Questões de Concurso Sobre mal-mau em português

Foram encontradas 206 questões

Q4339125 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Assinale a alternativa cuja expressão em destaque esteja escrita corretamente segundo as regras ortográficas vigentes da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4307376 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado.
Considerando a grafia e a adequação das palavras aos contextos em que foram empregadas, analisar os itens.
I. A cessão de cinema acabou às 16h.
II. Todos assistiram ao concerto musical.
III. O cavalo precisa de uma cela para ser montado.
IV. Meu tio é muito mau comigo.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4202433 Português
“Não há livro tão mau que não tenha algo de bom." (Miguel de Cervantes)

Assinale a alternativa que apresenta a forma reescrita correta do pensamento acima, com a alteração para "livros”, no plural.
Alternativas
Q4173666 Português
A fuga

Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
– Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
– Pois então para de empurrar a cadeira.
– Eu vou embora – foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa – a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
– Viu um menino saindo desta casa? – Gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.
– Saiu agora mesmo com uma trouxinha – informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenido – uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.
– Meu filho, cuidado!
O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
– Que susto você me passou, meu filho – e apertava-o contra o peito, comovido. –
Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas.
– Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.
– Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
– Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
– Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Sabiá. Fundação Casa de Rui Barbosa: Rio de Janeiro, 1962.)
As expressões destacadas a seguir podem ser substituídas, sem que haja alteração de sentido, conforme o contexto em que foram empregadas, pelos vocábulos indicados, EXCETO:
Alternativas
Q4086743 Português
Assinale a frase que mostra uma troca indevida entre parônimos (palavras semelhantes, mas de diferentes significados).
Alternativas
Q3983276 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
No 8º§, a autora utiliza o termo “mal-entendidos”. Considerando as regras oficiais de ortografia vigentes e o uso do hífen com os prefixos “mal” e “bem”, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q3874532 Português
Complete com mal ou mau. Em seguida marque a alternativa CORRETA:

Eu danço __________ o frevo, mas sou boa sambista. O atleta jogou _________, porque não treinou muito. O menino não era ____________, ele só era mal compreendido. Com esse __________ tempo, será impossível viajar.
Alternativas
Q3593037 Português
A frase em que a forma sublinhada deveria ser substituída pela que aparece entre parênteses, é: 
Alternativas
Q3283762 Português
Empregou-se corretamente mau ou mal na alternativa:
Alternativas
Q3278549 Português
O bem e o _________ do estrangeirismo


   O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.

   “Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”

   Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
 
   O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.

   Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.


Fonte: Superinteressante. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto.
Alternativas
Q3242179 Português
A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
No trecho: "Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho", o uso da palavra "mal" está correto, pois se refere a:
Alternativas
Q3233910 Português
As sentenças a seguir apresentam lacunas que devem ser preenchidas por um dos termos parônimos dados entre parênteses, ao final de cada uma. Analise-as e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente essas lacunas.

I. Não sabia …. o que fazer. (mais/ mas)
II. Escolheu um …. momento para dar a notícia. (mal/ mau)
III. Ela se preocupa …. considera o amigo inconsequente. (porque/ porquê/ por que/ por quê).
IV. Não trouxe nada para casa …. a decepção da derrota. (senão/ se não)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: EVO Concursos Órgão: Prefeitura de Pedras Grandes - SC Provas: EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Orientador Social | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Agente Administrativo | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Enfermeiro | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Farmacêutico | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Fisioterapeuta | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Técnico em Saúde Bucal | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Médico Generalista | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Médico Ginecologista/Obstetra | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Médico Psiquiatra | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Nutricionista | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Técnico de Enfermagem | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Odontólogo 40H | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Agente de Combate à Endemias | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Agente Comunitário de Saúde | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Professor - Pedagogia | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Professor - Educação Física | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Professor - Inglês | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Professor - Italiano | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Psicólogo | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Engenheiro Civil | EVO Concursos - 2025 - Prefeitura de Pedras Grandes - SC - Professor - Artes |
Q3203504 Português
Complete as frases:

I- _____________ mora?
II- Ele anda _____________ das pernas;
III- Estou  _____________ de prova.
Alternativas
Q3192130 Português
Meio Ambiente e Sustentabilidade

