Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia os Textos para responder à questão.

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025.
Leia os Textos para responder à questão.

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025.
I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais.
II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação.
III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto.
IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante.
V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Chá de Gengibre
Como preparar: corte 1 rodela de 2 cm de gengibre fresco, ferva por 10 minutos em 300 ml de água. Coe e beba até três vezes ao dia. Pode adicionar limão e mel.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/seis-receitas-de-chas-contra-grip e-e-resfriado/. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)

(Disponível em: https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho/. Acesso em 17 jul. 2025.)
(__)É uma tirinha, um tipo de história em quadrinhos, e é composta obrigatoriamente por texto não verbal (desenho), podendo conter ou não texto verbal (palavras e frases).
(__)Tem como objetivo contar uma história curta.
(__)Geralmente trata de temas do cotidiano, do dia a dia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Com o tempo frio característico do outono e do inverno, o corpo fica mais vulnerável para algumas doenças respiratórias".
Assinale a alternativa cuja palavra substitui "vulnerável" sem alterar o sentido do texto:

I.No primeiro quadrinho, o termo "Amor" tem a função de vocativo (termo da oração com a função de chamamento) e, por isso, é necessária a vírgula após ele, colocando em evidência a pessoa a quem o personagem chama.
II.Ainda no primeiro quadrinho, o uso das reticências na fala do personagem indica a suspensão da fala, criando um breve mistério e dando, a outra personagem, tempo para ativar sua curiosidade, o que é simbolizado pelo uso da interrogação e da exclamação sobre sua cabeça.
III.No segundo quadrinho, a expressão "EBA!!!" significa alegria diante da surpresa recebida, a qual é vista como um gesto de carinho, afinal, o namorado foi de Salvador, na Bahia, para São Paulo e levou um presente para ela.
IV.No quarto quadrinho, a expressão "ECA!!!" expressa nojo da personagem ao provar o cuscuz, um alimento típico do nordeste e ao qual ela não está acostumada, indicando que ela não gostou do alimento.
É correto o que se afirma em:

(Disponível em: https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho/. Acesso em 17 jul. 2025.)
A partir da leitura do texto é possível afirmar que:
I.Coriza, garganta arranhando e dor no corpo são sintomas de gripe e de resfriado.
II.Tomar chá é uma tradição marcada por saberes antigos.
III.A Ciência tem comprovado a ação dos compostos das ervas na saúde do corpo.
É correto o que se afirma em:

(__)A tirinha é um gênero textual infantil, uma vez que seu foco principal é o desenho, recurso necessário apenas para construir sentidos em textos para crianças.
(__)Os dois textos, a tirinha e a legenda, se complementam. Nesse sentido, a legenda serve para desconstruir a aparente incoerência da tirinha: dois personagens ocupando o mesmo espaço e, enquanto ele usa roupas de inverno, ela usa roupas leves.
(__)Essa tirinha da questão tem como um de seus objetivos criticar com humor a recente polêmica difundida pelas redes sociais virtuais a respeito do fenômeno do bebê reborn (bonecas hiper-realistas, artesanais e que se parecem com recém-nascidos). Essa crítica bem-humorada se dá pela brincadeira de oferecer um cuscuz reborn para a personagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.No item Anote com intenção , a palavra "presença" se refere ao ato de escrever, desenhar e registrar à mão aquilo que nos toca. Essa presença é possível se as anotações forem feitas à mão e não em agendas eletrônicas e aplicativos.
II.Ao afirmar que "escrever à mão, desenhar ou registrar o que nos atravessa é uma forma simbólica de inscrever a experiência no corpo", o texto sugere que essa escrita, desenho ou registro seja feito no próprio corpo da pessoa, anotando na própria pele. Dessa forma funcionará como um lembrete, ativando a memória por ser visível na pele.
III.Anote , associe , organize , cuide , varie e desafie compõem uma sequência de atividades diárias, receitada por profissional de saúde, a ser seguida rigorosamente pela pessoa que deseja fortalecer sua memória.
É correto o que se afirma em:
Utilize o Texto para responder à questão.


Fonte: OLIVEIRA, Louise. Variação linguística: o que é e exemplos. Norma Culta, s.d. Disponível em: https://www.normaculta.com.br/variacoes-linguisticas/. Acesso em: 2 abr. 2025.
Utilize o Texto para responder à questão.
Celular na escola: faz sentido proibir?
Por Maria Clara Rossini
Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00
É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.
Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.
Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.
O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.
A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.
A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.
Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].
Utilize o Texto para responder à questão.
Celular na escola: faz sentido proibir?
Por Maria Clara Rossini
Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00
É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.
Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.
Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.
O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.
A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.
A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.
Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].
I- A Lei nº 15.100/25 proíbe o uso de smartphones inclusive para fins pedagógicos.
II- As habilidades cognitivas e a saúde mental de crianças e jovens são motivo de preocupação devido ao uso excessivo dos smartphones.
III- Redes sociais como o Facebook estão cientes do caráter viciante que elas têm com relação aos usuários mais jovens.
IV- Mais sensato que proibir o uso de smartphones seria que os jovens aprendessem a ser funcionais tanto no mundo virtual quanto no mundo real.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto para responder à questão.

Fonte: NÍQUELNÁUSEA. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DGfXmVGuTE6/?img_index=3. Acesso em: 1 abr. 2025.
I- O implícito, ou seja, a comparação entre a mulher e o cachorro, no último quadrinho, desencadeia o humor da tira.
II- No último quadrinho, a denotação também está a serviço do efeito de sentido de humor.
III- O homem faz uma comparação indireta entre o comportamento natural do cachorro e da mulher.
É CORRETO o que se afirma em: