer acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação

 

O Ministério dos Transportes pretende acabar com a obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.

Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do nosso atraso.

[...]

A alegação de que países como Inglaterra e Japão dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como argumento. [...]

A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que seja, haverá ainda mais acidentes.

De fato, há toda uma indústria montada em torno da emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.

 

Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.

“A modernização proposta não compromete a segurança no trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização dos condutores.”
Nesse período, a forma “la” foi empregada para retomar o termo 
Alternativas
Q3724315 Português

Textos de referência para responder à questão proposta.

 

Texto 01

 

Por que é hora de democratizar a CNH no Brasil?

Renan Filho

Ministro dos Transportes

 

A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante: 20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.

[...]

A percepção geral é de que o serviço não entrega o que cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste estado!

[...]

A modernização proposta não compromete a segurança no trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.

[...]

Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar vidas nas ruas e estradas do país.

 

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso em: 23 ago. 2025. Com adaptações

 

 

  

Texto 02

Demagogia ao volante

Ministro quer acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação

 

O Ministério dos Transportes pretende acabar com a obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.

Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do nosso atraso.

[...]

A alegação de que países como Inglaterra e Japão dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como argumento. [...]

A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que seja, haverá ainda mais acidentes.

De fato, há toda uma indústria montada em torno da emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.

 

Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.

“O dado da pesquisa Perfil do Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente:”


Nessa frase, as palavras “o” e “que” são, respectivamente, 

Alternativas
Q3723844 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Exame brasileiro tem precisão de até 94% no diagnóstico do Alzheimer


A Doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência. Embora não tenha cura, o diagnóstico precoce é uma das melhores maneiras de evitar a progressão e melhorar a qualidade de vida dos pacientes − agora, uma tecnologia desenvolvida completamente no Brasil poderá ajudar nesse processo.


Por enquanto, ela ainda está em fase de validação, aguardando mais estudos para que possa ser amplamente implementada. Os testes iniciais, contudo, são animadores: em um estudo com 145 idosos, a avaliação não invasiva foi capaz de diagnosticar o Alzheimer com algo entre 94% e 98% de precisão − inclusive em pacientes em fases iniciais.


"Esses resultados indicam que o exame é extremamente confiável para diferenciar casos de Alzheimer de outras condições", afirma o patologista clínico Helio Magarinos Torres Filho, diretor do Richet Medicina & Diagnóstico, laboratório de análises clínicas da Rede D'or, em comunicado. "Isso significa que, na prática, ele é capaz de fornecer informações claras e seguras, praticamente sem margem para erro."


Por estar em fase de pesquisa, o teste ainda não tem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Como funciona o teste para Alzheimer?


Tradicionalmente, o diagnóstico do Alzheimer é feito com base na avaliação clínica e em exames de imagem como o PET amiloide, capaz de detectar alterações no cérebro que são características da doença.


A análise do líquido cefalorraquidiano também pode ser útil ao detectar proteínas como a Tau e a Beta-amiloide, envolvidas na progressão do Alzheimer. 


O problema é que para coletá-lo, é preciso fazer uma punção na coluna e recolher a amostra que envolve e protege a medula espinhal.


O teste desenvolvido pelos pesquisadores do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino facilita esse processo. Nele, os pesquisadores conseguiram detectar o p-tau217, uma forma específica da proteína tau, no sangue dos pacientes com 94% de precisão. Ao avaliar também a proteína Aβ42, envolvida na doença, a acurácia aumenta para 98%. Os resultados foram publicados recentemente na Nature Communications.


"O PET amiloide e a análise do liquor continuam sendo considerados 'padrões-ouro' para o diagnóstico da doença de Alzheimer, mas o teste de p-tau217 em plasma se mostrou uma alternativa importante e mais adequada à prática clínica de larga escala", diz o médico. "Isso é especialmente relevante para países como o Brasil, onde o acesso à tecnologia de imagem cerebral ou coleta de liquor pode ser restrito e mais demorado em algumas localidades."


Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/exame-brasileiro-tem-precisao-de-ate-94 -no-diagnostico-do-alzheimer/
"O problema é que para coletá-lo, é preciso fazer uma punção na coluna e recolher a amostra que envolve e protege a medula espinhal."

Em relação ao emprego da forma pronominal 'lo' no trecho acima, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q3723804 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Abordagens das Guardas Municipais na Segurança Pública: Funções, Desafios e Perspectivas


Exemplos de Boas Práticas:


Existem diversos exemplos de boas práticas adotadas por guardas municipais em todo o país, que demonstram seu potencial para promover a segurança pública de maneira eficaz e responsável. Programas de policiamento comunitário, que incentivam a participação ativa dos cidadãos na prevenção do crime e na resolução de problemas locais, têm sido amplamente implementados com sucesso por diversas guardas municipais. Além disso, parcerias com organizações locais, escolas e empresas têm contribuído para fortalecer os laços entre a guarda municipal e a comunidade, promovendo um ambiente seguro e acolhedor para todos os moradores.


Um exemplo destacado de boas práticas é o programa "Muralha Digital", implementado por algumas guardas municipais em parceria com órgãos de segurança pública e instituições locais. O "Muralha Digital" consiste em uma rede integrada de câmeras de vigilância e sistemas de monitoramento, instalados em pontos estratégicos da cidade, com o objetivo de aumentar a segurança e prevenir crimes, além de proporcionar uma abordagem a um possível infrator de forma muito mais assertiva.


Esse programa permite que as guardas municipais monitorem áreas de interesse em tempo real, detectando e respondendo rapidamente a atividades suspeitas ou emergências. Além disso, a presença de câmeras de vigilância pode dissuadir a prática de crimes e fornecer evidências importantes para investigações posteriores.


O "Muralha Digital" não apenas fortalece a capacidade de vigilância e resposta das guardas municipais, mas também promove a sensação de segurança entre os cidadãos, demonstrando um compromisso efetivo com a proteção da comunidade e o uso responsável da tecnologia para o bem-estar de todos.


Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/abordagens-das-guardas-municipai s-na-seguranca-publica-funcoes-desafios-e-perspectivas/2359589948
"Além disso, parcerias com organizações locais, escolas e empresas têm contribuído para fortalecer os laços entre a guarda municipal e a comunidade, promovendo um ambiente seguro e acolhedor para todos os moradores."

A expressão 'os laços' pode ser adequadamente substituída pela forma pronominal 'los' em 'fortalecê-los'.

Agora, analise a substituição dos termos destacados pelos pronome oblíquos.

I.Encontramos Maria em casa. (Encontramo-la em casa).
II.Cumpre a ele preencher esse lugar na repartição.(Cumpre-lhe).
III.Não quero ver você hoje. (Não quero vê-lo(a) hoje).

Quanto às substituições pelos pronomes, estão corretas:
Alternativas
Respostas
1001: E
1002: D
1003: E
1004: B
1005: C
1006: D
1007: A
1008: E
1009: D
1010: C
1011: A
1012: D
1013: A
1014: A
1015: A
1016: C
1017: E
1018: C
1019: C
1020: B