Atualmente, as questões ambientais envolvem a sustentabilidade. A sustentabilidade é um termo abrangente, que envolve também o planejamento da educação, economia e cultura para organização de uma sociedade forte, saudável e justa.
A sustentabilidade econômica, social e ambiental é um dos grandes desafios da humanidade.
O termo sustentabilidade surge da necessidade de aliar o crescimento econômico com a preservação ambiental.
A essa nova forma de desenvolvimento, damos o nome de desenvolvimento sustentável. Ele tem como conceito clássico ser aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades.
Para que o desenvolvimento sustentável seja uma realidade, é necessário o envolvimento de todas as pessoas e nações do planeta. As ações vão desde atitudes individuais até acordos internacionais.
No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente, Lei nº 6.938, de 31 de Agosto de 1981, define os instrumentos para proteção do meio ambiente. É considerada o marco inicial das ações para conservação ambiental no Brasil.
Fonte: Toda Matéria — Adaptado
Assinalar a alternativa cujas palavras se opõem às palavras sublinhadas abaixo.
Ele está se sentindo bem porque fez um bom trabalho. 
Alternativas
Q3185905 Português
Assinale a frase em que a grafia do termo sublinhado está correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: TCE-RR Prova: FGV - 2025 - TCE-RR - Técnico Administrativo |
Q3185409 Português
Assinale a frase em que houve troca indevida entre mal/mau.
Alternativas
Q3181282 Português
A gramática e a ortografia são fundamentais para garantir a clareza e a precisão na comunicação escrita, especialmente em um ambiente corporativo. Erros de escrita podem comprometer a imagem profissional e a credibilidade da organização.
Analise as assertivas a seguir sobre as regras básicas de gramática e ortografia da língua portuguesa e em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. O uso de “mau” é sempre recomendado quando a palavra tem o sentido de "não bom", enquanto “mal” deve ser usado apenas como advérbio de modo.
II. O uso da vírgula é opcional antes de "que", em orações subordinadas, desde que o significado da frase não seja alterado.
III. A concordância verbal deve ser realizada de acordo com o sujeito da oração, levando em consideração se ele está no singular ou plural.
IV. O acento diferencial em “pára” (verbo) e “para” (preposição) foi mantido pelo Novo Acordo Ortográfico, visando evitar ambiguidades.
Alternativas
Q3152296 Português
Ele estava de ______ humor desde cedo, o que afetava a todos ao seu redor. ______chegou ao trabalho, já começou a reclamar. Apesar de ser conhecido como um homem ______, muitos acreditavam que, no fundo, ele apenas lidava ______com seus próprios problemas.
Preencha corretamente as lacunas de acordo com o uso de 'mau' e 'mal'.
Alternativas
Q4323233 Português
Leia o texto para responder a questão.

Feminicídio: 4 mulheres são mortas por dia no Brasil — por que isso ainda acontece com tanta frequência?

Por Simone Machado

Mariele Bueno Pires, de 20 anos, foi achada morta em casa, em Ponta Grossa, no Paraná, em 23 de agosto. Em seu corpo seminu, havia ao menos vinte perfurações feitas com uma faca. Inicialmente, a Polícia Civil acreditava se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte –, mas as investigações apontaram para um feminicídio. O principal suspeito do crime era seu companheiro, um rapaz de 26 anos.  

Imagens de câmeras de segurança de outras casas registraram que ele esteve no local e saiu pouco antes de o crime ser descoberto por vizinhos. Ele ainda teria colocado fogo em parte do imóvel na tentativa de esconder o crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou o assassinato. A crueldade com que Mariele foi morta choca, mas não é uma situação isolada no Brasil.  

Em 18 de agosto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, foi assassinada com ao menos 30 facadas no apartamento onde morava em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e colocada em uma mala. Também foram câmeras de segurança que mostraram à polícia que o namorado de Thallita foi a única pessoa que saiu do imóvel no dia do crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou que matou a namorada. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu depois que a médica tentou romper seu relacionamento de três anos.

Mariele, Thallita e outras centenas de mulheres são mortas todos os anos no país em crimes de feminicídio. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2022, uma mulher foi morta a cada seis horas no país. No total, foram 1.437 vítimas de feminicídio no ano passado, um aumento de 6,5% em relação aos 1.347 registrados em 2021. 

Esse alto índice de mulheres vítimas de feminicídio está relacionado a fatores como a crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil. Uma visão que faz com que mulheres sejam vistas por muitos homens como objetos de sua propriedade.  

“Ainda há muitos crimes devido à cultura machista e sexista que existe no país, que coloca o sexo feminino como um ser inferior, que não tem direito a ter suas próprias vontades e que está submissa à vontade do homem, devendo sempre fazer o que ele quer”, explica Deíse Camargo Maito, professora de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) que pesquisou sobre violência contra a mulher. 

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqqg2ezpk3po
Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso de “mau” e “mal”. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: A
4: B
5: A
6: C
7: D
8: D
9: B
10: C
11: D
12: D
13: D
14: B
15: A
16: E
17: B
18: B
19: C
20: C